sábado, 11 de março de 2017

11/3 - Folha Diferenciada DE 8/3

Folha Diferenciada


Posted: 08 Mar 2017 02:48 PM PST

Se você acha que conhece todas as profissões, está enganado. O portal Guia de Motéis está anunciando uma vaga de emprego considerada dos sonhos para muitos. Eles estão precisando de um "Testador de Motel", um profissional para avaliar motéis em todo o Brasil. O salário é de R$2 mil com direito a levar acompanhante.



Em entrevista exclusiva para a Sputnik Brasil, o fundador do site Guia de Motéis, Rodolfo Elsas explicou que o anúncio está dando o que falar, mas que o trabalho é sério e o profissional tem como função avaliar a qualidade e a infraestrutura do estabelecimento, e os serviços que oferecem.
"É um trabalho de cliente oculto, não é nada mais do que isso. A pessoa vai visitar os motéis anonimamente, vai se hospedar, viver toda a experiência ali no motel com a pessoa que ele quiser levar, mas se quiser ir sozinho também pode ir. Ele vai comer e beber, dormir e tomar o café da manhã. Só que ao final de tudo isso, ele vai trabalhar, preenchendo um questionário minucioso, fotografar e fazer um verdadeiro raio-x do motel e depois entregamos para o dono do estabelecimento em forma de uma consultoria."


Através do trabalho também é oferecido ao cliente dicas para aprimorar o atendimento no motel e assim atrair mais usuários. "Vamos tentar através desse trabalho dar dicas de melhorias e sugestões para os moteleiros aprimorarem o serviço deles, na questão na hospitalidade. Nosso trabalho é ajudar os motéis em busca da excelência", destacou o gestor da vaga.



Elsas confirma que ainda há um pouco de preconceito em torno de motéis, mas que o mercado está em expansão com o registro de cerca de 5 mil motéis no Brasil. "É um mercado grande. Nós temos quase 5 mil motéis no Brasil, gerando milhares de empregos, mas é um motel, lugar onde as pessoas vão para namorar e carregamos ao longo dos anos, desde a década de 1970, um pouco de preconceito, que vem diminuindo ano a ano, mas é sempre um pouco polêmico."

Atualmente, o fundador do Guia de Motéis ressalta que o estabelecimento é hoje também usado por turistas, em épocas de grandes eventos e quando não há mais vagas na hotelaria tradicional.
"Quando eu falo que o testador vai poder ir sozinho, isso não é um fato estranho no motel, pois tem muita gente que se hospeda assim. Aqui em São Paulo, por exemplo, quando tem eventos muito grandes na cidade, os hotéis ficam cheios ou muito caros e muita gente acaba se hospedando em motel, é normal."

Rodolfo disse que por conta do anúncio está tendo dificuldades para convencer os possíveis candidatos a vaga que não se trata de uma brincadeira. "Eu estou tendo que convencer, me desdobrando aqui com o candidato para provar para ele que o negócio é sério, que é um trabalho de verdade, que não é uma pegadinha."
GUTO MORI // Essa é a Equipe do Guia de Motéis, mostrando que o trabalho é de verdade



Para ocupar a vaga de trabalho inusitada, o Guia de Motéis está procurando um candidato com algumas qualificações a mais, porém não obrigatórias, como formação em hotelaria, turismo, administração ou marketing, o importante, no entanto, é ter uma certa vivência no ramo.



SputnikNews



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Posted: 08 Mar 2017 02:34 PM PST

Temer diz que é papel da mulher, não do homem, cuidar da casa e dos filhos



Jornal GGN - Nesta quarta, dia 8 de março, enquanto mulheres de todo o mundo celebram uma data que marca a luta histórica por direitos e igualdade de gênero, o presidente Michel Temer proferiu um discurso exaltando o papel "doméstico" da mulher no que tange a criação dos filhos e os cuidados para com o marido. Segundo Temer, a formação adequada da sociedade requer dedicação da mulher, e não do homem.

"Tenho absoluta convicção, até por formação familiar e por estar ao lado da Marcela [Temer], do quanto a mulher faz pela casa, pelo lar. Do que faz pelos filhos. E, se a sociedade de alguma maneira vai bem e os filhos crescem, é porque tiveram uma adequada formação em suas casas e, seguramente, isso quem faz não é o homem, é a mulher", declarou Temer, no Palácio do Planalto.

Segundo relatos da Folha, as temeridades não pararam por aí. Temer ainda disse que a partipação da mulher na economia é importante porque ninguém é mais capaz de "indicar os desajustes de preços em supermercados" e "identificar flutuações econômicas no orçamento doméstico" do que uma mulher.

"Na economia, também, a mulher tem uma grande participação. Ninguém mais é capaz de indicar os desajustes, por exemplo, de preços em supermercados mais do que a mulher. Ninguém é capaz melhor de identificar eventuais flutuações econômicas do que a mulher, pelo orçamento doméstico maior ou menor", afirmou.

Enquanto estudos da ONU, divulgados hoje, indicam que as diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho continuarão gritantes por mais um século, pelo menos, Temer tentou minimizar a situação, dizendo que cada vez mais a mulher tem chances de ter um emprego fora de casa. Ele também disse que hoje em dia "homens e mulheres são igualmente empregados". "Com algumas restrições", ponderou. "Mas a gente vê o número de mulheres que comandam empresas", completou o peemedebista.

Marcela Temer, objeto de debates fervorosos sobre feminismo após um perfil da Veja taxá-la de "bela, recatada e do lar", fez um discurso rápido defendendo o respeito ao "modo de vida" que algumas mulheres escolheram. Para ela, é preciso que a sociedade "reconheça os vários papéis" desempenhados pelas mulheres hoje.

Marcela disse ainda que as mulheres vivem uma "realidade difícil" e que Estado e sociedade precisam "dar condições" para que elas criem seu filhos "da melhor maneira possível". Ainda de acordo com relatos da Folha, a primeira-dama afirmou que é necessário "acabar com a intolerância que afronta a realidade das mulheres".

GGN



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Posted: 08 Mar 2017 02:09 PM PST

Mesmo com um movimento mundial que demonstra que o ajuste fiscal só aprofunda a crise econômica, Meirelles propõe tal ajuste para a retomada do crescimento



Esther Dweck


O governo Temer tem se aproveitado de diversas medidas dos governos Lula e Dilma. A transposição do Rio São Francisco é talvez o exemplo mais emblemático. Outro exemplo é o “Conselhão”, criado por Lula em 2003, para dialogar com a Sociedade Brasileira, com academia, trabalhadores e empresários, foi reconfigurado pelo governo Temer.

Ontem, houve uma apresentação do Ministro Meirelles para o “Conselhão”. A apresentação poderia se chamar como destruir um projeto de desenvolvimento inclusivo, mas segundo ele é a pauta para retomada do crescimento. Os pontos apresentados por ele deixariam os ideólogos do Consenso de Washington com inveja: como não pensaram em tanta maldade junta.

O neoliberalismo começou em 1973, com um golpe de Estado no Chile. No Brasil, ele entrou por via eleitoral e, justamente por isso, foi mais tímido do que em outros países. A memória do regime militar e toda a agenda defendida na Constituição Cidadã ainda estavam muito frescos durante os Governos Collor e FHC para que fossem destruídos os pilares básicos da Constituição. Não faltaram tentativas, mas os instrumentos não foram destruídos.

Com a vitória de um projeto inclusivo nas urnas, em 2002, os instrumentos foram utilizados para promover, pela primeira vez na história do Brasil, um projeto de crescimento inclusivo. Podem existir várias críticas e muitos podem achar que faltou aprofundar em algumas áreas chave. Mas é difícil não reconhecer todos os avanços dos 13 anos que terminaram com mais um golpe.

Ontem, foi apresentada a destruição desses mecanismos pelo Sr. Meirelles.

Em primeiro lugar, ele propõe o ajuste fiscal permanente como condição necessária para retomada do crescimento, tendo como os elementos centrais dois pontos. A EC95/2016 (teto declinante dos gastos), que promoveu uma redução dos mínimos constitucionais de saúde e educação e irá impor diversos cortes nas despesas sociais. E o segundo ponto é a Reforma da previdência, uma reforma que irá excluir diversos brasileiros do sistema e que destrói o sistema como o pilar de distribuição de renda e da proteção social no Brasil.

Eu não sei em que mundo eles vivem, mas há um movimento mundial para demonstrar que ajuste fiscal só aprofunda a crise econômica.

Na apresentação, ele chegou a afirmar que o crescimento está sendo retomado. Eu não sei em qual País, porque os últimos números divulgados pelo IBGE mostram que, na margem, nos últimos dois trimestres de 2016, a economia voltou a piorar. O carryover para o crescimento de 2017, que é o crescimento da economia se esta ficar onde está, é de -1,1%. Ou seja, se nada acontecer, teríamos uma terceira queda do PIB. Algo visto apenas em países com grandes catástrofes.

Depois, ele apresentou a tal Agenda de Produtividade e Crescimento no Longo Prazo. O início é uma agenda de desburocratização, sem impactos concretos e com alguma penalidade aos consumidores. O mais interessante é que apresentou reformas relacionadas ao crédito, sem fazer o básico, que era aumentar o crédito dos bancos públicos. O BNDES tem acumulado caixa ao invés de contribuir para retomada do crescimento. Os números são de mais de R$100 bilhões em caixa, fora a devolução antecipada de R$ 100 bilhões ao Tesouro.

Em seguida, vem o receituário de abertura comercial, com destaque para a liberação da venda terra para estrangeiros. Consolidam assim a agenda entreguista imposta desde maio de 2016.

Mas a cereja do bolo é o slide onde apresenta as “Várias Reformas Liberalizantes”, como se as anteriores não fossem ingredientes típicos das agendas mais fundamentalistas do liberalismo econômico.

Os pontos principais dessas reformas liberalizantes são três. O primeiro é a destruição da legislação trabalhista, com terceirização geral e irrestrita, a prevalência do negociado versus o legislado e a flexibilização da jornada. O mais interessante é que o Brasil tinha, em 2014, a menor taxa de desemprego da história, sem que tivessem sido necessárias quaisquer dessas mudanças.

As outras duas medidas demonstram a falta total de compromisso com o desenvolvimento do País. A proposta é a reversão de medidas essenciais para garantir que recursos públicos ou recursos naturais do País sejam utilizados para gerar desenvolvimento tecnológico e emprego industrial no Brasil. Fim da margem de preferência nas compras governamentais e a “reforma” do conteúdo nacional do setor de Óleo e Gás, com a proposta de “horizontalização” e globalização dos requisitos de conteúdo nacional, que na prática elimina a exigência.

Mesmo que por uma questão estatística e pelos atuais estabilizadores automáticos a economia pare de cair e até encontre um crescimento positivo, se todas as propostas forem efetivamente implementadas, será o fim de um modelo de crescimento inclusivo e para todos.




Créditos da foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil


Carta Maior



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Posted: 08 Mar 2017 01:54 PM PST

Checamos a frase do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de que estabelecer a mesma idade mínima para os dois gêneros é uma tendência mundial


“Cabe esclarecer que o padrão internacional atual é de igualar ou aproximar bastante o tratamento de gênero nos sistemas previdenciários. A diferença de 5 anos de idade ou contribuição, critério adotado pelo Brasil, coloca o país entre aqueles que possuem maior diferença de idade de aposentadoria por gênero.” – Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, em mensagem enviada ao Congresso Nacional junto à proposta de reforma da Previdência

Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, poucos países têm diferença de gênero na Previdência. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O repúdio à reforma da Previdência, encaminhada ao Congresso Nacional pelo presidente Michel Temer (PMDB), está entre as pautas levadas pelas mulheres às ruas neste 8 de março. Um dos pontos mais contestados é a equiparação da idade mínima de aposentadoria. Hoje os homens podem se aposentar por idade aos 65 anos, e as mulheres, aos 60. Caso a reforma avance nos termos propostos pelo governo federal, ambos só poderão requerer o benefício aos 65 anos. A modalidade de tempo de contribuição também apresenta vantagem de cinco anos para as mulheres em relação aos homens – tipo de benefício que a reforma quer extinguir.

Junto ao texto da proposta, Temer encaminhou aos parlamentares uma justificativa das alterações, assinada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “Cabe esclarecer que o padrão internacional atual é de igualar ou aproximar bastante o tratamento de gênero nos sistemas previdenciários. A diferença de 5 anos de idade ou contribuição, critério adotado pelo Brasil, coloca o país entre aqueles que possuem maior diferença de idade de aposentadoria por gênero”, escreveu Meirelles.

Para conferir se a argumentação procede, o Truco – projeto de checagem da Agência Pública – pediu, inicialmente, as fontes utilizadas por Meirelles. A assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda encaminhou à reportagem planilhas com dados selecionados do Pensions at a Glance 2015, relatório produzido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre aposentadorias ao redor do mundo.

Apenas quatro dos 35 países da OCDE possuem a mesma diferença que o Brasil para a aposentadoria das mulheres, de cinco anos a menos de idade em relação aos homens: Chile, Polônia, Israel e Áustria. Outros países têm intervalos menores: Reino Unido (2,5 anos), Hungria (2), Turquia (2), República Tcheca (1,33), Estônia (1), Suíça (1), Itália (0,5) e Eslovênia (0,4).

Segundo o levantamento da OCDE, entretanto, futuramente a diferença de idade será extinta em nove países do bloco, devido a reformas já aprovadas e em fase de implementação, elevando para 32 os que não terão distinção por gênero. Restarão, somente, Israel (a diferença cairá para 3 anos), Chile (5) e Suíça (1).

Com base na seleção de países da OCDE, portanto, está correta a frase do ministro: o Brasil – que não integra a organização – está entre os países com maior diferença de idade. A tendência percebida no levantamento, na mesma linha do que disse Meirelles, é de redução ou extinção na diferença entre os gêneros nos sistemas previdenciários que a mantinham há até pouco tempo. É precipitado, no entanto, basear-se em apenas 35 casos para dizer que este universo representa o padrão internacional.

Para comparar o caso brasileiro com o de mais países, a reportagem consultou diretamente a base de dados da OCDE, na qual são apresentadas informações de 49 sistemas previdenciários nacionais – que representam a interseção entre os integrantes da OCDE e do G20. Além dos 11 casos já mencionados, as mulheres podem se aposentar mais cedo na Argentina, Romênia, Rússia (5 anos), Croácia (4), Bulgária (3) e Lituânia (2). Destes, quatro vão eliminar ou diminuir a diferença entre os gêneros.

Examinamos ainda dados da rede Pension Watch, que abrangem 102 países, incluindo dezenas de nações em desenvolvimento – a OCDE e o G20 envolvem, em sua maioria, países desenvolvidos. Constatamos que 82 exigem a mesma idade para a aposentadoria, sem distinção de gênero. Em outros quatro países, a diferença entre homens e mulheres é menor do que no Brasil. Em 15, as mulheres podem se aposentar cinco anos mais cedo do que os homens, exatamente como acontece por aqui. Não há registros de intervalos maiores.

Com base nas informações da OCDE e da Pension Watch, portanto, é verdade que a diferença de cinco anos entre a aposentadoria de homens e mulheres coloca o Brasil entre os países com a maior disparidade entre os gêneros para a concessão do benefício. Também se constatou que a tendência, quando há alterações nos sistemas previdenciários, é de diminuir ou eliminar as diferenças de gênero.
Mudança progressiva

Caso a reforma da Previdência seja aprovada como deseja o governo, o Brasil praticamente igualaria as idades mínimas de aposentadoria com a dos países da União Europeia e da OCDE. No primeiro caso, a média etária a partir da qual se pode requerer a aposentadoria é de 63,2 anos para homens e 62,2 para mulheres. Após as reformas dos últimos anos, as médias serão de 65,2 anos para homens e 65 para mulheres. Entre os integrantes da OCDE, as elevações serão de 64 para 65,5 anos, no caso dos homens, e de 63,1 para 65,4 no caso das mulheres. Ou seja: ainda que mínima, a diferença entre os gêneros continuará a existir nesses países.

Um ponto importante é o prazo para a alteração das idades mínimas. Como mostra o relatório da OCDE, a elevação da faixa etária para a aposentadoria nos países do bloco será feita de forma gradual. Na Polônia, as mulheres se aposentam hoje aos 60,7 anos, e passarão a ter direito ao benefício somente aos 67 – mas isso até 2040. Para os homens poloneses, a elevação de 65,7 para 67 anos se dará até 2020. Na Espanha, em que já não há diferença entre os gêneros, os 65 anos exigidos passarão para 67, de forma gradual, até 2027.

Cabe ressaltar, ainda, a diferença das expectativas de vida entre as diferentes nacionalidades. Entre os 35 países da OCDE – nos quais, em média, as mulheres podem se aposentar, hoje, aos 63 anos, e futuramente aos 65,4, como já dito – a expectativa de vida para elas é de 83,14 anos, segundo dados do Banco Mundial, relativos a 2014. No Brasil, de acordo com a mesma fonte, a expectativa de vida feminina é bem mais baixa, de 78,25 anos.

Se levarmos em conta dados de 2015, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há uma pequena elevação da esperança de vida ao nascer das mulheres, para 79,1 anos, mas ficam evidentes diferenças ainda maiores entre a expectativa de vida das estrangeiras e das brasileiras de Roraima (74 anos), Maranhão (74,2) e Rondônia (74,8 anos), além de outros oito estados do Norte e Nordeste em que o indicador é inferior a 77 anos. Ignorar realidades tão distintas seria um erro, pois acabaria por punir as mulheres em condições de maior vulnerabilidade socioeconômica, como alerta Leda Paulani, economista e professora da Universidade de São Paulo, em entrevista à Agência Pública.

Pública



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Posted: 08 Mar 2017 01:40 PM PST
Manifestações explodem em todo o país!
Mulheres vão à luta em São Paulo (Crédito: Paulo Pinto / Agência PT)


Em São Paulo (SP), milhares de mulheres se reuniram na Praça da Sé, no centro da capital, para protestar contra a violência de gênero e por mais direitos.

A manifestação também marca a resistência contra a Reforma da Previdência e outros ataques do Governo Golpista ao conjunto da classe trabalhadora.

Crédito: Rita Souza / MTST / Mídia NINJA

Crédito: Jornalistas Livres

Outras capitais também registram manifestações nesta quarta-feira.

Veja as imagens:

Fortaleza (CE):
Crédito: Mídia Ninja

Natal (RN):

Crédito: Celinna Carvalho

Recife (PE):

Héllyda Cavalcante / Mídia NINJA

Belém (PA):



Goiânia (GO):

Crédito: Lana Paula Luna

Belo Horizonte (MG) - onde nem a chuva atrapalhou a luta das mulheres:

Reprodução: Twitter

Rio de Janeiro (RJ):

(Crédito: Mídia Ninja)

Conversa Afiada



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Posted: 08 Mar 2017 01:19 PM PST

É patético que o destino do ex-presidente dependa da decisão monocrática de um juiz provinciano. É a subversão da democracia


As intenções de voto em Lula aumentaram depois da derrubada de Dilma Rousseff

O fato novo recente na política brasileira é um fato velho: a constatação de que Lula está bem nas pesquisas. Que é elevada sua liderança nas intenções de voto para as próximas eleições presidenciais e que ela se amplia.

Trata-se de um fato com certeza relevante, mas sem novidade. Faz tempo que é isso que as pesquisas revelam, comoCartaCapital vem mostrando nos últimos meses. A tendência é visível até nos levantamentos encomendados pela mídia corporativa, ainda que os divulgue de maneira enviesada.

As intenções de voto em Lula mudaram no terceiro trimestre de 2016. Elas haviam caído entre abril e maio, depois de permanecerem estáveis ao longo de boa parte de 2015 e no início do ano. De setembro para a frente, subiram e continuam ascendentes.

É isso que indicam as pesquisas feitas por todos os institutos, como a mais recente, de responsabilidade do MDA para a CNT. Conduzida em fevereiro, ela identificou um crescimento de 5 pontos porcentuais para Lula, que o levou de 25%, em dezembro, para 30%.

O mesmo vê-se na série de pesquisas do Vox Populi, que mostra que, entre outubro e dezembro de 2016, Lula subiu de 34% para 37%, e do Datafolha, que aponta que, entre julho e dezembro, o petista foi de 22% para 25%.


As pesquisas concordam que Lula melhorou e na intensidade do processo. Discordam, no entanto, quanto ao tamanho de suas atuais intenções de voto, que variam significativamente entre os institutos. Há um aspecto técnico que, provavelmente, explica as diferenças: o lugar que as perguntas eleitorais ocupam no questionário. Alguns institutos as situam no começo, outros mais adiante.

Existe um consenso entre os especialistas de que elas devem estar no início quando a eleição se avizinha, para evitar que as respostas dos entrevistados sejam afetadas por perguntas potencialmente indutivas. Quando, porém, a eleição está distante, o inverso é recomendável.

Abordar uma pessoa na rua e forçá-la a dizer de chofre em quem votaria “se a eleição fosse hoje”, quando faltam mais de 20 meses para a hora da escolha, parece despropositado. O que isso faz é levar a maioria a responder “não sei”.

Por essa razão, o Vox Populi, na distância em que estamos da eleição presidencial, opta por começar o questionário com perguntas de contextualização: como o entrevistado percebe a situação do País, que expectativa tem a respeito de questões como inflação e desemprego, qual sua avaliação do governo federal, além de uma pergunta “aberta”, sem menção a qualquer nome, sobre “o melhor presidente que o Brasil já teve”.

Essa metodologia não afeta os resultados fundamentais, como se vê na semelhança entre os institutos. O que ela provoca é a redução da indecisão induzida presente em outras pesquisas, que decorre da intempestiva sujeição dos entrevistados a perguntas descontextualizadas.

Adotá-la não modifica o desempenho dos demais candidatos, mas faz com que Lula tenda a aparecer melhor. O que quer dizer que somente ele cresce quando a entrevista é contextualizada, ou seja, que, quando os entrevistados pensam um pouco mais na eleição, quem avança é Lula.

Em dezembro, em lista com Aécio Neves, ele tinha 37% no Vox Populi, 12 pontos a mais que no Datafolha, enquanto o tucano estava do mesmo tamanho nas duas pesquisas (11% e 13%, respectivamente).

Como se percebe pela linha do tempo, independentemente do tamanho que têm, as intenções de voto no ex-presidente aumentaram depois da derrubada de Dilma Rousseff. A deposição beneficiou-o, pois libertou sua imagem (e a de seu governo) da crise vivida por ela. Sem Dilma no poder, ele cresceu.

É claro que o fracasso administrativo e moral de Michel Temer o ajudou, assim como o desgaste dos adversários. As qualidades que a população enxerga em Lula, somadas aos defeitos dos outros, é que explicam seu favoritismo.

Não se pense que decorre da ignorância do cidadão comum a respeito das acusações que contra ele fazem os inimigos. Nessa mesma pesquisa em que alcança 37% quando enfrenta Aécio, 38% quando o nome é Alckmin e na qual obtém 43% e 45% no segundo turno contra eles (que têm idênticos 20%), o conhecimento de que foi indiciado pelos procuradores da Lava Jato chega a 96%.

É patético que o Brasil esteja a discutir se uma liderança como Lula poderá ou não ser candidato, a depender da decisão monocrática de um juiz. Seus superiores não ousam contrariá-lo, mas ele tudo faz para contrariar o desejo de dezenas de milhões de cidadãos. Fomos longe na subversão da democracia.


CartaCapital



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Posted: 08 Mar 2017 01:08 PM PST

Ronaldo Caiado: “governo e parlamentares não têm legitimidade para votar reformas”



Último a se pronunciar contra a “reforma” da Previdência foi o senador goiano Ronaldo Caiado, líder do DEM, legenda que integra a base aliada: “governo e parlamentares não têm legitimidade para votar reformas”

O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (DEM/GO), disse ontem que falta credibilidade ao governo de Michel Temer e aos parlamentares para aprovarem reformas como a tributária, a trabalhista e a da Previdência. De acordo com o Congresso em Foco, Caiado defendeu a antecipação de novas eleições para que o eleitor tenha certeza de que o eleito “não vai usar seu mandato como balcão de negócios”. “Por isso, que vocês me ouvem defender antecipação das eleições. O povo é quem deve decidir quem tem credibilidade para fazer as grandes reformas. É preciso que cidadão tenha firmeza de que o político não vai usar seu mandato como balcão de negócios. Mais vale a mão que dá o remédio do que o próprio remédio, já dizia o médico Miguel Couto”, afirmou o senador.

“Mesmo sem citar o nome de Temer, Caiado sugeriu que o atual presidente abra mão de sua aposentadoria para convencer a população de que é preciso mexer nos benefícios previdenciários. O peemedebista se aposentou aos 55 anos como procurador do estado de São Paulo”, diz a matéria.

Também do DEM, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM/RS) acha que se o governo insistir na sua proposta e tentar aprova “reforma” a toque de caixa, será derrotado. “Falta sustentação técnica para fazer do jeito que estão fazendo, então fazem terrorismo, aí todo mundo vota na hipótese de que tem de votar para resolver o problema. O que é um erro é fazer a reforma a toque de caixa”, afirma Lorenzoni, de acordo com entrevista concedida à Rede Brasil Atual. Há dez dias, o deputado afirmou que “bem ou mal, o sistema (da Previdência) funciona”. “A minha discordância, apesar de meu partido ser da base, é porque sempre tive uma atuação independente, sempre procurei responder primeiramente aos meus 149 mil eleitores, e depois vamos ver como a gente vai trabalhar e caminhar nas questões que envolvem governo, ou as questões de partidos”, disse à RBA.

A propaganda nacional do Solidariedade, partido do deputado sindicalista Paulinho da Força, vai ao ar em abril e pretende atacar dois pilares da proposta, de acordo com o Painel da Folha de S. Paulo: a idade mínima de 65 anos e a exigência de 49 anos de contribuição. A veiculação do programa deve coincidir com a votação do relatório na comissão e com as discussões em plenário. “Entre titulares e suplentes da comissão da reforma, cinco deputados em especial geram desconfiança no governo: Laerte Bessa, Capitão Augusto, Arnaldo Faria de Sá, Onyx Lorenzoni e Bebeto”, publicou o jornal paulista.

“Diante da pressão feita por parlamentares, o governo já admite ceder em pelo menos dois pontos da reforma: as regras de transição e a proposta de que o benefício de prestação continuada não tenha mais o mesmo valor do salário mínimo”, relata o Painel. O problema, no entanto, é de fundo: o governo pode acenar com modificações na proposta e benesses para os deputados, mas o fato é que parte deles entende que seus eleitores sabem que serão prejudicados e não vão deixar passar este voto em branco.

O secretário-geral do PSB e presidente da Fundação Mangabeira, Renato Casagrande, afirmou à Agência Estado em 3 de fevereiro que a legenda não aprovará a proposta de “reforma” do jeito que ela está. “Por que o governo não fez nenhuma proposta para acabar com as renúncias nas contribuições para a Previdência?”, questiona o pessebista. Para ele, pontos como a desvinculação das pensões do salário mínimo não são admissíveis, embora acredite que seu partido possa apoiar o estabelecimento da idade mínima. Em dezembro, a sigla já havia tornado pública uma resolução, aprovada pelo seu diretório nacional, na qual tecia severas críticas à PEC da reforma. O PSB também é da base do governo Temer.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado



Previdência, mitos e verdades



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Posted: 08 Mar 2017 12:31 PM PST
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta quarta-feira, 8, um vídeo em que defende a luta das mulheres brasileiras, por ocasião do Dia Internacional da Mulher; Lula diz que hoje as mulheres estão mobilizadas para lutar contra a violência masculina, a precarização do trabalho e a desigualdade social; "Não é justo que uma mulher ganhe menos do que um homem exercendo a mesma função", diz; Lula também criticou a política do governo de Michel Temer, que quer igualar em 65 anos a idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres; "Nós podemos nos unir às mulheres e participar da construção de um mundo melhor"; confira no vídeo acima; nessa terça-feira, 7, Lula recebeu manifesto de apoio de mulheres sindicalistas

247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta quarta-feira, 8, um vídeo em que defende a luta das mulheres brasileiras, por ocasião do Dia Internacional da Mulher.

"Hoje mais do que nunca as mulheres estão mobilizadas para lutar contra a violência masculina, a precarização do trabalho e a desigualdade social. Para as companheiras, todo o meu apoio e admiração", disse Lula.



Brasil 24/7



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Posted: 08 Mar 2017 12:19 PM PST

Em 2017 o mundo recordará os 100 anos da Revolução Russa, que iniciou um processo de transformações estruturais do estado burguês, na busca pela igualdade e justiça social



Da Página do MST

Em 2017 o mundo recordará os 100 anos da Revolução Russa, que iniciou um processo de transformações estruturais do estado burguês, na busca pela igualdade e justiça social.

A historiografia moderna pouco fala sobre a participação ativa das mulheres na construção do socialismo soviético, e menos ainda sobre as grandes conquistas obtidas por elas, ainda nos primeiros anos da Revolução, sob o ponto de vista da igualdade de gênero.

Foi organizado e comandado por mulheres o levantamento de operárias têxteis da cidade de Petrogrado, no dia 23 de fevereiro de 1917 (na época, Dia da Mulher no calendário russo). A manifestação ajudou a aprofundar a luta de operários e camponeses contra o governo czarista, e outras greves e manifestações foram realizadas pelo país, dando inicio ao processo revolucionário mais importante da história.

Mais tarde, escreveria a grande revolucionária comunista Alexandra Kollontai: “o dia Internacional das Mulheres de 1917 tornou-se memorável na história. Nesse dia, as mulheres russas ergueram a tocha da revolução proletária e incendiaram todo o mundo. A revolução de fevereiro se iniciou a partir desse dia”.

Além do papel fundamental na organização da classe trabalhadora em função da tomada do poder, as mulheres protagonizaram enormes conquistas do ponto de vista da igualdade de gênero, durante os primeiros anos da Revolução. Embora seja importante reconhecer as diferenças históricas, sociais e culturais entre o início do século XX e o momento atual, vitórias hoje tão almejadas, já eram uma realidade para as mulheres soviéticas.

Condições de igualdade jurídica e na inserção ao mercado de trabalho, ou seja, com salários iguais e jornadas equivalentes, socialização do trabalho doméstico através de, por exemplo, a criação de comedores e lavanderias comunitárias, liberação sexual, emancipação econômica e tantos outros avanços da Rússia socialista, hoje seguem como bandeiras de luta dos movimentos de mulheres ao redor do mundo.

Nesse 8 de Março, o exemplo da coragem e força das revolucionárias russas inspira as mulheres do mundo inteiro a serem as protagonistas uma vez mais da necessária Revolução social, que acabe definitivamente com toda forma de opressão.


Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra



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Posted: 08 Mar 2017 12:08 PM PST
O senador Valdir Raupp (Foto: Pedro França/Agência Senado)


"Todos são iguais perante a lei", diz a Constituição Federal no artigo 5º do Capítulo 1.

Por não acreditarem nisso, e na certeza de que sempre é possível dar um jeitinho, nobres excelências dos três poderes passaram os dois primeiros meses do ano tentando costurar um acordão suprapartidário para legalizar o Caixa 2, agora que as delações chegaram às cúpulas do PMDB e do PSDB.

A tese encampada e defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso prega a necessidade de se separar o joio do trigo, ou seja, definir o que é ou não corrupção, de acordo com o uso que se faça dela.

Em resumo: se for só para ganhar eleições, tudo bem, faz parte do jogo, é uma infração menor; o que não pode é botar o dinheiro da propina no bolso e sair gastando por aí à toa, como fez o Sergio Cabral.

Para que isso fosse possível, seria necessário designar agentes da polícia federal para acompanhar a grana do Caixa 2 desde a sua chegada aos cofres do Departamento de Propinas da Odebrecht, que já movimentou mais de R$ 10,5 bilhões, e segui-la depois de ser passada às mãos dos políticos beneficiados.

Quantos novos batalhões de agentes seria preciso contratar para seguir o dinheiro e cumprir esta tarefa insana? Aí que as contas públicas implodiriam de vez e o tal do ajuste fiscal iria para o brejo.

Caixa 2, pela própria natureza, é dinheiro não declarado ao fisco que sai dos contratos superfaturados para comprar partidos e políticos. Ponto. E isso é crime, praticado por quem dá e quem recebe, qualquer que seja o destino da propina.

Foi isso que decidiu o Supremo Tribunal Federal na terça-feira, ao declarar réu o senador Valdir Raupp, de Rondonia, ex-presidente do PMDB, denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A decisão caiu como uma bomba nos esconderijos do poder onde estavam armando a suruba jurídica, para usar uma expressão da moda, na tentativa de separar, como se isso fosse possível, a "propina do bem" (a nossa, legal, limpinha e cheirosa) da "propina do mal" (a dos outros, ilegal, suja e malvada).

Em sua defesa, o senador Raupp alegou que os R$ 500 mil que recebeu da empreiteira Queiroz Galvão, em 2010, faziam parte de uma doação eleitoral devidamente registrada e aprovada na Justiça Eleitoral.

Fora o fato de que este valor modesto, diante das montanhas de dinheiro que apareceram de lá para cá, hoje pareça troco, dinheiro de pinga, o argumento é o mesmo das padronizadas notas divulgadas pelos partidos a cada nova delação.

A subprocuradora Ela Wiecko, autora da denúncia da PGR acatada pelo relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, acabou com esta farsa, ao defender que "doação eleitoral" é uma boa maneira de lavar dinheiro.

O ministro Gilmar Mendes e seu fiel parceiro Dias Toffoli, como de costume, ainda tentaram fazer algumas objeções, mas a decisão estava tomada, e poderá servir de paradigma daqui para a frente quando acabar o sigilo das tão temidas delações da Odebrecht.

Dessa forma, o procurador-geral Rodrigo Janot poderá finalmente mostrar na prática ser fiel ao seu lema, segundo o qual, "pau que bate em Chico bate em Francisco", o que até agora não aconteceu.

Ao completar seu terceiro aniversário, a Operação Lava Jato terá assim condições de iniciar uma nova fase de investigações amplas, gerais e irrestritas e, quem sabe, finalmente chegar a São Paulo.

Vida que segue.

R7



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Posted: 08 Mar 2017 11:44 AM PST


Em audiência pública, representantes das centrais fazem críticas a projeto do governo Temer. Para dirigentes, só crescimento garante emprego. E é preciso fortalecer os sindicatos para negociar

por Vitor Nuzzi, da RBA
LUCIO BERNARDO JUNIOR / CÂMARA DOS DEPUTADOS // Para centrais, argumento de que flexibilizar a legislação facilitará criação de empregos não se sustenta


São Paulo – Em audiência pública na tarde de hoje (7) na comissão especial da Câmara, representantes das centrais sindicais criticaram a proposta de reforma trabalhista do governo Temer, contida na Projeto de Lei (PL) 6.787. "Essa reforma veio pura e simplesmente para legalizar o 'bico'", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas. "É a precarização indiscriminada", acrescentou, vendo na proposta uma intenção de dificultar ou impedir o acesso de trabalhadores à Justiça.

Para o dirigente, o argumento de que flexibilizar a legislação facilitará a criação de empregos não se sustenta. A possível consequência de uma reforma, segundo ele, será a substituição de trabalhadores formalizados por outros com menos proteção social. O presidente da CUT criticou o que chamou de "visão midiática" de que tudo se resolverá com supressão de direitos.

"É momento de pararmos com as falácias", disse Vagner, para quem o governo pretende "rasgar a CLT" e tornar o país um "fornecedor de mão de obra barata", com perda de competitividade internacional. A recuperação da economia, com aumento do emprego, afirmou, só se dará com um projeto nacional de desenvolvimento.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, criticou o que chamou de "tutela" do Estado sobre o movimento sindical, via Ministério Público, Ministério do Trabalho ou Judiciário. "Nossa central é a favor da negociação coletiva, do acordo coletivo. O debate não é o negociado sobre o legislado, mas sobre o papel do sindicato", afirmou, defendendo o fortalecimento das entidades, com garantias de financiamento, para assegurar o processo de negociação. Nesse sentido, ele criticou decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre contribuição assistencial.

Também para o secretário-geral da CSB, Álvaro Egea, afirmar que a flexibilização permitirá a criação de milhões de postos de trabalho é algo de difícil comprovação. "O que vai gerar emprego é restabelecer a indústria da construção pesada, a construção civil e, sobretudo, uma política industrial", argumentou.

O diretor de Organização Sindical da Nova Central, Geraldo Ramthun, considerou inoportuno o momento de apresentação do PL 6.787, considerando o período de crise econômica e desemprego em alta, vendo na possibilidade de supressão de direitos uma fragilização ainda maior da proteção social aos trabalhadores.

A expectativa é de que o relatório seja apresentado em meados de abril – o relator da comissão especial é o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Amanhã, o colegiado ouvirá representantes patronais.




Rede Brasil Atual



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Posted: 08 Mar 2017 11:34 AM PST

Lá se vai um ano desde que a Polícia Federal levou todos os computadores da sede do Instituto Lula. Nenhum equipamento foi devolvido até agora


Uma das salas do Instituto Lula, após a passagem dos policiais federais 



No último fim-de-semana, fez 12 meses que policiais federais levaram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em condução coercitiva injustificada para depor no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. No mesmo período, agentes da mesma instituição tomavam e lacravam todo o acervo presidencial de interesse público colecionado por Lula ao longo de seus oito anos de mandato. Por fim, no mesmo dia em que o ex-presidente era conduzido para depor sem receber intimação prévia, policiais pesadamente armados e munidos de mandados de busca e apreensão concedidos pelo juiz de primeira instância Sérgio Moro entraram na sede do Instituto Lula, em São Paulo.

Levaram, conforme autorizava o mandado de Moro, todos os computadores, todos os pen drives, notebooks, celulares e documentos em papel que quiseram levar, além das senhas dos arquivos em nuvem mantidos pelo instituto, deixando o local com ares de terra arrasada, como se vê na imagem acima.

Mas isso não foi tudo. No mesmo dia, a mesma Polícia Federal, munida de iguais mandados expedidos por Sérgio Moro, bateu nas primeiras horas da manhã na casa de Lula e de Dona Marisa, nas residências dos quatro filhos dos casal, em empresas onde estes filhos trabalhavam e nas casas de diretores e de colaboradores do Instituto Lula.

Em todos esses locais, foi feita a mesma devassa, ancorada no amplo mandado de busca de Moro: foram apreendidos todos os objetos eletrônicos que pudessem conter arquivos de dados, incluindo celulares de esposas de colaboradores do instituto, notebooks contendo apenas arquivos fotográficos pessoais de diretores do instituto e até o tablet com jogos e desenhos de um dos netos de Lula, de quatro anos de idade.

Na residência de um dos colaboradores, os policiais entraram e encontraram sua esposa com roupas de dormir. A ela não foi permitido se trocar antes de franquear a entrada em seu quarto, de onde levaram seu computador pessoal, que está até hoje sob a posse da polícia.


Injustificada violência

Passados 12 meses da espetaculosa e violenta ação policial, sem que nenhum dos objetos tenha sido devolvido a seus legítimos donos, o resultado da busca e apreensão foi zero. O principal processo a que estavam atreladas as buscas, o que o Ministério Público Federal do Paraná move contra Lula no âmbito da Operação Lava Jato, já está chegando ao fim da fase de instrução.

Um ano depois de devassar casas e trabalho de Lula e mais de uma dezena de pessoas, tal medida de exceção continua mostrando-se rigorosamente inútil.

Assim se apresentaram os policiais federais na sede do Instituto Lula para enfrentar os funcionários de escritório que ali se encontravam. Não houve qualquer resistência à ação da PF autorizada por Moro, mas as fotos ganharam os jornais de todo o país

É entendimento pacificado em países em que vigora o Estado de Direito que o instituto da busca e apreensão se trata de medida restritiva de direitos fundamentais, aqueles que são os mais protegidos pela Constituição e por todo o ordenamento jurídico.

Dessa maneira, a busca e apreensão deve ser utilizada somente como última saída, exatamente por caracterizar tamanha invasão e tamanho dano àquele que sofre a busca e a apreensão, como foi o caso a que se refere.

Não por outro motivo, o Código de Processo Penal preceitua que a busca e apreensão somente devem ocorrer, e em último caso, se tiverem os seguintes objetivos:

a) prender criminosos
b) apreender coisas achadas ou obtidas por meios criminosos
c) apreender instrumentos de falsificação ou de contrafação e objetos falsificados ou contrafeitos
d) apreender armas e munições, instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso
e) descobrir objetos necessários à prova de infração ou à defesa do réu
f) apreender cartas, abertas ou não, destinadas ao acusado ou em seu poder, quando haja suspeita de que o conhecimento do seu conteúdo possa ser útil à elucidação do fato
g) apreender pessoas vítimas de crimes
h) colher qualquer elemento de convicção

Como se nota, de todas as possibilidades elencadas em lei, é somente a última delas, “colher qualquer elemento de convicção” a que poderia de alguma maneira genérica servir de justificativa para as buscas determinadas por Sérgio Moro, que foram a residências de pessoas que não são nem nunca foram sequer suspeitas de ter cometido qualquer tipo de crime, que desceu à propriedade de menores de idade que não são alvo de nenhuma ação.

Mas, se foi essa a justificativa encontrada, a de colher elementos de convicção, fato é que tais buscas ocorreram há um ano, e até agora a autoridade policial não apresentou elemento de convicção nenhum que tenha emergido desses atos de arbítrio.

Para que essas apreensões, já indicialmente revestidas de ilegalidade, não se convertam em confisco puro e simples (ainda mais desnecessário em equipamentos eletrônicos cujos arquivos podem ser copiados), tudo que se pede é que os objetos sejam devidamente devolvidos a seus verdadeiros donos.

Lula



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Posted: 08 Mar 2017 11:26 AM PST


Título: A Doutrina dos 20%
Autor: Ryan Tate
Assunto: Administração
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 59,90
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


Este livro apresenta uma análise inspiradora de como práticas corporativas não convencionais e a liberdade de experimentar ideias ousadas podem gerar lucro e inovação. A doutrina dos 20% defende o ócio criativo incluindo permitir que os funcionários se dediquem a projetos pessoais durante o expediente. Ryan Tate analisa as origens e a implantação do conceito de 20% de tempo na Google. Os funcionários são incentivados a usar 20% do tempo do expediente para trabalhar em projetos de interesse pessoal. Como resultado quase metade dos novos produtos lançados pela Google resultou dessa política incluindo o Gmail e o Adsense. O autor também investiga outras empresas como Flickr Huffington Post e até uma escola no Bronx que adotaram adaptaram ou reinventaram esse conceito intencionalmente ou por acaso. Ao longo do livro o autor detalha uma série de assuntos e lições que podem ajudar os profissionais a estabelecerem projetos bem-sucedidos no estilo dos 20% nas próprias empresas em que trabalham. O objetivo do autor é demonstrar que somente por meio da dedicação ao inusitado e ao improviso que as empresas americanas poderão retomar um ritmo constante de desenvolvimento e lucratividade em um período de riscos e incertezas.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 200 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (8 de agosto de 2012)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535236643
ISBN-13: 9788535236644
Dimensões do produto: 23 x 15,8 x 1,2 cm
Peso do produto: 281 g

Atenção


Os preços dos produtos estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação. Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque de nossa livraria e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores). Frete grátis para compras com valor igual ou superior a R$ 200,00; pedidos feitos através do formulário de contato ou de meu e mail (ronaldo.livreiro@gmail.com); e pagamento efetuado com depósito bancário ou transferência bancaria em minha conta. Solicite mais informações - faça contato

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Posted: 08 Mar 2017 11:20 AM PST


Título: A Boa Luta - Os Desafios de Ser Um Líder Responsável Em Um Mundo Instável
Autor: Joseph L. Badaracco
Assunto: Administração
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 62,90
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


A questão de como liderar com êxito e de forma responsável é de crucial importância em nosso mundo incerto, turbulento e de alta pressão. Neste livro, o Professor Joseph Badaracco, da Harvard Business School, responde a esta questão em termos práticos e, por vezes, provocativos. Os líderes atuais estão rodeados pelo que Badaracco chama de "a nova mão invisível" - poderosos e onipresentes mercados que tocam e dão forma a quase tudo. Por isso, é fundamental compreender a inevitabilidade e a importância da luta. Além disso, os líderes devem dar um passo adiante para criar o que o autor chama de "a boa luta", a fim de atingir seus objetivos no trabalho e na vida. A boa luta ajudará você a enfrentar os implacáveis desafios de ser um líder hoje , identificando as perguntas mais importantes que você deve se fazer. Novas respostas podem ser encontradas se observarmos os líderes em ambientes dinâmicos, especialmente os empreendedores. As condições que os empreendedores sempre enfrentaram - intensa competição, escassos recursos e implacáveis mercados - se aplicam agora a todos nós e oferecem aulas práticas valiosas sobre como lutar e vencer em ambientes voláteis e incertos. Se "a alegria da vida está na luta", como disse um empreendedor, A boa luta pode ajudá-lo a encontrar significado no trabalho, a focar o que importa, apesar da turbulência à sua volta, e a se manter no caminho para ser um líder responsável e de sucesso.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 184 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (22 de abril de 2014)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535273239
ISBN-13: 9788535273236
Dimensões do produto: 22,6 x 15,4 x 1,8 cm
Peso do produto: 358 g

Atenção


Os preços dos produtos estão sujeitos a alteração sem prévia comunicação. Os pedidos ficam condicionados a disponibilidade do estoque de nossa livraria e de nossos fornecedores (editoras e distribuidores). Frete grátis para compras com valor igual ou superior a R$ 200,00; pedidos feitos através do formulário de contato ou de meu e mail (ronaldo.livreiro@gmail.com); e pagamento efetuado com depósito bancário ou transferência bancaria em minha conta. Solicite mais informações - faça contato

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Posted: 08 Mar 2017 11:14 AM PST


Título: O Dilema Do Crescimento: Construir, Tomar Emprestado ou Comprar
Autor: Laurence Capron, Will Mitchell
Assunto: Administração
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 59,90
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


O objetivo deste livro é mostrar como criar um negócio relevante e eficiente- a disciplina de escolher os melhores caminhos a seguir ao buscar oportunidades de crescimento Com base em uma extensa pesquisa dos autores, o livro traz uma estrutura conceitual abrangente para decidir se a melhor maneira de alcançar o sucesso é construir, tomar emprestado ou comprar em diferentes circunstâncias e combinações distintas.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 256 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (29 de janeiro de 2013)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535263985
ISBN-13: 9788535263985
Dimensões do produto: 22,8 x 16 x 1,4 cm
Peso do produto: 399 g

Atenção


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Posted: 08 Mar 2017 11:07 AM PST


Título: O Poder Das Circunstâncias - Entenda Como o Mundo À Nossa Volta Influencia Nossos Pensamentos
Autor: Sam Sommers
Assunto: Administração, Auto-Ajuda, Motivação
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 79,90
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


O mundo à nossa volta nos manipula e influencia nossos pensamentos e instintos mais viscerais. A nossa personalidade não é tão estável quanto imaginamos e somos mais influenciados por aqueles que nos rodeiam do que gostaríamos. Neste livro Sam Sommers evidencia que todos os dias ignoramos o poder das circunstâncias em nossas vidas e não percebemos que questões tão comuns como onde estamos com quem estamos ou se estamos com pressa afetam o a nossa forma de pensar e agir. Ele nos mostra que muitas de nossas suposições sobre a natureza humana não estão corretas e descreve as armadilhas que devemos evitar. Além disso apresenta ideias que nos ajudam a tomar decisões melhores e a observar mais aguçadamente o mundo à nossa volta. Através de percepções originais esta obra revela o quanto as situações exercem influência em nossas atitudes obrigando-nos a repensar como nos vemos tornando-nos mais eficazes no trabalho em casa e no cotidiano. É uma leitura rica e interessante sobre a importância do contexto em nossa vida e sobre o que realmente nos motiva.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 296 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (11 de maio de 2012)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535244573
ISBN-13: 9788535244571
Dimensões do produto: 23 x 15,8 x 2,2 cm
Peso do produto: 340 g

Atenção


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Posted: 08 Mar 2017 11:01 AM PST


Título: A Virada - o Ceo Que Reergueu Os Negócios na At&t e GM
Autor: Ed Whitacre
Assunto: administração
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 88,00
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


Em A virada, o autor é completamente franco sobre as mudanças-chave no estilo de gestão da GM e como a AT&T conseguiu o iPhone. Com uma linguagem simples e direta, Whitacre, pela primeira vez, discute os principais acontecimentos e pessoas que moldaram e influenciaram sua notável carreira e vida.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 280 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (11 de junho de 2013)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535263640
ISBN-13: 9788535263640
Dimensões do produto: 22 x 16 x 2 cm
Peso do produto: 399 g

Atenção


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Posted: 08 Mar 2017 10:54 AM PST


Título: Marketing No Brasil - Um Guia Prático - Brand Equity, Mídias e Estatísticas
Autor: Riccardo Morici
Assunto: Marketing, Administração,
Editora: ELSEVIER - CAMPUS
de R$ 67,00
por R$ 15,00


Quant.:
  





Sinopse


Além de definir o marketing, Riccardo Morici oferece um guia repleto, com mais de 100 dicas, para orientar tanto os profissionais com pouca experiência, que buscam fortalecer conceitos, quanto aqueles mais experientes, que necessitam de alguma inspiração. O livro aborda, entre outros temas, brand equity, mídias e estatísticas, ensinando de maneira completa como gerenciar o marketing mix. Compêndio com os principais conceitos, as informações mais importantes e as ferramentas mais utilizadas no marketing brasileiro, este é um manual necessário para enfrentar os desafios do dia a dia.

Detalhes Técnicos


Capa comum: 256 páginas
Editora: Elsevier; Edição: 1ª (13 de maio de 2013)
Idioma: Português
ISBN-10: 8535268588
ISBN-13: 9788535268584
Dimensões do produto: 22,8 x 15,8 x 1,4 cm
Peso do produto: 399 g

Atenção


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