domingo, 9 de abril de 2017

9/4 - CÉREBRO DETRUMP COMPARADO AO DE REAGAN

FONTE:Castor Filho <castorphoto@gmail.com>



FWITZ! CRAK! DEUS! CLICK! – CÉREBRO DE DONALD TRUMP COMPARADO AO DE RONALD REAGAN, EM IMAGENS DA SINAPSE BÉLICA, EM ESTUDO DE CIENTISTAS DA COGNIÇÃO
7/4/2017, John Hellmer,
Dances with Bears, Moscou

É fato bem sabido que o único método garantido para diagnóstico da existência do Mal de Alzheimer é exame pós-mortem de lâminas de tecido cerebral. Para ter certeza, primeiro você morre.

No caso do presidente Ronald Reagan, em 1987 o pesquisador de ciências da cognição G. B. Trudeau (
ilustração de abertura) antecipou em 28 anos o relatório de um grupo de pesquisadores da Arizona State University, de que se viam os primeiros sinais de deterioração no cérebro de Reagan, embora o Mal de Alzheimer só sido diagnosticado no ex-presidente em 1994; e Reagan só tenha morrido, por ação da doença, em 2004. O relatório do Departamento das Ciências da Fala e Audição, intitulado "Rastreamento de complexidade no discurso, como precedente do diagnóstico do Mal de Alzheimer: Estudo de caso, pela comparação de conferências de imprensa dos presidentes Ronald Reagan e George Herbert Bush" [ing. Tracking Discourse Complexity Preceding Alzheimer’s Disease Diagnosis: A Case Study Comparing the Press Conferences of Presidents Ronald Reagan and George Herbert Walker Bush], pode ser lido aqui.  
Em agosto passado, Trudeau alertou, três meses antes da eleição presidencial vencida por Donald Trump, que "seja essa eleição a disputa que for, em torno do que quer que seja, ela é, primeiramente, um referendo de saúde mental." O primeiro diagnóstico de sintomas de Trump já na presidência – redução no número de palavras de emprego menos comum [ing. unique words], recurso mais frequente aos "apoios conversacionais" e palavras inespecíficas (em port.: "coisa", "negócio", "troço") –  ocorreu essa semana, quando um grupo de pesquisadores de uma publicação de Londres relataram ter encontrado em Trump "sinais promissores de que há mais método na loucura".
Noite passada, numa declaração de guerra dos EUA contra a Síria que durou 2'51", Trump mencionou Deus três vezes – uma para identificar que ele próprio é pai de crianças; outra vez para invocar Seu conselho sobre lançar os EUA a mais uma guerra; e a terceira vez para abençoar o que ainda sobra da "América e o mundo todo". É a primeira vez na história dos EUA que a autoridade divina é invocada, não a autoridade do Congresso dos EUA – como exige o Art. 1º, Seção 8, da Constituição, e a Resolução sobre Poderes de Guerra de 1973.

Clique para ver e ouvir com toda a atenção a declaração de guerra de Trump. O discurso do Arizona que pesquisadores da fala estão estudando para identificar sintomas que haja (imagem, à esquerda) – ao pronunciar palavras chaves, a elocução é truncada, como se tropeçasse; a coordenação entre olho e maxilar está anormalmente lenta; na marca de 1', leu errado e pronunciou mal, quando chegou à parte do "no vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos". Nesse exato ponto, no 1' da fala, Trudeau capturou o interior do cérebro de Trump nessa simulação de Imagem de Ressonância Magnética Fluxo-sensível [ing. Flow-Sensitive Magnetic Resonance Imaging (F-S MRI)] (imagem, à direita).
FWITZ! CRAK! KA-WHOM! não são os sons emitidos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia ao distribuir sua primeira resposta hoje pela manhã, às 10h20, hora de Moscou. "É óbvio que o ataque com mísseis cruzadores foi preparado com antecedência. Qualquer especialista compreende que a decisão de sobre ataques aéreos é datada de antes dos eventos em Idlib, os quais foram usados simplesmente como pretexto para um show de força. A Rússia suspende o Memorando de Entendimento para Prevenção de Incidentes de Segurança de Voo durante operações na Síria, que foi assinado com os EUA."

Leiam e releiam esse parágrafo em voz alta. Ouve-se aquele CLICK!, de quando se solta a trava de segurança da arma.*****

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