sexta-feira, 21 de abril de 2017

21/4 - Os Amigos do Presidente Lula DE 20/4

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 20 Apr 2017 09:05 PM PDT


O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, nomeou o advogado Rodrigo Sérgio Dias para a presidência da Fundação Nacional de Saúde, a Funasa, órgão ligado ao Ministério da Saúde. Dias foi indicado para o cargo pelo bloco formado pelos partidos PTN, PTdoB e PSL. Com o gesto, o Planalto quer apoio para aprovar as reformas no Congresso. O bloco conta com 19 deputados. O orçamento da Funasa foi de R$ 2,2 bilhões em 2016.  Sérgio Dias, que ocupava a Diretoria de Saúde Ambiental da própria Funasa, já foi acusado de ter agredido sua ex-mulher.

De olho em outros ministérios, o PSB manda recado

Com um ministério no governo Temer, PSB pode votar contra reformas
Partido pretende iniciar discussões na próxima semana para fechar posição

Com uma Pasta no governo de Michel Temer, o Ministério de Minas e Energia, o PSB está em vias de fechar posição contra as reformas trabalhista e da Previdência. O presidente da legenda, Carlos Siqueira, tem dito que não é possível aprovar reformas que permitam que acordos entre patrões e empregados sobreponham a lei, ou que impactem a Previdência principalmente dos mais pobres. vai votar.
Posted: 20 Apr 2017 06:20 PM PDT


A colunista Joyce Pascowitch ficou surpresa por encontrar a presidenta Dilma almoçando nos Estados Unidos,  sozinha e de um modo muito simples. Talvez, agora, a imprensa reconheça a honestidade da presidenta. E mais que isso, foi golpe, sim

A presidente Dilma Rousseff  foi flagrada pela colunista Joyce Pascowitch almoçando  em um restaurante muito simples de comida mexicana – Baja Fresh, com média de preço de US$ 7, segundo conta  a colunista – próximo ao International Monetary Fund, em Washington. Ela está na cidade para o encontro anual do Banco Mundial, mas sem comitiva, cerimonial, nada do que estava acostumada. Na foto, comida modesta em pratinhos de papel, bandeja de plástico, copo descartável… Dilma também foi vista esses dias fazendo turismo em Nova York, contemplando um Monet no Metropolitan Museum. Leia também:Em vez de extinguir mais de 4 mil cargos comissionados, presidente cria decreto que onera ainda mais os cofres públicos, apenas para garantir apoio de aliados em votações no Congresso
Posted: 20 Apr 2017 06:19 PM PDT



Pesquisa inédita do Ibope mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a ser o presidenciável com maior potencial de voto entre nove nomes testados pelo instituto. Pela primeira vez desde 2015, os eleitores que dizem que votariam nele com certeza (30%) ou que poderiam votar (17%)... A rejeição a Lula caiu 14 pontos (leia análise sobre as causas).

Os três principais nomes do PSDB, por sua vez, viram seu potencial de voto diminuir ao longo do último ano e meio. Desde outubro de 2015, a soma dos que votariam com certeza ou poderiam votar em Aécio Neves despencou de 41% para 22%. O potencial de José Serra caiu de 32% para 25%, e o de Geraldo Alckmin foi de 29% para 22%. Os três tucanos têm aparecem na pesquisa com taxas de rejeição superiores à de Lula: 62%, 58% e 54%, respectivamente.

Principal adversário de Dilma na última disputa presidencial, Aécio sofre desgaste até nos segmentos em que foi vitorioso. Desde outubro de 2015, seu potencial de voto no eleitorado de renda mais alta (acima de cinco salários mínimos) caiu de 44% para 26%. Na região Sudeste, um de seus redutos, a taxa caiu de 42% para 23%.

Assim como os nomes tradicionais do PSDB, a presidenciável Marina Silva sofreu redução de potencial de voto e aumento da rejeição. Agora, um terço dos eleitores a indicam como possível opção – eram 39% em 2015 e há um ano.

Jair Bolsonaro, que tenta se beneficiar da onda de rejeição a políticos – apesar de ser deputado desde o começo dos anos 90 –, aparece com 17% de potencial de voto na pesquisa. Seu possível contingente de eleitores cresceu seis pontos porcentuais desde o ano passado, mas a parcela que o rejeita aumentou ainda mais, de 34% para 42%.

Entre os dias 7 e 11 de abril, o Ibope realizou 2002 entrevistas face a face, em 143 municípios de todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. As perguntas eleitorais fizeram parte da pesquisa mensal que o instituto conduz mensalmente com questionário variável, o chamado BUS.

Na pesquisa de potencial de voto, o entrevistador apresenta um nome de cada vez e pede ao eleitor que escolha qual frase descreve melhor sua opinião sobre aquela pessoa: se votaria nela com certeza, se poderia votar, se não votaria de jeito nenhum, ou se não a conhece o suficiente para opinar. É diferente da intenção de voto. Se aplica especialmente quando falta muito tempo até a eleição e as candidaturas ainda estão incertas. As informações são do Estadão Leia também:Em vez de extinguir mais de 4 mil cargos comissionados, presidente cria decreto que onera ainda mais os cofres públicos, apenas para garantir apoio de aliados em votações no Congresso
Posted: 20 Apr 2017 02:55 AM PDT

Quando foi interrompido em rede nacional por William Bonner no último debate do primeiro turno de 2014, Aécio Neves (PSDB) esboçou um sorriso amarelo, algo constrangido. Era sua vez de responder, e Pastor Everaldo (PSC), que fizera a pergunta, havia ignorado as regras do encontro e levantado a bola para uma cortada do tucano.

Apesar do tema "Previdência", o candidato nanico decidiu atacar o PAC –vitrine de Dilma Rousseff (PT)– e pediu que Aécio comentasse se o programa era do "atraso do crescimento" ou da "aceleração da corrupção".
Com a advertência do apresentador global, o pastor gaguejou e se corrigiu. "Senador, o que você tem a me dizer sobre a Previdência?", perguntou, pouco criativo.

Depois de encerrado o debate, Everaldo foi bater à porta do camarim tucano. A dupla passou dez minutos trancada. Ao final, o pastor saiu apressado pelos corredores da TV Globo, sem comentar.

A equipe de Aécio disse que o "rival" só foi parabenizá-lo pelo desempenho.

Dois anos e seis meses depois, Fernando Reis, ex-executivo da Odebrecht, revelou em sua delação premiada o que pode ter sido o motivo da confusão deliberada do candidato do PSC: a empresa havia pedido a ele que ajudasse Aécio nos debates, em troca de doação de R$ 6 milhões.

Em mais uma dobradinha, ele e Aécio negaram a versão apresentada pelo delator.Na folha Leia também:Em vez de extinguir mais de 4 mil cargos comissionados, presidente cria decreto que onera ainda mais os cofres públicos, apenas para garantir apoio de aliados em votações no Congresso
Posted: 20 Apr 2017 02:55 AM PDT


A exigência de mais acusações a Lula, como condição para reconhecer ao ex-presidente da OAS o direito à delação premiada, de uma parte indica que à Lava Jato continuam faltando provas de muitas ilegalidades que atribuiu (e difundiu) ao seu principal alvo; de outra, reacende o problema do facciosismo com que procuradores deturpam a função constitucional do Ministério Público. A Lava Jato quer, além de novidades acusatórias, saciar a sua obsessão com o mal afamado apartamento no Guarujá, que Leo Pinheiro diz ser da OAS, não se efetivando a compra que Marisa iniciou e Lula rejeitou.

Apesar da intimidação a Leo Pinheiro, a expectativa da Lava Jato está mais no grupo de funcionários e ex-dirigentes que o acompanhariam na delação. É a continuada prioridade às delações, em detrimento de investigações. Só o atual estágio de "negociação" com Leo Pinheiro e a OAS já consumiu quatro meses. Nem parece que a Polícia Federal recolheu numeroso material na empreiteira e na cooperativa financiadora do apartamento, para base documental de investigações e eventuais provas.

Por essas e muitas outras no gênero, tem sentido a preocupação no Judiciário com a probabilidade de muitas prescrições.

Assim como têm razão os ministros do Supremo que negam a responsabilidade do tribunal na lentidão judicial desse caso. O ritmo de valsa está no Ministério Público, tanto na Lava Jato como na Procuradoria Geral da República.

Estava com endereço errado, por exemplo, a pressa cobrada do ministro Edson Fachin para examinar, decidir caso a caso e liberar o pacotaço proveniente de delações da Odebrecht.

O acúmulo desse material na Lava Jato, em vez da remessa ao Supremo em lotes sucessivos, resultou em atraso nas duas pontas. A Lava Jato acumulou para ser retumbante na entrega. É a prioridade ao escândalo.

O retorno da Lava Jato à fase em que tinha controle sobre seus rumos, sem envolver o PSDB e o PMDB como a Odebrecht obrigou, não se deu só em procuradores e policiais.

O juiz Sergio Moro ofereceu mais uma demonstração de como concebe o seu poder e o próprio Judiciário. Palavras suas, na exigência escrita de que Lula compareça às audiências das 87 testemunhas propostas por sua defesa:

"Já que este julgador terá que ouvir 87 testemunhas da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (...), fica consignado que será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências na quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua defesa, a fim de prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas, sem prejuízo, por provas emprestadas". É a vindita explicitada.

Um ato estritamente pessoal. De raiva, de prepotência. É uma atitude miúda, rasteira. Incompatível com a missão de juiz. De um "julgador", como Moro se define.

O Judiciário não é lugar para mesquinhez.- Artigo de Janio de Freitas - Leia também:Em vez de extinguir mais de 4 mil cargos comissionados, presidente cria decreto que onera ainda mais os cofres públicos, apenas para garantir apoio de aliados em votações no Congresso

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