quinta-feira, 30 de março de 2017

30/3 - BULA Revista


Há infinitas versões dentro de nós. É muito chato ser sempre igual


Eu repudio a intolerância exacerbada. Não tolero qualquer tipo de cinismo. Sou cínica quando acho apropriado. Me perco diante de um jogo de conflitos. Eu gosto de pensar em coisas impossíveis. Mas não suporto o desejo que não pode se realizar. Adoro quando é inverno, quando sinto frio. Passo o ano todo esperando o verão chegar.

Por Larissa Bittar | Ler no navegador »



O melhor filme da história recente do cinema


O roteiro complexo, com permanentes digressões entre passado e presente, a excelente interpretação dos atores, a bela fotografia, a trilha sonora comovente assinada pelos compositores Federico Jusid e Emilio Kauderer, o antológico plano-sequência no estádio de futebol. São aspectos técnicos, já amplamente incensados pela crítica, que colocam essa película, com todo o mérito, não só entre as mais sofisticadas produções do cinema latino-americano como entre o que de melhor já se fez na história da cinematografia recente em nível mundial.

Por Rafael Theodor Teodoro | Ler no navegador »



Tanto faz


Quase na entrada da estação do metrô ouço a voz rouca e empostada que desafia a mesmice do início da noite: “A tristeza é a morte do assalto celestial”. No vão central da praça o dono da voz, um mendigo de meia-idade, age como se fosse um imperador romano que enlouqueceu no último ato. Dramático, o soberano dá passos lentos, faz paradas repentinas e, sem ninguém esperar, estufa o peito, ergue o queixo e repete, imponente: “É a morte do assalto celestial!”

Por Fred Navarro | Ler no navegador »



A verdadeira melhor Seleção Brasileira de futebol de todos os tempos


Nelson Rodrigues, o reacionário preferido dos diretores de teatro moderninhos, escreveu que “qualquer assunto, fora o futebol, já nasce morto”. Essa é a melhor resposta para a platitude “política, religião e futebol não se discute”. Afinal, futebol é política, futebol é religião, mas também é sociologia, antropologia, economia, história, geografia, física e estatística. A seleção de um país é o espelho desse país, em seus acertos e desacertos. Isso merece, pode e deve ser discutido.

Por Ademir Luiz | Ler no navegador »


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