quarta-feira, 17 de maio de 2017

17/5 - Mostra Feminista de Cinema

FONTE:Maria Dirlene Trindade Marques dirlenetmarques@gmail.com [fsmmg] <fsmmg-noreply@yahoogrupos.com.br>


Ola Pessoal
Depois de muito tempo longe desta lista, estou enviando um convite para vocês, da Mostra Feminista de Cinema. 
Esperamos por todas e todos. 
Abraços
dirlene
Mostra Feminista de Cinema
Mostra de filmes realizados por mulheres e que trazem questões diversas dos feminismos movimenta o MIS Cine Santa Tereza entre os dias 17 e 20 de maio
Entre os dias 17 e 20 de maio o MIS Cine Santa Tereza recebe a Mostra Feminista de Cinema, promovida pela Coletiva Malva,  Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos MG e Conselho Regional de Psicologia MG, que propõe encontros e debates, em torno do cinema, sobre diversos temas feministas, tais como enfrentamento às violências de gênero, o aborto, o feminismo negro, o transfeminismo, a lesbianidade, a prostituição, dentre outros que histórica e contemporaneamente têm pautado as lutas das mulheres.
A programação será aberta na quarta-feira, dia 17, às 19h, com a exibição do filme recém lançado da premiada diretora Helena Solberg “Meu corpo, minha vida” e que discute o aborto a partir do caso de Jandyra dos Santos, morta em uma clínica clandestina e que teve seu corpo mutilado e queimado, em 2014.  Debatem com o público o assunto Letícia Gonçalves (psicóloga, doutoranda em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva/ UFF/UERJ/FIOCRUZ/UFRJ, CRP- MG, Rede Feminista de Saúde) e Paula Gonzaga (psicóloga, doutoranda em Psicologia Social UFMG e integrante do Programa Conexões de Saberes da UFMG).
Na quinta-feira, 18-05, serão exibidos os curtas “Dandara: a força da mulher quilombola” (2015), de Anna Carolina Fernandes e Amaralina Fernandes; “Putta” (2015), de Lilian de Alcântara e “Na esquina da minha rua favorita com a tua”, de Alice Name-Bomtempo (2016). Participam do debate, neste dia, Gisella Lima (militante de Direitos Humanos e ativista LGBT, integrante da Rede Afro LGBT Mineira e do Conselho Estadual da Mulher), Daniella Tiffany (integrante do Coletivo Pretas em Movimento, psicóloga, mestre em Psicologia Social pela UFMG) e Rosane Pires (produtora cultural, idealizadora e Produtora do "Samba na Roda da Saia").
Discutindo o assédio, o estupro e as diversas violências, especialmente as sexuais, que cotidianamente vitimam diversas mulheres em todo país, o filme “Precisamos falar do assédio”, de Paula Sachetta, será exibido na sexta-feira, dia 19.  Fruto de um experimento social em que uma van-estúdio estacionada em nove locais em São Paulo e no Rio de Janeiro foi utilizada para coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio, o filme traz relatos de mulheres de 15 a 84 anos, de diferentes lugares das duas cidades que, muitas vezes, tiverem a oportunidade de falar sobre essas violências pela primeira vez. O debate sobre o filme ficará a cargo de Ana Roberto (cantora, militante e bacharel em direito), Letícia Souza (integrante da Coletiva Malva e uma das curadoras da Mostra) e Scheylla Bacelar (dançarina e educadora social).
O instigante, sensível e premiado filme de Petra Costa e Léa Glob, “Olmo e a Gaivota”, que discute e problematiza a gravidez a partir de uma linguagem que mistura ficção e realidade, o longa encerra a programação da Mostra no sábado, dia 20.
As crianças também serão contempladas na Programação com o filme “Cada um na sua casa”, que será exibido no dia 20 de maio, sábado, às 17h.
A programação integra, também, a Semana Nacional de Museus, realizada pelo Instituto Brasileiro de Museus- IBRAM em todo território nacional e que este ano tem como tema “Dizer o indizível em Museus”.
Toda a programação é gratuita e os ingressos são distribuídos meia hora antes das sessões.


PROGRAMAÇÃO SEMANA MOSTRA FEMINISTA DE CINEMA
Dia 17 de maio, quarta-feira, às 19h
Meu corpo, minha vida (Helena Solberg| Brasil| 2017| Documentário| 90 min)
O documentário fala sobre o aborto no Brasil, através do caso de Jandyra dos Santos, morta em uma clínica clandestina e que teve seu corpo mutilado e queimado.
Classificação indicativa: 14 anos
Debate com: Letícia Gonçalves (Psicóloga, doutoranda em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva/ UFF/UERJ/FIOCRUZ/UFRJ, CRP- MG, Rede Feminista de Saúde) e Paula Gonzaga (psicóloga, doutoranda em Psicologia Social UFMG).

Dia 18 de maio, quinta-feira, às 19h
Sessão de curtas
Putta (Lilian de Alcântara |Brasil| 2015| Documentário| 28 min)
Relatos biográficos de três mulheres da fronteira Brasil, Paraguai e Argentina que vivem em Foz do Iguaçu e trabalham com a prostituição. O filme atravessa as complexidades da vida pessoal, a transexualidade, a família e a maternidade nestes contextos.

Na esquina da minha rua favorita com a tua (Alice Name-Bomtempo| Brasil| 2016| Ficção| 18 min)
Helena foi ao cinema e conheceu Tainá. Tudo que aconteceu depois foi só um quase e, por algum motivo, não foi. Ou talvez tenha sido.

Dandaras: a força da mulher quilombola (Anna Carolina Fernandes e Amaralina Fernandes| Brasil| 2015| Documentário| 30 min)
Apresenta as histórias de cinco lideranças quilombolas do Estado de Minas Gerais e suas trajetórias de engajamento.
Classificação indicativa da sessão: 12 anos
Debate com: Gisella Lima (mulher trans, negra, militante de Direitos Humanos e ativista LGBT,  sócia e voluntária do Instituto Pauline Reichstul, integrante da Rede Afro LGBT Mineira e do Conselho Estadual da Mulher), Daniella Tiffany (mulher negra, integrante do Coletivo Pretas em Movimento. Psicóloga, mestre em Psicologia Social pela UFMG.  Assessora Parlamentar no Mandato da Deputada Marília Campos),  Rosane Pires (produtora cultural, idealizadora e Produtora do "Samba na Roda da Saia")

Dia 19 de maio, sexta-feira, às 19h
Precisamos falar do assédio (Paula Sacchetta| Brasil| 2016| Documentário| 80 min)
Na semana da mulher, uma van-estúdio parou em nove locais em São Paulo e no Rio de Janeiro. O objetivo era coletar depoimentos de mulheres vítimas de qualquer tipo de assédio. Ao todo, 140 decidiram falar. São relatos de mulheres de 15 a 84 anos, de zonas nobres ou periferias das duas cidades, com diferenças e semelhanças na violência que acontece todos os dias e pode se dar dentro de casa, em um beco escuro ou no meio da rua, à luz do dia. O filme traz uma amostra significativa, 26 deles. Nos depoimentos puros, sem qualquer tipo de interlocução, acompanhamos um desabafo, um momento íntimo ou a oportunidade de falarem daquilo pela primeira vez.
Classificação indicativa: 14 anos.
Debate com: Ana Roberto (cantora, militante e bacharel em direito), Letícia Souza (negra, mulher, feminista, curadora e produtora da Coletiva Malva) e Scheylla Bacelar (mulher preta favelada, dançarina e educadora social).
Dia 20 de maio, sábado
Às 17h
Cada um na sua casa (Home|Tim Johnson| 2015| EUA| Animação/Ficção Científica| 94 min)
O planeta Terra foi invadido por seres extraterrestres, os Boov, que estão em busca de um novo planeta para chamar de lar. Eles convivem com os humanos pacificamente, que não sabem de sua existência. Entretanto, um dia, a jovem adolescente Tip encontra o alien Oh e logo os dois embarcam em uma aventura onde aprendem bastante sobre as relações intergalácticas.
Classificação indicativa: livre

Às 19h
Olmo e a Gaivota (Petra Costa, Lea Glob| Brasil, Dinamarca, França, Portugal e Suíça| 2015| Documentário/Drama| 75 min)
A história de Olivia, atriz que se prepara para encenar A Gaivota, de Tchekov. Quando o espetáculo começa a tomar forma, Olívia e seu companheiro, Serge, descobrem que ela está grávida. O que parece ser encenação revela-se como a própria vida. Ou seria o inverso?
Classificação indicativa: 12 anos
Abertura da Sessão: Dirlene Marques (Faculdades de Ciências Econômicas da UFMG/coordenadora da Rede Feminista de Saúde- MG)

Ingressos gratuitos distribuídos trinta minutos antes das sessões.
Serviço: Mostra Feminista de Cinema
Local: MIS Cine Santa Tereza. Rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza
Contato: 3277 4699
Coletiva Malva: coletivamalva@gmail.com
Rede Feminista de Saúde: leticia1goncalves@yahoo.com.br
Acesso: ônibus: 9103, 9210 ou metrô




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Um outro mundo é possível. Um outro Brasil é necessário.

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Enviado por: Maria Dirlene Trindade Marques <dirlenetmarques@gmail.com>
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