segunda-feira, 19 de junho de 2017

19/6 - Governo de Cuba critica "pressão dos EUA"

FONTE:Castor Filho <castorfilho@yahoo.com>


Governo de Cuba critica "pressão dos EUA" para mudanças de sistema na ilha

Original Agência Brasil em: https://goo.gl/p3PRDb



Reprodução
 
A declaração foi difundida simultaneamente em todos os veículos de comunicação estatais. No comunicado, o regime comandado por Raúl Castro responde ao discurso feito pelo presidente americano, Donald Trump, que anunciou mudança na política para Cuba.

"Qualquer estratégia voltada para mudar o sistema político, econômico e social em Cuba, que pretenda alcançar por meio de pressões e imposições, ou empregando métodos mais sutis, estará condenada ao fracasso", diz o texto veiculado como primeira reação ao posicionamento de Washington.

O texto sustenta que as mudanças necessárias para Cuba, como as que estão sendo realizadas agora, como parte do processo de atualização do modelo econômico e socialista na ilha, "seguirão sendo decididos soberanamente" pelo povo cubano.

"Assumiremos qualquer risco e continuaremos firmes e seguros na construção de uma nação soberana, independente, socialista, democrática, próspera e sustentável", afirma o governo.

A declaração aponta que Donald Trump esteve, mais uma vez, "mal assessorado", ao tomar decisões que favorecem os interesses políticos de uma "minoria extremista" de origem cubana, residente no estado da Flórida, que, por "motivações mesquinhas" não desiste da pretensão de castigar Cuba e a sua população.

Na questão dos direitos humanos, o governo de Cuba, rejeita a "manipulação com fins políticos", garantindo que os cidadãos do país "desfrutam de direitos e liberdades fundamentais" e destacando o acesso à saúde, educação, previdência social, salários iguais, direitos das crianças, à alimentação, a paz e ao desenvolvimento.

"Os Estados Unidos não estão em condições de nos dar lições", diz o texto, que ainda destaca negativamente o grande número de casos de assassinatos, abusos policiais e discriminação racial nos Estados Unidos.

O governo de Cuba ainda garante que está disposto a continuar um diálogo "respeitoso", além da cooperação em temas de interesse mútuo, assim como a negociação de assuntos bilaterais "pendentes" com o governo americano, mas garante que não realizará concessões que possam ferir sua soberania e independência.
 
EFE


COMENTÁRIO DE  TANIA FAILLACE SOBRE A REVISÃO DO ACORDO EUA-CUBA 

Acontece exatamente o contrário.

Os cubanos estavam contentes com Obama, que lhes ofereceu investimentos e 
instalações das multinacionais deles na ilha.

Trump recuou, e retirou essas benesses.

Quer dizer, os cubanos que têm opinião e destaque. querem voltar a atrelar-se à
economia norte-americana.

Trump suspendeu tudo, e os cubanos se indignaram.

E até o Carlos Aznarez do Resumen se mostrou saudoso do Obama e das amizades
antigas com os EUA.

Eu comentei o seguinte sobre a questão, e mandei tanto para o El Heraldo como para Resumen.:

Creo que el ansia de participar del universo de acólitos de EUA,  vuelve
ciegos los cubanos respecto a la amistad com EUA, como si le fuera un bien
especial.

Pero no veo porque, en Argentina, no se usa de la sangre fría para analisar
los hechos de Geopolítica y comprender las acciones que se estampan en los
periódicos, pero siempre sin revelar lo que se pasa detrás.

Cuba no tiene mayor importancia económica para EUA. El bloqueo ha sido
resuelto en en siglo pasado como una especie de reto y amenaza a los otros
paises que intentaran hacer sus revoluciones.

Ese ejemplo de "castigo" no ha llevado a grandes éxitos, como lo ha probado
el ciclo de gobiernos populares en América Latina, y particularmente el
Chavismo.

Hoy, la cuestión es muy distinta. Arriba del viejo y tradicional
imperialismo de las naciones hegemónicas, lo que hoy se juega es el dominio
mundial por el poder económico de corporaciones y de la Banca, arriba de la
politica institucional.

La lucha de clases ha arrefecido en practicamente en todo el mundo por la
incapacidad de las izquierdas en comprender la historia hoy, y las fuerzas
dominantes.

Entonces, lo que resalta es la disputa entre el capitalismo concurrencial
tradicional y el capitalismo monopolista, que está consubstanciado en el
proyecto de la Nueva Orden Mundial.

Trump es anti-globalista y nacionalista. Se liga, pues a la resistencia
contra la NWO. Pero no tiene fuerza política suficiente, una vez que EUA es
dominado por el Deep State, que solamente las izquierdas ignoran.

La cuestión de Cuba es muy simple. Obama le ha hecho los agrados para
atraer a su órbita - de la NWO - a Cuba, considerando su posición
geográfico-estratégica en América, favorable a los planes de expansión del
nuevo imperio.

De ahí, el interés en restaurar el capitalismo en la isla através de
investimientos económico-financieros, para restaurar obviamente los viejos
lazos, y desarrollar Guantánamo para controlar la región.

Así como Panamá les interesa por causa del Canal, que permite, en poco
tiempo,
 pasar de un oceáno a otro, irse de Venezuela a la Patagonia.

Se aproxima el Comando Sur del Norte de América del Sur. El presidente
golpista y títere de Brasil, Temer, ha invitado EUA, Canadá, Panamá,
Colombia y Peru para hacer maniobras militares con los brasileños justo en
la frontera con Venezuela.

Y ustedes se preocupan con los discursos de Trump, que enciende una bujía a
Dios y otra al diablo, probablemente calculando cuanto tiempo aún dispone
como presidente o como viviente, en la tierra del Deep State, instrumento
del imperio que se establece y que pretende, inclusive, la reducción de la
población humana, y la fusión de todas mega-corporaciones del mundo.

Por favor... situémonos en la realidad concrecta, y dejemos para discutir
después las decepciones de nuestros amigos por atraer las gracias y los
alagos de los ricos.

La amistad con EUA en este momento, es lo peor que pueda suceder a Cuba;
así como las maniobras con los paises de derecha consolidada, es lo peor
que puede suceder a Brasil.

Que se sepa distinguir el *enemigo real* antes que sea tarde.

Querer amistad con las corporaciones norteamericanas!
Si Fidel lo sospechara desde su tumba!...

Tania Jamardo Faillace
periodista y escritora de BRasil

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Comentário de Giovanni G. Vieira em 17/6/2017 às 16h17': 

Comentário de Giovanni G. Vieira: Os colonialistas/imperialistas à frente os EUA insistem impor ao mundo, seja a que preço for, seu sistema corrupto, dissoluto e desumano. 

Cuba, liberta desse terror e degradação desde 1959, não aceita o retorno na condição de colônia dos Estados Unidos.

Daí a pressão de Donald Trump, CIA, Pentágono, Wall Street e banca transnacional contra o governo socialista cubano. 

A Nova Ordem Mundial ( New World Order, em inglês) se prepara para desencadear a Terceira Guerra Mundial, visto ter pela frente a resistência firme da Rússia, China, Irã, Cuba e Síria aos seus planos belicistas para a conquista do mundo. 
 
Atenção nazi-fascistas do século XXI, pois se ousarem levar adiante sua aventura tresloucada terão uma resposta imediata e devastadora das nações amantes da PAZ. 

Estejam certo de uma verdade: NÃO RESTARÁ PEDRA SOBRE PEDRA!!! SERÁ O FIM DO SISTEMA DE CRIMES E TODA SORTE DE INIQUIDADES!!!


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