domingo, 26 de março de 2017

26/3 - Mensagens de blog - Portal Luis Nassif DE HOJE

Mensagens de blog - Portal Luis Nassif


Posted: 26 Mar 2017 06:19 AM PDT

Cartaz do PT em 1980. Onde foi parar esta ousadia? 
Eis o que dizia o Partido dos Trabalhadores no seu manifesto de fundação, datado de 10 de fevereiro de 1980:
"Os trabalhadores querem a independência nacional. Entendem que a Nação é o povo e, por isso, sabem que o país só será efetivamente independente quando o Estado for dirigido pelas massas trabalhadoras. É preciso que o Estado se torne a expressão da sociedade, o que só será possível quando se criarem condições de livre intervenção dos trabalhadores nas decisões dos seus rumos. Por isso, o PT pretende chegar ao governo e à direção do Estado para realizar uma política democrática, do ponto de vista dos trabalhadores, tanto no plano econômico quanto no plano social. O PT buscará conquistar a liberdade para que o povo possa construir uma sociedade igualitária, onde não haja explorados nem exploradores. O PT manifesta sua solidariedade à luta de todas as massas oprimidas do mundo"

O texto atual é bem mais cauteloso
Eis o 13º e último dos pontos para mudar o PT alinhavados pelo vice-presidente do partido, deputado estadual Paulo Teixeira (SP), como propostas para serem discutidas no próximo congresso nacional petista, marcado para o início de junho:
"Retomar o caminho republicano inspirado nos valores do socialismo democrático, fundados na igualdade, no controle público democrático do Estado e no pluralismo! A renovação programática do PT não pode temer a palavra socialismo, que deve andar junto com a palavra democracia. A atualização do programa do PT que ocorrerá no 6º Congresso precisa compreender que é tempo de enfrentar o fascismo com força, mas sem repetir os erros de conciliação que nos trouxeram até aqui. (...) O capitalismo deu errado: oito homens possuem a mesma riqueza que a metade mais pobre da população. Os índices de desigualdade social no mundo são parecidos com os do início do século XX, que gerou duas Guerras Mundiais e milhões de mortos. O PT precisa combater esse sistema desigual e através do socialismo e da democracia encontrar novos marcos programáticos para o futuro do país e do mundo".
Resumo da opereta:
  • o PT praticou vergonhosamente a política de conciliação de classes durante os 13 anos e 4 meses durante os quais a burguesia lhe concedeu permissão para gerenciar o capitalismo brasileiro; 
  • agora que os poderosos dispensaram sua colaboração com um pontapé nos fundilhos, deverá discutir uma retomada das bandeiras anticapitalistas, o que seria seu primeiro passo na direção certa em muitos e muitos anos.

Alguém ainda ousa dizê-lo em reunião do PT?
Espero, contudo, que o faça com verdadeira disposição de luta, expressa num discurso muito mais afirmativo do que esse que vocês leem acima. 

O redator estava visivelmente pisando em ovos, como que pedindo desculpas pela mudança de rumo proposta e fazendo questão de escrever democracia cada vez que escrevia socialismo, qual uma atenuante obrigatória. [Antigamente tínhamos total clareza quanto ao fato de que a democracia de uma sociedade de classes jamais será uma verdadeira democracia e não hesitávamos em proclamar esta verdade em alto e bom som, utilizando sempre a expressão democracia burguesa...]


Isto para não falar na patética menção ao caminho republicano, que faria o PT continuar patinando sem sair do lugar até o final dos tempos. Salta aos olhos e clama aos céus que o caminho a ser retomado é o revolucionário

Ou seja, o parágrafo de 2017 é muito pior que o de 37 anos atrás, embora melhor do que a prática recente do PT. Mas, se quiser recuperar a credibilidade, o partido terá de curar-se dessa paúra crônica de dizer algo que possa assustar os pequenos e grandes burgueses.


Ficou meio hilária, p. ex., a recomendação aos companheiros, de que deixem de temer a palavra socialismo, como se fosse a única palavra deletada do dicionário petista. E revolução? E marxismo? E anarquismo? E comunismo? E a expressão marxista exploração do homem pelo homem? E a frase lapidar de Prodhon, a propriedade é o roubo?

Torço para que os companheiros petistas  se deem conta de que o tempo das tergiversações, das papas na língua e dos panos quentes acabou. Ou reencontram a ousadia perdida ou serão varridos do mapa pelos novos ousados. É simples assim.
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Posted: 26 Mar 2017 06:00 AM PDT
por Laura Macedo e Gilberto Inácio Gonçalves
O objetivo deste post é destacar algumas das fecundas parcerias entre Pixinguinha e Benedito Lacerda




Alfredo da Rocha Viana Filho (1897-1973), o Pixinguinha é o maior chorão de todos os tempos. Compositor de música popular brasileira era também tenor, pianista, saxofonista, além de arranjador, e contribuiu diretamente para edificar o Choro como um gênero musical. Com ele o Choro adquiriu mais leveza, ritmo, graça e também a hábito do improviso.

Pesquisar a história do artista Pixinguinha equivale a um mergulho profundo nas raízes da Música Popular Brasileira e, ao emergir, constatar que a tradição do Choro só pode ser verdadeiramente estudada e compreendida se considerada em pelo menos duas grandes fases, ou seja, antes e depois do genial Pixinguinha.




Benedito Lacerda (1903-1958) ainda criança aprendeu a tocar flauta de ouvido. Já aos 17 anos, morando no Rio de Janeiro, estudou flauta sob a orientação de Belarmino de Souza, pai do compositor Ciro de Souza. Mas foi no Instituto Nacional de Música que se diplomou em “flauta e composição”. Em 1922 a 1925 integrou a Polícia Militar na Banda do Batalhão. A música falou mais alto em sua vida, em 1927, pediu baixa da corporação e passou a sobreviver da sua arte como instrumentista/compositor atuando em gravadoras, orquestras, cinemas e teatros.

Ambos os amigos, Pixinguinha e Benedito Lacerda, saíram de cena em pleno carnaval, deixando uma grande obra, até hoje, cultuada pelos amantes do “Choro” e da Música Popular Brasileira.


A viabilidade deste Post só foi possível com a participação do amigo pesquisador/colecionador de discos - Gilberto Inácio Gonçalves -, na edição dos vídeos. Canal no YouTube: Gilberto Inácio Gonçalves (AQUI).

Separamos doze parcerias da dupla: Pixinguinha X Benedito Lacerda. Uma Delícia!



1 X 0” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0442-A) / Matriz (S-078543). Gravação (12/06/1946) / Lançamento (setembro/1946).
Segura ele” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0447-B) / Matriz (S-078520). Gravação (20/05/1946) / Lançamento (outubro/1946).
Naquele tempo” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0447-A) / Matriz (S-078519). Gravação (20/05/1946) / Lançamento (outubro/1946).
Vou vivendo” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.458-A) / Matriz (S-078521). Gravação (20/05/1946) / Lançamento (novembro/1946).
Urubatan” [choro estilizado] (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0534-A) / Matriz (S-078535). Gravação (04/06/1946) / Lançamento (agosto/1947).
Proezas de Sólon” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0534-B) / Matriz (S-078536). Gravação (04/06/1946) / Lançamento (agosto/1947).
Ingênuo” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0538-B) / Matriz (S-078538). Gravação (04/06/1946) / Lançamento (novembro/1947).
Os oito batutas” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0584-B) / Matriz (S-078735). Gravação (28/03/1947) / Lançamento (1948).
Sedutor” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0601-A) / Matriz (S-078861). Gravação (04/04/1949) / Lançamento (julho/1949).
Soluços” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0654-A) / Matriz (S-078857). Gravação (04/04/1949) / Lançamento (junho/1950).
Marilene” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0669-B) / Matriz (S-078864). Gravação (05/05/1949) / Lançamento (julho/1950).
Vagando” (Pixinguinha/Benedito Lacerda) # Pixinguinha (saxofone) / Benedito Lacerda (flauta) e Regional. Disco RCA Victor (80.0746-B) / Matriz (S-092817). Gravação (26/12/1950) / Lançamento (março/1951).



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Agradecimentos especiais ao pesquisador/colecionador de discos/amigo - Gilberto Inácio Gonçalves - pela parceria. Valeu!
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Fontes:
- Acervo Nirez: Foto inicial do post.
- Dicionário Cravo Albin da MPB/Verbetes: Pixinguinha (AQUI) / Benedito Lacerda (AQUI).
- Outras fotos: Acervo pessoal/Internet.
- Site YouTube / Canal: “Gilberto Inácio Gonçalves” (AQUI).
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Posted: 25 Mar 2017 02:30 PM PDT
Prezados,
Apresento o documento gilmar mendes, CONCRETO, “disenteria verbal” e “decrepitude moral”, https://pt.scribd.com/document/343028335/gilmar-mendes-CONCRETO-Disenteria-Verbal-e-Decrepitude-Moral , onde estamos, empiricamente, tentando efetuar avaliações, sobre as “ACUSAÇÕES LEVIANAS” proferidas por gilmar mendes, na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, que imediatamente, de forma, concreta, objetiva, e contundente, foram “RESPONDIDAS”, pelo Procurador-Geral da República, Sr. Rodrigo Janot, uma vez que, REFLETE a concreta, AMORALIDADE, consistente, e persistente, nos quatros Poderes Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um “Golpista Zé NINGUÉM”, alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”, abençoada por um “Judiciário que Persegue, e Protege, Politicamente”, fiscalizada por um “Ministério Público Cego de um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em uma única direção), razão pela qual, o Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em um, “NADA”, que aí esta, o que explica que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e ENVERGONHADA, diariamente, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.
Tendo em vista o colocado acima, chamo a atenção para o fato, também concreto, de que as expressões utilizadas pelo Procurador-Geral da República, em relação ao pronunciamento de gilmar mendes, como por exemplo: “Decreptude Moral”, “Desinteria Verbal”, “Mentes Ociosas”, “Mentes dadas a Devaneios”, “Mentira que beira a IRRESPONSABILIDADE”, me permite afirmar, sem medo de errar, que tais “ELOGIOS”, não só VÃO AO ENCONTRO, mas principalmente, ENRIQUECEM, o documento gilmar mendes tem “Latrina” ao Invés de “Boca”, https://pt.scribd.com/document/341978931/gilmar-mendes-tem-Latrina-ao-Inves-de-Boca ,onde estamos empiricamente, tentando efetuar avaliações, sobre as “Verborréias” proferidas em entrevista do “esseLeníssimoMinistro do Supremo Tribunal Federal, atual Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o bom advogado geral da união, o outro menino que brinca num tribunal nazista, gilmar mendes.
Sem, no entanto, deixar de externar, meu desgosto, de que, em função da casualística PEC da Bengala”, seremos OBRIGADOS, a ter que ENGULIR, por mais 14 (quatorze) anos, alguém, como gilmar mendes, que, enxovalha, emporcalha, envergonha, nacionalmente, e internacionalmente, o Poder Judiciário Brasileiro, e consequentemente, a República Federativa do Brasil, conforme o documento Quando as PECs são CASUÍSTICAS”, http://pt.scribd.com/doc/269090143/Quando-as-Pecs-sao-Casuisticas, onde estamos propondo uma reflexão sobre a utilização, pelo Congresso Nacional, composto por Legisladores Ordinários, diferentemente dos Legisladores Constitucionais, que desenvolveram, legitimamente, a Constituição da República Federativa do Brasil, do Instrumento Jurídico Projeto de Emenda Constitucional, quando então, chamamos a atenção para o “PURO CASUISMO” de algumas PECs homologadas, ou em discussão, ou mesmo em início apressado de discussão.
Abraços,
Plinio Marcos

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