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18/7 - CHAPA LULA-HADDAD JÁ TEM MAIS DE UMA DEZENA DE GOVERNADORES PARA 2018

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CHAPA LULA-HADDAD JÁ TEM MAIS DE UMA DEZENA DE GOVERNADORES PARA 2018

A chapa Lula-Haddad já tem o apoio de onze governadores para as eleições de 2018.
A informação foi confirmada por fontes ligadas ao PT nesta terça-feira (17).
A Presidente Nacional da legenda, senadora Gleisi Hoffmann, é quem está capitaneando as conversações.
Senadores, deputados do MDB também aderem a chapa que tem grandes chances de vitória no pleito vindouro.
Lula lidera de forma absoluta as pesquisas de intenção de voto e tem crescido em estados conservadores, a exemplo de Goiás.
O golpe enfrenta um grave problema. Depois de todas as ilegalidades contra o ex-presidente com especialidade a sua prisão, a justiça partidária não conseguiu barrar o crescimento do líder das esquerdas no Brasil.
Fala-se num novo golpe. Desta feita no TSE. Caso ocorra, o poder judiciário sujará de vez as mãos.
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18/7 - General Heleno: muita estrela e nenhum tempo na TV.

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General Heleno: muita estrela e nenhum tempo na TV.

Cogitado para ser vice de Bolsonaro, o general Augusto Heleno apresentou armas: “Não almejo nem pleiteio nada, mas estou pronto para cumprir a missão”. O general traria muitas estrelas para a campanha (oito, pelo menos), mas zero segundos na TV. E aos partidos, mais que estrelas, interessa o tempo de TV. Simples assim. Foi por isso que ontem o PRP esvurmou o general da chapa. Mas não deixaria de ser curioso ver um major de pijama dando ordens a um general de pijama.

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18/7 - Aécio e Dória colhem o que plantaram




Aécio e Dória colhem o que plantaram

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Cedo ou tarde o que é falso se desmancha.
Mesmo com toda a rede de proteção judicial que o envolve – e que, quando não o blinda, reduz os efeitos das flagrantes situações de irregularidades em que se envolve – Aécio Neves está, inapelavelmente, reduzido a nada.
O Globo publica hoje que ele desistiu de uma candidatura ao Senado na qual teria de se apresentar diretamente ao eleitor e que respingaria tragicamente sobre sua antiga criatura, Antonio Anastasia, já “empurrado” a candidatar-se a governador pelo desastre aecista.
Quem imaginaria, quatro anos atrás, que o “campeão moral” da eleição presidencial, que chegou a abrir suas champanhotas duante a apuração dos votos no segundo turno estivesse reduzido a isso?
Os farsantes, na política, têm o prazo de validade determinado.
Aécio Não é o único.
Em tempo mais curto e sem as gravações explícitas do mineiro, também João Doria Jr, em São Paulo, experimenta pisar as fronteiras do desprezo público.
Passaram-se menos de dois anos do triunfo histórico de ter sido o vencedor, pela primeira vez, das eleições paulistanas em 1° turno, consegue a “proeza” de estar em empate técnico com uma nulidade como Paulo Skaf, mesmo com a carga negativa que tem ser o candidato do “partido do Temer”.
Agora, depois de tantas traições a seu criador, Geraldo Alckmin, ninguém se espante que o “chuchu” dê a ele apenas o tratamento protocolar de candidato.
Aécio e Dória são dois farsantes que se atiraram de cabeça no golpismo eleitoral e, não por outra coisa, receberam doses generosas de simpatias fotográficas de Sérgio Moro.
Isto talvez seja a única atitude sincera de ambos: prestar reverência àquele que  os inspira.

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18/7 - Postulantes Adiam Definição Em Nível Nacional, Pois Já Se Articulam Com Lula








Postulantes Adiam Definição Em Nível Nacional, Pois Já Se Articulam Com Lula; SAIBA!

A indefinição sobre a candidatura do ex-presidente Lula (PT), ameaçado de ser retirado da disputa eleitoral deste ano pela justiça, tem adiado o apoio de candidatos a governos estaduais no Nordeste a projetos nacionais. Mesmo os partidos que tem pré-candidato próprio, como MDB e PCdoB, vacilam em declarar apoio em outro candidato além de Lula por medo de perder apoio popular, já que o ex-presidente segue liderando com folga as pesquisas eleitorais na região.
Nos casos onde o PT tem candidaturas consolidadas, como o Rio Grande do Norte, com a deputada federal Fátima Bezerra, o Ceará, com Camilo Santana, o Piauí com Wellington Dias e a Bahia, com Rui Costa (os três últimos candidatos a reeleição), Lula já tem um palanque confirmado, o que facilita a composição de candidaturas de oposição.
Nos demais estados, até mesmo candidatos de partidos que apoiaram o impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) estão inclinados a apoiar Lula. São os casos de Renan Filho, candidato a reeleição em Alagoas, e Roseana Sarney, que tenta voltar ao Governo do Maranhão, ambos do MDB. No último caso, Lula ainda pode ter lugar no palanque do atual governador Flávio Dino (PCdoB), antigo aliado petista, mas que tem evitado fazer movimentos por conta da pré-candidatura de Manuela D’Ávila a presidência.
Dividido entre apoiar a candidatura dos presidenciáveis Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) e até mesmo de lançar candidato próprio, os governadores e postulantes ao cargo do PSB no Nordeste estão próximos ao PT e a candidatura de Lula. Na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho tem o PT em sua base de apoio e seu indicado para o pleito, João Azevedo (PSB), devem indicar apoio a Lula. Uma visita da senadora Gleisi Hoffman (PT) na última semana à Paraíba teve como objetivo costurar detalhes da aliança.
A situação é semelhante a vivida por Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco. Mesmo com a pré-candidatura da vereadora de Recife, Marília Arraes (PT), crescendo nas pesquisas, os petistas trabalham com a possibilidade de ter dois palanques no estado, garantindo o apoio de Câmara. No Sergipe, a candidatura do deputado federal Valadares Filho (PSB) ao Governo, líder nas pesquisas de intenção de voto, deve contar com o apoio do PT e garantir mais um palaque para Lula.

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