quinta-feira, 15 de junho de 2017

15/6 - Reunião Bilderberg 2017

Octopus


Posted: 14 Jun 2017 03:14 PM PDT
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Como todos os anos, o Clube Bilderberg reuniu-se. Este ano mais uma vez, em Chantilly, na Virgínia, nos Estados Unidos.


Reunião opaca, em que é difícil prever os temas abordados, mas previsíveis.


Contrariamente a muitos comentadores, Donald Trump e outros "eleitos" não me parecem serem alvo de críticas ou problema abordado. O plano está traçado há muito tempo. Os temas serão: o "terrorismo", o Médio Oriente, a Rússia, a China, a "crise do Dólar" e a divisão entre sunismo e xiismo.  



 
 

Os participantes portugueses são:

- José Durão Barroso, presidente da Goldman Sachs Internacional e que substitui Pinto Balsemão como "DJ residente" e que escolhe os dois outros participantes, neste caso:

- José Luís Arnaut, PSD, sócio gerente da CMS Rui Pena e Arnaut.

- E, nada menos do que António Mexia, presidente da EDP



Além dos nomes habituais e outros esperados, é de salientar:

- Fabiola Gianotti (ITA), diretora geral do CERN

- Annie Lööf (SWE), líder do partido Center Party

- Albert Rivera Díaz (ESP), presidente do Partido Ciudadanos

- Tiankai Cui, embaixador da China em Washington




Questões prementes:

- Abandono da sustentação e financiamento do "terrorismo islamita" e deixar o confronto "religioso" entre os Estados sunitas e xiitas. Apoiando os países sunitas, como o recente apoio à Arábia Saudita contra os outros, nomeadamente o Irão.


- Pressionar a Rússia através da NATO que os Estados Unidos fingem não apoiar.


- Abandono das "revoluções árabes" a favor de confrontar e instigar os países árabes uns contra os outros.


- Instigar um entendimento entre um eixo Irão, Qatar, Turquia e Gaza para que a defesa dos outros países da região tenham uma razão de ser e de intervir.


- Integrar a China no xadrez político dada a dependência americana desse país que detém a grande maioria das suas dívidas.


- Apostar em novas apostas de "terrorismo", como com as Filipinas para dominar o sul-este asiático e influenciar a América do Sul (o quintal dos Estados Unidos) através da Venezuela e Brasil.





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