quinta-feira, 2 de março de 2017

2/3 - Moro acobertou a roubalheira de Temer

SARAIVA 13


Posted: 01 Mar 2017 08:49 AM PST

1 de março de 2017
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Diogo Costa em 27/2/2017
Em 28 de novembro de 2016, portanto, a praticamente três meses, o senhor Sérgio Moro censurou 21 das 41 perguntas que Eduardo Cunha havia formulado para Michel Temer no âmbito do processo no qual é réu.
Mais de 50% das perguntas que Eduardo Cunha queria fazer para o seu chefe Michel Temer foram simplesmente censuradas pelo “herói do combate a corrupção”! Entre as perguntas censuradas estavam estas:
– Qual a relação de Vossa Excelência com o senhor José Yunes?
– O senhor José Yunes recebeu alguma contribuição de campanha para alguma eleição de Vossa Excelência ou do PMDB?
– Caso Vossa Excelência tenha recebido, as contribuições foram realizadas de forma oficial ou não declarada?
Moro, desde o caso Banestado, é um juiz parcial e que falsamente combate a corrupção. Ele é, e sempre foi, um juizeco partidário que protege a corrupção das pessoas com as quais se identifica ideologicamente.
Posted: 01 Mar 2017 08:46 AM PST

1 de março de 2017 coxinhas_musa01_ju_isen
Altamiro Borges em seu blog em 26/2/2016
Nas marchas golpistas pelo “Fora Dilma”, em 2015, uma figura excitou os falsos moralistas que se dizem defensores da família, da moral e dos bons costumes. Na época rotulada de “empresária”, Ju Isen desfilou pela Avenida Paulista sempre com poucos trajes ou simplesmente nua. Entusiasmada com a fama, a “musa do impeachment” até sonhou em ser vereadora, o que não deu certo. Frustrada, ela sumiu dos holofotes da mídia privada. Nesta semana, porém, ela voltou a brilhar e, novamente, ajudou a produzir um impeachment: o do superintendente artístico da RedeTV!, Elias Abrão, que pediu demissão da emissora no sábado [25/2].
Segundo informa o jornalista Luciano Guaraldo, do site Notícias da TV, “a sua saída foi motivada pela exibição ao vivo do ânus da modelo Ju Isen durante o programa Bastidores do Carnaval de sexta-feira [24/2]. Após a cúpula da emissora cobrar explicações, Abrão assumiu a responsabilidade. ‘Amigos, bom dia. Errei feio com o Hulk [uma referência à pintura corporal verde de Ju Isen]. Já pedi meu desligamento da RedeTV!. Às vezes pesamos a mão, sem pensar ou ponderar. Abraços’, escreveu Abrão em seu perfil do Twitter na madrugada de domingo [26/2]”.
Ainda de acordo com a reportagem, “a aparição explícita de Ju Isen ocorreu durante uma entrevista da musa das manifestações à repórter Léo Aquilla. Léo pediu para Ju Isen mostrar sua pintura, e ela agachou com o bumbum para a câmera. A cena ao vivo causou furor na internet e chocou até os apresentadores Flávia Noronha e Nelson Rubens, que achavam que já tinham visto de tudo no Carnaval da emissora. ‘Opa’, exclamou Flávia rapidamente enquanto a câmera dava um close ginecológico nas partes íntimas da modelo”.
Elias Abrão ocupava a superintendência artística da RedeTV! desde fevereiro do ano passado, depois de dirigir o programa A Tarde É Sua, apresentado na emissora por sua irmã, Sonia Abrão. Na época da escolha, ele afirmou que seu objetivo no cargo seria o de aumentar a audiência. Pelo jeito, como reconheceu na sua postagem, ele “pesou a mão, sem pensar ou ponderar”. Após exibir o ânus da “musa dos golpistas” em rede nacional de tevê, ele foi defenestrado do cargo.
***
O SÍMBOLO DO GOVERNO TEMER É O APARELHO EXCRETOR DA MUSA DO IMPEACHMENT
Paulo Nogueira, via DCM em 27/2/2017

Neste Carnaval da anticonsagração de Temer, me peguei pensando em qual é a cara, o rosto do governo. O símbolo, enfim.
Os fatos se incumbiram de me ajudar.
A cara do governo é o aparelho excretor da musa do impeachment.
Para quem gosta de palavras mais diretas, é o c… da musa, tal como exposto em rede nacional: deprimente, vulgar, indecente. Igualzinho à mídia que colocou Temer no poder com uma campanha criminosa contra Dilma com seu jornalismo de guerra.
É até engraçado ver os comentaristas pró-patrões desembarcando dele. Josias de Souza, por exemplo, disse que Temer se meteu em más companhias, e por isso se autoimolou.
Mas um momento: ele sempre andou com as mesmas pessoas, de Jucá a Eduardo Cunha. Não apareceu nenhum novo nome nas relações de Temer. Ele pode e deve ser acusado de muitas coisas, mas não de surpreender: a turma de Temer foi sempre a mesma. Aos 75 anos, ele a vida toda se pautou na política por uma mediocridade constante, longeva e altamente suspeita.
Sabíamos todos, os golpistas em primeiro lugar, que o governo Temer seria ruim. O que as pessoas não esperavam é que fosse tão ruim.
FHC chamou-o de pinguela, uma ponte precária, tosca. O problema é que essa ponte levou para o aparelho excretor da musa. É urgente que este governo seja agora excretado.
Temer não reúne mais as mínimas condições de chegar a 2018. Na teoria, é pouco tempo: já estamos em 2017. Mas na prática é uma eternidade.
É imperioso convocar eleições diretas. Para reconduzir o país a uma situação de próspera concórdia, só alguém com a legitimidade do voto. Milhões e milhões deles.
Não podemos – nós, o Brasil – ficar mais tempo na condição de c… da musa.
Urnas já.
Posted: 01 Mar 2017 08:38 AM PST

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Um dos blogueiros da Veja postou no Twitter um comentário sobre o vencedor do Oscar em 2017 – Moonlight: sob a luz do luar – que muitos estão considerando racista, por razões óbvias.
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O comentário infeliz desse indivíduo se conecta a uma questão que muitos desconhecem…
Havia uma disputa maior na entrega do Oscar deste ano. Uma das produções candidatas a melhor filme era sobre um “gay, negro e maconheiro” arrastado para o lado errado pelas vicissitudes da vida; o adversário era um romance hiper açucarado protagonizado por uma bela loirinha de olhos claros.
Na segunda-feira, a Folha de São Paulo destacava o que chamou de “Oscar negro”. Foi ridículo. Se uma produção de brancos ganhasse o Oscar de melhor filme haveria matéria chamando a premiação em 2017 de “Oscar branco”?
Esse tipo de diferenciação é uma forma de preconceito e de desqualificação de uma etnia.
Em sete minutos, porém, os dois longas ganharam o Oscar de melhor filme. E esse episódio bizarro, que empanou a vitória de Moonlight sobre La la land, pode até não ter nada que ver com a disputa, mas nunca antes na história da Academia norte-americana de cinema ocorrera coisa igual.
Eis o que houve.
Fred Berger era o terceiro produtor de La la land a discursar quando a confusão começou. A estatueta não pertencia a ele e à sua equipe, como os atores Faye Dunaway e Warren Beatty haviam anunciado. O melhor longa-metragem da edição 2017 do Oscar, na noite de domingo, era Moonlight: sob a luz do luar, de Barry Jenkins.
A empresa PricewaterhouseCoopers (PwC), que audita a cerimônia do Oscar, assumiu a culpa, por meio de um comunicado. “Os apresentadores receberam o envelope da categoria errada. Quando descobrimos, isso foi imediatamente corrigido”, dizia o texto.
A atriz Jessica Chastain escreveu no Twitter, imediatamente: “Por que os produtores do show não correram para o palco quando o vencedor errado foi anunciado? Estou muito triste pela equipe de Moonlight. Gostaria que eles tivessem a experiência completa de ganhar o prêmio de melhor filme sem tanto constrangimento”.
Essa discussão sobre os méritos de Moonlight se espalhou ao menos pela elite de São Paulo. A turma do andar de cima fica enraivecida quando negros sobressaem e não engoliu a supremacia de um negro sobre a loirinha ideal.
O blogueiro da Veja apenas vocalizou discussão que vinha se dando nos salões dos ricaços paulistanos, enojados com a vitória da história de um “negro, gay e maconheiro” sobre o romance da personagem da estonteante Emma Stone”.
A forma calhorda desse sujeito de se referir a negros e homossexuais é um dos sintomas da ascensão do fascismo no Brasil.
Essa vergonha vai perdurar até que alguém mostre a essa gente que desqualificar o mérito de negros vencedores é incompatível com um país no qual negros e descendentes de negros são maioria.
Posted: 01 Mar 2017 06:16 AM PST

Posted: 01 Mar 2017 06:05 AM PST

atrasado2
Consegui, agora, o video do Jornal Nacional de hoje à noite, com a reportagem -atrasada – sobre os protestos populares contra Michel Temer.
Antes, tinha posto o da Globonews.
Como não é jornalismo nem imparcialidade, algum sentido tem.
A Globo não afunda, sabe-se disso desde priscas eras.
O que quer dizer seu movimento é o que temos de descobrir.
Mas vale assistir o vídeo da desfaçatez do “jornalismo atrasado”, abaixo:


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