sábado, 11 de março de 2017

11/3 - Folha Diferenciada DE 10/3

Folha Diferenciada


Posted: 10 Mar 2017 05:43 AM PST
Paulo Skaf, da Fiesp, à época dos patos. Hoje, implicado em delações da Odebrecht, ele sumiu…

Onze meses após o golpe, país afundou em recessão e retrocessos. Não se vê, entre as elites, o menor arrependimento ou intenção de alterar o rumo. Por que?


Por Igor Fuser
O golpe de estado de 17 de abril de 2016 atropelou as ilusões de quem acreditava nas virtudes infinitas da política de conciliação de classes – a ideia de que seria possível superar o apartheid social e o subdesenvolvimento no Brasil sem confronto com as elites dominantes, mas apenas por meio do crescimento da economia. No pós-golpe, essas mesmas elites demonstram plena convicção de que agiram corretamente, em defesa dos seus interesses.

Tal como ocorreu em tragédias históricas anteriores, como o golpe de 1964, o campo progressista discutirá ainda por muito tempo os fatores e as circunstâncias da derrubada de Dilma Rousseff, a começar pelos motivos da espantosa passividade das camadas mais pobres da população, as mais beneficiadas pelos governos liderados pelo PT.

Outro traço marcante no golpe de 2016 – tema da presente coluna – é o alto grau de coesão que as classes dominantes demonstraram na agressiva ofensiva contra o governo legítimo.

Com a óbvia exceção dos empreiteiros da engenharia pesada, enrolados na Operação Lava Jato (que claramente inclui entre seus objetivos a destruição desse setor estratégico da economia nacional), o que se viu na mobilização golpista foi um verdadeiro quem-é-quem da burguesia brasileira.

Lá estavam, unidos pelo “fora Dilma”, os banqueiros, os barões do agronegócio, os magnatas da mídia, os caciques da indústria brasileira remanescente, a fina flor do “PIB” nacional de mãos dadas com os grupelhos fascistas, os políticos picaretas e os pit bulls do Judiciário. Não faltou nem mesmo a rede de lanchonetes Habib’s, hoje tristemente famosa pela morte de um menino numa de suas lojas, que deu um desconto especial aos clientes que comparecessem aos atos pró-impeachment.

Na vanguarda, para eliminar eventuais dúvidas sobre os interesses de classe em jogo, marchava o patético pato da Fiesp. Justamente a Fiesp, aquela mesma entidade que, tradicionalmente, é vista como principal porta-voz de uma burguesia brasileira, “interna” como dizem alguns teóricos. Por esse termo se costuma designar um segmento da classe dominante supostamente autônomo e portador de interesses próprios, contraditórios (dizem) com as preferências do imperialismo estadunidense e dos seus aliados no país.

De acordo com essa teoria, que não se confunde com a fé ingênua da cúpula ex-governista na conciliação de classes, as gestões presidenciais de Lula e Dilma seriam a expressão política de uma “frente neodesenvolvimentista”, articulada em torno de uma “grande burguesia interna” que estaria gerindo o país em aliança com a classe trabalhadora e em conflito com uma chamada “burguesia associada”, neoliberal e pró-imperialista.

Enquanto o primeiro grupo burguês teria o foco dos seus interesses voltado para o mercado interno e a expansão produtiva, o segundo grupo agiria a serviço dos interesses externos, do bloqueio a qualquer tipo de desenvolvimento autônomo.

A “grande burguesia interna” incluiria os maiores grupos econômicos de capital nacional em todas as áreas, desde o agronegócio até empresas financeiras como o Bradesco e o Itaú, gigantes empresariais como a JBS Friboi, a Votorantim, a Ambev, a Gerdau e a Vale, os grandes grupos de ensino e saúde privados, além, é claro, dos colossos da construção civil – Odebrecht & cia.

Essas e outras empresas, favorecidas com linhas de crédito e todo tipo de apoio oficial, amealharam, de fato, lucros fabulosos no ciclo de governos progressistas. Porém em momento algum mostraram qualquer compromisso ou apoio ativo ao projeto político liderado pelo PT. Aceitaram todas as benesses, pressionaram (em geral, com sucesso) por vantagens setoriais aqui e ali. Mas no campo político se limitaram, nos melhores casos, a tolerar os governos “de esquerda” como uma extravagância temporária numa trajetória histórica de cinco séculos de poder irrestrito da elite dominante.

Houve quem encarasse essa postura pragmática como expressão de uma sólida aliança de classes, o que explicaria a relativa estabilidade política naquele período, apesar da permanente campanha midiática anti-PT e anti-governo.

Quando surgiu a oportunidade, a burguesia agiu em bloco para golpear a democracia. Se alguém ainda tem alguma dúvida, recomendo que leia a bela reportagem da jornalista Aline Maciel, da Agência Pública, sobre o envolvimento ativo das entidades representativas da indústria brasileira, em nível nacional e nos estados mais importantes, para pressionar os parlamentares indecisos nas vésperas da votação na Câmara dos Deputados (25/08/2016).

Muita coisa aconteceu nos onze meses que se passaram depois daquele dia de infâmia. Ministros do desgoverno golpista caíram e foram trocados em meio a denúncias de corrupção. Um deles chegou a comparar o núcleo do poder político em Brasília a uma suruba. A economia mergulhou de vez na recessão. Asoberania nacional está sendo desmantelada e a imensa riqueza do pré-sal entregue de bandeja às empresas estrangeiras.

E não se verifica no seio da burguesia brasileira o menor sinal de arrependimento, a menor intenção de alterar o rumo do retrocesso em curso. Alguém ousaria, nesse cenário, profetizar a reconstituição da “frente neodesenvolvimentista”? Difícil.

De concreto, o que se vê nos meios empresariais, além do entusiasmo pela destruição de direitos trabalhistas, pelo desmonte da previdência pública e pelo congelamento dos investimentos sociais, são, no máximo, queixas pontuais, sem maior relevância no cenário político.

A mesma Fiesp que liderou as multidões de verde-amarelo na Avenida Paulista agora reclama do desmonte das políticas de “conteúdo local” na exploração do pré-sal. Mas sua insatisfação fica por aí mesmo, sem qualquer desdobramento prático, sem ao menos a intenção de inserir esse assunto na agenda política geral (quem quiser conferir, olhe o site da entidade).

A burguesia, como classe, vê os seus interesses essenciais contemplados pelo retrocesso histórico que o governo golpista tenta impor à sociedade brasileira. Nunca teve interesse genuíno no projeto (neo) desenvolvimentista defendido pelo PT, por setores da burocracia estatal e sindical e por alguns intelectuais independentes, como Luiz Carlos Bresser-Pereira.

Desde sua ascensão à classe dirigente, na primeira metade do século 20, a burguesia brasileira tem clara consciência de que seu futuro está associado à dominação imperialista e à inserção numa ordem mundial capitalista sob hegemonia dos EUA.

Os burgueses brasileiros – isto está no seu DNA – desconfiam dos projetos de desenvolvimento nacional porque sentem que esse caminho os levaria a se marginalizar do sistema imperialista ao qual associam sua existência e seu futuro. Odeiam os trabalhadores, desprezam os pobres e têm dificuldade até mesmo em assumir plenamente uma identidade nacional brasileira.



“Queremos o nosso país de volta”, gritavam, nas ruas. Agora o têm, espero que não por muito tempo. Dessa gente, nada de bom se pode esperar.

Outras Palavras



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Posted: 10 Mar 2017 05:27 AM PST

O Brasil vive a pior crise de sua história, segundo o IBGE. Ela atinge todas as áreas da economia brasileira. O desemprego também é recorde. São 12,9 milhões de desempregados. A reprovação popular ao golpista Temer também é recorde.

Estados falidos, que não conseguem pagar funcionários, aposentados, pensionistas, nem suas contas.

Uma cúpula acusada de corrupção no comando do país, encabeçada pelo golpista Temer.

A solução lógica para a crise seria que Temer declarasse a autodissolução de seu governo e em acordo urgente com os demais poderes fossem convocadas novas eleições gerais para o país.

Em vez disso, o golpista Temer vai investir R$ 1,6 bilhão em publicidade, para engordar os cofres da mídia que o mantém no poder e mentir à população afirmando que a saída para a crise está para acontecer, como aquelas placas de fiado nos botequins, mas só amanhã...

O governo federal licitou R$ 1,6 bilhão em publicidade desde maio de 2016, mês em que Michel Temer assumiu o Palácio do Planalto de forma interina.
Foram publicados 12 editais no período. Desses, 5 ainda estão em fase de licitação: Secretaria de Comunicação da Presidência, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Petrobras e BVEnergia.
As concorrências ainda sem definição somam R$ 1,3 bilhão (81% do total). Os maiores contratos são da Petrobras (R$ 550 milhões) e do Banco do Brasil (R$ 500 milhões). [ Fonte: Poder360 
Posted: 10 Mar 2017 05:12 AM PST


TENHA PENA DOS HOLANDESES, se puder. O partido liderado por um populista de extrema-direita, anti-Islã e anti-imigrantes, chamado Geert Wilders está prestes a receber a maioria dos votos nas eleições parlamentares holandesas que serão realizadas na semana que vem. Mas os jornalistas que apelidaram Wilders de “Trump holandês” e “Donald Trump dos Países Baixos” devem desculpas ao presidente dos EUA.

É verdade, Wilders está concorrendo como um desconhecido que quer “fazer da Holanda um grande país novamente” e insulta seus adversários no Twitter. É verdade, ele foi elogiado por diversos conservadores americanos de extrema direita, desde os legisladores republicanos Michele Bachmann e Steve Kingaté os ativistas “anti-jihad” Frank Gaffney e David Horowitz. E, é verdade, ele usa um penteado bufante oxigenado.

Contudo, quando se trata do Islã e de muçulmanos, o espalhafatoso líder do Partido pela Liberdade faz o presidente dos Estados Unidos parecer moderado. Enquanto Trump tenta proibir a entrada de imigrantes de seis países de maioria muçulmana; Wilders quer proibir a imigração de todos os muçulmanos. Enquanto Trump planeja vigiar mesquitas; Wilders quer proibi-las. Trump afirma que vai erradicar o “terrorismo islâmico radical” da “face da terra”; Wilders quer erradicar o Islã, e ponto.

Acha que estou exagerando? Wilders defende que o Islã “não é uma religião, é uma ideologia (…) a ideologia de uma cultura atrasada”, uma ideologia“totalitária”. “O Islã é o cavalo de Troia da Europa”, declarou. “Se não impedirmos a islamificação agora, a [criação] da Eurábia e da Holandarábia serão apenas uma questão de tempo. Na opinião do político holandês, “não existe ‘Islã moderado’”.

Veja também esse tweet do ano passado: “#2017em3palavras: Islã nunca mais”.
Islã nunca mais? Como se livrar de uma religião sem se livrar de seus 1,6 bilhão de adeptos? Essa é pura e simplesmente a linguagem do genocídio. Wilders sempre alegou odiar o Islã, e não os muçulmanos, mas seus ataques explícitos a instituições e imigrantes muçulmanos sugerem o contrário.

Trump pode ter se cercado de ideólogos anti-Islã, mas Wilders é o próprio ideólogo anti-Islã e, de acordo com seu irmão mais velho Paul (com quem não mantém contato), é assim há muito tempo. Wilders visitou um kibutz em Israel no fim de sua adolescência, e as mais de quarenta visitas subsequentesao Estado judaico ajudaram a convencê-lo de que o Islã pretende “dominar” a civilização ocidental.

Há também outra diferença fundamental e muito importante entre Wilders e Trump. Perguntei à ex-deputada holandesa Fadime Orgu, que conheceu Wilders quando ambos eram membros do Partido Popular pela Liberdade e Democracia (VVD), partido de centro-direita, entre 1998 e 2004, sobre as constantes comparações entre Wilders e Trump na mídia. “Ele não é como Trump”, riu Orgu, uma das primeiras muçulmanas eleitas para o parlamento holandês. Wilders, diz ela, é um “político de verdade” — o terceiro mais antigo no parlamento holandês —, além de ser “esperto”.

De fato. Ao contrário de outros incitadores de extrema-direita, Wilders disfarça sua intolerância anti-muçulmanos por meio da linguagem do liberalismo e do Iluminismo. O demagogo holandês conquistou eleitores de esquerda defendendo que as posições tolerantes na Holanda com relação às questões sociais, como casamentos homoafetivos, estariam ameaçadas devido a uma “invasão islâmica”.

Mas sua ligação com o liberalismo é superficial e oportunista. Como é possível apoiar a liberdade de expressão e defender a proibição do Alcorão ao mesmo tempo? Como é possível apoiar a liberdade religiosa e, ao mesmo tempo, prometer fechar todas as mesquitas? Como é possível alegar estar combatendo o extremismo islâmico em nome dos direitos de homossexuais e ser aliado de Marine Le Pen na França e Matteo Salvini na Itália, ambos contrários aos direitos de homossexuais?

E como é possível alegar não ser racista ou xenófobo ao mesmo tempo que difama e ameaça imigrantes do Marrocos e seus filhos nascidos na Holanda? Wilders lançou sua candidatura em fevereiro acusando a “escória marroquina” de tornar as “ruas inseguras”. Pouco antes disso, em dezembro, um tribunal de Amsterdã o julgou culpado por insultos públicos e incitação da discriminação em declarações realizadas em um comício em março de 2014. Winston Ross do site Newsweek descreveu a ocasião em um perfil de Wilders:

Protegido por dois guarda-costas, [Wilders] se dirigiu a um pequeno pódio com “Eye of the Tiger” tocando em um equipamento de som barato, acompanhado de aplausos escassos. “Pergunto a todos vocês”, disse apontando para a plateia, “vocês querem mais ou menos marroquinos nesta cidade e na Holanda?” A plateia respondeu em coro animado, “menos, menos, menos!”. Wilders sorriu e disse “então, que isso seja providenciado”.

De novo, essa não é a linguagem do genocídio?

Wilders insiste que não estava defendendo a violência. No entanto, palavras geram consequências, e o discurso de ódio pode levar a crimes de ódio. Veja Anders Breivik, o autodenominado fascista que assassinou 77 pessoas na Noruega em 2011 como parte de sua “guerra civil” contra a “islamização contínua da Europa”. Breivik mencionou Wilders em tom de aprovação 30 vezes em seu manifesto on-line e parece ter comparecido a um comício de Wilders. Wilders pode ter chegado a criticar o crime de Breivik, mas também o reconheceu como um companheiro ideológico implicitamente quando o criticou por ter distorcido “de forma violenta” os “ideais libertários anti-islamização”.

Assim como nos EUA, no Reino Unido e (ao que tudo indica) na França, a “anti-islamização” é uma plataforma eleitoral eficaz na Holanda. Surpreendentemente, o partido de Wilders está empatado nas pesquisas com o Partido pela Liberdade e Democracia do primeiro ministro Mark Rutte. Será que o “Capitão Oxigenado” pode infringir um dos maiores abalos políticos à Europa desde a Segunda Guerra Mundial e conquistar o governo holandês? Por enquanto, todos os grande partidos políticos holandeses se comprometeram a não formar um governo de coalizão com o partido de Wilders. Cas Mudde, professor da Universidade da Geórgia e especialista em populismo, disse que, dessa forma, é “improvável” que Wilders se torne primeiro ministro na próxima quarta-feira , mas admite que “tudo é possível”.

Mesmo que não se torne primeiro ministro, Wilders já foi bem-sucedido em forçar a Holanda – e por associação, a União Europeia como um todo – à extrema-direita em pontos como Islã e imigração. “Por muito tempo, Wilders pôde definir a agenda política holandesa”, observou Mudde. Em Janeiro, por exemplo, em uma tentativa explícita de impressionar eleitores de Wilders, o primeiro ministro Rutte publicou uma propaganda ocupando uma página inteira nos jornais pedindo que as pessoas que “se recusam a se adaptar e que criticam nosso valores” a “ se comportarem de forma normal ou irem embora”. Por todo o continente, assim como do outro lado do Atlântico, políticos de todo o espectro político começaram a seguir seus passos e se apropriar de sua cartilha.

Por consequência, é difícil discordar das avaliações do próprio Wilders sobre o futuro. “Mesmo se eu perder essas eleições,” disse no mês passado, “o gênio não vai voltar para a lâmpada.”

The Intercept Brasil



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Posted: 10 Mar 2017 05:03 AM PST

Mandatários e ex-presidentes de Brasil, Suécia e França são chamados a depor em processo em Brasília


Líderes internacionais foram chamados para que expliquem aos procuradores toda a complexidade de uma compra militar entre duas nações



Tres ex-presidentes e dois atuais mandatários das repúblicas de Brasil, França e Suécia servirão de testemunha de Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processo movido contra ele no âmbito da Operação Zelotes, na Justiça Federal de Brasília. São eles: Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, Stefan Löfven (Suécia), François Hollande e Nicolas Sarkozy (França).

A Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou nesta quarta-feira a resposta à acusação feita pelo Ministério Público Federal do DF na 10ª Vara Federal Criminal de Brasília. A peça acusatória, que contém documentos em língua inglesa sem tradução e outros problemas de forma, é baseada em uma mirabolante e inconsequente teoria sem provas que termina por tentar condenar Lula por supostamente ter vendido uma influência no governo Federal após sua saída do cargo, que os próprios procuradores afirmam que o ex-presidente de fato não tinha, muito embora tentasse parecer que tinha.

É neste contexto que o MPF-DF acusa Lula de ter “vendido” a falsa ideia de que teria como influenciar o governo Dilma Rousseff para que este comprasse 36 aviões-caça de uma empresa sueca, e não de uma empresa francesa que com ela competia, dentro de um intrincado processo de compra de equipamentos militares pelo Estado brasileiro, que vinha sendo negociado desde o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e cuja conclusão só se deu no governo Dilma, em agosto de 2015.

Para tentar sustentar a exótica tese, os procuradores afirmam que o atual primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven, teria tentado marcar uma reunião com o ex-presidente Lula no final de 2013, e que esta reunião seria para que Lula usasse de sua influência no governo Dilma para convencê-la a comprar os caças suecos. Os procuradores alegam ainda que o mandatário sueco (que, à época, ainda não era primeiro-ministro daquele país), teria escrito uma carta a Lula pedindo que este fizesse este favor.

Isso é o que alega o MPF-DF, mas não apresenta nenhuma prova - nenhuma! - de que a tal carta chegou a Lula, muito menos a de que o ex-presidente teria intercedido junto ao governo federal para que a compra se efetivasse. Até porque, nos oito anos em que presidiu o país, Lula poderia ele mesmo ter coordenado esta compra, além de ter defendido, publicamente, a compra dos caças franceses Rafale.

Assim, para que não pairem dúvidas da mirabolância da tese dos procuradores, o primeiro-ministro sueco foi chamado pela defesa de Lula a depor e esclarecer os fatos.

No mesmo contexto, encaixam-se os pedidos para que deponham Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso: para que possam explicar como funciona uma compra militar internacional deste porte, como a decisão final de se adquirir os caças suecos se concretizou e pela análise de quantas pessoas passa uma aquisição dessa envergadura. Um exemplo é o alto comando da FAB (Força Aérea Brasileira), que, desde 2010, assentou entendimento de que os aviões suecos eram os que melhor serviriam ao Brasil.

Por fim, o ex-presidente e o atual mandatário francês foram chamados ao processo para que possam contar aos procuradores e ao juizado brasileiro como se deram as negociações entre os dois países, quais foram os pontos que tornaram a negociação mais difícil e todas as circunstâncias que fizeram com que o negócio entre as duas nações não se concretizasse.

Conforme está explicado na resposta à acusação protocolada pelos advogados de Lula, “o processo de aquisição dos caças Gripen NG foi permeado de profunda transparência, debate público, apuro técnico e atenção às questões econômico-financeiras e à situação fiscal do País.”

“ A complexidade de fatores envolvidos não permite que justificativas singelas elaboradas pela acusação expliquem o processo decisório. Assim, é pouco relevante a contribuição do Parquet (Ministério Público) ao emitir opiniões rasas sobre temas que fogem de sua alçada, como ao afirmar que “o fator determinante na opção da ex-presidente [Dilma Rousseff] parece mesmo ter sido a crise dela com o então presidente americano, Barack Obama, a partir de documentos vazados pro Edward Snowden”.

Lula



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Posted: 10 Mar 2017 04:45 AM PST

O golpe de Estado de 10 de março gerou um processo revolucionário radical tendo como ponto de partida a luta contra a violação das leis



Em 10 de março de 1952, o exército cubano, liderado por Fulgencio Batista, impede as eleições que se realizariam em 1º de junho, levando a cabo um pronunciamento militar, perpetrando um golpe de Estado e instaurando no país uma ditadura.


Lider do exército cubano durante o golpe militar, Fulgencio Batista em Washington, nos Estados Unidos

Na madrugada de 10 de março, o povo de Havana desfrutava de outra noite de carnaval. Ninguém suspeitava que estava em marcha uma sinistra conspiração para tomar o poder.

Na verdade, havia duas conspirações em marcha. Uma chefiada pelo capitão Jorge Garcia Tuñon, composta por jovens oficiais, sem vínculos com os batistianos e que aspiravam deter a corrupção político-administrativa e em seguida convocar eleições. Uma segunda conspiração contava com poucas possibilidades de êxito, visto que durante os dois governos anteriores, houve um expurgo no governo e no exército de elementos batistianos. Tinha como figura principal a Fulgencio Batista y Zaldivar, um ex-sargento promovido a general, com longa experiência em maquinações conspirativas e que havia sido o “homem forte” em Cuba entre 1934 e 1944, porém não podia legalmente tentar reeleger-se presidente nas eleições de 1952.

Ambas as conspirações fundiram-se em uma porque a primeira não dispunha de líder com popularidade. Por outro lado, a conspiração de Batista não contava com os contatos necessários nos comandos militares para conseguir um rápido êxito.

Na união das conspirações, o chefe seria o capitão Tuñon. De fato, foi este oficial quem deu as primeiras ordens. Porém tudo mudou ao chegar a Columbia. Batista esperou seu momento, até que as classes baixas e o povo começaram a afluir ao acampamento. Batista abandonou então seu papel de apenas uma figura do golpe para falar ao povo e aos soldados e distribuir ordens. Nesse momento, o jovem oficial Tuñón compreendeu que Batista outra vez havia roubado para si um golpe.

Uma vez consumado o golpe de estado militar, contra o corrupto, se bem que constitucionalmente eleito, presidente Carlos Prio Socarras, Batista se instalou no poder, derrogou a Constituição vigente desde 1940 e estabeleceu uma cruel ditadura.

Longe de eliminada, a corrupção se enraizou ainda mais. Implantou uma brutal repressão caracterizada pela tortura e a eliminação. Entre outros males, levou a limites vergonhosos a submissão aos interesses econômicos e políticos aos Estados Unidos.

Na madrugada, os golpistas foram ocupando sem resistência as principais guarnições da capital, valendo-se da promessa de recompensar seus chefes. Enquanto isso, Batista se dirigia à Fortaleza Militar de Columbia numa caravana escoltada por esbirros da polícia, motorizada sob o comando do famigerado tenente Rafael Cañizares.

Assim foram tomados aeroportos, ministérios e meios de comunicação. Alguns oficiais em Matanzas, Villa Clara e Santiago de Cuba se negaram a acatar o golpe de Estrado, porém foram tranquilizados com promessas de promoção e riquezas. As guarnições de Havana passaram a ter novos comandantes.


O presidente deposto, Carlos Socarrás, que se encontrava em sua quinta “La Chata”, ao tomar conhecimento que havia perdido todo o apoio do exército, decidiu fugir com sua mal havida fortuna, asilando-se na Embaixada do México, sem atender ao pedido de armas por parte dos estudantes universitários a fim de resistir aos golpistas. Desse modo, o país transitou de um governo corrupto a outro mais corrupto ainda e sanguinário.

Em 10 de março de 1952, o povo de Cuba começou a viver uma das etapas mais difíceis da República neocolonial, que se estendeu por quase 7 anos de luta e enfrentando a mais sanguinária e cruel tirania sofrida pelo país, uma das mais repulsivas e bárbaras da história do hemisfério.

Para aplicar esta política criou, aperfeiçoou e reorganizou um aparelho repressivo em função de esmagar toda oposição possível. O assalto ao poder levou os partidos tradicionais de então ao total desprestígio: conservadores e liberais se somaram ao novo governo; os autênticos se dividiram em numerosas correntes e o Partido Ortodoxo foi presa da passividade, da divisão e da confusão.

Com o derrocamento do governo constitucional e a abolição da Constituição de 1940, Batista impediu a vitória popular e afiançou o domínio dos Estados Unidos em Cuba.O golpe de Estado de 10 de março gerou um processo revolucionário radical tendo como ponto de partida a luta contra a violação das leis. Esta ditadura só acabaria em 1º de janeiro de 1959 com o Triunfo da Revolução, comandada por Fidel Castro.
Posted: 10 Mar 2017 04:32 AM PST


O Globo





Manchete: Governo pode desistir de idade mínima progressiva


Proposta original prevê aumentar, no futuro, exigência de 65 anos

Equipe econômica estuda abrir mão de gatilho automático que adiaria aposentadoria à medida que população envelhecesse. Regras de transição também podem ser alteradas na negociação com o Congresso

Para avançar com a reforma da Previdência no Congresso, o governo já estuda, nos bastidores, abrir mão da regra que cria um gatilho automático para elevar a idade mínima. Pela proposta original, a exigência de 65 anos para se aposentar seria progressivamente elevada à medida que a população brasileira envelhecesse. As regras de transição, que só contemplam os trabalhadores com mais de 50 anos (homens) e 45 anos (mulheres), também poderiam ser revistas, para incluir os mais jovens, informam GERALDA DOCA e BÁRBARA NASCIMENTO. Mas, neste caso, haveria um endurecimento nas exigências para os mais velhos, que também teriam de cumprir idade mínima. O governo cogita, ainda, recuar nas mudanças propostas para os benefícios assistenciais. (Pág. 19)


Confissões presidenciais


À “Economist”, Temer disse que prefere “ser impopular do que populista”, e que foi prematura a sua aposentadoria aos 55 anos. (Pág. 19)


Bancada da bala tenta desfigurar estatuto


A bancada da bala tentará aprovar nos próximos dias um projeto que desfigura o Estatuto do Desarmamento. O texto libera o porte de armas a qualquer pessoa acima de 21 anos, entre outras medidas. Para a especialista Ilona Szabó, a aprovação do projeto fará explodir a violência. (Pág. 6)


Plano é anistiar crime em doação


Após o STF decidir que doação oficial não legaliza propina, cresce entre os parlamentares um movimento para anistiar os crimes cometidos através de financiamento eleitoral. (Pág. 3)


Temer tenta ficar bem com elas


Depois de ser criticado por afirmar, no Dia Internacional da Mulher, que ela é mais “capaz” de saber preços do supermercado, o presidente Michel Temer tentou ontem consertar o malsucedido improviso e ressaltou que as mulheres devem ter “direitos iguais em casa e no trabalho”. Temer completou o dia prometendo ir à Oktoberfest para beber “três canecas de cerveja”. (Pág. 4)

MÍRIAM LEITÃO

Presidente acredita que mulher é para criança, casa e compras. (Pág. 20)

ZÉLIA DUNCAN

Feminismo é reação a um mal que justifica violências diárias. (SEGUNDO CADERNO)


Antes da prisão, leva de diamantes


Dois meses antes de ser preso, Sérgio Cabral comprou US$ 1,05 milhão em diamantes. Ontem, o Ministério Público Federal pediu ao STJ que arquive a investigação sobre o governador Pezão. (Pág. 4)

GENTE BOA

Ex-secretário: esquema envolvia 120 empresas. (SEGUNDO CADERNO)


Enem será em 5 e 12 de novembro


Estudantes e educadores aprovam as mudanças no Enem, que a partir deste ano será feito em dois domingos consecutivos, com a redação no primeiro dia. (Pág. 28)


Pesquisador acusa governo


Diretor do Instituto Evandro Chagas diz que a União e Minas Gerais sabiam desde setembro da morte de macacos, mas não iniciaram vacinação. (Pág. 29)


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O Estado de S. Paulo





Manchete: Sem mudar Previdência, País ficará insolvente, diz Meirelles


Ministro afirmou que reforma não tem ‘plano B’; para relator na Câmara, da forma que está PEC não passa

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que “não há espaço” para negociar flexibilização da proposta de reforma da Previdência em análise no Congresso. Ao participar do evento Fóruns Estadão, no auditório do Estado, Meirelles afirmou que o governo “não tem um plano B” e o País caminhará para a “insolvência” caso a proposta seja rejeitada ou alterada de forma substancial pelo Legislativo. O relator da proposta de emenda à Constituição (PEC), deputado Arthur Maia (PPS-BA), disse que, na forma que está, o projeto não passa na Casa. Ele fala em mudanças na regra de transição para quem está no mercado de trabalho há mais tempo e anunciou emenda para impedir que aposentados de estatais continuem trabalhando. Maia afirmou já ter alertado Meirelles sobre a necessidade de mudanças no projeto. “Vamos tentar construir um texto que seja bom para todos os trabalhadores”, disse. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

Líder afirma não ter maioria na Câmara

O deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES) admitiu não haver maioria para aprovação da reforma da Previdência em dois turnos, mas que o esforço é para construir um caminho que leve aos 308 votos necessários. (PÁG. B3)


Governo recusa proposta da OAS de acordo de leniência


O Ministério da Transparência recusou proposta da OAS de acordo de leniência com o governo, informa Fábio Fabrini. A pasta concluiu que a empresa deixou de apresentar provas de esquemas de corrupção na Petrobrás e em outros órgãos federais – um dos requisitos legais para entendimento. Com isso, mandou reabrir processo de responsabilização que pode resultar na declaração de inidoneidade da empresa e na proibição de participar de licitações. Em dificuldades financeiras, a OAS está em processo de recuperação judicial. (POLÍTICA / PÁG. A4)


Lula perde ação contra Moro


A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, rejeitou por unanimidade a queixa-crime ajuizada pela defesa do ex-presidente Lula contra o juiz federal Sérgio Moro. (PÁG. A6)


MEC muda Enem e acaba com ranking


O MEC anunciou ontem mudanças no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Prova será aplicada em dois domingos seguidos, 5 e 12 de novembro, e não haverá mais ranking de escolas. As inscrições serão de 8 a 19 de maio. (METRÓPOLE / PÁG. A14)


Cabral bancava até ex-sogra com propina


Oex-governador Sérgio Cabral (PMDB) usava dinheiro de esquema de corrupção para pagar as despesas pessoais até da ex-sogra, além de aulas de equitação de um dos filhos na Hípica do Rio. Dados são de planilhas apreendidas pela Operação Eficiência, agora decodificadas pelo Ministério Público Federal. (POLÍTICA / PÁG. A6)


Colunistas


Eliane Cantanhêde

Se políticos estavam desesperados por causa do caixa 2, entram em pânico com o próprio caixa 1. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Celso Ming

Entra governo, sai governo e sempre se quer resolver problemas com aumento da carga tributária. (ECONOMIA / PÁG. B2)


MP quer anular regra de bagagens em voos (Economia/ Pág. B20)





Notas & Informações


Sinais de reação da indústria

O volume produzido foi 1,4% maior que o de um ano antes. Foi o primeiro dado positivo, nesse tipo de confronto, após 34 meses consecutivos de resultados em vermelho. (PÁG. A3)

Verdades que têm de ser ditas

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não podia ser mais claro sobre a reforma da Previdência ao dizer que “não é objeto de decisão, é uma necessidade”. (PÁG. A3)


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Folha de S. Paulo





Manchete : PSDB, aliado de Temer, quer abrandar nova Previdência


Avaliação do partido é que proposta de reforma do governo é muito rígida

Principal aliado do governo, o PSDB prepara um conjunto de propostas para flexibilizar itens da reforma da Previdência de Michel Temer. O gesto deve engrossar o movimento dentro da base do Planalto para abrandar pontos do projeto do Executivo. A Folha apurou que entre a bancada tucana —a terceira maior da Câmara, com 47 cadeiras — a tendência é que sejam defendidas mudanças em pelo menos quatro dos principais pontos da reforma. As sugestões serão enviadas nas próximas semanas. Elas incluem, por exemplo, flexibilizações na regra de transição e no cálculo do benefício propostos pelo Executivo. Pelo texto, o beneficio integral para quem ganha acima de um salário mínimo só ê conquistado com 49 anos de contribuição. A palavra final será dada após conversas com o presidente nacional da legenda, Aêcio Neves (MG), que autorizou e acompanha a articulação. O partido avalia que a proposta do governo ê muito rígida, ainda mais a um ano das eleições. (Mercado A21)


Foto-legenda : Com elas


Michel Temer participa em Brasília da cerimônia para sancionar lei que transformou Blumenau (SC) na capital nacional da cerveja; um dia após cometer gafe, ao afirmar ter convicção do quanto a mulher faz pela casa, o presidente defendeu os direitos femininos nas redes sociais (Poder a6)


Tribunal rejeita queixa-crime de Lula contra Moro


Uma queixa-crime do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o juiz federal Sergio Moro, por abuso de autoridade, foi rejeitada pelo Tribunal Regional Federal da 4a Região, em Porto Alegre. A defesa de Lula irá recorrer da decisão. (Poder A5)


Caloura, bolsista negra é hostilizada na FGV e São Paulo (Cotidiano B6)





Enem muda e prova acontecerá em dois domingos seguidos (Cotidiano B6)





FGTS nas mãos


Saques das contas inativas começam hoje para quem nasceu em janeiro e fevereiro (Mercado a16)


Política de Doria para cortar gastos tem início tímido


Nos dois primeiros meses do ano, a gestão do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), reduziu 3% das despesas em comparação com o mesmo período de 2016, a maior parte com obras. Ele promete cortar 15% em todos os contratos e 30% nos cargos comissionados. A prefeitura diz que a redução ê positiva diante de cenário de inflação. (Cotidiano B1)


Michel Temer


Desajuste fiscal põe em sério risco os direitos humanos

A verdadeira responsabilidade social pressupõe responsabilidade fiscal. Essa postura está por trás de nossa proposta de reforma da Previdência Social. Deixá-la como está não é atitude aceitável e consequente. (Opinião A3)


Editoriais


Leia “Passo a passo”, acerca de proposta de reforma tributária de Temer, e “Leviandades e factoides”, sobre acusações de Trump a seu antecessor. (Opinião a2)


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Mídia



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Posted: 10 Mar 2017 04:20 AM PST


Título: A Lógica do Pensamento Criativo: Inovação e Arte nos Negócios
Autor: Eric Wahl
Assunto: Administração
Editora: Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 39,90
por R$ 15.00


Quant.:
  





Sinopse


Nesta obra, o artista e empresário Erik Wahl estende as fronteiras dos padrões tradicionais do pensamento, ensinando-nos a liberar o gênio criativo que existe dentro de todos nós. Você pode usar sua inteligência e intuição, valer-se de táticas, ser pioneiro, como também pode ser calculista e criativo. Precisa apenas reencontrar a pessoa que era antes que a educação tradicional que recebeu e a cultura empresarial que assimilou embotassem seu lado artístico. A lógica do pensamento criativo oferece uma original estrutura de pensamento e ferramentas que lhe possibilitarão realizações novas e criativas. Você deixará de lado as convenções e descobrirá soluções inesperadas para os desafios com os quais todos se deparam no mundo corporativo. Imprimirá à sua rotina diária um novo e apaixonante significado. Repensará seus pressupostos sobre o papel que exerce no ambiente de trabalho. E dará início ao processo de reformular sua vida como se ela fosse uma tela em branco, com oportunidades ilimitadas para criar sua obra prima. E ao redescobrir sua criatividade, tudo mudará – da forma como desempenha seu trabalho e da razão pela qual você vai trabalhar todos os dias, até a maneira como poderá encontrar satisfação em sua vida pessoal. A lógica do pensamento criativo está longe de ser um livro comum – é o som de um clarim que mudará radicalmente sua maneira de pensar e de viver.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 200 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (22 de novembro de 2013)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535275347
ISBN-13: 9788535275346
Dimensões do produto: 22,6 x 15,8 x 1,2 cm
Peso do produto: 499 g

Atenção


Os preços dos produtos estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação. Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque de nossa livraria e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores). Frete grátis para compras com valor igual ou superior a R$ 200,00; pedidos feitos através do formulário de contato ou de meu e mail (ronaldo.livreiro@gmail.com); e pagamento efetuado com depósito bancário ou transferência bancaria em minha conta. Solicite mais informações - faça contato

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Posted: 10 Mar 2017 05:16 AM PST


Título: Inovacões Ambientais
Autor: Carlos Arruda
Assunto: Administração, Meio Ambiente, Ecologia,
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 118,90
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


Inovações Ambientais são produtos, processos, métodos organizacionais, tecnologias ou modelos de negócios que reduzem significativamente o impacto ambiental negativo se comparado às alternativas anteriores. Este livro trata das diversas inovações ambientais trazidas ao mercado com o objetivo de contribuir para uma economia mais ambientalmente sustentável. Entre elas, tecnologias para tratamento de efluentes, uso de algas para descontaminação de águas residuais, utilização da macaúba para produção de biodiesel. O livro também aborda políticas ambientais como o Protocolo de Kyoto, as oportunidades e obstáculos para a economia de hidrogênio. A obra traz ainda as ecoinovações no contexto dos países, seus determinantes por tipo de impacto ambiental na Alemanha e as características das empresas que realizam inovações de impacto ambiental positivo no Brasil. Uma leitura indispensável e imperdível!

Detalhes Técnicos


Capa comum: 328 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (11 de outubro de 2013)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535271708
ISBN-13: 9788535271706
Dimensões do produto: 22,8 x 15,4 x 2,6 cm
Peso do produto: 522 g

Atenção


Os preços dos produtos estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação. Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque de nossa livraria e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores). Frete grátis para compras com valor igual ou superior a R$ 200,00; pedidos feitos através do formulário de contato ou de meu e mail (ronaldo.livreiro@gmail.com); e pagamento efetuado com depósito bancário ou transferência bancaria em minha conta. Solicite mais informações - faça contato

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Posted: 10 Mar 2017 04:06 AM PST


Título: Sistema Financeiro, Bancos e Financiamento da Economia - Uma Abordagem Keynesiana
Autor: Luiz Fernando de Paula
Assunto: Economia
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 78,90
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


Uma das diferenças fundamentais da teoria keynesiana em relação a teoria convencional é a importância fundamental que moeda e instituições financeiras têm no funcionamento e dinâmica de uma economia capitalista. Em particular sistemas financeiros têm um papel crucial no crescimento econômico, independentemente da existência de problemas relacionados à fricções no funcionamento dos mercados financeiros e de crédito.
Na visão pós-keynesiana, o sistema financeiro tem um papel ambíguo na economia, pois ao mesmo tempo em que ele pode estimular o crescimento econômico como provedor de liquidez e pela sua capacidade de criar instrumentos financeiros apropriados para consolidação das dívidas das firmas inversoras, a ação de especuladores nos mercados financeiros tem um papel instabilizador. Bancos são vistos como agentes ativos que possuem expectativas e motivações próprias, cujo comportamento tem impacto decisivo sobre as condições de financiamento da economia, ao mesmo tempo em que tem um papel importante na explicação do comportamento cíclico na economia.
O objetivo deste livro é analisar a relação entre sistema financeiro, bancos e financiamento da economia, enfocando em particular os determinantes do comportamento dos bancos em uma economia monetária e sua relação com o ciclo econômico; e a relação entre financiamento da economia, funcionalidade do sistema financeiro e estruturas financeiras, incluindo financiamento de investimento fixo e de pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Detalhes Técnicos


Capa comum: 184 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (25 de outubro de 2013)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535275649
ISBN-13: 9788535275643
Dimensões do produto: 22,8 x 14,6 x 1,6 cm
Peso do produto: 386 g

Atenção


Os preços dos produtos estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação. Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque de nossa livraria e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores). Frete grátis para compras com valor igual ou superior a R$ 200,00; pedidos feitos através do formulário de contato ou de meu e mail (ronaldo.livreiro@gmail.com); e pagamento efetuado com depósito bancário ou transferência bancaria em minha conta. Solicite mais informações - faça contato

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