sábado, 11 de março de 2017

11/3 - Pragmatismo Político DE 10/3

Pragmatismo Político


Posted: 10 Mar 2017 10:51 AM PST
transposição rio são francisco lula pt dilma
Elio Gaspari
Durante o consulado petista, Lula encantou-se com a ideia de transposição das águas do rio São Francisco e transformou-a numa das joias de sua coroa. A obra demorou dez anos e custou o dobro do que se previa, salpicada por mordidas de empreiteiras. Apesar de tudo isso, uma parte do projeto está ficando pronta. As coisas boas também acontecem.
Desde janeiro, as águas do São Francisco saem do lago da barragem de Itaparica, em Pernambuco, percorrem 222 quilômetros pelo chamado Eixo Leste e entram na Paraíba. Na próxima quinta-feira (9), elas chegarão ao açude de Poções, no município de Monteiro, de onde descerão por gravidade para o reservatório de Boqueirão, que abastece Campina Grande e outras 18 cidades.
Ao contrário do que diziam os adversários do projeto, a transposição das águas do São Francisco não foi “a Transamazônica do Lula“. A ideia foi vista com um certo preconceito regional e uma greve de fome de um bispo transformou em problema algo que era solução. No capítulo dos grandes projetos petistas, o do trem-bala, que ligaria o Rio a São Paulo apanhou muito menos que o da transposição. Com uma diferença: a velha ideia das águas do São Francisco era boa e deu certo. Felizmente, o trem-bala ficou no papel.
Os quilômetros de canais que atravessam o semiárido estarão para Lula assim como Brasília está para Juscelino Kubitschek. (Também vai para a conta do estilo petista de operar, a transposição de R$ 200 milhões para o bolso de maganos metidos na obra do Eixo Leste.)
Em janeiro passado, quando inaugurou uma estação de bombeamento no município de Floresta, em Pernambuco, o presidente Michel Temer pareceu generoso: “Quero render homenagens aos governos anteriores que tiveram a ideia, desde 15 anos atrás, de fazer a transposição“. Deu também uma aula de ciência política: “Aqui no Brasil é assim, quando você faz uma obra o sujeito esquece quem começou“.
Temer esqueceu o nome de Lula e fez uma conta astuciosa. O primeiro projeto de transposição de águas do São Francisco para terras do semiárido é de 1847. Há “15 anos” (portanto, em 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso), continuava-se no mundo dos debates e dos projetos centenários. Quem transpôs a ideia para a vida real, arrostando anos de críticas, foi a jararaca petista. Temer tem o mérito de estar concluindo uma obra que estava encalhada no final do governo de Dilma Rousseff. Tendo seu quinhão no êxito, não deve fazer com Lula o que ele fez com Fernando Henrique, jamais reconhecendo o valor da moeda estável que lhe entregou em 2003.
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Posted: 10 Mar 2017 10:46 AM PST
lancha carnaval família temer licitação
O Palácio do Planalto contratou uma lancha para o presidente Michel Temer e sua família usarem na Bahia, durante o carnaval, por R$ 24 mil, sem licitação. A informação é do blog do Lauro Jardim. A justificativa do Planalto é que a lancha foi usada, na verdade, “por razões de segurança”.
Mesmo a família usando a lancha para lazer, o Planalto justificou que a contratação foi para uma “possível evacuação em caso de emergência” da família Temer em pleno carnaval, porque supostamente a lancha da Marinha, Amazônia Azul, estava avariada.
Uma fotografia divulgada pelo blog, no entanto, mostram a primeira-dama, Marcela Temer, o filho Michelzinho, e a sogra de Temer, Norma Tedeschi, na lancha “Bem me quer”, a passeio. Em contradição, segundo o Planalto, ainda, a família do presidente só usou a lanche para lazer por breves 30 minutos.
“A residência da Boca do Rio, em Aratu, localiza-se em área de difícil acesso e, à noite, o possível deslocamento aéreo implica riscos adicionais à segurança do presidente”, acrescentou em nota oficial ao blog do Lauro Jardim.
Ainda outras informações não estão claras. A contratação foi feita pela ONG Abrigo do Marinheiro, que pagou o aluguel da lancha sem licitação. Por ser uma ONG, o Planalto e a Marinha afirmaram que não precisava da licitação.
Entretanto, ambos não explicaram por que escolheram a ONG para alugar a lancha. “O Planalto jogou a bola para a Marinha. Em nota, a Marinha afirmou que a opção de uma entidade sem fins lucrativos pagar a lancha da família do presidente foi necessária ‘frente à necessidade emergencial que se configurou'”, narrou a coluna.
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Posted: 10 Mar 2017 10:38 AM PST
lucas ferreira estupro menina 13 anos
Lucas Ferreira violentou menina de 13 anos durante 4 horas dentro de um casebre
Quase quatro horas de abuso sexual, pancadas na cabeça, puxões de cabelo e ameaças de morte o tempo todo. Na véspera do Dia Internacional da Mulher, essa foi a sina de uma menina de 13 anos, sequestrada e estuprada por um homem de 22, no interior de São paulo, nessa terça-feira (7).
O crime chocou moradores e até mesmo os policiais do município de Iguape. De acordo com a investigação, tudo foi premeditado.
A adolescente foi abordada por Lucas Ferreira, 22, numa passarela. Encurralada, a menina teve a cabeça batida contra o guidão de uma bicicleta e foi arrastada até um barraco onde passou horas de terror sob o poder do homem, considerado “um maníaco” pela polícia.
Mesmo ferida, após um momento de distração do agressor, a menina conseguiu fugir e foi socorrida por um senhor que passava pela rua.
A polícia foi acionada e iniciou varreduras para encontrar Lucas. Na casa do padrasto, ele foi achado dentro de um cômodo, escondido.
Além do estupro, o jovem, que já tem passagem na polícia por tráfico de drogas, roubou dinheiro do bolso da vítima.
O delegado responsável pelo caso evidenciou a perplexidade da polícia diante da ‘frieza’ do acusado. Carlos Cerone afirmou que, quando reconhecido, o criminoso ficou em silêncio, enquanto a menina se mostrava transtornada.
“Quando foi reconhecido pela vítima, ele preferiu ficar em silêncio. O criminoso é uma pessoa extremamente fria. A menina está totalmente transtornada. Imagine o que ela passou. Foram mais de três horas sendo dominada e, o tempo inteiro, sendo ameaçada de morte”, disse.
Lucas foi preso em flagrante; a adolescente, encaminhada ao hospital municipal e em seguida ao Instituto de Medicina Legal (IML) para ser submetida a uma perícia.
Jornal do Comercio
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Posted: 10 Mar 2017 10:37 AM PST
resposta enigma acidente pai filho mais simples
Poucas horas antes de entrarmos no Dia Internacional da Mulher, a página do Facebook Quebrando o Tabu publicou uma imagem com um enigma que deixou muita gente confusa:
Pai e filho sofrem um acidente terrível de carro. Alguém chama a ambulância, mas o pai não resiste e morre no local. O filho é socorrido e levado ao hospital às pressas. Ao chegar no hospital, a pessoa mais competente do centro cirúrgico vê o menino e diz: ‘Não posso operar este menino! Ele é meu filho!
Afinal, com o pai morto, quem poderia ser essa pessoa? Muitos leitores cogitaram que o personagem seria o avô do garoto, um padrasto ou até um outro pai de uma relação homoafetiva. O que não se deram conta, no entanto, foi do mais óbvio: a pessoa mais competente do centro seria sua mãe.
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Posted: 10 Mar 2017 10:30 AM PST
doutoranda negra fedida frases banheiro ifsp são paulo
Camila Aparecida da Silva, professora do IFSP-Campus Avaré (reprodução)
Conceição Lemes e Marcelo Nassif, Viomundo
Nessa segunda-feira (06/03), estava tudo organizado, para ser uma grande festa no IFSP (Instituto Federal São Paulo) — Campus Avaré.
A chapa “Nada a temer”, vencedora da eleição do grêmio estudantil da instituto, tomaria posse.
A professora de Artes, Camila Aparecida da Silva, 34 anos, aproveitaria a reunião com os 300 alunos do ensino médio integrado para tirar dúvidas sobre o estatuto do grêmio.
Até que algumas alunas chegaram, mostrando fotos que haviam feito da porta do banheiro das mulheres, com três frases rascistas: #ForaPretas; #PretaFedidas; #IFBranko
Logo pela manhã as frases não estavam lá.

O responsável foi um aluno ou um grupo?

Independentemente do número, uma covardia racista sem limites.
Os alvos desse crime hediondo foram os negros da comunidade escolar, entre os quais a professora Camila, que é muito querida pelos alunos tanto na sala de aula quanto nos eventos.
Além do anonimato típico de canalhas fascistas, o autor ou autores escolheram tudo a dedo.
Um momento democrático de uma escola inclusiva (ingresso é feito pelo Enem e pelas diversas cotas previstas em lei) e uma professora progressista.
Pior que não foi a primeira vez.
Concursada do IFSP-Campus Avaré, Camila reagiu à altura a mais esta agressão anônima, como vocês podem ver no vídeo acima, gravado e legendado pelos próprios alunos.
Paulista de Marília, Camila e mais quatro irmãos foram criados apenas pela mãe, dona Sílvia, separada do marido.
Na casa, todos são formados, sendo quatro professores e um advogado.
Graduada em Educação Artística pela Universidade de Londrina (PR), ela é mestre e doutoranda em Políticas Educacionais pelo Uninove.
Sobre Camila os alunos observam:”A fala dela é sempre apaixonada, na busca de transformar, construir um senso crítico”.
A direção do IFSP encaminhou o caso à Reitoria.
Tomara que esse crime não fique impune. Um boletim de ocorrência já foi feito para as medidas judiciais cabíveis.
Se descobertos, que sejam punidos pela Lei Afonso Arinos.
Pedimos à professora mineira Luana Tolentino, militante dos movimentos negro e feminista, que assistisse ao vídeo.
Forte, doloroso”, reage.
A Sueli Carneiro afirma que as manifestações racistas estão cada vez mais violentas, pois o negro saiu do lugar”, expõe.
Ela tem razão. Para os racistas é inaceitável uma negra doutoranda”, arremata.
*Sueli Carneiro é doutora em Educação pela USP e diretora do Geledés — Instituto da Mulher Negra.
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Posted: 10 Mar 2017 10:17 AM PST
praia brasileira Baía do Sancho melhor
Baía do Sancho, em Noronha (PE), é a melhor praia do mundo
A Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), foi eleita a melhor praia do mundo pela pesquisa Travellers Choice 2017, do site TripAdvisor.
Entre as 25 melhores do mundo, a praia é a única brasileira que aparece neste ano no ranking mundial, à frente mesmo de balneários famosos da região do Caribe.
A Baía do Sancho reconquistou o título que lhe pertenceu em 2014 e 2015 — perdido em 2016 para Grace Bay, em Turks e Caicos — que neste ano figura na segunda posição.
“Ficamos muito satisfeitos com a reconquista, um título significativo, de credibilidade, os próprios visitantes votam e elegem a melhor praia. A Administração da Ilha e todas que fazem o turismo em Noronha estão muito satisfeitos. Com este resultado o trade turístico, o estado de Pernambuco, o Nordeste e o Brasil também ganham com a projeção de Noronha para o mundo”, afirmou o administrador da ilha de Fernando de Noronha, Luís Eduardo Antunes.
A premiação Travellers Choice também produziu uma lista com os 10 melhores destinos litorâneos do Brasil. Além do Sancho, destacam-se Carneiros, em Tamandaré (PE), e muitas praias do estado do Rio de Janeiro.
Conheça abaixo as dez melhores colocadas nos dois rankings.

10 MELHORES DO MUNDO

1. Baía do Sancho, Fernando de Noronha, Brasil
2. Grace Bay, Providenciales, Turks e Caicos
3. Eagle Beach, Aruba
4. Playa Paraiso, Cayo Largo, Cuba
5. Siesta Beach, Siesta Key, Flórida
6. La Concha Beach, Donostia-San Sebastián, Espanha
7. Playa Norte, Isla Mujeres
8. Radhanagar Beach, Ilha de Havelock, Andaman and Nicobar Islands
9. Praia de Elafonissi, Elafonissi, Grécia
10. Galapagos Beach at Tortuga Bay, Puerto Ayora, Equador

10 MELHORES DO BRASIL

1. Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE)
2. Praia dos Carneiros, Tamandaré (PE)
3. Praia do Forno, Arraial do Cabo (RJ)
4. Praia do Farol, Cabo Frio (RJ)
5. Prainha, Rio de Janeiro (RJ)
6. Praia Cacimba do Padre, Fernando de Noronha (PE)
7. Baía dos Golfinhos, Praia da Pipa (RN)
8. Praia do Grumari, Rio de Janeiro (RJ)
9. Prainhas do Pontal do Atalaia, Arraial do Cabo (RJ)
10. Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
De águas claras, a Baía do Sancho está localizada a oeste do Morro Dois Irmãos e a leste da Baía dos Golfinhos. A praia é isolada, coberta por vegetação nativa e limitada por uma alta falésia, onde pássaros constroem seus ninhos.
A baía permite a parada de embarcações para banho, sem causar danos aos corais: uma das poucas na Ilha em que isso é possível.
De fevereiro a junho, duas cachoeiras se formam a partir da água da chuva e jorram de cima de um precipício. Na época da desova das tartarugas marinhas (janeiro a junho), a visita é proibida no horário entre as 18h e as 6h.
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Posted: 10 Mar 2017 10:08 AM PST
morto mantem ondas cerebrais minutos depois
Médicos canadenses presenciaram um caso bizarro de “vida” após a morte. Em um estudo, publicado no periódico The Canadian Journal of Neurological Sciences, eles relataram que um paciente continuou a ter atividade cerebral durante mais de 10 minutos depois de ter sido declarado morto.
O indivíduo, que não teve seu nome revelado, teve seu suporte de vida desligado ao mesmo tempo que outras três pessoas. Os quatro pacientes foram considerados mortos pelos médicos, pois não tinham pulso e suas pupilas não respondiam ao estímulo luminoso. No entanto, um deles continuou a apresentar ondas cerebrais do tipo delta – similares às que temos durante o sono profundo.
A imagem abaixo mostra os eletroencefalogramas frontais (EEG) dos quatro pacientes. O momento da morte clínica do indivíduo, ou quando seu coração parou após o suporte ser desligado, é caracterizado pelo número zero.
morto mantem ondas cerebrais minutos depois
As faixas amarelas que aparecem nos exames mostram a atividade cerebral dos pacientes. Três dos quatro indivíduos não apresentaram as ondas antes mesmo de o coração parar de bater. Um deles, porém, continuou a reproduzir ondas delta por 10 minutos e 38 segundos depois que seu coração parou.
Os médicos também notaram que os registros eletroencefalográficos dos quatro pacientes mostraram poucas semelhanças antes e depois de eles terem sido declarados mortos. “Houve uma diferença significativa na amplitude do EEG entre o período de 30 minutos antes e cinco minutos após a pressão arterial cessar.”
Os cientistas não sabem explicar por que isso aconteceu. No entanto, eles se mantêm céticos com relação aos resultados, pois é uma amostra única. Além disso, os pesquisadores também não descartam a hipótese de que houve algum problema com a máquina que fez o exame – apesar de ele não ter mostrado sinais de funcionamento.
Como existem poucos estudos sobre o funcionamento do cérebro após a morte, os médicos tentaram achar alguma relação entre o caso e um fenômeno chamado de “ondas de morte”. O evento foi observado quando ratos, 50 segundos após serem decapitados, apresentaram uma rápida onda em seus cérebros. Isso pode sugerir que coração e cérebro seguem caminhos diferentes quando uma criatura falece.
No entanto, os médicos não encontraram relação entre os casos da pessoa e do rato. “Não observamos nenhuma onda delta dentro de um minuto após a parada cardíaca em qualquer um de nossos quatro pacientes”, relatam no estudo.
Desse modo, ainda não há uma explicação para o novo fenômeno. Essa não é a primeira vez que cientistas não conseguem entender porque algumas partes do corpo reagem de certas maneiras após a morte. Uma pesquisa de 2016 revelou que mais de mil genes ainda funcionavam (e até aumentaram de atividade) vários dias depois do falecimento de pacientes.
Marina Demartini, Exame
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Posted: 10 Mar 2017 10:01 AM PST
bolsa família aprovado itália assistência pobreza
Câmara dos Deputados da Itália (reprodução)
O Senado da Itália aprovou nesta quinta-feira (9) um projeto de lei que prevê a concessão de benefício assistencial de 400 a 480 euros mensais a famílias de baixa renda, parecido com o programa “Bolsa Família” no Brasil.
O texto foi aprovado com 138 votos a favor, 71 contrários e 21 abstenções e já tinha recebido o aval da Câmara dos Deputados em julho do ano passado.
Foi aprovada a lei da #pobreza. É mais um passo para ajudar as famílias em dificuldades. O compromisso social é uma prioridade para o governo“, comemorou o primeiro ­ministro da Itália, Paolo Gentiloni, em um post no Twitter.
De acordo com o ministro do Trabalho da Itália, Giuliano Poletti, foram destinados 2 bilhões de euros (sendo 1,6 bilhão de euro dos cofres italianos e o restante de recursos europeus) para o projeto em 2017, e a mesma quantia para 2018.
Hoje é um dia importante, pois o país nunca teve um instrumento como esse“, disse Poletti, informando que cerca de 400 mil famílias poderão ser beneficiadas pela bolsa assistencialista.
Para receber o benefício, os italianos terão que cumprir uma série de requisitos, como comprovação de baixa renda e ser uma família com ao menos um filho menor de idade.
Agência ANSA
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Posted: 10 Mar 2017 09:44 AM PST
radical silenciosa privatização dinheiro vivo cartão de crédito
Brett Scott | Tradução: Inês Castilho e Antonio Martins, Outras Palavras
Recentemente me vi encarando uma máquina de venda num corredor tranquilo da Universidade de Tecnologia Delft, na Holanda. Estava ali para fazer uma exposição na conferência “Reiventar o Dinheiro”, mas, sofrendo de jetlag e exaustão, fui à procura de uma Coca-Cola. A máquina tinha uma pequena interface digital construída por uma empresa holandesa denominada Payter. Nela estava impressa um aviso: “Apenas pagamento sem contato”. Introduzi meu cartão bancário, mas, ao invés de receber uma Coca, recebi a mensagem: “Cartão inválido”. Nem todos os cartões são iguais, ainda que você consiga ter um – e nem todo mundo consegue.
No imaginário de um economista, num mercado livre ideal indivíduos racionais fazem contratos de troca monetária em benefício mútuo. Uma parte – denominada ‘comprador’ – passa células de dinheiro para outra parte – denominada ‘vendedor’ -, que por sua vez lhe entrega bens ou serviços reais. De modo que aqui estou eu, um indivíduo cansado procurando racionalmente por açúcar. O mercado está diante de mim, há bebidas gasosas empilhadas numa prateleira, numa máquina de venda que age em nome do vendedor de Coca-Cola. É um aparato mecânico obediente que se baseia num simples contrato comercial: se você dá dinheiro para meu proprietário, eu lhe dou uma Coca. Por que razão, então, esse diabo de máquina não realiza esse contrato comigo? Isso é um fracasso comercial.
Para compreender esse fracasso, precisamos primeiro entender que vivemos com dois tipos de dinheiro. ‘Dinheiro vivo’ é o nome dado ao nosso sistema de notas físicas que são passadas adiante manualmente para fechar transações. Essa primeira modalidade de dinheiro é pública. Podemos chamá-la de ‘dinheiro do Estado.’ De fato, vivemos a experiência do dinheiro vivo como algo de uma utilidade pública que está dada. Assim como outras utilidades públicas, ele pode passar a sensação de sujeira e não é nada sexy – tem algumas deficiências e aberturas para a corrupção – mas é, em princípio, de acesso aberto. Pode ser passado pelo mais rico diretamente ao mais pobre da sociedade, ou vice-versa.
Em paralelo a ele, temos um sistema de dinheiro digital, no qual as nossas notas de dinheiro vivo tomam a forma de “objeto de dados”, registrados numa base de dados por uma autoridade – um banco –, ao qual foi concedido o poder de “manter sua contagem” para nós. Referimo-nos a isso como nossa conta bancária e, em vez de transportar esse dinheiro fisicamente, nós o “movemos” através de mensagens a nossos bancos – via celular ou internet, por exemplo – pedindo que editem os dados. O dinheiro “vai” para o proprietário do seu apartamento se os respectivos bancos, o seu e o dele, concordarem em editar suas contas, reduzindo a contagem da sua conta e aumentando a do seu senhorio.
Essa segunda modalidade de dinheiro é essencialmente privada, e funciona através de uma infraestrutura controlada por bancos comerciais em busca de lucro, hospedados por intermediários de pagamento privados – como Visa e Mastercard – que trabalham com eles. Os registros de dados de sua conta bancária não são de dinheiro do Estado. Sua conta bancária registra, ao invés disso, promessas emitidas por seu banco privado para você, e que lhe prometem, se desejar, acesso ao dinheiro do Estado. Ter “500 libras” em sua conta no banco Barclays significa na verdade que o “Barclays PLC promete a você o acesso a 500 libras”. A rede de caixas automáticos é o principal meio pelo qual você converte essas promessas de bancos privados – “depósitos” – no dinheiro do Estado que foi prometido para você. O sistema digital de pagamentos, por outro lado, é um modo de transferir – ou reassegurar – entre nós essas promessas bancárias.
Esse duplo sistema nos permite comprar pizza num restaurante com dinheiro digital bancário privado, mas podendo sempre recorrer ao dinheiro público do Estado retirado de um caixa eletrônico, se o sistema de cartão de débito do proprietário sofrer qualquer acidente. Essa escolha parece justa. Conforme o momento, podemos achar mais útil esta ou aquela modalidade. Ao mesmo tempo em que você lê isso, contudo, arquitetos de uma “sociedade sem dinheiro vivo” estão trabalhando para acabar com a opção de recorrer ao dinheiro do Estado. Eles desejam privatizar completamente a movimentação de células de dinheiro, empurrando os bancos e os intermediários de pagamentos privados para todas as interações entre compradores e vendedores.
A sociedade sem dinheiro vivo – que deveria ser denominada, mais precisamente, de sociedade de pagamentos bancários – é com frequência apresentada como inevitável, resultado do “progresso natural”. Esta alegação é tanto ingênua quanto desonesta. Qualquer sociedade futura sem dinheiro vivo e com pagamento bancário será resultado de uma guerra deliberada ao dinheiro, movida pela aliança de três grupos de elite com profundos interesses em vê-la emergir.
O primeiro grupo é o do setor bancário, que controla o sistema fundamental de dinheiro digital fiat com o qual nosso sistema público de dinheiro vivo compete atualmente. Os bancos se irritam porque as pessoas usam de fato o direito de converter seus depósitos bancários em dinheiro do Estado. Isso os força a manter funcionando a rede de caixas eletrônicos. A sociedade sem dinheiro vivo, a seus olhos, é uma utopia em que o dinheiro não pode sair – ou mesmo existir – fora do sistema bancário, mas apenas ser transferido de banco para banco.
O segundo é o da indústria privada de pagamentos – os Visa e Mastercard da vida – que lucram ao manter a infraestrutura que serve ao sistema bancário, racionalizando o processo pelo qual transferimos dinheiro digital entre contas bancárias. Essa indústria tem boas razões para pressionar o sistema para remover a opção de dinheiro vivo. Transações em dinheiro vivo são pessoa-a-pessoa, não requerem intermediários, e são portanto transações em que a Visa não pode meter a mão.
A terceira – talvez ironicamente – é a do Estado, e de entidades quase-Estado tais como bancos centrais. Elas estão unidas ao setor financeiro para forçar todo o mundo a comprar nessa sociedade de pagamentos bancários privatizados, por razões de monitoramento e controle. O sistema de dinheiro bancário forma um panóptico que possibilita – em teoria – que todas as transações, boas ou más, sejam gravadas, espionadas e analisadas. Além do mais, a natureza “off line” do dinheiro vivo significa que ele não pode ser alterado ou congelado remotamente. Isso atrapalha os bancos centrais na implementação de políticas monetárias “inovadoras”, tais como configurar taxas negativas de juros, que lentamente reduzem os depósitos, para coagir as pessoas a gastar.
Os governos não declaram, de fato, essa agenda monetária. Ela não é suficientemente cativante. Em vez disso, as armas-chave usadas pela aliança são táticas mais clássicas, de choque e pavor. Dinheiro vivo é usado por criminosos! As pessoas compram drogas como dinheiro vivo! É a economia paralela! Ela sustenta a evasão fiscal! A capacidade de apresentar controle como proteção baseia-se em constantes chamadas para imaginar um inimigo externo, o terrorista ou a máfia. Esses gritos de pânico moral contrastam com as publicidades brilhantes e sorridentes do pagamento digital. A sociedade sem dinheiro vivo emerge como um nascer de sol futurista, que nos limpa dessas perigosas notas sujas com raios de salvação higiênica, conveniente, digital.
Apoiando essa aliança central está um corpo auxiliar de acadêmicos, economistas e futuristas do establishment, que vivem em subúrbios frondosos, voam de classe executiva para fazer palestras em conferências de tecnologia, atendidos por um bando de bajuladores da mídia e jornalistas de inovação que pregam o evangelho da ausência de dinheiro. “The Curse of Cash” (A Maldição do Dinheiro Vivo, em tradução livre), por Kenneth Rogoff, professor de economia de Harvard, foi indicado ao prêmio do Ano pelo Financial Times e o McKinsey Business Book, sem dúvida acompanhado de convites para conferências patrocinadas pela indústria financeira em hotéis cinco estrelas.
O terror psicológico está funcionando. A Holanda – onde encarei minha máquina de vender produtos – tornou-se uma frente chave na guerra contra o dinheiro vivo. Aqui o dinheiro está passando a ser visto como um estrangeiro ilegal em fuga, cada vez mais excluído da economia formal, atraindo olhares de suspeita de vendedores. Avisos dizem ‘Apenas cartão’. Quem é o Cartão? O Cartão é um socialite glamuroso, bem-vindo às lojas. O Cartão é superior. Observe os anúncios dos bancos mostrando seus acessórios para o Cartão. Ninguém está fazendo acessórios para o Dinheiro Vivo.
A linha de frente dessa aliança está agora se infiltrando nos países mais pobres. Na Índia, a recente “desmonetização” foi uma retração brutal das notas de rúpia, de um dia para o outro, feita pelo primeiro ministro Narendra Modi para disciplinar a ‘economia paralela’. Foi um exercício para chocar os indianos mais pobres, que dependem de dinheiro vivo e com frequência não têm acesso a contas bancárias. Lançada originalmente, em termos populares, como uma tentativa de barrar a corrupção, a mensagem foi depois ironicamente alterada para transformar a ausência de dinheiro vivo numa forma de criar progresso econômico para os pobres da Índia.
Essa mensagem recebe credenciais humanitárias da Better Than Cash Alliance (Aliança Melhor do que Dinheiro Vivo, em tradução livre), que promove ‘a mudança de pagamentos em dinheiro para pagamentos digitais para reduzir a pobreza e levar ao crescimento inclusivo’, e que tem como parceiros-chave a Visa, o Mastercard e a Citi Foundation. A ação de Modi foi também precedida pelo início do programa Cashless Catalyst (Catalisador da Ausência de Dinheiro Vivo, em tradução livre), “uma aliança entre o governo da Índia e a Usaid para expandir os pagamentos digitais na Índia”, apoiado por um panóptico de empresas de pagamento eletrônico. Essas alianças oficiais de Estados, corporações e acadêmicos são impressionantes. Na Índia, elites urbanas endinheiradas que aplaudiram as ações de Modi podem, com certeza, justificar isso apontando o livro de Rogoff indicado pelo Financial Times.
Rogoff, contudo, pareceu assustado e escreveu artigos afirmando que estava defendendo acabar com o dinheiro vivo apenas de economias avançadas, com sistemas bancários avançados. Ó céus. O economista super influente e politicamente poderoso de Harvard lança um livro antidinheiro e fica preocupado quando países mais pobres o levam a sério?
A tentativa de apresentar a sociedade sem dinheiro vivo e com pagamentos bancários como um benefício para o povo marginalizado é no mínimo débil. Se você é um habitante vulnerável da economia informal, um prostituto fora da rede ou um trabalhador precário de baixa renda, bancos e intermediários de pagamentos têm pouco interesse em dar prioridade a você. A sociedade de pagamentos bancários não irá processar a atividade que acontece nas fendas periféricas do sistema em que se baseia seu meio de subsistência. Na verdade, a intenção é fechar esses espaços. Isso pode ser caracterizado como “progresso”, mas da mesma forma podemos dizer que você está sendo empurrado para fora da economia numa ação de lavagem econômica. A pretexto de destruir a “economia paralela”, a subclasse, os invisíveis, os excêntricos e os resistentes serão coercitivamente encurralados nas mãos do sistema Estado-corporação.
Não tenho nenhum amor especial pelo dinheiro. Não me importo realmente com os devaneios nostálgicos sobre a bela estética das notas de dinheiro, sua textura ou importância cultural num sistema de mercado – ainda que compreenda como isso é importante para muitos. Também não me comovo com a história pedante do dinheiro, se quem lançou as primeiras notas foi a dinastia chinesa de Tang ou de Song. O que me preocupa é a insensibilidade insondável da máquina de vendas, esta mesma que acaba de bloquear minha entrada no livre comércio.
As antigas máquinas de venda automática não eram assim. Elas tinham um pequeno orifício para moedas, que permitiam até a um mendigo em farrapos converter sua renda mínima em sustento. Olhe a máquina atual de perto. São, na verdade, duas. O aparelho Payter fundido em seu corpo não trabalha para o vendedor de cola. Trabalha para as corporações de pagamento. Você sabe, o vendedor de cola tem uma conta bancária, mas há muitas pessoas, com muitas contas em muitos bancos, aproximando-se da máquina de vendas. Estes bancos precisam identificar qual de seus correntistas quer transferir dinheiro – e quanto – para que conta, de que outro banco. O aparelho está lá para entregar minhas informações de cartão às linhas de transmissão do sistema de pagamentos do cartão. Lá, elas serão – em teoria, e mediante uma pequena tarifa – roteadas para facilitar a transferência de dados de dinheiro de minha conta para a conta do vendedor.
Já não se trata de um acordo entre eu e o vendedor. Estou agora lidando com um complexo de terceiras partes desconhecidas, de atravessadores de dinheiro em busca de lucro, que se colocam entre nós para agir como facilitadores do fluxo de dinheiro, mas também como potenciais controladores. Se um controlador não quer negociar comigo, eu não posso fazer negócios com o vendedor. Ele tem a capacidade de confundir, monitorar ou estabelecer condições sobre aquele rito crucial e glorioso do capitalismo – a transferência de dinheiro, como contrapartida à transferência de bens. Este aparelho inócuo exala indferência mecância, obedecendo apenas a patrões invisíveis e distantes, executando algoritmos invisíveis, em caixas pretas invisíveis que não gostam de mim.
Se optamos por nos referir aos pagamentos bancários como “sem dinheiro”, então deveríamos nos referir aos pagamentos em dinheiro como “sem bancos”. Porque é isso que o dinheiro físico é, além de ser, hoje, a única coisa que se interpõe entre nós e um sistema monetário completamente privatizado.
Como no caso das privatizações anteriores, ouviremos os “especialistas” apropriados da TV argumentar que se as corporações de pagamento digital não trabalharem em favor do público, serão superadas por sistemas privados melhores. Muito bem. Quando você viu pela última vez um competidor credível a
O máximo que podemos esperar, portanto, é um oligopólio benigno de corporações de pagamento, altamente exposto às aspirações geopolíticas dos Estados em que estão instaladas. O Estado chinês estimulou a criação da União de Pagamentos da China (China UnionPay) precisamente porque não quer as megacorporações norte-americanas instaladas como controladoras das transações feitas por cidadãos chineses
Ao construir uma defesa, há sempre duas opções. Ou você bloqueia um ataque, ou lança um contra-ataque estratégico, muitas vezes expresso na fórmula segundo a qua “o ataque é a melhor defesa”.
Pela primeira estratégia, você concentra-se em afirmar que os argumentos contra o dinheiro são exagerados, imprecisos ou incompletos. Exageros e imprecisões estão presentes nas tiradas contra o dinheiro, mas a incompletude é crucial. Por exemplo, digamos que você concorde que os criminosos preferem dinheiro. Isso significa que “deveríamos abolir o dinheiro”? Banir tudo o que os criminosos preferem produziria quase certamente, para todos, uma existência constrita e sufocante. Parabéns, acabamos com o crime, mas às custas de liquidar também a privacidade e o espaço livre para a criação. O fim do crime vem acompanhado por um Estado de vigilância insuportável, sempre presente ao seu lado, imiscuído-se em seus momentos mais íntimos, tratando-o como uma criancinha em quem não se pode confiar. Desfrute esta vida.
O segundo modo de defesa ofensiva envolve atacar a alternativa proposta. Afirmamos que a nova sociedade de pagamentos bancários não resolve velhos problemas – o crime torna-se digital e sua conta é sequestrada com mais facilidade que sua carteira era furtada. Ainda pior: esta sociedade introduz uma vasta gama de novos problemas não mencionados de forma explícita no material de marketing do Mastercard. Vamos revelar o que está escrito em tinta invisível: alguém mencionou que, ao excluir a possibilidade de fazer transações com dinheiro tornou-se possível rastrear tudo o que você faz e reprimi-lo? Parabéns, quem não deve, não teme!
Sim, também posso usar táticas de medo. Posso argumentar que a extinção do dinheiro nos aproxima do mais poderoso e automatizado sistema de controle financeiro pelos Estados e corporações que já existiu. Muito poucas pessoas parecem compreender ou se importar com isso. Como um sapo fervido aos poucos, não parecemos nos das conta do processo que nos aprisiona na dependência diária de uma infraestrutura alienadora e opaca, capaz de nos tornar cada vez mais subservientes a processos burocráticos que não enxergamos.
Talvez eu precise acionar o choque e pavor. Talvez eu possa martelar um argumento sobre como, numa sociedade sem dinheiro, os terroristas podem atingir as redes de transmissão elétrica para provocar caos econômico em regiões inteiras.
Não. Minha principal defesa do dinheiro público será simples e intuitiva. Ainda que análogico e não sexy, ele é resiliente. É fácil de usar. Quase não requer estrutura sofisticada. Não está sujeito a falhas algorítimicas de programadores incompetentes. E não deixa rastros de dados que serão usados para projetar, em nossa existência quotidiana, as aspirações e neuroses de tecnocratas sem rostos e analistas de negócios. Ele vem com criminosos – mas, atenção, é o velho capitalismo, e não a versão do sistema na fase de vigilância total descrita no Minority Report. E pergunte a si mesmo: você realmente quer viver neste tipo de sociedade sem a chance de comprar drogas? Acredite, você precisará de algo para amenizar as dores existenciais.
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Posted: 10 Mar 2017 09:36 AM PST
questionário para heterossexuais
Um questionário elaborado por uma professora universitária da Flórida viralizou nas redes sociais depois de ter sido divulgado por uma de suas alunas. As informações são do Daily Mail.
O “questionário para heterossexuais” contém perguntas que normalmente são direcionadas à comunidade LGBT.
A aluna que divulgou o questionário se chama Elise e tem 20 anos.
Ela não revelou se a professora autorizou que o material fosse divulgado, mas disse que se tratava de uma maneira que a professora utilizava para estimular o diálogo e a tolerância em sala de aula.
Confira algumas das perguntas do questionário:
1. O que você acha que causou sua heterossexualidade?
2. Quando você decidiu ser hétero?
3. É possível que sua heterossexualidade seja apenas uma fase que você pode superar eventualmente?
4. Você já considerou fazer terapia para se curar de sua heterossexualidade?
Ainda segundo Elise, as questões foram parte de uma aula sobre sexualidade humana e foram utilizadas de maneira irônica para demonstrar como a abordagem muda conforme a orientação sexual de uma pessoa.
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