sexta-feira, 24 de março de 2017

24/3 - Pragmatismo Político DE 23/4

Pragmatismo Político


Posted: 23 Mar 2017 12:40 PM PDT
homem morre igreja universal santo amaro
Imagem: Templo de Santo Amaro da Igreja Universal do Reino de Deus
Um crime que ocorreu no ano passado ainda não foi solucionado pela Polícia Civil. Ronaldo Bispo dos Santos, de 48 anos, foi assassinado em um dos maiores templos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em São Paulo.
Segundo familiares da vítima, Ronaldo pediu para ir ao banheiro e um segurança teria se aproximado e espancado o desempregado, sem justificativa nenhuma.
A agressão teria ocorrido no estacionamento do templo. O desempregado teria ido à igreja para buscar a esposa. Enquanto a esperava teria sentido vontade de ir ao banheiro, após o culto, no início da noite, quando começaram as agressões. Ele morreu após quatro dias de internação.
A Igreja Universal, no entanto, nega esta versão e diz que colabora com as investigações da polícia para que os fatos sejam esclarecidos.
O caso vinha sendo conduzido em sigilo e, segundo os familiares da vítima, até eles enfrentavam dificuldades para saber algo sobre o andamento das investigações. Já foram ouvidas 13 pessoas até aqui, entre familiares, responsáveis pela administração do templo e os membros da equipe de segurança –nenhum deles admitiu participação no crime.
Uma das dificuldades da polícia para o esclarecimento é a falta de imagens internas do templo, já que na noite das agressões, segundo alega a Universal, as câmeras de vigilância estavam inoperantes devido a manutenção.
O Templo da Fé de Santo Amaro, inaugurado em 1998, tem capacidade estimada para cerca de 6.000 e é o segundo mais imponente da agremiação religiosa de Edir Macedo em São Paulo, menor apenas do que o Templo de Salomão.
A polícia tomou conhecimento das circunstâncias do caso porque, antes de morrer, ainda consciente no leito do hospital, Santos contou os detalhes a familiares.
O desempregado, de acordo com relato de parentes, disse que apenas pediu para usar o banheiro e, sem justificativa nenhuma, um segurança passou a agredi-lo, sendo em seguida ajudado por dois outros homens. A agressão teria ocorrido no estacionamento do prédio.
“Ele me disse que levou muitos chutes. Chutaram muito a cabeça dele. Ele disse que foram três seguranças, que ainda pediu socorro para dois pastores, mas eles negaram socorro”, diz a mãe da vítima, a aposentada Rosely de Pádua dos Santos, 68.
Ela diz que o filho era católico e não frequentava o templo. Santos foi ao local para tentar localizar a mulher, Maria do Campo Conceição, 46, esta sim fiel da igreja de Edir Macedo, mas eles se desencontraram. Enquanto esperava pelo ônibus, ele ficou com vontade de ir ao banheiro.
Exames da polícia apontam para uma série de traumas, entre eles o rompimento da alça intestinal em razão das pancadas. Também há sinais de traumas na cabeça e edema no pulmão (em ambos os lados). “Nós queremos é justiça. A de Deus e a dos homens”, afirmou a mãe de Santos.
com informações de Folhapress
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Posted: 23 Mar 2017 11:54 AM PDT
Sergio Moro Eduardo Guimarães
O juiz Sergio Moro voltou atrás e decidiu não investigar mais o blogueiro Eduardo Guimarães, editor do Blog da Cidadania. A nova decisão do magistrado foi publicada em despacho divulgado nesta quinta-feira (23) (leia abaixo).
Na última terça-feira, o blogueiro foi alvo de condução coercitiva ordenada por Moro por divulgar informações sobre a condução coercitiva do ex-presidente Lula em março de 2016.
Na ação, Sergio Moro também mandou apreender documentos e os equipamentos de trabalho de Guimarães: celulares, notebook e pendrive.
O objetivo de Moro ao determinar a condução coercitiva de Guimarães era tentar descobrir quem seria a fonte que teria passado para Guimarães a informação sobre a ação feita contra Lula.

Repercussão

A ação de Sergio Moro foi criticada por juristas, jornalistas da mídia tradicional e até por admiradores do juiz (relembre aqui).
Um ato contra a censura e pela liberdade de imprensa foi realizado na noite de terça-feira e contou com a participação de jornalistas, artistas, representantes de movimentos sociais e com o próprio Eduardo Guimarães (veja aqui).
A Organização Internacional Repórteres Sem Fronteiras considerou o caso um grave atentado à liberdade de imprensa.
De acordo com a Constituição, os jornalistas não são obrigados a revelar suas fontes.
Na terça, a assessoria de imprensa da Justiça do Paraná alegou, em nota para explicar a decisão de Moro, que Guimarães “não é jornalista”, e, por isso, não teria o direito de ter resguardada a fonte das informações que veiculou.
No entanto, como explicou Pedro Estevam Serrano, professor de Direito Constitucional da PUC, a justificativa não se sustenta. “O registro de jornalista tem sentido trabalhista, apenas. O STF já decidiu em plenário que jornalismo é de exercício livre, sem requisitos como diploma e registro”.

Novo despacho

No despacho desta quinta-feira, Sergio Moro reavaliou sua decisão:
Considerando o valor da imprensa livre em uma democracia e não sendo a intenção deste julgador […] colocar em risco essa liberdade e o sigilo de fonte, é o caso de rever o posicionamento anterior e melhor delimitar o objeto do processo. Deve ser excluído do processo e do resultado das quebras de sigilo de dados, sigilo telemático e de busca e apreensão, isso em endereços eletrônicos e nos endereços de Carlos Eduardo Cairo Guimarães, qualquer elemento probatório relativo à identificação da fonte da informação“, determinou o juiz da Lava Jato no novo despacho.
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Posted: 23 Mar 2017 10:56 AM PDT
azeite de oliva teste proteste
Na semana em que os consumidores ainda estão confusos em relação à qualidade da carne brasileira, um novo teste da associação Proteste constatou adulteração em diversas marcas de azeite de oliva, algumas delas consideradas impróprias para consumo in natura.
De acordo com a entidade, de 24 marcas avaliadas, sete apresentam fraudes por conterem misturas de óleos vegetais e animais. “São produtos não indicados para o consumo, por exemplo, na salada ou no pão”, afirma o diretor da Proteste, Henrique Lian. Uma das marcas não é extra virgem, embora a informação conste no rótulo.
As marcas adulteradas, segundo a entidade, são Tradição, Figueira de Foz, Torre de Quintela, Pramesa e Lisboa, todos importados e boa parte delas envasadas no Brasil. Duas outras marcas têm liminares da Justiça impedindo a divulgação de seus nomes.
“Não dá para saber se a fraude vem da origem ou se ocorreu no processo de envasamento”, informa Lian. Segundo ele, o teste foi feito em laboratório de Portugal, credenciado pelo Ministério da Agricultura e pelo Conselho Oleícola Internacional (COI). As marcas escolhidas são as mais vendidas no mercado.
Essa é a sexta edição da avaliação. As anteriores ocorreram em 2002, 2007, 2009, 2013 e 2016. Alguns dos produtos, como o Tradição, o Pramesa e o Figueira da Foz são reincidentes na reprovação (relembre o teste de 2016 aqui).
Lian explica que o Ministério da Agricultura já emitiu multas a produtores ou importadores de produtos adulterados, mas problemas persistem.
“O Ministério refaz os testes e, muitas vezes, quando confirma o problema e pede a retirada do lote, o produto já foi vendido”, diz o diretor da Proteste, organização não governamental que promove avaliação de vários produtos, inclusive de automóveis, no quesito segurança.

AVANÇO

Lian ressalta que houve melhora em relação ao teste de 2016. No ano passado, de 20 marcas avaliadas, oito foram reprovadas, sendo quatro por fraudes na fórmula e quatro classificadas erroneamente, já que eram apenas virgens (e não extra virgem, que é o azeite feito com o esmagamento de azeitonas a frio).
Foram considerados de excelente qualidade os azeites O-live, Andorinha e Carbonell. Na lista de produtos com qualidade e melhor custo benefício estão O-live, Carrefour Portugal, Qualitá e Filippo Berio.
Também foram aprovados no teste os azeites Borges, Cardeal, Cocinero, Gallo, La Española, La Violetera, Taeq, Serrata, Renata e Broto Legal Báltico.
Agência Estado
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Posted: 23 Mar 2017 10:20 AM PDT
Terceirização aprovada câmara dos deputados
Deputados aprovaram nesta quarta-feira (22) Lei da Terceirização de 1998
Por Leonardo Sakamoto*
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta (22), o projeto de lei que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa.
Foram 231 votos a favor, 188 contrários e oito abstenções. Segue para sanção de Michel Temer (VEJA COMO VOTOU CADA DEPUTADO AQUI).
Apresentado durante o governo Fernando Henrique, em 1998, o PL 4302 foi ressuscitado por ser menos rigososo com as empresas e um atalho às mudanças, uma vez que já havia sido aprovado pelos senadores em 2002. O PL 4330/2004, que trata do mesmo tema e é menos danoso ao trabalhador, está tramitando no Senado.
Enquanto o 4330 prevê responsabilidade solidária entre a empresa tomadora de serviço e a prestadora de serviço, o 4302 prevê a responsabilidade subsidiária. Com isso, a empresa contratante pode ser envolvida apenas se a contratada não conseguir, diante de um processo judicial, arcar com suas obrigações. O que significa mais tempo de espera ao trabalhador.
A ampliação da terceirização pode levar a um comprometimento significativo dos direitos trabalhistas, com perda de massa salarial e de segurança para o trabalhador. No limite, poderemos ter um grande problema social quando milhões de trabalhadores perceberem que perderam salários e garantias e nem mesmo podem reclamar com o patrão.
Situações que hoje oprimem certas categorias podem ser universalizadas. E o Judiciário não terá condições de processar e julgar todas as ações trabalhistas decorrentes.
Grandes empresas tendem a concentrar os lucros, mas sem empregos, e uma constelação de pequenas empresas sem qualquer lastro financeiro ou independência, ficarão com todos os empregados. Periodicamente, tais empresas encerram as portas, deixando para trás enorme passivo, gerando avalanches de reclamações trabalhistas.
No médio prazo, a ampliação da terceirização tende a rebaixar salários médios em todos os setores. Estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou que, em média um trabalhador terceirizado trabalha três horas a mais por semana e ganha 27% menos que um empregado direto.
Apesar do projeto não liberar a ”pejotização” geral, muitas relações tendem a deixar de ser entre patrões e empregados, previstas e tratadas pelo direito do trabalho, passando a ser entre empresas e empresas pessoais, como se ambas fossem livres e iguais entre si. Hoje, isso já acontece aos montes, apesar de ser proibido, pois os trabalhadores temem reclamar e perder o serviço ou entrar em alguma ”lista suja” do setor.
E no caso de trabalho análogo ao de escravo, em que muitas fazendas e empresas se utilizam de cooperativas e empresas fajutas em nome de prepostos para burlar direitos trabalhistas, o projeto vai facilitar a impunidade das contratantes que, no máximo, terão que bancar salários atrasados, dificilmente sendo punidos pelos crimes encontrados.
Mas o importante é que, agora, ninguém segura esse Brasil, não é mesmo? Afinal de contas, todos têm que dar o seu quinhão de sacrifício em nome do crescimento do país e você está preparado para abrir mão da dignidade (conquistada com base em sangue e lágrimas por gerações antes de você) para que setores do empresariado nacional e internacional não precisem passar por atrocidades como taxação de seus lucros e dividendos.
Atendendo a uma das principais demandas do empresariado, o governo Michel Temer ganhou sobrevida. Se ele aprovar a Reforma da Previdência e o restante da Reforma Trabalhista (com livre negociação entre patrões e sindicatos mesmo passando por cima da lei), então conseguirá chegar ao final do seu mandato.
Aliás, uma gigantesca dose de pragmatismo talvez seja a razão de muitos empresários terem aplaudido toda vez que um representante do governo ou de sua base de apoio no Congresso Nacional (muitos envolvidos em denúncias de corrupção até o pescoço) defendeu a ampliação da terceirização legal em eventos corporativos. Do que adianta vociferar contra a relação incestuosa de certos sindicalistas com o poder público se é adotada a mesma ética?
Porque ”compliance” é palavra bonita em certos relatórios de responsabilidade social que, pelo visto, não valem o papel em que são impressos.
Apenas um governo que não foi eleito e que não poderá ser reeleito – e, portanto, não possui compromissos com nada além de si mesmo – pode fazer o que pareceria impossível para PSDB e PT.
”Direitos Trabalhistas” deveria ser disciplina obrigatória no currículo escolar, tanto da educação básica quanto na formação de jornalistas – para não acreditar em qualquer groselha que circula via redes sociais e para que colegas desconfiem de verdades absolutas ditas por membros do governo.
Como sempre escrevo aqui, a sociedade muda, a estrutura do mercado de trabalho muda, a expectativa de vida muda. Portanto, as regras que regem as relações trabalhistas e previdenciárias podem e devem passar por discussões de tempos em tempos. E, caso se encontrem pontos de convergência que não depreciem a vida dos trabalhadores, não mudem as regras do jogo no meio de uma partida e atendam a essas mudanças, elas podem passar também por uma modernização.
E como isso envolve direitos que garantem uma qualidade mínima de vida dos mais pobres, a discussão não pode ser conduzida de forma autoritária ou em um curto espaço de tempo.
No ritmo em que as coisas andam, não me espantaria ver anúncios estampados em páginas duplas de revistas semanais de circulação nacional (se a internet não tiver as engolido antes), dizendo: ”O Banco X pensa em seus empregados. Ele paga 13o salário a todos. Isso sim é responsabilidade social”.
Ou algum prêmio do tipo ”Melhor Lugar para se Trabalhar no Brasil” anunciar que a vencedora é uma empresa Y que garante 30 dias de férias ao ano para seus empregados, ops, quer dizer, colaboradores.
E nossos filhos olharão para aquilo e, espantados, perguntarão: ”Mãe, o que é 13o? Sua empresa não tem essa tal de férias?” Ou, no limite, ”Pai, o que é emprego?”
Uma candidatura que se venda como representante dos interesses dos trabalhadores, em 2018, seja para a Presidência da República ou para o Congresso Nacional, terá que abraçar, no mínimo, um referendo sobre essa mudança como promessa de campanha.
A classe trabalhadora segue assistindo a tudo bestializada, dada a velocidade dessas alterações, sem saber ao certo o que está acontecendo. Na hora em que cair a ficha, e se cair a ficha, vai haver muito ranger de dentes. Mas também deputado que não irá se reeleger.
*Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política pela USP
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Posted: 23 Mar 2017 10:09 AM PDT
michel temer hbo discurso dia da mulher
Março de 2017 já caminha para a sua última semana. O Mês da Mulher deste ano registrou um enorme bola-fora protagonizado pelo mandatário brasileiro, Michel Temer.
Especificamente por ocasião do Dia Internacional da Mulher (8), Temer provocou vergonha alheia em todo o Brasil após “homenagear” as mulheres de maneira rude e machista (relembre aqui).
O presidente enalteceu a capacidade que as brasileiras têm para ‘cuidar do lar, do marido, e das compras de supermercado’.
A declaração também repercutiu internacionalmente. O apresentador John Oliver, da HBO, separou alguns discursos feitos por líderes mundiais no Dia da Mulher (ver abaixo).
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que “nós faremos o máximo que pudermos para cercarmos nossas mulheres de carinho e atenção para que elas possam sorrir com mais frequência”.
Michel Temer, por sua vez, destacou a responsabilidade feminina: “Ninguém é mais capaz de indicar mudanças nos preços dos supermercados que as mulheres”.
As duas falas foram ironizadas pelo apresentador, que elegeu a de Temer como ‘imbatível’. Confira:
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Posted: 23 Mar 2017 09:03 AM PDT
nomes lista suja trabalho escravo
O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Alberto Bresciani, derrubou a liminar do presidente da corte, ministro Ives Gandra Martins Filho, aliado de Michel Temer, que possibilitava ao governo a não divulgação dos nomes das empresas e empresários que integram a lista suja do trabalho escravo no Brasil.
Por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), a ONG Repórter Brasil e o Instituto do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo obtiveram a lista com os 250 nomes flagrados por trabalho escravo nos últimos dois anos (veja a lista completa no link abaixo).
A lista foi considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no Brasil, criada em 2003, como exemplo de transparência.
No Brasil, desde 1995, mais de 52 mil pessoas foram “libertadas” após flagradas em condições análogas à escravidão em canteiros de obras, carvoarias, fazendas, oficinas têxteis e propriedades agrícolas.
Na última semana, fiscais do Ministério Público do Trabalho encontraram trabalhadores numa fazenda no Pantanal em situação de escravidão. Um idoso vivia há mais de 20 anos no local sem receber salário, sem condições de higiene. Bebia água suja, fazia as necessidades no mato.
PS.: Leitores relataram problemas para acessar o link acima. O servidor da Repórter Brasil sobrecarregou depois que divulgamos o arquivo. Há um link alternativo da lista aqui para quem não estiver conseguindo acesso no original.
com informações de DW Brasil e Repórter Brasil
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Posted: 23 Mar 2017 07:27 AM PDT
vídeo ataque terrorista londres
Um atentado terrorista deixou 5 mortos (contando com o próprio autor) e 40 feridos em Londres nesta quinta-feira (23/03) na frente do parlamento.
A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que o autor do ataque era de origem britânica e já havia sido acompanhado pelos serviços secretos do país, mas não revelou sua identidade. Ele foi morto pela polícia.
“Foi uma figura isolada. Seu caso não faz parte da atual situação de inteligência. Não havia [informação] de inteligência prévia a esta tentativa [de atentado] ou de um complô”, afirmou a primeira-ministra perante a Câmara.
De acordo com a primeira-ministra, o terrorista atuou sozinho e “não há razões para pensar” que tenham sido planejados mais atentados.
Por sua vez, o ministro da Defesa do Reino Unido, Michael Fallon, disse “presumir” que o caso esteja “relacionado ao terrorismo islâmico”.
“Isto é o que se assume neste momento, embora (a polícia) ainda não tenha uma imagem completa deste homem e seus cúmplices e quem pôde, ou não, ajudá-lo a preparar este atentado”, declarou o ministro em entrevista a uma emissora de rádio, mesmo com a afirmação da premiê May de que o autor do ataque tenha agido sozinho.
O terrorista atropelou pedestres na ponte de Westminster, ponto turístico da cidade, e esfaqueou um policial, até ser detido perto do Parlamento britânico.
Entre os feridos, há 12 britânicos, três crianças francesas, dois romenos, quatro sul-coreanos, dois gregos, um alemão, um polonês, um irlandês, um chinês, um italiano e um americano.
Um vídeo da ponte Westminster mostrou o exato momento em que um carro em alta velocidade passa pelo local, atropelando pedestres. Nas imagens é possível ver uma mulher caindo dentro do rio Tâmisa. Ela foi retirada com vida e levada para o hospital com ferimentos graves.
VÍDEO:

O QUE SE SABE ATÉ AGORA?

1. O grupo militante extremista Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque de quarta-feira no Parlamento em Londres.
2. A polícia não divulgou seu nome e pediu que sua identidade fosse preservada pela mídia para não prejudicar as investigações.
3. Segundo a primeira-ministra, Thereza May, sabe-se que ele era britânico e conhecido pela polícia e serviços de inteligência do país. Ele teria sido investigado há alguns anos por causa de extremismo violento, mas era tido como “figura periférica”. Thereza May estava dentro do parlamento na hora do ataque.
4. A polícia prendeu oito pessoas em batidas realizadas em Londres e Birmingham após o atentado.
5. Entre as vítimas está o policial esfaqueado, Keith Palmer, de 48 anos, que fazia a segurança do Parlamento. Ele chegou a receber primeiros socorros – um secretário de governo tentou ressuscitá-lo com respiração boca a boca e um médico que estava por perto aplicou técnicas de reanimação, mas o agente acabou não resistindo e morrendo no local. Ele trabalhava há 15 anos como policial, era casado e era pai. Por ora, sabe-se que a lista de mortos inclui Palmer, o autor do ataque, uma mulher – identificada como Aysha Frade, uma professora de espanhol britânica de 43 anos – e um homem de meia-idade. Esses dois últimos tinham sido atropelados.
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Posted: 23 Mar 2017 06:18 AM PDT
edson camila jiu jitsu agredir mulher
A delegada Gabriela Von Beavaius, responsável pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), afirmou que Edson Diniz, professor de Jiu-Jitsu, será indiciado por lesão corporal leve por agredir Camila Wiebusch, de 28 anos, na saída do Bar Nanam, no Rio de Janeiro.
O crime de lesão corporal leve tem pena de três meses a um ano de detenção.
O lutador já foi ouvido e a apuração do caso está quase concluída, com provas de que ele cometeu o crime contra Camila.
“Reunimos farto material mostrando que Camila sofreu ferimentos graves na perna e próximo ao globo ocular. Temos fotografias e muitas testemunhas”, afirmou a delegada.
Antes do colhimento das provas, Edson havia postado a sua versão nas redes sociais, mas a investigação concluiu que ele mentiu.
Várias testemunhas afirmam que a pedagoga foi agredida com um soco na cabeça e uma rasteira violenta. Ela caiu no chão desacordada.
Camila ficou com hematomas no rosto e no joelho. Fotos publicadas no Facebook mostram as marcas da agressão sofrida pela jovem.

Entenda o caso

Tudo aconteceu na madrugada da última quarta-feira, na saída do Bar Nanam, no Rio de Janeiro.
A confusão teve início quando o bar estava fechando. Edson abordou Camila quando ela e alguns amigos jogavam sinuca no Bar do Nanam. “Vou te ensinar a pegar no taco”, disse o homem, segundo contou Camila e seu amigo.
“Ele ficou me assediando e falando grosseiramente, de forma machista. Pedi para parar, cheguei a falar com os funcionários do bar, mas o homem continuou. Meus amigos tentaram afastá-lo, mas ele não parou. De longe ficava jogando beijinhos e dizendo que não era hora de mulher estar na rua”, afirmou Camila.
O assédio prosseguiu até Camila e os amigos deixaram o bar. “Fomos para o bar ao lado e ficamos tranquilos. Até que o sujeito voltou e ficou falando gracinhas. Aí eu não aguentei e pedi para ele sair. Foi quando ele passou a desferir os golpes”, contou Camila.
“Levei primeiro um soco violento na cabeça, próximo ao olho direito. Depois, não me lembro mais o que aconteceu. Meus amigos disseram que ele me atingiu ainda com uma espécie de rasteira e cai desacordada, batendo com a cabeça no chão”, disse a jovem.
Daniel Bouzas, de 33 anos, testemunhou a covardia. Ele disse que a agressão foi tão violenta que Camila poderia ter morrido. Ele assistiu e chegou a enfrentar o agressor.
“Ele chegou sozinho e deliberadamente queria arranjar confusão, agredir alguém. Não foi rasteira, foi um golpe de muay thai. Camila podia ter morrido”, disse.
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