sexta-feira, 14 de abril de 2017

14/4 - Os Amigos do Presidente Lula

Os Amigos do Presidente Lula


 Os Amigos do Presidente Lula

    Executivo da Odebrecht aponta R$ 4,67 milhões a José Serra
    Roberto Freire na lista de propina da Odebrecht
    Paulinho da Força recebeu R$ 1 milhão de propina, dizem delatores
    Aécio é alvo de cinco inquéritos por corrupção e caixa dois
    Paulo Preto, o homem bomba do PSDB, está de volta
    Ex-senador e prefeito de Manaus, Artur Virgílio, teria recebido ao menos R$ 300 mil
    Governador tucano Geraldo Alckmin recebeu R$ 10,3 milhões em propinas
    Jucá e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) são os mais citados, com cinco inquéritos.
    O presente do algoz
    Doria fala em chamar o Bom Retiro de 'Little Seul'
    Odebrecht acusa Aécio como ‘organizador’ de fraudes e propinas na Cidade Administrativa
    Depois da propina da merenda, Capez (PSDB) é pego na propina da Odebrecht

Executivo da Odebrecht aponta R$ 4,67 milhões a José Serra

Posted: 13 Apr 2017 02:55 PM PDT


O executivo Fabio Gandolfo, um dos delatores da Odebrecht na Operação Lava Jato, afirmou que o senador José Serra (PSDB-SP) recebeu R$ 4,67 milhões em 2004 sobre obras da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo. O valor, repassado sob os codinomes "vizinho" e "careca", era parte de um "compromisso" de 3% do contrato do transporte paulista. "O vizinho eu consegui detectar só R$ 4,67 milhões", afirmou o delator. "Esse codinome vizinho, estou falando de 2004, 2006, ele ficou meio conhecido dentro da empresa nas pessoas que tinham atividade complementar, de fazer programação. O vizinho ficou meio conhecido como Serra. A gente sabia."

A Procuradoria questionou Fabio Gandolfo se "compromisso" era sinônimo de propina.
"Propina, propina", disse o executivo.

Segundo Gandolfo, o "compromisso" havia sido assumido pelo executivo Romildo José dos Santos, então assessor de Benedicto Júnior em São Paulo. Benedicto Júnior, o BJ, foi diretor da Odebrecht Infraestrutura e também é delator do grupo.

Fabio Gandolfo prestou depoimento em 15 de dezembro do ano passado na sede da Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul.

"Logo do início do contrato da Linha 2, ele (Romildo) me veio dizendo que tinha um compromisso da empresa com uma determinada pessoa. E que a gente deveria pagar 3%. Não seriam pagamentos regulares, mensais. Seriam pedidos a medida que fosse necessário Foi dado o codinome para essa pessoa de careca. No começo não teve nenhum pagamento. Em 2004, teve algum pagamento", declarou Gandolfo. "Eu vim a descobrir que esse codinome não era o usual que se usava dentro da empresa. 

O codinome que se usava era vizinho. Por quê? Porque ele morava perto do diretor na época-presidente da Odebrecht, Pedro Novis. Era vizinho do Pedro Novis, por isso vizinho. Eu imaginava que era careca, porque ele era careca. É o José Serra. Foi me dito depois que era o José Serra. Nunca me disseram que era o José Serra na pessoa física. Disseram que era o José Serra que coordenava a parte de arrecadação ou tinha relação. Esse é diferente. Esse eu programava, eu nunca pagava."

O delator afirmou que saiu do contrato da Linha 2 do Metrô em 2006. "O contrato do lote 2 terminou quando eu estava lá. O do lote 3 se estendeu. Eu não sei se foi pago (a José Serra) depois mais coisa."
Gandolfo declarou que o contrato do metrô de São Paulo, linha 2 - verde, foi assinado na década de 90, mas "nunca teve eficácia" O executivo afirmou que foi transferido para São Paulo em 2001 para "tentar viabilizar que esse contrato se tornasse realidade"

De acordo com o delator, em cima do contrato havia diferentes porcentuais a serem pagos.
"Era como se fosse assim, você fechava: eu tenho direito a um limite de 4%. É o que eu posso gastar. No caso dos 3% (a José Serra), como não era eu que determinava quanto, eles me pediam. Eu só programava. Agora esse ano precisa de cinco parcelas de R$ 500 mil. Eu programava e esse dinheiro era entregue não sei a quem", afirmou.
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Roberto Freire na lista de propina da Odebrecht

Posted: 13 Apr 2017 12:29 PM PDT


 O ministro da Cultura, Roberto Freire, teve pedido de inquérito feito pelo Ministério Público Federal aceito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Segundo a acusação, ele teria sido beneficiado por pagamentos de R$ 200 mil em propina na campanha eleitoral de 2010.

Segundo o Ministério Público, os ex-executivos da Odebrecht Carlos Armando Paschoal e Benedicto Júnior relataram que teriam sido repassados R$ 200 mil, por meio do Setor de Operações Estruturadas do Grupo, mais conhecido como setor de propinas. Roberto Freire estaria identificado na contabilidade do sistema com o apelido de “Curitiba”.Freire é um dos nove ministros do presidente Michel Temer que responderão a inquéritos no âmbito da Lava-Jato após as delações dos executivos da Odebrecht.

Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Paulinho da Força recebeu R$ 1 milhão de propina, dizem delatores

Posted: 13 Apr 2017 12:26 PM PDT

O ministro Edson Fachin autorizou a abertura de duas investigações sobre o deputado Paulinho da Força (SD-SP), com base nas delações de ex-executivos da Odebrecht – uma sobre a campanha de 2014 e outra sobre a disputa de 2010.

Segundo o despacho do relator da Lava Jato, os colaboradores da empreiteira afirmaram que a campanha de 2014 do candidato recebeu R$ 1 milhão, em duas parcelas, em pagamentos não contabilizados, em troca de vantagens indevidas.

Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), há indícios de que os recursos foram fruto de propina e por isso a investigação aponta a suspeita de corrupção passiva.

A abertura dos inquéritos não implica culpa dos investigados. A partir da decisão, os investigadores e os advogados apresentam provas para determinar se há indício de autoria do crime ou não.

Depois disso, o Ministério Público decide se apresenta uma denúncia ou pede o arquivamento do inquérito. Se a denúncia for apresentada e aceita pelo Supremo, o investigado se torna réu e passa a ser julgado pelo tribunal.

Os delatores foram Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, e Hilberto Mascarenhas, ex-diretor do departamento de operações estruturadas, o setor de propinas da empresa, de onde teria saído o dinheiro para Paulinho da Força.

De acordo com a Procuradoria, o apelido do deputado nas planilhas internas da Odebrecht era "Forte", suposta referência à Força Sindical.

"Tal pagamento se dava como contrapartida ao apoio político do referido parlamentar em função da greve ocorrida na Embraport em Santos/SP e da invasão que a sede do grupo empresarial sofrera no ano de 2013", diz trecho da decisão de Fachin pela abertura do inquérito.

2010

O segundo inquérito é baseado em declarações prestadas pelos colaboradores Carlos Armando Guedes Paschoal, o CAP, e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar. CAP foi diretor da Odebrecht em São Paulo e Alencar era diretor de relações institucionais da empreiteira.

Segundo o Ministério Público, Paschoal diz ter recebido pedido de Paulinho para que a empreiteira contribuísse com sua campanha eleitoral, em 2010. A Odebrecht repassou naquele ano R$ 200 mil em espécie, sem qualquer registro oficial.

Alexandrino Alencar, por sua vez, diz ter recebido a solicitação diretamente do parlamentar e após concordar com o repasse o deputado federal teria auxiliado a empresa nas soluções de problemas na obra RNEST e nas Usinas Hidrelétricas do Rio Madeira.

Outra razão citada por Alexandrino seria o "assento" que a Força Sindical detinha no FI-FGTS e da relação que o deputado Paulo Pereira tinha com a pessoa de Luiz Fernando Emediato.

Ambos os colaboradores afirmam que os valores foram repassados por meio do Setor de Operações Estruturadas. O beneficiário, segundo Cap e Alexandrino, era identificado nas planilhas pelos apelidos "Boa Vista" e "Força".

Paralelo a isso, segundo os delatores, houve doação oficial de R$ 500 mil reais ao parlamentar.

A seguir a lista completa:



Senador Romero Jucá Filho (PMDB-RR)

Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG)

Senador Renan Calheiros (PMDB-AL)

Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS)

Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD)

Senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)

Deputado Federal Paulinho da Força (SD-SP)

Deputado Federal Marco Maia (PT-RS)

Deputado Federal Carlos Zarattini (PT-SP)

Deputado Federal Rodrigo Maia (DEM-RM), presidente da Câmara

Deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA)

Deputado federal Milton Monti (PR-SP)

Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)

Ministro da Cultura Roberto Freire (PPS)

Ministro das Cidades Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE)

Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)

Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)

Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)

Senador Paulo Rocha (PT-PA)

Senador Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)

Senador Edison Lobão (PMDB-PA)

Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Senador Jorge Viana (PT-AC)

Senadora Lidice da Mata (PSB-BA)

Senador José Agripino Maia (DEM-RN)

Senadora Marta Suplicy (PMDB-SP)

Senador Ciro Nogueira (PP-PI)

Senador Dalírio José Beber (PSDB-SC)

Senador Ivo Cassol

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)

Senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

Senadora Kátia Regina de Abreu (PMDB-TO)

Senador Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-AL)

Senador José Serra (PSDB-SP)

Senador Eduardo Braga (PMDB-AM)

Senador Omar Aziz (PSD-AM)

Senador Valdir Raupp

Senador Eunício Oliveira (PMDB-CE)

Senador Eduardo Amorim (PSDB-SE)

Senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)

Senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES)

Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)

Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-BA)

Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-BA)

Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT-BA)

Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)

Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS)

Deputado Federal Felipe Maia (DEM-RN)

Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS)

Deputado Federal Jarbas de Andrade Vasconcelos (PMDB-PE)

Deputado Federal Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP)

Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)

Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB-RS)

Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)

Deputado Federal José Reinaldo (PSB-MA), por fatos de quando era governador do Maranhão

Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB-SP)

Deputado Federal Vander Loubet (PT-MS)

Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-SP)

Deputado Federal Cacá Leão (PP-BA)

Deputado Federal Celso Russomano (PRB-SP)

Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)

Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-RJ)

Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-BA)

Deputado Federal Paes Landim (PTB-PI)

Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-GO)

Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR-AM)

Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-SP)

Deputado Federal Betinho Gomes (PSDB-PE)

Deputado Federal Zeca do PT (PT-MS)

Deputado Federal Vicente Cândido (PT-SP)

Deputado Federal Júlio Lopes (PP-RJ)

Deputado Federal Fábio Faria (PSD-RN)

Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-PI)

Deputado Federal Beto Mansur (PRB-SP)

Deputado Federal Antônio Brito (PSD-BA)

Deputado Federal Décio Lima (PT-SC)

Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Ministro do Tribunal de Contas da União Vital do Rêgo Filho

Governador do Estado do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD)

Governador do Estado do Acre Tião Viana (PT)

Prefeita Municipal de Mossoró/RN Rosalba Ciarlini (PP), ex-governadora do Estado

Valdemar da Costa Neto (PR)

Luís Alberto Maguito Vilela, ex-Senador da República e Prefeito Municipal de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014

Edvaldo Pereira de Brito, então candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições 2010

Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais/Codemig

Senador Antônio Anastasia (PSDB-MG)

Cândido Vaccarezza (ex-deputado federal PT)

Guido Mantega (ex-ministro)

César Maia (DEM), vereador e ex-prefeito do Rio de Janeiro e ex-deputado federal

Paulo Bernardo da Silva, então ministro de Estado

Eduardo Paes (PMDB), ex-prefeito do Rio de Janeiro

José Dirceu

Deputada Estadual em Santa Catarina Ana Paula Lima (PT-SC)

Márcio Toledo, arrecadador das campanhas da senadora Suplicy

Napoleão Bernardes, Prefeito Municipal de Blumenau/SC

João Carlos Gonçalves Ribeiro, que então era secretário de Planejamento do Estado de Rondônia

Advogado Ulisses César Martins de Sousa, à época Procurador-Geral do Estado do Maranhão

Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, então candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romer Jucá

Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio

Eron Bezerra, marido da senadra Grazziotin

Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu, em nome de quem teria recebido os recursos

Humberto Kasper

Marco Arildo Prates da Cunha

Vado da Famárcia, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho

José Feliciano
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Aécio é alvo de cinco inquéritos por corrupção e caixa dois

Posted: 13 Apr 2017 02:48 PM PDT



O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a abertura de cinco inquéritos contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG).O tucano é suspeito de receber propina e dinheiro de caixa dois de campanha.

Junto com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), Aécio é o político com maior número inquéritos.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o O senador tucano foi citado nos depoimentos do herdeiro da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, do ex-diretor da empreiteira em Minas Sérgio Luiz Neves, do ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior, do ex-vice presidente da Odebrecht S.A Henrique Serrano do Prado Valladares e do diretor de relações institucionais da empreiteira Cláudio Melo Filho.

Num dos pedidos de investigação Aécio e o senador tucano Antonio Anastasia, seu aliado, são suspeitos de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A abertura dos inquéritos não implica culpa dos investigados. A partir da decisão, os investigadores e os advogados apresentam provas para determinar se há indício de autoria do crime ou não.

Depois disso, o Ministério Público decide se apresenta uma denúncia ou pede o arquivamento do inquérito. Se a denúncia for apresentada e aceita pelo Supremo, o investigado se torna réu e passa a ser julgado pelo tribunal.

Os delatores da Odebrecht afirmaram que pagaram R$ 5,4 milhões em "vantagens indevidas" para a campanha de Anastasia ao governo de Minas, em 2010, a pedido de Aécio.

Os colaboradores disseram que a Odebrecht desembolsou R$ 1,8 milhão, em 2009, para a campanha de Anastasia. O repasse atendeu um pedido de Aécio.

A procuradoria também pediu investigação sobre Oswaldo Borges, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), estatal responsável pela construção da Cidade Administrativa, e Paulo Vasconcelos, marqueteiro responsável pelas campanhas dos tucanos mineiros.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também solicitou a abertura de inquérito para investigar supostas condutas de Aécio e do deputado federal Dimas Fabiano Toledo Júnior (PSDB-MG).

Os delatores disseram que, em 2014, pagaram, a pedido de Aécio, caixa dois para a campanha dele e de vários outros parlamentares, como Anastasia, o próprio Dimas e o ex-ministro Pimenta da Veiga, candidato derrotado ao governo de Minas naquele ano.

O procurador apontou nesses casos suspeitas de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro.

Um terceiro pedido de investigação foi feito por conta de outros repasses eleitorais em 2014. Segundo os delatores, Aécio requereu naquele ano vantagens indevidas para si e aliados.

Um quarto inquérito foi aberto para apurar indícios de corrupção, formação de cartel e fraude a licitações na construção da Cidade Administrativa, nova sede do governo mineiro, construída na gestão de Aécio.

O procurador-geral justificou que os delatores relataram, apresentando prova documental, que o tucano, recém-empossado para o segundo mandato como governador, organizou em 2007 esquema para fraudar processos licitatórios, mediante organização de um cartel de empreiteiras, na construção do complexo, que custou cerca de R$ 2 bilhões.O objetivo seria obter "propinas" decorrentes dos pagamentos das obras.

O quinto pedido de inquérito se refere ao pagamento de suborno para que Aécio favorecesse interesses da Odebrecht, em conluio com a Andrade Gutierrez, nas obras das usinas do Rio Madeira, Santo Antônio e Jirau.

Os delatores relataram a promessa e o pagamento de propina em benefício do senador e do PSDB.Valladares contou que a empreiteira pagava prestações de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões, repassados pelo Setor de Operações Estruturadas, o departamento de propinas do grupo, para "Mineirinho", codinome atribuído a Aécio.

Marcelo Odebrecht disse que Aécio tinha forte influência na área energética, pois o governo mineiro controlava a Cemig, uma das sócias de Santo Antônio. Por isso, segundo ele, o grupo concordou com os pagamentos.

Janot sustenta em seu pedido haver indícios de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro, no caso.

Jucá e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) são os mais citados, com cinco inquéritos.

O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Barbosa Júnior e o ex-diretor da empresa em São Paulo Carlos Armando Pachoal, o CAP, relataram que a Odebrecht teria repassado em 2010 R$ 50 mil ao ex-deputado federal e ex-senador José Aníbal (PSDB-SP) "a pretexto de doação eleitoral".

Segundo os delatores, a transação não foi contabilizada e foi feita pelo setor de operações estruturadas, área responsável pelo pagamento de propina e caixa 2 da companhia.

José Aníbal se elegeu deputado federal naquele ano com mais de 170 mil votos.

O assunto está em uma das petições assinadas pelo ministro do STF Edson Fachin relacionada às delações da Odebrecht.

No documento, ele declina a competência do Supremo para julgar o caso, já que atualmente o político é suplente de José Serra (PSDB-SP) no Senado.

Com o retorno de Serra à casa depois de deixar o ministério das relações Exteriores, José Aníbal deixou de ter foro privilegiado.

O STF tornou os documentos relacionados às delações da empreiteira públicos na noite desta terça-feira (11).
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Paulo Preto, o homem bomba do PSDB, está de volta

Posted: 13 Apr 2017 12:20 PM PDT


Em São Paulo, aliados de Geraldo Alckmin (PSDB) organizam arsenal para rebater possível delação do ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto.

 Um tucano de São Paulo afirma que integrantes do partido no Estado já começaram a acionar advogados, à espera de um movimento de Paulo Preto. Descrevem o ex-dirigente da Dersa como organizado e cercado de documentos.

Fugaz Aliados do governador Geraldo Alckmin chegaram a suspirar quando o nome dele não apareceu na lista do ministro Edson Fachin, do STF. Souberam, em seguida, que as citações ao tucano foram para o STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Vida que segue Michel Temer despachava com o ministro Sarney Filho (Meio Ambiente) quando um auxiliar deixou sobre sua mesa uma cópia da lista de inquéritos abertos no STF. O presidente decidiu manter a agenda.

Evaporaram A divulgação da lista de Fachin esvaziou rapidamente o plenário e também a CCJ, principal comissão da Câmara. “Foi um ‘espalha brasa’. Saíram todos correndo”, disse Ivan Valente (PSOL-SP).

Na parede O PSDB paulista entrou com uma representação na Corregedoria-Geral do Ministério Público contra o promotor José Carlos Bonilha, autor da ação que pede a condenação de Geraldo Alckmin e João Doria por abuso de poder econômico durante a eleição de 2016.

Além da conta O partido diz que o promotor cometeu “desvio de função institucional” ao atuar de maneira “ostensiva e sistemática” contra a campanha de Doria.
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Ex-senador e prefeito de Manaus, Artur Virgílio, teria recebido ao menos R$ 300 mil

Posted: 13 Apr 2017 12:14 PM PDT



O prefeito de Manaus e ex-senador Artur Virgílio Neto (PSDB) teria recebido pelo menos R$ 300 mil do departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, que funcionava como centro de distribuição de propina da empreiteira. A informação está em petição do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que enviou o caso para o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, responsável por julgar o caso do prefeito de Manaus.

Artur Virgílio teria recebido propina da Odebrecht em duas ocasiões: em 2010, quando concorreu ao Senado, a empreiteira teria repassado a ele R$ 300 mil; e em 2012, quando concorreu à Prefeitura de Manaus, ele teria recebido uma quantia não especificada na petição. O documento está baseado no depoimento de José de Carvalho Filho, ex-diretor da empresas

Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Governador tucano Geraldo Alckmin recebeu R$ 10,3 milhões em propinas

Posted: 13 Apr 2017 02:54 PM PDT



As campanhas de 2010 e de 2014 do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) teriam sido abastecidas com R$ 10,3 milhões pagos em propina e originados no Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, a divisão de propinas da empresa, de acordo com informações de três delatores que amparam pedido de investigação feito pelo procurador-geral da Republica,Rodrigo Janot. O responsável por arrecadar o dinheiro “pessoalmente” teria sido Adhemar César Ribeiro, cunhado de Alckmin – ele é irmão da primeira-dama do Estado, Lu Alckmin.

Essas informações constam da petição número 6639 feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao STF. O ministro relator da Lava-Jato no Supremo, Edson Fachin, remeteu a petição ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) , porque governadores de Estado têm foro privilegiado.

Segundo os delatores da Odebrecht, foram R$ 2 milhões para a campanha de 2010 e R$ 8,3 milhões para a campanha de reeleição, vencida pelo tucano em 2014.Segundo os delatores da Odebrecht, foram R$ 2 milhões para a campanha de 2010 e R$ 8,3 milhões para a campanha de reeleição, vencida pelo tucano em 2014.

As informações que sustentam o pedido de investigação sobre as campanhas de Alckmin foram prestadas por três delatores: Arnaldo Cumplido de Souza Couto, executivo da Odebrecht Engenharia e Construção Internacional; Carlos Armando Guedes Pascoal, o “Cap” da Construtora Odebrecht; e Benedicto Barbosa da Silva Júnior, ex-líder empresarial da Odebrecht e um dos responsáveis por liberações de recursos no Setor de Operações Estruturadas.

Outra petição relacionada ao governo paulista, a de número 6637, sobre a Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo, foi encaminhada à Justiça federal de São Paulo, porque não há citados pelos delatores que contem com privilégio de foro em tribunais.
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Jucá e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) são os mais citados, com cinco inquéritos.

Posted: 13 Apr 2017 02:46 PM PDT


 O ministro Edson Fachin autorizou a abertura de inquéritos contra seis senadores tucanos, com base nos depoimentos de delatores da Odebrecht. Presidente nacional do PSDB e candidato derrotado à Presidência em 2014, Aécio Neves (MG) é alvo de cinco dessas investigações. Além de Aécio, também são alvo José Serra (SP), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB), Ricardo Ferraço (ES) e Dalírio Beber (SC).

Em um dos pedidos, requereu-se investigação sobre Aécio e Anastasia, seu aliado, por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os colaboradores revelaram que, em 2010, a pedido de Aécio, pagaram R$ 5,4 milhões em "vantagens indevidas" para a campanha de Anastasia ao governo de Minas.

Os delatores contaram ainda que, também por solicitação de Aécio, quando ainda era governador, desembolsaram em 2009 R$ 1,8 milhão para a campanha de Anastasia. Em 2014, a pedido de Aécio, haveria pagamento de caixa 2 para a campanha dele e de vários outros parlamentares, como Anastasia, o próprio Dimas e o ex-ministro Pimenta da Veiga.

Há ainda um terceiro pedido de investigação por outros repasses eleitorais em 2014. Janot solicitou um quarto inquérito para apurar indícios de corrupção, formação de cartel e fraude a licitações na construção da Cidade Administrativa, nova sede do governo mineiro.

Um quinto pedido de inquérito se refere ao pagamento de suborno para que Aécio favorecesse interesses da Odebrecht, em conluio com a Andrade Gutierrez, nas obras das usinas de Rio Madeira, Santo Antônio e Jirau.

Serra

Fachin autorizou que o senador José Serra (SP) seja investigado juntamente com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, senador licenciado, por suposto recebimento de propina nas obras do Rodoanel paulista. Eles foram citados por sete delatores. Os colaboradores relataram que Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, Camargo Correa, Serveng Civilsan, OAS, Mendes Junior, Queiroz Galvão, CR Almeida, Constran e Odebrecht fizeram conluio para fraudar a licitação.

Os colaboradores também narram a ocorrência de solicitação de vantagem indevida, a pretexto de doação eleitoral, pelo então chefe da Casa Civil do governo de São Paulo, Aloysio Nunes - no valor de R$ 500 mil.

Fachin também autorizou a abertura de inquéritos contra Cássio Cunha Lima. Em 2014, tucanos apontam que o tucano solicitou e recebeu o valor de R$ 800 mil. O pagamento foi feito pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht e lançado nas planilhas de propinas em nome de "Prosador".

Houve também pedido de inquérito sobre o senador Ricardo Ferraço (ES). Eles contaram ter pago caixa 2 de R$ 400 mil para a campanha do tucano ao Senado em 2010, sob o codinome "Duro" nas planilhas da Odebrecht. Janot requereu ainda inquéritos contra Dalírio José Beber (SC). Ele teria participado de uma reunião para entabular repasse de R$ 500 mil a um aliado.
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

O presente do algoz

Posted: 13 Apr 2017 11:49 AM PDT


As defesas dos acusados na Lava Jato receberam de Marcelo Odebrecht um presente de alto valor, embrulhado em afirmações devastadoras. Com a espontaneidade de uma conversa relaxada, ele emitiu na delação a Sergio Moro uma explicação que chegou à Lava Jato como uma inconveniência.

Depois de dizer que três quartos do custo estimado das campanhas eram caixa dois (o dinheiro não declarado pelo recebedor nem pelo doador), Odebrecht fez uma ressalva: esse dinheiro "não é necessariamente" de caixa dois da empresa, logo, "não é necessariamente" dinheiro ilícito.

Deliberada ou não, aí está uma afirmação que vai direto a um dos pontos mais sensíveis na maioria das acusações da Lava Jato a políticos. Todas as doações são dadas pelos procuradores como originárias do caixa ilegal dos doadores, o que leva à imediata consideração de que os recebimentos são crimes. As tentativas, por alguns advogados de defesa, de questionar tal dedução automática foram ignoradas pelos procuradores, incluído o procurador-geral Rodrigo Janot, e pelo juiz Moro.

A ressalva de Odebrecht traz uma base objetiva para que as defesas cobrem a procedência do dinheiro sem conexão clara com a corrupção. Vieram de dinheiro limpo e contabilizado ou de trapaças? Muitas doações de campanha suspeitas podem ser legais, mesmo se vindas de caixa dois empresarial: exigir dos candidatos que soubessem da intimidade contábil do doador seria um desatino. O provável é que farta maioria das doações esteja na ilegalidade, mas, em vista do que disse Odebrecht, todas precisariam ser verificadas para haver julgamentos corretos.

O presente de Odebrecht não fez mas deixou no ar uma segunda ressalva: Antonio Palocci. Com a dinheirama recebida, como portador de Lula, Palocci está compelido a explicar a posse de R$ 120 milhões que lhe foi atribuída. Ainda que o montante seja outro, Lula diz que nada recebeu. Quando lhe descobriram um patrimônio imobiliário de mais de R$ 20 milhões, Palocci recusou-se a explicá-lo além do exaurido "prestação de consultoria". A partir de Marcelo Odebrecht, será preciso mais. Ou veremos no PT um fato sem precedente.

TRADIÇÃO

Desvio de dinheiro público destinado à saúde não é crime como os demais no gênero. Exige baixeza ainda maior. E essa é a acusação a Sérgio Côrtes, agora preso no Rio. Ameaçador, com histórico de incidentes, ex-secretário da Saúde no governo Cabral, Côrtes também é dos que não temeram a exibição do enriquecimento veloz e inexplicado. A Polícia Federal foi buscá-lo em uma das coberturas mais valiosas nas margens da lagoa Rodrigo de Freitas.

Cobertura, além do mais, com história. Seu proprietário anterior foi Mário Andreazza, o coronel que contratou, como ministro do general Médici, a construção da ponte Rio-Niterói e da Transamazônica.

DESEMPREGADOR

Um bom exemplo do que se pode encontrar na "reforma trabalhista" a caminho: antes de decorridos 18 meses da demissão, as empresas não poderão contratar como pessoa jurídica o trabalhador que demitam. Assim, dizem o governo e seus deputados, serão evitadas as demissões para a recontratação com menores custos de mão de obra.

O que vai decorrer desse artigo do projeto: as empresas demitem e preenchem as vagas com novos trabalhadores na condição de firmas. Os demitidos vão engrossar a população de desempregados.

É o governo Temer em ação.  Artigo de Janio de Freitas
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Doria fala em chamar o Bom Retiro de 'Little Seul'

Posted: 13 Apr 2017 10:42 AM PDT


Em sua viagem a Seul, na Coreia do Sul, o prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou obras de revitalização do bairro Bom Retiro, na região central de São Paulo. Após as intervenções, a região passará a ser classificada "Bom Retiro Little Seul", em referência à comunidade coreana que compõe a população do bairro. 

"O Bom Retiro é uma área da comunidade coreana. Mais de 200 mil coreanos vivem ali e vivem felizes. Em breve, teremos um novo bairro do Bom Retiro, com a recuperação das áreas verdes, das praças, das calçadas, da sinalização, da manutenção e da limpeza", disse o prefeito na manhã desta quinta-feira, 13 (noite de quarta-feira, no horário brasileiro).

Segundo Doria, sete empresas coreanas com sede em São Paulo, entre elas Samsung, Hyundai e LG vão bancar as obras, que incluem ainda iluminação e instalação de câmeras de segurança no bairro. "Eu acabo de convidar o prefeito de Seul para, quando do término dessas obras, podermos classificar como a Little Seul, lembrando a tradição que une os dois povos", disse Doria.

O prefeito informou que o projeto começará a ser colocado em prática em junho deste ano.
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Odebrecht acusa Aécio como ‘organizador’ de fraudes e propinas na Cidade Administrativa

Posted: 13 Apr 2017 12:22 PM PDT


Ex-governador de Minas Gerais e candidato derrotado à Presidência da República em 2014, Aécio foi citado nas delações feitas por Marcelo Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Sérgio Luiz Neves, Cláudio Melo Filho e Henrique Valladares. Nas denúncias apresentadas ao STF, o Ministério Público Federal (MPF) diz que o tucano praticou os crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é apontado por delatores da Odebrecht como o organizador de ‘um esquema para fraudar processos licitatórios’ na construção da Cidade Administrativa, em Minas. O tucano e o ex-presidente da Codemig, responsável pela licitação, Oswaldo Borges da Costa, serão investigados em um inquérito no Supremo Tribunal Federal, pedido pela Procuradoria-Geral da República e autorizado pelo relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin. O Estado teve acesso com exclusividade a despachos do ministro, assinados eletronicamente no dia 4 de abril.

“Consoante o Ministério Público, os referidos colaboradores apontam, por meio de declaração e prova documental, que, no início de 2007, o senador Aécio Neves da Cunha, recém-empossado para o segundo mandato de governador do Estado de Minas Gerais, teria organizado esquema para fraudar processos licitatórios, mediante organização de um cartel de empreiteiras, na construção da ‘Cidade Administrativa’ (ou ‘Centro Administrativo’) de Minas Gerais, com o escopo último de obter propinas decorrentes dos pagamentos das obras”, destaca Fachin.

O inquérito sobre Aécio é embasado nas delações dos executivos da Odebrecht Sérgio Luiz Neves e Benedicto Barbosa da Silva Junior.

A Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves é a sede do governo do Estado de Minas Gerais. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, Cidade Administrativa foi inaugurada em 2010 e custou mais de R$ 1,2 bilhão.

O projeto foi pago pelo governo de Minas e fechado pelo então governador. A Odebrecht liderou o consórcio que construiu a Cidade Administrativa, junto com a Queiroz Galvão e a OAS. A responsável pelo contrato foi a estatal Codemig.

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de Minas Gerais já investiga suspeitas de fraude à licitação nas obras da Cidade Administrativa de Minas.

Inquérito civil público foi aberto em setembro do ano passado após vir à tona que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro citaria em delação premiada na Operação Lava Jato o pagamento de propina de 3% do valor do empreendimento a um dos principais auxiliares do tucano, o empresário Oswaldo Borges da Costa Filho.
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente

Depois da propina da merenda, Capez (PSDB) é pego na propina da Odebrecht

Posted: 13 Apr 2017 12:17 PM PDT

O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo Fernando Capez (PSDB) foi acusado por delatores da Odebrecht de receber recursos não declarados para sua campanha eleitoral em 2010.

Segundo os delatores Benedicto Júnior, o BJ, e Carlos Armando Paschoal, o CAP, o tucano foi destinatário de R$ 100 mil pagos em três parcelas pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como "departamento da propina".

As transações, segundo a Procuradoria Geral da República, foram registradas no "Drousys", um sistema eletrônico utilizado para controlar os repasses ilegais a políticos.

Em despacho no último dia 4, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o envio dos depoimentos ao TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e à Procuradoria da República em São Paulo.

O STF tornou os documentos públicos na noite desta terça-feira (11).

O envio para instância inferior da Justiça ocorreu porque Capez, como deputado estadual, não detém prerrogativa de foro perante o Supremo.

As investigações sobre o suposto pagamento não declarado deverão transcorrer em São Paulo. Capez presidiu a Assembleia Legislativa do Estado até o último dia 15 de março.

Recentemente, o tucano foi alvo do Ministério Público paulista na Operação Alba Branca, deflagrada em janeiro de 2016. A operação investiga um suposto esquema de fraudes na compra de suco para merenda escolar da rede estadual.

A apuração da Alba Branca ainda não foi concluída. Como Capez tem foro perante o Tribunal de Justiça paulista, a investigação está sob responsabilidade da Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo.

Citados em inquéritos instaurados no STF

Relações Exteriores    Aloysio Nunes Ferreira    PSDB
Agricultura    Blairo Maggi    PP
Cidades    Bruno Araújo    PSDB
Casa Civil    Eliseu Padilha    PMDB
Ciência e Tecnologia    Gilberto Kassab    PSD
Integração    Helder Barbalho    PMDB
Desenvolvimento    Marcos Antônio Pereira    PRB
Secretaria-geral    Moreira Franco    PMDB

Antônio Anastasia    PSDB    MG
Aécio Neves    PSDB    MG
Ciro Nogueira    PP    PI
Cássio Cunha Lima    PSDB    PB
Dalirio Beber    PSDB    SC
Edison Lobão    PMDB    PA
Eduardo Braga    PMDB    AM
Eunício Oliveira    PMDB    CE
Fernando Bezerra Coelho    PSB    PE
Fernando Collor de Mello    PTC    AL
Humberto Costa    PT    PE
Ivo Cassol    PP    RO
Jorge Viana    PT    AC
José Serra    PSDB    SP
Kátia Abreu    PMDB    TO
Lidice da Mata    PSB    BA
Lindbergh Farias    PT    RJ
Omar Aziz    PSD    AM
Paulo Rocha    PT    PA
Renan Calheiros    PMDB    AL
Ricardo Ferraço    PSDB    ES
Romero Jucá    PMDB    RR
Valdir Raupp    PMDB    RO
Vanessa Grazziotin    PCdoB    AM

Deputados federais

Alfredo Nascimento    PR    AM
Antônio Brito    PSD    BA
Arlindo Chinaglia    PT    SP
Arthur Oliveira Maia    PPS    BA
Betinho Gomes    PSDB    PE
Beto Mansur    PRB    SP
Cacá Leão    PP    BA
Carlos Zarattini    PT    SP
Celso Russomano    PRB    SP
Daniel Almeida    PCdoB    BA
Daniel Vilela    PMDB    GO
Dimas Fabiano Toledo    PP    MG
Décio Lima    PT    SC
Fábio Faria    PSD    RN
Heráclito Fortes    PSB    PI
José Carlos Aleluia    DEM    BA
José Reinaldo    PSB    MA
João Carlos Bacelar    PR    BA
João Paulo Papa    PSDB    SP
Jutahy Júnior    PSDB    BA
Júlio Lopes    PP    RJ
Lúcio Vieira Lima    PDMB    BA
Marco Maia    PT    RS
Maria do Rosário    PT    RS
Milton Monti    PR    SP
Mário Negromonte Jr.    PP    BA
Nelson Pellegrino    PT    BA
Paulinho da Força    SD    SP
Paulo Henrique Lustosa    PP    CE
Pedro Paulo    PMDB    RJ
Rodrigo Garcia    DEM    SP
Rodrigo Maia    DEM    RM
Vander Loubet    PT    MS
Vicente Cândido    PT    SP
Vicentinho    PT    SP
Yeda Crusius    PSDB    RS
Zeca Dirceu    PT    SP
Zeca do PT    PT    MS
Ônix Lorenzoni    DEM    RS

Governadores

Renan Filho    PMDB    AL
Robinson Faria    PSD    RN
Tião Viana    PT    AC
Outros
Nome
Ana Paula Lima    deputada estadual (PT-SC)
Cesar Maia    vereador e ex-prefeito do Rio (DEM)
Cândido Vaccarezza    ex-deputado federal (PT)
Eduardo Paes    ex-prefeito do Rio (PMDB)
Edvaldo Pereira de Brito   
Eron Bezerra    marido da senadra Vanessa Grazziotin
Guido Mantega    ex-ministro
Humberto Kasper   
José Dirceu    ex-ministro e ex-deputado federal (PT)
José Feliciano   
João Carlos Gonçalves Ribeiro   
Maguito Vilela    ex-governador e ex-senador (PMDB)
Marco Arildo Prates da Cunha   
Moisés Pinto Gomes    marido da senadora Kátia Abreu
Napoleão Bernardes    prefeito de Blumenau/SC (PSDB)
Oswaldo Borges da Costa    ex-presidente da Codemig
Paulo Bernardo da Silva    ex-ministro
Paulo Vasconcelos    marqueteiro de Aécio
Rodrigo de Holanda Jucá    filho do senador Romero Jucá
Rosalba Ciarlini    prefeita de Mossoró (RN)
Ulisses César Martins de Sousa   
Vado da Farmácia    ex-prefeito de Cabo de Santo Agostinho
Valdemar da Costa Neto    ex-deputado federal (PR)
Vital do Rêgo    ministro do TCU

Citados em inquéritos encaminhados para instâncias inferiores (principais nomes)

ACM Neto    DEM    prefeito de Salvador
Aldemir Bendini        ex-presidente do BB e Petrobras
Alexandre Padilha    PT    ministro da Saúde no governo Dilma
Aloizio Mercadante    PT    ministro da Casa Civil no governo Dilma
Anderson Dorneles        ex-assessor especial de Dilma Rousseff
Anthony Garotinho    PR    ex-governador do Rio
Antônio Palocci    PT    ministro da Fazenda no governo Lula
Arthur Virgilio    PSDB    prefeito de Manaus
Barros Munhoz    PSDB    ex-deputado estadual de SP
Beto Richa    PSDB    governador do Paraná
Carlos Lupi    PDT    ministro do Trabalho no governo Dilma
Delcídio do Amaral    PT    ex-senador
Demóstenes Torres    ex-DEM    ex-senador
Dilma Rousseff    PT    ex-presidente da República
Duarte Nogueira    PSDB    prefeito de Ribeirão Preto
Edinho Silva    PT    Prefeito de Araraquara
Edson Aparecido    PSDB    ex-secretário chefe da Casa Civil de São Paulo
Eduardo Cunha    PMDB    ex-presidente da Câmara dos Deputados
Fernando Capez    PSDB    Deputado estadual de SP
Fernando Haddad    PT    ex-prefeito de São Paulo
Fernando Henrique Cardoso    PSDB    ex-presidente da República
Fernando Pimentel    PT    governador de Minas Gerais
Firmino Filho    PSDB    Prefeito de Teresina
Flávio Dino    PCB    Governador do Maranhão
Geddel Vieira Lima    PMDB    ex-ministro da Secretaria de Governo no governo Temer
Geraldo Alckmin    PSDB    Governador de São Paulo
Germano Rigotto    PMDB    ex-governador do Rio Grande do Sul
Gleisi Hoffmann    PT    senadora
Guido mantega    PT    ministro da Fazenda no governo Dilma
Henrique Eduardo Alves    PMDB    ex-ministro do Turismo nos governos Dilma e Temer
Humberto Costa    PT    senador
Ideli Salvatti    PT    ex-senadora
Iris Rezende    PMDB    prefeito de Goiânia
Jaques Wagner    PT    ministro da Casa Civil no governo Dilma
Jorge Picciani    PMDB    Presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
José Aníbal    PSDB    ex-senador
José Ferreira da Silva       
José Genoíno    PT    ex-deputado federal
José Roberto Arruda    PR    ex-senador
João Paulo Cunha    PT    Deputado federal
João Santana        marqueteiro do PT
João Vaccari    PT    ex-tesoureiro do PT
Luiz Fernando Pezão    PMDB    governador do Rio
Luiz Inácio Lula da Silva    PT    ex-presidente da República
Luiz Marinho    PT    ministro do Trabalho no governo Lula
Marcelo Miranda    PMDB    governador de Tocantins
Marconi Perillo    PSDB    governador de Goiás
Márcio Lacerda    PSB    ex-prefeito de Belo Horizonte
Mário Negromonte       
Pastor Everaldo Pereira    PSC    presidente do PSC
Paulo Bernardo    PT    ministro das Comunicações no governo Dilma
Paulo Câmara    PSB    Governador de Pernambuco
Paulo Hartung    PMDB    Governador do Espírito Santo
Paulo Okamotto    PT    ex-presidente do Sebrae
Paulo Skaf    PMDB    presidente da Fiesp
Raimundo Colombo    PSD    Governador de Santa Catarina
Ricardo Franco Montoro       
Rosinha Garotinho    PR    ex-governadora do Rio
Sérgio Cabral    PMDB    ex-governador do Rio
Wilma Faria    PTdoB    vereadora de Natal
Citados em inquéritos devolvidos à PGR para nova análise

Darcísio Perondi
Fernando Bezerra
Irajá Silvestre Filho
Paulo Pimenta
Pedro Zambiasi

Citados em inquéritos devolvidos à PGR por iminência de prescrição

Arnaldo Jardim
Eduardo Alves do Amorim
Felipe Maia
Garibaldi Alves Filho
Jarbas Vasconcelos
José Agripino Maia
Maria do Carmo Alves
Marta Suplicy
Márcio Toledo
Paes Landim
Roberto Freire
Citados em inquéritos arquivados a pedido da PGR


Antônio Imbassahy
Benito Gama
Cláudio Sampaio
Orlando Silva
Raul Jungmann
Romário
Os Amigos do Presidente Lula. Blog criado exclusivamente para os leitores do Presidente Lula e que, fazem parte da KGB Lulista em defesa do Presidente
You are subscribed to email updates from Os Amigos do Presidente Lula.
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. Email delivery powered by Google
Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States

Nenhum comentário:

Postar um comentário