sexta-feira, 26 de maio de 2017

26/5 - Os Amigos do Presidente Lula DE 25/5

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 25 May 2017 09:51 AM PDT


Jornais do mundo todo, como o americano "The New York Times" e o britânico "The Guardian", repercutiram os acontecimentos desta quarta-feira (24) em Brasília.
Nesta quinta-feira (25) o povo foi ás ruas pedir a saída de Michel Temer em diversas cidades do Brasil. O envio do exército às ruas de Brasília para conter as manifestações contra o governo Michel Temer e os violentos confrontos com a polícia ganharam destaque nos principais sites e jornais europeus.

O jornal francês Le Figaro destacou em sua manchete "Brasil: as ruas querem a saída do presidente". A reportagem fala que os protestos pedindo a renúncia do presidente ganharam força há uma semana, depois da revelação de uma conversa gravada entre Temer e um dos donos da empresa JBS, Joesley Batista. Nos áudios que estão sendo analisados pela Justiça, o presidente parece concordar com o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso por corrupção.


Para o diário, os brasileiros não suportam mais os escândalos de corrupção, principalmente os que envolvem a gigante Petrobras.

O jornal argentino Clarín destacou que o protesto acabou em confusão após um grupo atacar os prédios dos ministérios. Para o espanhol El País, o principal destaque foi que os protestos pararam o governo brasileiro nesta tarde.
 El País aponta que os protestos contra Temer paralisaram até os debates dentro da Câmara dos Deputados e acrescenta que com a revolta, o executivo foi obrigado a convocar o exército para controlar os manifestantes, uma decisão que suscitou fortes críticas da oposição e do próprio governo.  Para o vespertino espanhol a tensão devido à crise política no Brasil balançou o coração político do país, convertido em campo de batalha.
 El País descreve um cenário de guerra em Brasília, com colunas de fumaça preta, violentos confrontos entre manifestantes e polícia, armada com fuzis. O texto avalia como “assustadoras” as imagens postadas nas redes sociais onde policiais atiram contra os militantes anti-Temer. 
 The Guardian diz que Temer se agarra ao poder. Apesar de todo o caos, diz o diário britânico, o presidente brasileiro se agarra ao poder e descarta a possibilidade de renúncia, alegando que vai lutar contra as acusações. O diário lembra que antes do vazamento das gravações de Joesley, a popularidade de Temer estava em baixa, em parte devido às reformas que fez passar à força no Congresso.

Guardian aponta que se Temer renunciar, a Constituição diz que o Congresso deve eleger o próximo presidente, que deveria governar até o final de 2018. Mas muitos brasileiros, revoltados com a classe política, querem a realização de eleições antecipadas.

A britânica BBC e o americano Time apontaram a crise no governo de Michel Temer e a repercussão da Lava Jato.
Em editorial, a agência Bloomberg afirmou que o presidente deveria renunciar ao cargo. Segundo o texto, a permanência de Temer na Presidência, lutando para não cair até o final do mandato, pode colocar a economia do país em risco, "prolongando a agonia de um governo que críticos têm comparado a uma versão tropical da série 'The Walking Dead'"
Posted: 25 May 2017 08:53 AM PDT


 Em 2015, o então vice- presidente Michel Temer (PMDB-SP) afirmou em palestra em São Paulo, ao comentar os recordes negativos de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que “ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo”. “Se continuar assim, com 7%, 8% de popularidade, de fato fica difícil”, afirmou a empresários, em encontro promovido pela socialite Rosangela Lyra, do movimento Acorda, Brasil, de oposição à Dilma. Agora, pesquisas mostram que Temer chega a ter 1% no nordeste e 5% no restante do país. E o que ele faz para se manter na cadeira  que ele tirou Dilma? Coloca  as forças armadas para acabar com protesto contra ele. A imprensa, está achando tudo normal. Prefere tratar a manifestação como , quebra quebra, praça de guerra e depredação. Não diz, em mpmento algum que foi a maior manifestação  contra o ilegítimo  e golpista Temer

 A popularidade do Michel Temer não ultrapassa os 5% e em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país ela é de apenas 1%. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (25), e consta em relatório de pesquisas realizadas pelo próprio governo na internet.

As mesmas sondagens são preocupantes para governo também entre empresários e executivos. A maioria - os números não foram divulgados - revela descrença cada vez maior na continuidade do governo do peemedebista. Eles não acreditam na viabilidade de aprovação de reformas impopulares, como a trabalhista e a previdenciária.

As pesquisas internas confirmam o que institutos de pesquisa, como Ibope, Datafolha e Vox Populi, já afirmavam, antes mesmo da delação do dono da JBS, Joesley Batista, na qual Temer é acusado de dar aval para que o empresário mantivesse uma mesada para Eduardo Cunha (PMDB) com o objetivo de comprar o silêncio do deputado cassado, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.

Como desdobramento das gravação de uma conversa com o empresário da JBS, Temer se tornou alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como corrupção, obstrução de justiça e formação de organização criminosa. A Corte Suprema aguarda a perícia da gravação feita pela Polícia Federal, que deve concluir a análise em 30 dias, para decidir se dá continuidade ou não à investigação.

Ainda contra Temer, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga no dia 6 de junho a ação do PSDB que pede a cassação da chapa Dilma-Temer por suposto abuso de poder político e econômico, por recebimento de recursos de empresas envolvidas na Lava Jato na campanha eleitoral de 2014.
Posted: 25 May 2017 07:55 AM PDT

Enrolado até o pescoço com delações, assessores e ministros denunciados e uma base de sustentação no congresso virando pó, Michel Temer sente no cangote a aproximação de sua curta carreira como líder da nação. Ou sai por impeachment, ou sai preso ou sai por renúncia, mas é quase unânime a ideia de que ele não termina seu mandato. Por isso, e pelas consequências disso, um grupo de artistas, organizados pela Frente Povo Sem Medo e pela Frente Brasil Popular, começou a se movimentar nas redes sociais para convocar os brasileiros para uma manifestação que garanta o direito de o povo escolher em forma de voto direto o próximo presidente a ocupar o mais alto cargo do país.

Como todo mundo sabe a esta altura do campeonato, de acordo com a nossa constituição, em caso de vacância da cadeira, tanto na hipótese de renúncia quanto num eventual cenário de impeachment, conforme o Artigo 81, como faltam menos de dois anos para o fim do mandato (que se encerra em dezembro de 2018), a eleição seria feita pelos deputados e senadores, 30 dias depois da saída de Temer.

 A manifestação pedindo as Diretas Já, portanto, vai ser realizada neste domingo, na praia de Copacabana, e o chamado nas redes sociais traz junto o nome de um monte de artistas que se dispuseram a cantar no alto do carro de som que vai percorrer a orla do bairro a partir das 11 da manhã, na altura da rua Siqueira Campos. 

Quem já confirmou que vai cantar pelas Diretas? Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Teresa Cristina, Martnália. Também estará presente  o ator Zé de Abreu, a atriz Adriana Esteves,Fábio Assunção e outros tantos.


                                                             O horror da repressão
E Temer convoca Exército para defendê-lo e atacar os manifestantes. Que vergonha! #DiretasPorDireitos #ForaTemer #OcupaCopacabana #DiretasJa

Helicóptero  das forças armadas joga bomba de gás pimenta nos manifestantes  das centrais sindicais e de movimentos populares em Brasília, contra as reformas do governo Temer
 Após 31 anos do fim da ditadura,Temer  manda para às ruas as forças armadas para coibir manifestação
Posted: 25 May 2017 02:15 AM PDT


A elevação do modo de protesto popular violento em Brasília, do vandalismo para o ataque típico de revolta civil, não foi um aviso.

Os avisos estão dados desde o colar de incidentes começados ainda no governo Dilma. Os ataques aos ministérios foram já o primeiro ato.

Quem até aqui não quis ver –nos governos e no Congresso, na imprensa/TV, no empresariado que influi na política– está confrontado pelos fatos: a situação interna do país mudou.

Iniciou-se um processo que, embora não irreversível, é propenso a avançar, sob o incentivo ignorante das classes privilegiadas, aqui sempre empedernidas e vorazes.

Só esses predicados podem levar à crença de que é possível impor, a um só tempo e impunemente, desemprego, ostentação de roubalheiras premiadas do dinheiro público, salários atrasados, cassação de direitos trabalhistas, redução dos miseráveis recursos e serviços da saúde, ainda piores condições de aposentadoria para quem de fato trabalha ou trabalhou, corte dos investimentos públicos e, pairando sobre ou sob esse conjunto idealizado pela classe dominante, uma composição imoral de governo.

As ações diretas do povo não seguem regras. Obedecem à lógica das suas contingências.

Nessa lógica está, hoje em dia, o alto grau de indignação e de violência –praticada e potencial– nas cidades difusamente armadas e mais suscetíveis a próximos capítulos da nova etapa de escalada. Caso notório de Rio e São Paulo, mas não só.

Brasília é mais vulnerável a ocorrências ditas de praça pública, na arrogância dos seus prédios e no convite das suas vidraças, não porém em armas à mão. São Paulo, território primordial para a comercialização de droga em dimensões nacionais, e Rio, território com enclaves bandidos, exemplificam melhor o risco que a Capital projeta sobre o país.

Michel Temer e seus parlamentares pretenderam mais uma atitude indecente. Na calada, não da noite, mas da bagunça mental que se generalizou, quiseram fazer na Câmara e no Senado aprovações que levariam o empresariado influente e imprensa/TV a ampará-los, em retribuição e por querer mais.

Em consequência, o Palácio do Jaburu, apesar de proteção especial, passa a ter horas, talvez noites e dias, de suspense e temor. A Câmara e o Senado deixam de saber quando poderão funcionar não ou, como ontem.

Forças Armadas são postas a reprimir, não bandidos, mas a gente comum. Alguma dúvida de que tirar Michel Temer é a única hipótese das chefias políticas e seu empresariado para atenuar as tensões do país? Mas no povo a ideia também única, que se constata por toda parte, é de que o país está entregue a ladrões. E ele em pessoa é uma vítima de todos os ladrões.

É apenas lógica e induzida a elevação do modo de enfrentamento popular. Artigo de Janio de Freitas

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