terça-feira, 13 de junho de 2017

13/6 - Moro manda PF devolver tablet dos netos de LULA

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 12 Jun 2017 02:52 PM PDT


Um policial brasileiro tem sido destaque na Itália após se tornar o primeiro homem negro da história a compor o regimento Corazzieri, armada que protege o presidente italiano.

O jovem de 27 anos foi um dos escolhidos para fazer parte do seleto grupo de honra de segurança no último sábado (10), quando Francisco se reuniu com o chefe de Estado, Sergio Matarella, no Palácio do Quirinale, sede da Presidência do país. Durante o encontro, o brasileiro ainda foi saudado pelo Pontífice.  

A vida do policial é considerada uma história de conto de fadas com um final feliz. Após seu nascimento, em 1990, ele foi adotado junto com sua irmã por uma família de italianos. O jovem cresceu e estudou no país europeu, onde seu maior sonho era fazer parte da histórica guarda pessoal do presidente da República.  

Sua estreia no regime aconteceu no último dia 5 de junho durante as celebrações de aniversário da Arma dei Carabinieri. Para entrar na armada foi preciso atender a requisitos específicos como altura mínima de 1m90, excelente disciplina, além de ter família e moral exemplares.
Posted: 12 Jun 2017 10:49 AM PDT


A gestão do prefeito de São Paulo, João Doria, teria direcionado a concorrência pelo patrocínio do carnaval de rua de São Paulo para que a agência de eventos Dream Factory, contratada pela Ambev, fosse a vencedora. As informações são da rádio CBN, que teve acesso a documentos e áudios.

De acordo com a reportagem, as duas empresas foram orientadas por integrantes do alto escalão da prefeitura a alterar os itens de uma planilha de serviços, para que a proposta saísse vitoriosa. O MP abriu investigação sobre o caso no dia 29 de maio.

O patrocinador teve exclusividade para expor a marca nos desfiles dos blocos de rua e para vender bebidas no carnaval da cidade, que neste ano teve um número recorde de participantes.

O edital, publicado na gestão anterior, estabeleceu que sairia vencedora a proposta com maior gasto em itens de interesse público, como segurança, limpeza, banheiros químicos e ambulâncias.

A proposta da Dream Factory foi escolhida em dezembro porque as outras três concorrentes foram impugnadas. Mas uma delas, a SRCOM, parceira da Heineken, recorreu.

Em janeiro, a Comissão Avaliadora da Secretaria de Cultura decidiu recolocar a proposta da SRCOM na disputa, com o aval do secretário de Negócios Jurídicos da prefeitura, Anderson Pomini.

O valor da proposta da Dream Factory foi de R$ 15 milhões. A da SRCOM, de R$ 8,5 milhões. Após um pente-fino, a comissão avaliadora viu que na proposta da Dream Factory apenas R$ 2,6 milhões eram itens de interesse público. Na da SRCOM, esses itens somavam o dobro, R$ 5,1 milhões.

A comissão avaliadora, órgão legalmente responsável pela escolha, decidiu que proposta da Heineken era a melhor, mas a gestão Doria teria passado por cima da decisão.

A reportagem da CBN obteve um áudio de uma reunião entre funcionários da Secretaria de Cultura, entre eles a chefe de gabinete do secretário, e dois diretores da Dream Factory.

Nela, os representantes da empresa e a chefe de gabinete narram outra reunião na prefeitura em que o vice-prefeito Bruno Covas orienta os integrantes da Ambev e da Dream Factory a alterar os itens da planilha da proposta para justificar os 15 milhões e, assim, vencer a concorrente. Participaram desta reunião o secretário de Governo, Julio Semeghini, e o da Cultura, André Sturm.

O encontro aconteceu em 17 de fevereiro, véspera do pré-carnaval. Doria estava em Dubai, em viagem oficial. O áudio mostra que empresa e gestão ainda discutiam os valores da proposta 20 dias depois da escolha ter sido homologada.

Os integrantes da Dream Factory também reclamam que, àquela altura, não poderiam inflar os valores como, segundo eles, Sturm estava pedindo.
Posted: 12 Jun 2017 02:39 PM PDT

O deputado federal Paulo Pereira sa Dilva (SD-SP), o Paulinho da Força, teve seus direitos políticos suspensos por determinação da desembargadora do Tribunal Regional da 3ª Região, Consuelo Yoshida. Ele é acusado de improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A denúncia do Ministério Público Federal aponta ainda que Paulinho da Força, como presidente da central sindical, contratou a Fundação João Donini sem licitação, para ministrar cursos profissionalizantes para desempregados e pessoas de baixa renda utilizando recursos do FAT.

Além da suspensão dos direitos políticos pelo prazo mínimo de cinco anos, Paulinho da Força e outros réus, incluindo o responsável pela fundação, João Francisco Donini, foram condenados ao pagamento de multa, calculada com base no valor contratado com dispensa de licitação, proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de cinco anos.

Ao dar provimento parcial ao recurso do MPF contra sentença de primeira instância, a 6ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF3) aponta a inidoneidade da Fundação e registra reiteradas inconsistências nos cadastros de alunos com duplicidade de CPFs, “o que, no mínimo, demonstra a ausência de seriedade da instituição”. As provas, segundo a 6ª Turma, revelam o “prejuízo causado à efetiva e eficaz prestação de serviço público com dinheiro público por instituição absolutamente desqualificada para tanto”.

De acordo com a denúncia do MPF, no período entre 1999 e 2000, a Força Sindical presidida pelo deputado firmou três convênios com o Ministério do Trabalho para qualificação e re-qualificação profissional de trabalhadores desempregados ou sob risco de desemprego e também para micro e pequenos empreendedores e autônomos. Em uma das parcerias, a Força Sindical teria contratado a Fundação Domini por R$ 215 mil para ministrar esses cursos.

Os réus tinham pleno conhecimento da incapacidade técnica e da precariedade das instalações para a realização dos cursos profissionalizantes pela fundação contratada e “agiram, no mínimo, com culpa grave, porquanto não atuaram com a diligência esperada na contratação do convênio em questão”, ressaltou o colegiado do TRF3.
Posted: 12 Jun 2017 10:21 AM PDT

O juiz Sérgio Moro mandou a Polícia Federal devolver os iPads dos netos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que foram apreendidos no âmbito da operação Aletheia, deflagrada em 4 de março de 2016.

Magistrado atendeu apelo feito pelo ex-presidente Lula durante depoimento sobre o caso triplex, em Curitiba (PR).

Em despacho assinado no dia 19 de maio, Moro lembrou que Lula "reclamou" da apreensão de aparelhos eletrônicos de seus netos e solicitou devolução diretamente ao juiz.

Ele disse desconhecer o fato de que os pertences das crianças estavam em posse da PF e apontou que, se isso ocorreu, foi porque os agentes também não sabiam do conteúdo dos dispositivos.

Em sua decisão, o juiz continua: "para evitar maiores delongas, deverá a autoridade policial informar se identificou, na apreensão, os referidos aparelhos pertencentes aos netos do investigado e, se positivo, para que promova a devolução mediante termo no prazo de 10 dias."

Vale destacar que a decisão ocorre mais de 1 ano e três meses após a ação de busca e apreensão em endereços ligados a Lula.

No vídeo abaixo, assista ao momento exato em que o ex-presidente pede ao juiz Sergio Moro que devolva equipamentos dos netos.


“Aliás, eu queria aproveitar, já que o senhor falou dessa coerção, e pedir que o senhor determine que a PF devolva o iPad dos meus netos. É uma vergonha iPad de neto de 5 anos estar [apreendido] desde março do ano passado”, afirmou.
Posted: 12 Jun 2017 10:12 AM PDT

 Uma nova leva de executivos do grupo empresarial controlado pela J&F vai colaborar para complementar as delações já firmadas com a Procuradoria-Geral da República. A lista de candidatos está em elaboração, mas o Estado apurou que ao menos 20 executivos, entre diretores e presidentes de empresas do grupo, tinham proximidade com os acionistas, conhecimento dos ilícitos e podem terminar como novos delatores. A JBS tem 120 dias, a partir do acordo, para apresentar a lista.

Colaborações adicionais são necessárias para que outros funcionários, que conhecem ou tenham participado dos crimes confessados, confirmem o que foi relatado pelos delatores. No caso dos negócios da família Batista, os crimes narrados indicam que será preciso selecionar colaboradores na JBS, que atua no setor de bovinos com várias marcas, entre elas a Friboi; na Seara, empresa de alimentos à base de frangos e suínos; na Eldorado Celulose, do setor de papel; e também na J&F, a holding que assumiu multas e compromissos legais.

O empresário Joesley Batista foi prático: fechou-se em uma sala de reunião com o irmão Wesley e cinco executivos de confiança - Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais; Demilton Antônio, diretor financeiro da JBS; Valdir Boni, diretor de Tributos da JBS; Florisvaldo Caetano de Oliveira, ex-conselheiro fiscal da JBS; e o advogado Francisco de Assis, diretor jurídico da JBS.

O combinado entre eles é que seria preciso falar de maneira organizada sobre as acusações em operações policiais que tinham atingido os negócios e cada um se preparou para depor. O processo foi ágil. Entre 7 de março, data em que Joesley esteve com presidente Michel Temer, no Palácio do Jaburu, e a divulgação das delações não transcorreram nem três meses.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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