segunda-feira, 15 de maio de 2017

15/5 - Os Amigos do Presidente Lula DE 11/5

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 11 May 2017 11:43 AM PDT

Pretendente a candidato, apresentador se oferece como tema de escola de samba para reduzir a rejeição do eleitorado apontada por recente pesquisa eleitoral
 Com Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra na frigideira da Odebrecht, o ex- presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), deu entrevistas durante a semana em que praticamente "lança" dois candidatos de sua preferência à Presidência em 2018: o prefeito de São Paulo, João Doria, e o apresentador da Rede Globo, Luciano Huck. E o que há em comum entre Doria e Huck?O primeiro invadiu uma área pública. O segundo... Continue lendo aqui
Posted: 11 May 2017 09:39 AM PDT


Nesta quinta-feira (11) o jornal argentino Página 12 publicou uma longa matéria sobre a primeira vez em que Lula da Silva e o juiz Sergio Moro estiveram cara a cara para o depoimento do ex-presidente.

Para o diário, a obsessão por parte do magistrado em prender Lula é cada vez mais intensa e descreve o encontro que durou cinco horas e dez minutos.

Página 12 afirma que durante o depoimento, Lula respondeu perguntas com firmeza e algumas vezes foi contundente quando confrontado pelo magistrado. Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula, foi confrontado várias vezes pelo juiz Moro, especialmente quando Moro tentou misturar outros processos onde Lula responde.

O noticiário avalia que Sergio Moro foi um pouco inseguro no início do interrogatório, em contraste com um Lula forte e incisivo. "Eu gostaria de lhe assegurar que você será tratado com todo o respeito", disse Moro, acrescentando, logo depois, que Lula poderia manter a calma, porque ele não seria preso. "Eu estou calmo, e eu quero esclarecer que não haverá perguntas difíceis para mim, porque quando alguém quer dizer a verdade não existe dificuldade."

O juiz manteve uma longa lista de questões, que se seguiram, sem desvio. Muitas das perguntas foram repetitivas, e Lula deixou claro em suas respostas o que ele já tinha respondido. A insistência de Moro nas mesmas questões teria o intuito de irritar o ex-presidente, que permaneceu incisivo em dizer que estava respondendo a uma acusação que "é uma farsa". Lula criticou duramente os procedimentos de jovens promotores, liderados por um evangélico com ares messiânicos, e disse que o Ministério Público age "obedecendo a TV Globo, a revista Época, Veja, e ao jornal O Globo".

Página 12 conta que contra o excesso do juiz em insistir com perguntas giram em torno do mesmo tema, e sua insistência em incluir questões de fora a causa, Lula disse várias vezes que estava pronto para responder ao que se referia a causa específica. Moro, em uma tentativa de pressão, reiterou, em cada ocasião que Lula tinha "o direito de permanecer em silêncio".

Foi uma surpresa para juristas e advogados o número de perguntas do juiz relacionadas com o Partido dos Trabalhadores (PT), que não tinha nada a ver com o processo. A tentativa de expandir o julgamento a subordinados de Lula quando era presidente causou uma resposta direta:

"Quando um político comete um erro ele é julgado pelo povo, ele não é julgado pelo processo de código penal. Eu fui julgado várias vezes pelo povo".

Página 12 destaca o desconforto do ex-presidente por conta da insistência com que o juiz mencionou sua falecida esposa, dizendo que era muito difícil de ouvir estas reivindicações. "Uma das causas de sua morte foi a pressão que sofremos. Então, eu gostaria que você não a mencionasse ", disse Lula.

> > Página 12
Posted: 11 May 2017 07:23 AM PDT

                                          'Le Monde': Depoimento de Lula vira show midiático

Matéria publicada nesta quinta-feira (11) pelo Le Monde descreve o primeiro depoimento do Lula  ao juiz Sérgio Moro, da décima terceira Vara Federal da Curitiba. O  jornal Le Monde,  diz que o interrogatório tomou ares de "um grande espetáculo".

O diário avalia que o depoimento de Lula virou um show midiático. Ele chegou sob vaias e gritos de apoio, seguido por uma montanha de câmeras. Chamado de estrela, amado por uns, detestado por outros, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil de 2003 à 2011, enfrentou o juiz Sérgio Moro em um interrogatório com ares de show, aponta o Monde.

O noticiário observa que durante mais de cinco horas o ex-presidente foi combativo e reclamou de ser vítima de uma perseguição. O jornal diz ainda que  com todas as atenções do Brasil voltadas para Curitiba, Lula aproveitou os holofotes para criticar o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e angariar simpatia da população.

Le Monde conclui que se a mídia em torno do depoimento é exagerada o único responsável é o próprio juiz Sérgio Moro, que utilizou as mídias para fazer do processo um espetáculo. Para finalizar, o vespertino diz que "Tornando-se uma figura ultra popular, o magistrado se protegeu dos poderosos que colocou na prisão". No entanto, reitera, mirando em Lula, essa estratégia tende a não funcionar devido ao forte carisma do petista.
Posted: 11 May 2017 02:42 AM PDT

A Caixa Econômica Federal informou nesta  quinta feira que suspendeu novas contratações de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista.

"Os recursos disponíveis da modalidade atualmente são suficientes apenas para atender as propostas de financiamento já recebidas pelo banco", afirmou o banco em nota.A pró-cotista financia a compra de imóveis de até 950 mil reais nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e de até 800 mil nos outros Estados. É a linha de empréstimo habitacional mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida.

Um gerente de uma agência da Caixa na capital paulista, que pediu anonimato, disse à Reuters que novas contratações na pró-cotista estão suspensas há semanas.

"E quem teve o pedido de financiamento já aprovado tem até o fim deste mês para assinar, caso contrário vai perder", disse.

A  falta de dinheiro para atender os mais pobre é  por causa do resgate de recursos de contas inativas do FGTS, autorizado pelo Temer em dezembro. Nos últimos dois meses, segundo Michel Temer, foram resgatados 15 bilhões de reais, e a expectativa é que o volume sacado das contas inativas chegue perto de 40 bilhões de reais até julho.

O vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza, disse à Reuters que, enquanto isso, o banco tem orientado os tomadores a buscar outras linhas de crédito, como a do SBPE, com recursos da caderneta de poupança.
Posted: 11 May 2017 09:04 AM PDT

Os jornais de maior destaque no cenário internacional destacaram nesta quarta-feira (10) o depoimento prestado por Lula  ao juiz federal Sérgio Moro, no âmbito da Lava Jato.

O norte-americano The New York Times descreveu o clima de expectativa dos brasileiros e lembrou que o ex-presidente mais popular da história do país e o favorito nas eleições do próximo ano. O NYT mencionou a trajetória de Lula como líder sindical, e o outro, continua o jornal, um juiz de fala mansa que representa as leis e tem como principal objetivo criar um obstáculo à candidatura do petista.

O espanhol El País afirma que este será o primeiro de muitos depoimentos do ex-presidente Lula, acusado de corrupção pela operação Lava jato e desdobramentos. O veículo observa que será um embate entre o juiz e o ex-presidente mais populares do Brasil.

O jornal francês Le Monde chama Lula líder de esquerda  e afirma que ele segue sendo favorito para eleição de 2018.

O The Guardian relatou que o encontro reuniu o presidente mais popular da história brasileira, referindo-se a Lula. Após a audiência, Lula e Dilma Rousseff fizeram discursos inflamados para uma grande multidão, que entoava e gritava seu nome: "Lula, guerreiro do povo brasileiro". O caso, segundo o jornal, está dividindo o Brasil.

Já o jornal italiano "La Repubblica" caracterizou esta quarta-feira (10) como "o grande dia da do político mais popular", ficará frente a frente com Moro

O China Daily informou que o depoimento atraiu milhares de simpatizantes do ex-presidente e do juiz Sérgio Moro.

o Clarín, falou da  barreira gigantesca de centenas de policiais militares vestindo coletes à prova de balas e armados até os dentes, impediam qualquer proximidade das mobilizações com o fórum judicial. O noticiário comenta que nem isso impediu que Lula fizesse contato com seus apoiadores e fala que o juiz Moro tomou várias precauções para evitar que Lula roubasse a cena, como por exemplo, proibir a transmissão on-line e a filmagem pelos advogados de defesa. 

O diário norte-americano Washington Post diz em sua manchete que ocorreu nesta data "o embate épico entre Lula No texto, a informação de que milhares de brasileiros estão indo (foram) para Curitiba, acompanhar o confronto entre um dos líderes mais populares da história do país .

O jornal francês Le Figaro destacou que que "o Brasil ficou em estado de suspense no primeiro confronto entre as duas personalidades mais populares do país: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva,  e de Sérgio Moro.Lula é um carismático político de 71 anos, guerreiro das lutas sindicais, enquanto Sergio Moro é um incansável juiz de 44 anos

Le Figaro complementa com a informação de que milhares de simpatizantes de Lula vieram de todos os cantos do país, vestidos de vermelho, demonstrar seu suporte diante do palácio da justiça do Paraná. Em contrapartida, analisa o texto, Moro pediu para que seus "torcedores" não fossem a Curitiba. 

A britânica BBC comunica que o ex-presidente brasileiro Lula tem grandes chance de vencer a corrida para as eleições presidenciais que correm no próximo ano, sendo o favorito até o momento.

O argentino Clarín aponta que esta será a primeira vez em três anos de Lava jato, em que o juiz Moro e o ex-presidente Lula da Silva estarão cara a cara. De acordo com o noticiário o papel de Lula será mostrar que o juiz Sergio Moro não tem provas contra acusações  contra ele. O periódico ressalta que após o "acerto de contas" o carismático político está pronto para sua candidatura á presidência em 2018.

O jornal argentino Página 12 publicou uma longa matéria sobre a primeira vez em que Lula da Silva e o juiz Sergio Moro estiveram cara a cara para o depoimento do ex-presidente. Para o diário, a obsessão por parte do magistrado em prender Lula é cada vez mais intensa e descreve o encontro que durou cinco horas e dez minutos. Página 12 afirma que durante o depoimento, Lula respondeu perguntas com firmeza e algumas vezes foi contundente quando confrontado pelo magistrado. Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula, foi confrontado várias vezes pelo juiz Moro, especialmente quando Moro tentou misturar outros processos onde Lula responde.

De acordo com o jornal francês La Croix,.boa parte da população, a destituição de Dilma Rousseff foi um golpe de Estado e Sérgio Moro abusa de seu poder, ao "perseguir os acusados". La Croix lembra que, embora Lula seja detestado por uma parte da classe média, o petista é o "queridinho" das classes populares, que poderiam levá-lo a uma larga vitória no primeiro turno da eleição presidencial de 2018.
Posted: 11 May 2017 02:33 AM PDT


Falando para milhares de milhares de pessoas na noite desta quarta-feira (10), logo após depoimento ao juiz federal Sergio Moro, em Curitiba,Lula  reafirmou que se prepara para disputar as eleições presidenciais de 2018.
 "Estou vivo e me preparando para ser candidato", disse em tom bastante emocionado o petista, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto em diferentes cenários em primeiro turno.
 Ao lado da presidente Dilma Rousseff e de parlamentares de partidos da oposição, Lula voltou a afirmar que está sendo perseguido e massacrado pela mídia e pelos procuradores da Lava Jato, que tentam barrar sua pré-candidatura nas eleições presidenciais.
 "Se não fosse vocês eu não suportaria o que eles estão fazendo comigo. Doze partidas de futebol entre Real Madrid e Barcelona", disse, em referência ao tempo, estimado em 18 horas, que o Jornal Nacional, da TV Globo, dedicou no período de mês para, segundo ele, "massacrá-lo".
 "Haverá o momento em que a história irá mostrar que nunca antes na história deste Brasil alguém foi tão perseguido e massacrado quanto nos últimos anos", completou.
 "Se um dia eu tiver cometido erro, eu não quero ser julgado só pela Justiça, quero ser julgado pelo povo brasileiro", disse, sendo aplaudido pelo público. "Hoje eu pensei que meus acusadores iriam mostrar uma escritura, um documento, um pagamento, alguma coisa que eu fiz para ter o tal do apartamento. Eu esperava que depois de dois anos de massacre tivesse lá documento: 'Lula comprou apartamento', 'a escritura está aqui registrada em cartório'. Nada, perguntaram se eu conheço Vaccari, Léo Pinheiro, Okamoto. É claro que eu conheço e não tenho vergonha de quem eu conheço", disse, comentando o depoimento prestado a Moro.
 "Não quero ser julgado por interpretações, quero ser julgado por provas. Quando pedi para que fosse transmitido ao vivo, é que minha mãe nasceu analfabeta, mas ela dizia 'Lula, a gente conhece quando ela fala verdade não é pela boca, é pelos olhos'. É por isso que eu queria que as pessoas vissem os olhos de quem pergunta e de quem responde", acrescentou.
 "Eu não seria digno de vocês se eu tivesse alguma culpa e estivesse falando com vocês aqui agora. Eu irei em quantas audiências forem necessárias, porque se tem um brasileiro, um ser humano em busca da verdade, sou eu", afirmou, novamente recebendo muitos aplausos.
 "Eu tenho cinco filhos, oito netos e disse para eles: 'Vocês não respeitam sequer uma criança de 4 anos por causa de bullyng com as mentiras que contam'. Eu só tenho um compromisso com vocês. É meu nome, é nome do meu partido, dos movimentos sociais, de partidos solidários, movimento sindical, dos nossos irmãos. Se um dia eu tiver que mentir para vocês, eu prefiro que um ônibus me atropele em qualquer rua deste País", disse, emocionado.

 "Jamais poderia mentir para pessoas como vocês que acreditam há muito tempo... Eu estou vivo e estou me preparando para voltar a ser candidato a presidente deste País. Nunca tive vontade como tenho agora, vontade de fazer mais, fazer mais e provar que se a elite não tem talento para consertar esse Pais, um metalúrgico tem", concluiu.
Posted: 11 May 2017 02:21 AM PDT

Decisão havia sido atribuída a pedido do MPF que não existiu
Justiça Federal diz que suspensão do Instituto Lula foi iniciativa de juiz

A decisão do juiz Ricardo Soares Leite, substituto da 10ª Vara Federal de Brasília, de suspender as atividades do Instituto Lula foi tomada por conta própria, sem ter sido solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF), conforme escreveu o magistrado. A informação foi confirmada pela Justiça Federal no Distrito Federal.

No despacho divulgado nesta terça-feira (9), Soares Leite elencou cinco “medidas postuladas pelo MPF” a serem cumpridas dentro de cinco dias úteis, entre elas a suspensão das atividades do Instituto Lula. Mas as diligências solicitadas pelos procuradores no caso não incluíam a suspensão, mas somente a produção de novas provas e oitiva de testemunhas.

“Não houve pedido do MPF pela suspensão das atividades do Instituto Lula”, confirmou a assessoria da Justiça Federal do Distrito Federal ao ser questionada sobre o assunto.  “A ordem de suspensão é do próprio Juiz do processo.”

Dessa maneira, o juiz Soares Leite agiu “de ofício”, ou seja, sem provocação da defesa ou da acusação. Ele justificou a medida com base no Artigo 319 do Código do Processo Penal (CPP), que prevê a “suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou financeira quando houver justo receio de sua utilização para a prática de infrações penais”.


Posted: 11 May 2017 02:19 AM PDT

A expressão, como tantas outras de igual utilidade nas conversas inúteis, desapareceu soterrada pela infinidade de modismos: "sinal dos tempos". De repente me ocorre o temor de que tudo o que estamos vendo com assombro seja, sem que o saibamos, a modernidade de que falamos sem saber o que de fato é, ou pode ser.

Quem sabe a ação partidarizada de inúmeros juízes e procuradores da República, o apelidado Partido da Justiça, é a moderna ruptura com a hipocrisia do apartidarismo entre togados?

As grosserias com que Gilmar Mendes e Rodrigo Janot se comunicam podem ser a negação moderna das falsas mesuras emanadas das togas. Recusa que inclui até o meio termo vigente no Congresso, com os desaforos intercalados por "vossas excelências" mútuas. Mendes e Janot não se enfrentam como facções da partidarização judicial.

É certo, porém, que o procurador-geral é crítico da proximidade de Gilmar com Temer, por exemplo. E o ministro se exalta com investidas do Ministério Público em certas áreas empresariais e políticas. Ambos são contribuintes ativos da partidarização no Supremo e na Procuradoria da República. Realçada, outra vez, nos últimos dias.

Os argumentos lançados pelo juiz que fechou o Instituto Lula são aplicáveis, até com mais justeza, à Petrobras. Se no instituto foram tramadas negociatas, como presume o juiz brasiliense, na estatal essa atividade está mais provada que em qualquer outra parte do país. E há muito mais tempo e volume.

Ao menos por coerência pessoal, o juiz deveria fechar a Petrobras. Assim como os restaurantes, hotéis e escritórios preferidos pelas tratativas da corrupção de políticos, administradores públicos e empresários. O juiz, no entanto, ficou nos limites da regra: criação de fatos contundentes nas vésperas de atos da Lava Jato para a incriminação progressiva de Lula.

A transferência do depoimento de Lula, do dia 3 para o 10 de maio, feita por Sergio Moro também foi pouco criativa na motivação invocada: era preciso mais tempo para organizar o policiamento necessário às manifestações previstas. Nenhuma polícia precisaria de sete dias para planejar barreira de estrada e o cerco a um prédio.

O adiamento foi para esperar a pesada e contraditória delação de Renato Duque contra Lula e as de dirigentes da empreiteira OAS, carreando de quebra as delações de João Santana e sua mulher.

A fragilidade das motivações expostas não resiste às evidências. Ainda mais quando uma militante da direita extremada faz as vezes de juíza. Caso de Diele Zydek, que proibiu a montagem em Curitiba dos manifestantes esperados. Escrevo enquanto Lula depõe e a expectativa das manifestações não sugere suas perspectivas.

Mas as restrições adotadas em Curitiba, só elas, sem dúvida já agrediram a liberdade de manifestação pública. Esses abusos estão crescendo em número e em ação. Manifestações políticas dependem dos lugares onde ocorram.

A restrição à sua liberdade começa por deslocamento forçado da área que lhes é permitida. Depois vem a violência policial, trazendo como uma das consequências o estímulo às arruaças e depredações.

Na briga entre Gilmar Mendes e Rodrigo Janot, só resta torcer pelo empate. São dois modernos mal compreendidos ou dois retrógrados demais. E seria bom se não representassem o movimento que ameaça o Judiciário de equiparar-se à desmoralização dos seus dois coadjuvantes nos Poderes. Por Janio de Freitas

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