quarta-feira, 29 de março de 2017

29/3 - "REPASSANDO NÃO APENAS A QUEM TEM PAI......"

FONTE:Castor Filho <castorphoto@gmail.com>


"Em memória de uma vítima esquecida do mundo que a Globo ajudou a criar em 1964", por Paulo Nogueira

De: César Cantu 
De: Boanerges
Enviada em: terça-feira, 28 de março de 2017 19:16
Para:
Assunto: Fw: "Em memória de uma vítima esquecida do mundo que a Globo ajudou a criar em 1964", por Paulo Nogueira

REPASSANDO NÃO APENAS A QUEM TEM PAI, MÃE, FILHOS, NETOS. 

Dos textos, extraí os seguintes destaques para que reflitam bem.

De Paulo Nogueira (nenhum parentesco ou afinidade com o senador Ciro Nogeira, presidente do PP ou PR - farinha do mesmo saco - que jurou fidelidade a Dilma Rousseff até o dia da votação infame na Câmara dos Deputados presidida por um certo Eduardo Cunha, do PMDB igualmente traidor, a mando de Mixel Fora Temer): 

Maria Auxiliadora Lara Barcelos, este o nome daquela guerreira que comoveu aos cineastas e a mim. Dora ou Dodora, como a chamavam.
Ela não viveu para ver o fim do horror militar.
Pouco tempo depois, como Ana Karenina, se jogou sob as rodas de um trem. Ela estava com problemas psiquiátricos derivados da selvageria a que foi submetida, e tinha acabado de se consultar com seu médico.

De Osvaldino Delane Prates

1. Sobre o GOLPE MILITAR DE 1964 E OS ANOS DE CHUMBO:

  Com as revelações dos crimes hediondos cometidos durante a ditadura militar entre 1964 e 1985, confessados por torturadores em sessões na "Comissão da Verdade" atrocidades entre dezenas de milhares como a do estudante Stuart Angel, filho da estilista carioca Zuzu Angel, tendo a boca amarrada a um cano de descarga de um jeep do Exército e puxado no pátio do porão do DOI CODI, no Rio até a morte, por sufocamento de gás tóxico e depois jogado no mar, como ficam as consciências daqueles, já que foram às ruas em nome da liberdade, religião, democracia contra as "reformas de base", de João Goulart tão somente, um esforço gigantesco para tornar o Brasil um País mais equânime, justo com os seus cidadãos.
   Qualquer semelhança com o impeachment imoral da presidente Dilma Rousseff, é mera coincidência.
   Para os que resistiram heroicamente aos anos de trevas, de chumbo da ditadura militar, um poema e canto lindo, melancólico de Chico Buarque de Holanda a Zuzu Angel e Stuart Jones.

​2.
Sobre o GOLPE PARLAMENTAR DE 2016 E A TOTAL DESMORALIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS NO PAÍS E NO EXTERIOR:

Para relembrar e desmascarar, desmoralizar definitivamente as vozes que, ontem, advogaram que caixa 2 era crime no julgamento da ação penal 470 do STF, o mensalão do PT, e o consórcio policial jurídico midiático fez a festa, e condenaram os seus próceres (José Dirceu preso até hoje; José Genoíno; Delúbio Soares e outros do PT) com direito a exibição de avião os recolhendo Brasil afora no dia 15 de novembro (Proclamação da República).
E o relator do processo no STF era o insuspeito
​ (?)​
ministro Joaquim Barbosa.

   Hoje, mudam de posição descarada e cinicamente para sacramentar o golpe parlamentar dos corruptos.
   O condutor do processo, hoje, é o implacáve
​l​
​ ​(
e CANALHA
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juiz de primeira Instância de Curitiba, Sérgio Moro.



Em 28 de março de 2017 16:23, Lucio Lima escreveu:
Parabéns pelo conjunto da obra. Lúcio

From: Osvaldino Delane Prates
Subject: "Em memória de uma vítima esquecida do mundo que a Globo ajudou a criar em 1964", por Paulo Nogueira

Em memória de uma vítima esquecida do mundo que a Globo ajudou a criar em 1964

 

Por Paulo Nogueira


Dodora e seu sorriso invencível

Uma figura feminina aparece na minha mente sempre que leio a respeito do papel da Globo no golpe de 1964.
Não a conhecia até recentemente, mas me apaixonei assim que a vi.
Ela estava num documentário sobre o golpe a que assisti no ano passado.
É um trabalho rústico, uma câmara e depoimentos. E é sublime como retrato de uma época sinistra.
O documentário foi gravado em 1971, no Chile. Os autores foram dois cineastas americanos – Haskell Wexler e Saul Landau — que estavam no Chile para entrevistar Allende.
Eles souberam que havia um grupo de exilados brasileiros com histórias de tortura e decidiram registrá-las com sua câmara. O grupo tinha sido trocado pelo embaixador da Suíça no Brasil.
Surgiria, como que por acaso, “Brasil, um relato da tortura”, um pequeno épico do cinema que não se curva aos poderosos. Eram talentosos os americanos. Haskell posteriormente receberia dois Oscars por trabalhos na área de fotografia de grandes produções de Hollywood.
É uma mulher que me fisga no filme, uma jovem médica que narra as barbaridades que ela e os companheiros sofreram nas mãos dos agentes da ditadura.
Ela é bonita, articulada, e pesquisando vejo que fascinou também os documentaristas americanos.
Ela tinha 25 anos na ocasião, e riu ao lembrar as torturas, que narrou meticulosamente. Parecia invencível diante das violências.
“Fui colocada nua numa sala com cerca de 15 homens”, disse ela. “Fui espancada e esbofeteada.”
Seu rosto bonito ficou, contou ela, completamente deformado, conforme queriam os algozes.
Durante a sessão puseram num volume ensurdecedor “música de macumba”, e ela lembrou que os torturadores pareciam “excitados, felizes” como se estivessem numa festa.
A certa altura, a agarraram pelos seios e puseram uma tesoura em seu mamilo. Pressionavam e soltavam, e ameaçavam extirpá-lo. Também diziam que iriam matá-la.
Uma das forças do vídeo é que os entrevistados mostram como eram as torturas, como o pau de arara. São reproduções realistas e assustadoras.
Comecei a ver, por sugestão de minha filha Camila, e não consegui parar em quase 1 hora de conteúdo extraordinário. Fiquei perturbado como há muito tempo não ficava.
E depois quis saber mais das pessoas. Particularmente dela: passados mais de quarenta anos, que estaria fazendo?
E então vem a parte triste. Como escreveu Machado de Assis em Dom Casmurro quando as coisas degringolam, pare aqui quem não quer ver história triste.
Maria Auxiliadora Lara Barcelos, este o nome daquela guerreira que comoveu aos cineastas e a mim. Dora ou Dodora, como a chamavam.
Ela não viveu para ver o fim do horror militar.
Pouco tempo depois, como Ana Karenina, se jogou sob as rodas de um trem. Ela estava com problemas psiquiátricos derivados da selvageria a que foi submetida, e tinha acabado de se consultar com seu médico.
Morava, então, em Berlim.
Dois anos depois de feito o documentário, Pinochet tomou o poder no Chile, e Dora teve que partir de novo.
Primeiro foi para a Bélgica, e depois para a Alemanha Ocidental. Era brilhante: passou em primeiro lugar entre 600 estrangeiros e conseguiu aprovação para complementar seus estudos de medicina na Universidade de Berlim.
Fiquei triste, quase enlutado, ao saber do que ocorreu com ela. Já imaginava entrevistá-la, e especulava sobre como ela estaria hoje. Conservaria vestígios da beleza sobranceira e altiva do passado?
Num voo mental, penso que se ela tivesse nascido na Escandinávia, hoje seria uma avó, cheia de histórias para contar aos netinhos. Fantasio-a de bicicleta em Copenhague, feliz entre pessoas que são felizes porque aquela é uma sociedade como prescreveu Rousseau: sem extremos de opulência e de miséria.
Mas ela nasceu e cresceu na terra da iniquidade, que combateu com coragem assombrosa e idealismo inexpugnável. Não há em sua fala vestígio de remorso por ter caminhado o caminho que escolheu.
Em Laura, o filme clássico de Preminger, o detetive se apaixona pela foto de uma mulher assassinada. Como que me apaixonei por Dora ao vê-la no documentário.
Fico tolamente satisfeito quando minha filha Camila me conta que, pesquisando, descobriu que Dilma prestara tributo àquela brasileira indomável.
Em fevereiro de 2010, quando o PT confirmou a candidatura de Dilma para a presidência da república, Dilma disse em seu discurso: “Não posso deixar de ter uma lembrança especial para aqueles que não mais estão conosco. Para aqueles que caíram pelos nossos ideais. Eles fazem parte de minha história. Mais que isso, eles fazem parte da história do Brasil.”
Dilma citou três pessoas. Uma delas era Dodora. “Dodora, você está aqui no meu coração.”
E no meu também.
E é nela que penso quando reflito sobre o papel da Globo no golpe.
E nela projeto todos os outros tombados.
A Globo ficará eternamente impune – rica e impune — pelos assassinatos que indiretamente promoveu ao abrir as portas para a ditadura?
Nem um miserável pedido de desculpas será endereçado à memória de Dodora?
Ninguém a protegeu em vida, que ela ceifou ao se atirar sob as rodas de um trem nas remotas terras germânicas.
E a opulência impeninente da Globo em seu cinquentenário mostra que também na morte Dodora continua desprotegida.
Roberto Marinho virou bilionário com o mundo que ele se empenhou tanto por moldar, o das botas e das metralhadoras assassinas, e Dodora só conseguiu escapar de tudo sob as rodas de um trem.
Tinha 31 anos.

                          AÇÕES PENAIS LEVIANAS

                    Delane Prates

   No rastro da reflexão sobre a atuação dos grandes meios de comunicação do País sobretudo, as organizações Globo e o seu carro chefe, o jornal nacional da rede de televisão, se pode concluir.

1) Com 2/3 das cidades cercadas de miséria (do Amazonas ao Rio Grande do Sul) enquanto conivente com os horrores (paus de arara; espancamentos; choques elétricos; afogamentos; solitárias; pressões psicológicas; desaparecimentos; estupros, etc.) praticados durante os anos de chumbo entre outros, os três herdeiros das organizações Globo acumulam um patrimônio, hoje, de estratosféricos, indecentes R$51,8 bilhões de reais, de acordo com a revista Forbes.

2) Com as revelações dos crimes hediondos cometidos durante a ditadura militar entre 1964 e 1985, confessados por torturadores em sessões na "Comissão da Verdade" atrocidades entre dezenas de milhares como a do estudante Stuart Angel, filho da estilista carioca Zuzu Angel, tendo a boca amarrada a um cano de descarga de um jeep do Exército e puxado no pátio do porão do DOI CODI, no Rio até a morte, por sufocamento de gás tóxico e depois jogado no mar, como ficam as consciências daqueles, já que foram às ruas em nome da liberdade, religião, democracia contra as "reformas de base", de João Goulart tão somente, um esforço gigantesco para tornar o Brasil um País mais equânime, justo com os seus cidadãos.
   Qualquer semelhança com o impeachment imoral da presidente Dilma Rousseff, é mera coincidência.
   Para os que resistiram heroicamente aos anos de trevas, de chumbo da ditadura militar, um poema e canto lindo, melancólico de Chico Buarque de Holanda a Zuzu Angel e Stuart Jones.

                   ANGÉLICA


 Quem é essa mulher

Que canta sempre esse estribilho?

Só queria embalar meu filho
Que mora na escuridão do mar
Quem é essa mulher
Que canta sempre esse lamento?
Só queria lembrar o tormento
Que fez o meu filho suspirar
Quem é essa mulher
Que canta sempre o mesmo arranjo?
Só queria agasalhar meu anjo
E deixar seu corpo descansar
Quem é essa mulher
Que canta como dobra um sino?
Queria cantar por meu menino
Que ele já não pode mais cantar
Quem é essa mulher
Que canta sempre esse estribilho?
Só queria embalar meu filho
Que mora na escuridão do mar

   Nesse sentido, alguns versos imortais de Antônio de Castro Alves e soam como melodias de beleza inexcedível em nossas almas, no poema Navio Negreiro
  ... "Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!

Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são?   Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!...

São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão" ...

   São os brados comoventes do bardo condoreiro, do inconformismo e da nódoa da escravidão.

E ainda, Darcy Ribeiro no livro O Povo Brasileiro

"[...] Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Como descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da maldade destilada e instilada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria."
"A mais terrível de nossas heranças é esta de levar sempre conosco a cicatriz de torturador impressa na alma e pronta a explodir na brutalidade racista e classista."
Os brasileiros se sabem, se sentem e se comportam como uma só gente, pertencente a uma mesma etnia. Essa unidade não significa porém nenhuma uniformidade. O homem se adaptou ao meio ambiente e criou modos de vida diferentes. A urbanização contribuiu para uniformizar os brasileiros, sem eliminar suas diferenças. Fala-se em todo o país uma mesma língua, só diferenciada por sotaques regionais. Mais do que uma simples etnia, o Brasil é um povo nação, assentado num território próprio para nele viver seu destino".


    E preciso prestar minha homenagem a José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares entre outros, vítimas sobretudo do julgamento da ação penal 470 do STF, o mensalão do PT; a João Vaccari Neto e Antônio Palocci vítimas da ação penal Lava Jato, o petrolão da justiça, Ministério Público Federal e Polícia Federal do Paraná assumidamente, tucana.
   Para relembrar e desmascarar, desmoralizar definitivamente as vozes que, ontem, advogaram que caixa 2 era crime no julgamento da ação penal 470 do STF, o mensalão do PT, e o consórcio policial jurídico midiático fez a festa, e condenaram os seus próceres (José Dirceu preso até hoje; José Genoíno; Delúbio Soares e outros do PT) com direito a exibição de avião os recolhendo Brasil afora no dia 15 de novembro (Proclamação da República).
E o relator do processo no STF era o insuspeito ministro Joaquim Barbosa.
   Hoje, mudam de posição descarada e cinicamente para sacramentar o golpe parlamentar dos corruptos.
   O condutor do processo, hoje, é o implacável juiz de primeira Instância de Curitiba, Sérgio Moro.
   Somente, com o acidente de percurso das delações premiadas da Odebrecht foi possível desmontar o circo da concepção malandra.
  A metamorfose só fez mudar de palco e atores com os processos criminais de construção clara e nitidamente política na condenação de um único partido político, o Partido dos Trabalhadores mesmo admitindo possíveis falhas de condução política e de erros pessoais imperdoáveis inclusive, e o faço literalmente, com as palavras dirigidas à Presidente Dilma Rousseff na oportunidade de criação da "Comissão da Verdade" por seu governo, porque simbolizam a luta dos bravos, dos que não se renderam, acovardaram-se diante das intempéries daqueles anos sombrios, de chumbo, de trevas da ditadura militar entre 1964 e 1985, atitudes, comportamentos diametralmente, opostos aos falsos moralistas, democratas seus algozes, verdugos, de hoje.
                                                  16 de maio de 2012
   Que dia bonito!

 “Senhoras e senhores,
   Encerro com um convite a todos os brasileiros, independentemente do papel que tiveram e das opiniões que defenderam durante o regime autoritário. Acreditemos que o Brasil não pode se furtar a conhecer a totalidade de sua história. Trabalhemos juntos para que o Brasil conheça e se aproprie dessa totalidade, da totalidade da sua história.
A ignorância sobre a história não pacifica, pelo contrário, mantêm latentes mágoas e rancores. A desinformação não ajuda apaziguar, apenas facilita o trânsito da intolerância. A sombra e a mentira não são capazes de promover a concórdia. O Brasil merece a verdade. As novas gerações merecem a verdade, e, sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia.
É como se disséssemos que, se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulo, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca mesmo, pode existir uma história sem voz. E quem dá voz à história são os homens e as mulheres livres que não têm medo de escrevê-la. Atribui-se a Galileu Galilei uma frase que diz respeito a este momento que vivemos: “a verdade é filha do tempo, não da autoridade.”
Eu acrescentaria que a força pode esconder a verdade, a tirania pode impedi-la de circular livremente, o medo pode adiá-la, mas o tempo acaba por trazer a luz.
Hoje, esse tempo chegou”.
 1.       
§  Parabéns, Presidente Dilma Rousseff porque ao emocionar-se, no seu inconsciente, acontece o resgate do seu passado de luta revolucionária e presta sua homenagem, seu tributo, também, àqueles que imaginaram, em seus sonhos adolescentes, uma utopia; um mundo em que homens e mulheres pudessem confraternizar-se de verdade sem distinção de classe, raça, credo, cor; sem falsidade, hipocrisia.

§  Um mundo somente possível, quando o homem despir-se do sentimento da posse, então, triunfará, um dia, uma sociedade humana mais igualitária, respeitando-se fundamentalmente, o primeiro dos direitos: o direito à vida.
§   
 E afirmei na época, que o tempo encarregar-se-ia de desmascarar a montagem da farsa simplesmente porque, a mentira imposta pelos meios de comunicação, não pode prevalecer sobre a verdade. 


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