quarta-feira, 1 de março de 2017

1/3 - BULA Revista 1


Amor é sonho. Casamento é despertador


Romeu amava Julieta, que amava Romeu. Mas no meio do caminho tinha uma pedra, duas famílias em pé de guerra, um amor proibido, uma trama, um padre, um veneno, um punhal. Se existiu alguém que sabia a fórmula para eternizar o amor, esse cara era Shakespeare. Muitas histórias surgiram depois, alguns romances com final feliz e outras tantas tragédias amorosas, mas os jovens de Verona continuam sendo o arquétipo do amor juvenil. Até hoje, Romeu e Julieta esfregam em nossa cara que o amor existe, que amar é possível, e que ser feliz para sempre, bom, aí depende do ponto de vista.

Por Karen Curi | Ler no navegador »




Por que Romero Britto é o Paulo Coelho das artes visuais


Romero Britto é pastiche porque imita uma concepção estética superada. Apropria-se dos códigos visuais da Pop Art, especificamente de um pintor que ele admite colecionar: Roy Lichtenstein, talvez o artista pop mais importante depois de Andy Warhol, para o qual a mensagem social não tinha importância, mas que se preocupava em problematizar a própria técnica.

Por J.C. Guimarães | Ler no navegador »




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