quinta-feira, 22 de junho de 2017

22/6 - Pragmatismo Político DE 21/6

Pragmatismo Político


Posted: 21 Jun 2017 07:06 PM PDT
pacotaço greca massacre da pm curitiba
Gilbran Mendes, Brasil de Fato
Servidores municipais de Curitiba, em greve desde a semana passada contra um “pacotaço” do prefeito Rafael Greca (PMN) que retira direitos, foram agredidos pela Polícia Militar na manhã desta terça-feira (20).
Os trabalhadores foram atacados com spray de pimenta e cassetadas. O grupo, majoritariamente formado por mulheres, estava em frente à Câmara de Vereadores.
As agressões aconteceram em dois momentos. O primeiro deles quando um pequeno grupo de trabalhadores ocupou o plenário do legislativo municipal pouco depois das 10h.
O segundo às 12h quando, sem muitas explicações, policiais começaram a despejar spray de pimenta em alguns servidores públicos.
Como os trabalhadores não saíram das escadarias do prédio as agressões se intensificaram, inclusive atacando com cassetetes trabalhadores que estavam de costas.
O professor Gilmar Pecusa, de 50 anos, leciona em uma escola no bairro Tatuquara, região Sul da capital, e buscou atendimento para os ferimentos causados por conta do spray de pimenta.
“Como cidadão eu tenho direito de entrar (na Câmara de Vereadores) e fui barrado pelos policiais. Estava conversando com eles e tentando ajudar, porque tinham colegas mais exaltados. Porém, dois comandantes despreparados começaram a jogar spray de pimenta nas pessoas e jogaram na minha cara. Uma situação humilhante que nunca passei e desejo que ninguém passe”, relatou.
“Aqui nessa câmara é votado título de cidadão honorário para jornalista esportivo, potencial construtivo para a Baixada, mas para trabalhador é isso que ganhamos: a retirada do nosso plano de carreiras”, completou Pecusa.
Nádia Lomando, de 69 anos, também é professora e estava na manifestação. Com praticamente 25 anos de magistério ela deverá pedir aposentadoria em outubro desse ano. Qual a motivação para enfrentar todo esse aparato de repressão?
“Estou aqui pelos meus direitos. Se são meus eu tenho que lutar por eles. Eu vivi em uma época em que se perdeu direitos. Eles (que não estão na manifestação) acham que direito cai da árvore na cabeça”, afirmou.
Questionada sobre a motivação da violência policial, a professora foi conclusiva. “Se eles não têm argumentos então têm que ser no tapa”, enfatizou.
Abaixo, confira vídeo e imagens do massacre da PM contra os trabalhadores:
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Posted: 21 Jun 2017 06:48 PM PDT
Falha de S.Paulo blog volta
(Reprodução, Falha de S.Paulo)
A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça autorizou o funcionamento do site Falha de S.Paulo, paródia do jornal Folha de S.Paulo.
Por quatro votos a um, o colegiado entendeu que a legislação de direito autoral autoriza a paródia e protege o direito à irreverência do direito ao entretenimento.
A corte também rejeitou a tese da violação de marca, já que elas podem ser reproduzidas se destinadas a fins diferentes, como era o caso da Falha com a Folha.
Prevaleceu o voto do ministro Luís Felipe Salomão, primeiro a divergir do relator, ministro Marco Buzzi. O julgamento estava parado desde o dia 21 de fevereiro, por pedido de vista do ministro Raul Araújo.
Nesta quarta, ele levou seu voto-vista, acompanhando Salomão, que também foi seguido pelos ministros Antônio Carlos Ferreira e Isabel Gallotti.
A principal tese do jornal era que o Falha de S.Paulo violava sua marca por usar tipologia semelhante, o que poderia confundir seus leitores. Salomão rejeitou a tese. Segundo ele, os dois produtos são destinados a “consumidores bem específicos”.
De acordo com o ministro, não há como defender a “confusão” entre os leitores do jornal e os consumidores do site por causa do “grau de especialização dos adquirentes dos serviços prestados por aquelas empresas”.
Salomão pondera que, embora decisões judiciais devam levar em conta o grau de informação, inteligência e perspicácia do “homem médio”, “não é difícil concluir pelo elevado grau de discernimento e de intelecção que um leitor de jornal possui”.
A Folha ainda havia alegado que a Lei de Direitos Autorais proíbe, no artigo 47, paródias que “sejam verdadeiras reproduções da obra originária” e que lhes causem “descrédito”.
O ministro Salomão rejeitou a tese. Especialmente pela “considerável carga subjetiva” do termo “descrédito”, diante da proteção à paródia pela liberdade de expressão.
“A ironia e a crítica são a essência da paródia e quando a lei prevê e protege esse tipo de manifestação e expressão está protegendo a irreverência do conteúdo apresentado”, escreveu o ministro, no voto. Ele lembrou que paródia é tradição brasileira, prevista no primeiro Código Civil do Brasil, de 1916 — o código não fazia qualquer menção a descrédito, apenas proibia a reprodução integral da obra original.

Concorrência desleal

O relator, ministro Marco Buzzi, havia concordado com a tese de que a Folha fora prejudicada pela tipografia do Falha. Como o blog vendia publicidade para se sustentar, afirmou o ministro, perdeu o caráter de mera paródia e passou a competir com o jornal.
“Não se trata de diminuir o escopo do direito à liberdade de expressão. É que, diante do caso concreto, precisamos nos atentar para os dispositivos de tutela da marca, reconhecendo que nos moldes em que a paródia foi realizada, além do tom crítico e jocoso, houve violação do direito de proteção à marca”, escreveu o ministro, em seu voto.
O site está fora do ar desde que o processo começou, em 2010.
Pedro Canário, Consultor Jurídico
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Posted: 21 Jun 2017 04:20 PM PDT
segredo Jeremy Bernard Corbyn sucesso vitória reino unido trabalhadores
Jeremy Bernard Corbyn (reprodução)
Slavoj Žižek | Tradução: Artur Renzo, Boitempo
O inesperado sucesso de Jeremy Corbyn e do Labour Party nas urnas inglesas deixou vermelha de vergonha a sabedoria cínica predominante entre os pretensos especialistas políticos. Até mesmo aqueles que se diziam simpatizar com Corbyn, mas que se esquivavam com a desculpa de que “Sim, eu votaria nele, mas a realidade é que ele é inelegível, o povo está muito manipulado e amedrontado, o momento ainda não é ideal para um lance tão radical.”
Lembremos da alegação de Tony Blair de que com Corbyn o Labour Party estaria irreparavelmente marginalizado, e não seria mais um partido potencial para efetivamente disputar o governo. A hipocrisia de afirmações como essas é que elas mascaram sua própria posição política como um insight resignado sobre o estado objetivo das coisas.
Há, é claro, problemas e dúvidas que persistem. É preciso evidentemente confrontar as limitações do programa de Corbyn: será que ele vai além do velho welfare state? O possível governo do Labour sobreviveria às investidas do capital global? Mas, além disso, num nível mais radical, é preciso não ter medo de levantar a questão chave: a vitória eleitoral ainda é o momento decisivo de uma mudança social radical? Afinal, não estamos testemunhando a crescente irrelevância de nossos processos eleitorais?
Mas o que importa, para além do resultado propriamente dito, é o significado mais profundo da (relativa) vitória do Labour Party. Esse sucesso implica uma importante mudança ética e política, um movimento importante contra a vulgarização de nossos discursos públicos. O problema aqui está naquilo que Hegel chamou de Sittlichkeit: os costumes, o denso pano de fundo de regras (tácitas) da vida social, a grossa e impenetrável substância ética que nos diz o que podemos e o que não podemos fazer.
Essas regras estão desintegrando hoje: o que era simplesmente indizível em um debate público algumas décadas atrás, pode agora ser enunciado impunemente. Trump pode falar das flatulências de Melania e afirmar que a “tortura funciona”, Netanyahu pode alegar que os palestinos provocaram o Holocausto, populistas europeus podem dizer que o influxo de refugiados é orquestrado por judeus, e por aí vai…
Mas por que falar de educação e de conduta pública numa hora dessas, em que estamos diante de problemas prementes, aparentemente muito mais “reais”? Ao fazer isso, não estaríamos regredindo ao nível da famosa ironia de Thomas De Quincey sobre o simples ato de assassinato: “Quantas pessoas não começaram promovendo terror e catástrofes econômicas e no final acabaram se comportando mal em uma festa?” Mas os modos importam sim – em situações tensas, eles são uma questão de vida ou morte, a linha divisória sutil que separa a civilização da barbárie.
Nos anos 1960, vulgaridades ocasionais eram associadas à esquerda política: revolucionários estudantis geralmente usavam linguagem corriqueira para enfatizar sua distância em relação à política oficial, com seu jargão polido. Hoje, a linguagem vulgar é praticamente uma prerrogativa exclusiva da direita radical, de forma que é a esquerda que se vê na posição surpreendente de ter que defender a decência e os modos públicos.
Infelizmente, o espaço público esquerdista-liberal está também cada vez mais dominado pelas regras da “cultura de twitter”: saturado de sacadas curtas, réplicas pontuais, comentários sarcásticos ou indignados, mas com cada vez menos espaço para as etapas múltiplas de uma linha de argumentação mais substancial. Reage-se a meros recortes de um texto (uma passagem, uma frase, ou às vezes nem isso). A postura que sustenta essas respostas de cunho de “tweet” agrega um certo farisaísmo dono da verdade, um moralismo politicamente correto e um sarcasmo brutal: assim que qualquer coisa soar problemática, ela é imediatamente detectada provocando uma resposta automática, geralmente um lugar comum do glossário politicamente correto.
Embora muito dos críticos gostem de enfatizar sua rejeição à normatividade (à “norma heterossexual imposta”, por exemplo), sua posição é muitas vezes a de uma implacável normatividade, denunciando cada mínimo desvio do dogma politicamente correto como “fascismo” ou qualquer coisa que o valha. Essa “cultura de twitter”, ao combinar uma tolerância ao discurso oficial com uma abertura à intolerância extrema contra pontos de vista realmente diferentes, representa um entrave ao pensamento crítico. Ela é o espelho da raiva cega populista a la Donald Trump, e é simultaneamente uma das razões pelas quais a esquerda tão frequentemente se mostra incapaz de confrontar o populismo de direita, especialmente na Europa de hoje. Se alguém sequer ousar mencionar que esse populismo extrai boa parte de sua energia do descontentamento popular dos explorados, esse alguém é imediatamente acusado de “essencialismo de classe”.
É diante desse pano de fundo que devemos comparar as campanhas do partido conservador e do trabalhista na última eleição inglesa. A campanha do partido conservador se rebaixou a um nível inédito no histórico de disputas do Reino Unido: ataques alarmistas insinuando que Corbyn seria um simpatizante terrorista, de que o partido trabalhista seria um ninho de anti-semitismo e tudo isso culminando com Theresa May alegremente prometendo rasgar direitos humanos – uma pura e simples política de medo, se algum dia houve uma. Não é de se espantar que o UKIP [Partido de Independência do Reino Unido] desapareceu de cena: não há necessidade para ele já que May e [Boris] Johnson estão praticamente desempenhando seu antigo papel.
Corbyn não se deixou enredar nesses jogos sujos: com uma franca ingenuidade, ele simplesmente abordou as principais questões e preocupações das pessoas comuns, de problemas econômicos a ameaças terroristas, propondo contramedidas claras. Não havia raiva nem ressentimento em suas declarações, tampouco evocação barata de ânimos populistas, mas também nada do farisaísmo “dono da verdade” politicamente correto. Ele apenas focou em responder às reais preocupações das pessoas comuns com simples decência.
O fato de tal abordagem representar nada menos do que uma mudança de peso em nosso espaço político é um triste indicativo dos nossos tempos. Mas é também uma nova confirmação da velha assertiva hegeliana de que, às vezes, franqueza ingênua é a mais devastadora e sagaz de todas as estratégias.
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Posted: 21 Jun 2017 02:47 PM PDT
google maps boca da benjmanin
O Google Maps é um serviço que indica com precisão como chegar a um endereço que não se conhece. É possível encontrar a localização de praticamente qualquer estabelecimento em uma cidade através do Maps.
Nesta semana, internautas descobriram que até um local de venda de drogas, chamado “Boca do Benjamin”, no Rio de Janeiro, era indicado no Google Maps com endereço completo, avaliações e comentários.
Foram compartilhados 23 comentários sobre o local e classificações com estrelinhas.
“Quebra um galho. Pode melhorar. Qualidade: Regular. Preço: Razoável. Atendimento: Bom”; “Salva a galera da região. Legalize já para comprar nas bancas”, “Parabéns pro dono, que é um empreendedor!”, diziam alguns deles.
O caso chegou a virar matéria do programa Brasil Urgente, da Rede Bandeirantes de Televisão. O “estabelecimento” estava na categoria “shopping center” do serviço do Google.
O local está a menos de 500 metros do prédio da Arquidiocese do Rio, onde se baseia o arcebispo, dom Orani Tempesta.
Até esta quarta-feira (20) era possível encontrar o endereço sem nenhum problema usando a ferramenta de pesquisa. O estabelecimento tinha até uma pontuação de quase quatro estrelas.
No entanto, na manhã desta quinta-feira (21), já não era mais possível localizar a Boca do Benjamim pelo Google.
Pelas regras do Google Maps, informou o Google, não é permitido aos usuários “realizar ações inapropriadas, ilegais ou que violam os direitos dos outros”.
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Posted: 21 Jun 2017 08:32 AM PDT
irmã primo aecio neves soltos stf andrea neves frederico
Os ministros da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) acabam de adiar a decisão sobre pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDBMG). Aécio e o PSDB ganham tempo, na tentativa de evitar uma possível cassação do parlamentar. A decisão foi tomada pelo relator do processo, ministro Marco Aurélio de Mello depois da informação de que foi protocolado horas antes, pelo advogado de defesa de Aécio, Alberto Zacharias Toron, novo requerimento com a solicitação para que o caso seja julgado no plenário do tribunal por todos os ministros. O julgamento não tem data para ser retomado.
A expectativa levantada no início da manhã era de que havia maioria por parte dos ministros da turma no sentido de não votar pela cassação. Alguns magistrados deram a entender que mudaram de posição nos últimos dias em relação à situação do senador afastado e, nos bastidores, ministros que não integram a turma criticaram o fato de um provável resultado pró-Aécio ter sido amplamente propagado no início da manhã.
A turma acolheu ainda pedidos das defesas da irmã de Aécio, Andrea Neves, de seu primo Frederico Medeiros e do ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que terão a prisão preventiva revertida em domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.
Andrea Neves, teve um segundo pedido feito pela sua defesa, negado pelos ministros. Os advogados da jornalista, irmã de Aécio, solicitaram que o processo contra ela fosse desmembrado, para que passasse a ser julgado na primeira instancia. Os integrantes da turma consideraram que, diante da gravidade do caso e da ligação dos fatos observados em relação a Andrea com o senador afastado, isso não será possível. Andrea terá de ser investigada no mesmo processo contra o irmão, no STF.
O ministro Luís Barroso afirmou que era preciso levar em conta o que chamou de “ousadia” do grupo ligado ao senador afastado, que manteve a prática de supostos crimes de recebimento de propina negociada com o empresário Joesley Batista, mesmo durante o andamento da Operação Lava Jato.
A ministra Rosa Weber, que defendeu a mesma posição de Barroso, destacou que o preso “sabe o caminho do dinheiro”, motivo pelo qual, segundo a magistrada, “ainda existe o risco concreto de interferência na investigação, inclusive com a destruição de provas”. A referência da ministra foi feita a Souza Lima, mas foi entendida como sua posição em relação a todos os demais. O ministro Luiz Fux, que na semana anterior demonstrou ser contrário à revogação da prisão de Andrea Neves, desta vez se posicionou pelo uso da tornozeleira eletrônica e conversão da prisão em domiciliar.
O pedido do advogado do senador afastado levou em conta o clima de tensão que imperava não apenas na residência de Aécio Neves em Brasília, desde ontem, como também a inquietação de parlamentares no Senado, que se contrapuseram às informações de que o STF, de forma alguma, iria aprovar algum pedido de prisão do senador afastado.
“Não é bem assim. A notícia, dessa maneira, deve ter vazado do gabinete de algum ministro interessado em passar esta impressão”, afirmou um assessor aposentado do STF, que atua hoje no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – numa referência a Gilmar Mendes ou Alexandre de Moraes.
Enquanto o julgamento era visto como uma espécie de teste da tática do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no caso, agora o holofote sai de Janot e passa para os ministros do tribunal. Janot foi criticado por alguns magistrados e teve sua peça jurídica considerada inconsistente.
No reforço do seu pedido para prisão de Aécio Neves, o procurador-geral destacou que apesar de a imunidade parlamentar permitir a prisão de senadores apenas em flagrante de crime inafiançável, o caso em questão trata de preservação da ordem pública, porque ele considera que o senador afastado tem poder e condições de obstruir as investigações da Justiça.
Mais cedo, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), disse que o acolhimento do pedido de prisão do hoje ex-senador Delcídio de Moraes, no ano passado, criou um precedente no Judiciário para interferir em decisões sobre parlamentares.
Entre os parlamentares da oposição, a manhã foi de discursos e declarações inflamadas para pressionar o Conselho de Ética do Senado a julgar o pedido de cassação de Aécio Neves. A reunião do órgão está programada para se realizar na próxima terça-feira (26). Tem como base requerimento apresentado pelas siglas Rede e Psol, no final de maio.
Hylda Cavalcanti, RBA
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Posted: 21 Jun 2017 08:23 AM PDT
mensalão tucano mineiro psdb parado justiça 12 anos azeredo aécio neves
Helena Sthephanowitz, RBA
Se o chamado “mensalão do PT” fez os jornalões criarem manchetes espetaculosas, analistas e colunistas fazerem ilações à vontade e foi assunto interminável nos meios políticos e jurídicos, o mensalão tucano, – apesar de ter menos réus e mais amigos no STF – ganhou da mídia tradicional o apelido de “mensalão mineiro”, para descolar o caso do envolvimento de figuras do PSDB. Mesma mídia que varreu o escândalo para debaixo do tapete. Pois o mensalão tucano segue parado na Justiça confirmando o receio de todos os que esperam do Judiciário uma atuação imparcial, pouco importando para o desfecho do processo as características pessoais do réu – como sua filiação partidária.
Revelado durante a CPI dos Correios, em 2005, somente em 2009 a denúncia foi recebida. E desde então, em situação oposta ao do caso batizado de “mensalão do PT“, o mensalão tucano virou um símbolo da morosidade judicial.
Doze anos após o processo ser apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-diretor da antiga Comig (atual Codemig, companhia de desenvolvimento do Estado), Lauro Wilson de Lima Filho fez 70 anos em maio e pediu, na semana passada, ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser beneficiado pela prescrição. Acusado pelo crime de peculato, seu processo estava na fase que antecedia o julgamento. Ele é o quarto réu que provavelmente deixará de ser julgado.
Na sexta-feira (16), fez um ano e meio que Eduardo Azeredo (PSDB), ex-governador de Minas Gerais (1995-1998), ex-presidente do PSDB, e atual diretor executivo da Fiemg (Federação de Indústrias de Minas), foi condenado –em primeira instância – a 20 anos e dez meses de prisão por peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, todos esses crimes cometidos no âmbito do mensalão do PSDB.
Segundo a PGR, o tucano liderava um esquema de corrupção que desviou milhões em dinheiro público de empresas estatais mineiras para irrigar sua fracassada campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Azeredo recorre em liberdade e seu julgamento em segunda instância ainda não tem sequer data marcada.
Em 2014, quando era deputado federal, ele renunciou ao cargo para que o processo voltasse à primeira instância, a partir da qual é possível um número maior de recursos. A tática deu certo. Azeredo pode vir a ser mais um impune do caso do mensalão tucano – em 2018 ele chegará aos 70 anos. Além disso, como ex-governador, ele recebe o salário nominal integral do cargo que ocupou: uma nada mal mesada de R$ 18,5 mil.
E se alguém acha que ainda vai ver algum tucano atrás das grades, essa possibilidade vai ficando cada dia mais distante. O processo também não tem previsão de julgamento.
De acordo com o Ministério Público (MP), no mensalão do PSDB foram desviados pelo menos R$ 15 milhões, sendo R$ 5 milhões das estatais, R$ 3,5 milhão da Companhia de Abastecimento de Minas Gerais (Copasa), R$ 1,5 milhão da Codemig e o restante do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge).
Também impune está Claudio Mourão. O atraso no processo, a lentidão da Justiça e a falta de vontade política, beneficiou o ex-tesoureiro da campanha de Eduardo Azeredo, que é classificado pelo MP como figura fundamental na operação de desvio de dinheiro de empresas estatais dirigidas por políticos do PSDB no estado de Minas Gerais. Os crimes de peculato e formação de quadrilha, atribuídos pelo MP a Mourão, prescreveram em abril de 2014, quando o réu completou 70 anos.
Outra ação, esta contra José Afonso Bicalho, que dirigia o extinto Bemge (banco estatal de Minas) em 98, passou a tramitar na segunda instância em 2015. Em 2018, ele também chega aos 70 anos, e, ao que tudo indica, será mais um que ficará impune. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, o processo está em fase de instrução.
Outro réu, o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, que coordenou a campanha de Eduardo Azeredo, já teve os crimes prescritos. Ex-PFL e ex-DEM, o atual presidente do PSB-MG foi o primeiro a se beneficiar da lentidão da Justiça ao ultrapassar a idade imputável. Também réu no mensalão tucano, Fernando Moreira Soares, morreu em 2015.
Empresário do ramo de transporte, Clésio Andrade, à época filiado ao PFL (atual DEM), foi vice-governador mineiro de 2003 a 2006, durante mandato de Aécio Neves. Ainda na década de 1990, tornou-se sócio, em agências de publicidade, de Marcos Valério. Em 98, ele foi candidato a vice-governador na chapa ao lado de Eduardo Azeredo. Clésio até agora nem sequer prestou depoimento porque entrou com recurso em que questionava a legitimidade de uma juíza para julgá-lo.
O processo foi aceito pelo Supremo Tribunal Federal em 2009, mas foi para o Ministério Público de Minas em 2014, após Azeredo e Clésio Andrade renunciarem respectivamente aos cargos de deputado federal e senador. No STF, Azeredo e Clésio são réus acusados por peculato e formação de quadrilha.
Ao que tudo indica, pelo menos até aqui, os políticos do PSDB envolvidos em casos de corrupção, continuarão a contar sempre com uma “ajudinha”, para continuar impunes.
A maior suspeita porém, enquanto essa situação perdurar, sempre incidirá sobre o próprio Judiciário.
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Posted: 21 Jun 2017 08:11 AM PDT
próximo procurador PGR destino político brasil
Sergio Medeiros, GGN
A esquerda parece que ainda não aprendeu a pensar conforme os movimentos da direita, e se antecipar a eles, ou, ao menos, se contrapor tempestivamente.
Esta questão de quem vai ser o próximo Procurador Geral da República (em setembro se dará a substituição) é fundamental para toda a articulação dos golpistas (leia-se governo Temer e sua base de sustentação), bem como, a composição a ser feita para atingir tal objetivo.
E, não é por acaso que a grande mídia, em particular a Rede Globo, passou, decididamente a atuar de forma explícita em tal escolha.
No caso, em razão das atribuições acometidas ao cargo de Procurador Geral da República, tem-se que, ao desempenho de seu titular, estará inevitavelmente atrelado o futuro da nação, ou seja, pelos seus atos e omissões é que se definirá o quadro político institucional brasileiro, notadamente se for mantida a prerrogativa de foro em seu atual modelo.
É que, dentre as atribuições do Procurador Geral da República, está a de requerer investigações e/ou ajuizar eventuais denuncias, em razão de possíveis crimes cometidos por pessoas que detenham foro privilegiado, no caso, deputados, senadores, ministros de estado, Presidente da República.
Relembrando.
Não é por acaso que no tempo de Fernando Henrique Cardoso, era sistematicamente nomeado Procurador Geral da República Geraldo Brindeiro, que ficou conhecido como Engavetador Geral da República.
Quando Fernando Henrique Cardoso, posteriormente, num programa de entrevistas na BBC, teve o desplante de dizer que no seu governo não teve corrupção, foi imediatamente apartado pelo ancora inglês, que de pronto arguiu, que o que efetivamente tinha ocorrido é que nada foi investigado, e, todos os possíveis crimes resultantes da corrupção sistêmica que grassava – e grassa – no país, e que poderiam resultar em denúncias, todos foram arquivados.
Pergunta-se.
Com todos estes deputados, senadores e ministros, que hoje estão sendo investigados ou por investigar, e, muitos com denúncias já praticamente prontas, o que acontecerá, se o sistema – leia-se Temer, PMDB, PSDB, DEM -, ou seja Temer e seus amigos, diretamente interessados, tiverem êxito em seu intento e nomearem um grande parceiro – um novo engavetador – para Procurador Geral da República.
A resposta é óbvia.
Nenhum deles será investigado, nenhum deles será denunciado.
Em compensação seus inimigos políticos, sofrerão, com certeza, toda sorte de investigações, e, eventualmente, ainda que descabidas, serão alvo de denúncias.
Este é um assunto por demais urgente, e deveria ser pauta de toda a esquerda.
E, não se alegue, que o instituto do foro privilegiado esta por ser extinto.
No caso, até mesmo neste campo, como não poderia deixar de ser, a disputa de poder é ferrenha, e, não é por acaso que a questão acerca do fim da prerrogativa de foro esta sendo tratada de forma especial tanto pelo Supremo Tribunal Federal, quanto pela Câmara dos Deputados e Senado Federal.
Pois bem.
Conforme se der a indicação – de qual o grupo lograr o direito a escolha – a referida lei que terminaria com o foro privilegiado, será relegada a um futuro distante, ou melhor, ficará indefinidamente suspensa, a menos que em determinado momento, casuisticamente, haja interesse em sua aprovação.
Da mesma forma, o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal, seria indefinidamente postergado, pois a balança do poder, não se confunde com a da justiça, e tem outros pesos e contrapesos.
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Posted: 21 Jun 2017 07:49 AM PDT
professora desmascarou miriam leitão ameaçada globo direita ódio
A professora da UFF, que é PhD em Planejamento Regional pela Universidade de Illinois, EUA, e pós-doutora pelo IPPUR/UFRJ, tem sofrido inúmeras agressões pelas redes sociais, ao ponto de ter resolvido ingressar com queixa na Delegacia de Crimes na Internet.
Jumenta, lixo, vadia, pistoleira, vagabunda, cretina, retardada, cadela petista”, mais palavrões e ameaças de agressão física, de morte e sexual por parte de homens e mulheres estão entre os comentários recebidos por Lúcia Capanema.
Tudo isso em razão de Lúcia ter escrito um texto, no Bem Blogado, no dia 05 de junho, estranhando a presença de um agente da Polícia Federal no voo 6342, Avianca, Brasília/Rio para questionar passageiros antes da decolagem e ordenar a filmagem do desembarque. Fora isto, de acordo com a passageira, o voo foi normal, e ela não percebeu a presença da jornalista Míriam Leitão ou de qualquer menção a ela, que estava apenas 4 fileiras à sua frente. Só ficou sabendo que a global estava no voo depois da matéria do dia 05.
A professora resolveu desmentir a jornalista, quando, em O Globo de 13 de junho, além de acusar os passageiros de agressão verbal, Miriam Leitão afirmou que a Polícia Federal não entrou no avião. Outras pessoas presentes no voo, igualmente, desmentiram a global. Foi o bastante para que fossem achincalhados nas redes sociais pela direita raivosa que não aceita um mundo democrático, onde haja contraponto.
Professora, qual será a sua atitude perante os acontecimentos?
Estou agora entrando com pedido de providências na delegacia contra 30 pessoas/entidades que consegui identificar na internet por calúnia, difamação e injúria. Estou solicitando ainda que se identifique os responsáveis por perfis que se escondem atrás de falsas identidades. São ataques de ódio recheados de violência pelo simples fato de que eu forneci, na internet, evidências de que uma jornalista havia mentido.
A que a senhora atribui tanto ódio?
Desde 2005, guardo comigo um artigo do economista Paul Singer acerca das raízes do ódio, em que ele diz: “A onda de agressões contra o PT, veiculada por toda grande imprensa, é espantosa em sua violência, em sua unilateralidade e em sua cegueira”; mais à frente, discorrendo sobre o ódio ideológico ele diz que “atinge os que querem preservar a sociedade brasileira do jeito que ela é. […] São os cidadãos que querem acabar com ‘essa raça pelos próximos 30 anos‘” (Folha de São Paulo, 24/09/2005).
Pelo acontecido com a senhora, o clima de ódio só tem aumentado.
Espantoso constatar que após doze anos desta publicação, as relações de classe no Brasil recrudesceram, criando uma direita composta não só pelas elites – o que seria até compreensível -, mas por duas frações da classe média: aquela antiga, que não deseja se misturar ou mesmo ser confundida com os mais pobres, a mesma que odeia dividir o asfalto da Zona Sul, o shopping e os aeroportos com a classe mais baixa, e aquela ascendente, chamada classe “C”, que tanto se beneficiou com as políticas dos governos populares e agora lhes volta as costas porque deseja esquecer suas origens e se considerar parte efetiva da classe média.
Por que isso acontece?
As duas frações têm algo em comum: não percebem que todos os seus direitos e conquistas estão ameaçados pelo governo golpista e governos de feição neoliberal em geral, engendrados pela aliança entre capital e imprensa. Têm também em comum com as elites um individualismo exacerbado a níveis nunca vistos. Um individualismo que nega o outro, que se realiza no consumo e na hiper-realidade da TV e da internet.
Há uma mudança de paradigma, portanto.
Sim, por meio de um mecanismo em que praticamente não se pode discernir relações causais e antecedências, a mídia global e o grande capital se associam para fazer crer ao cidadão agora transformado em apenas consumidor, que sua felicidade se encontra no “ter” e não no “ser”, no se assemelhar a, e se aproximar das celebridades fabricadas, que naturalmente exibem os símbolos consagrados pelo poder.
Como fica a influência midiática?
O cidadão comum se vê próximo, inacreditavelmente próximo, daquela celebridade que não conhece, chamando-a comumente pelo primeiro nome: “Fátima hoje parece abatida”. Da mesma forma, considera-se antagonicamente próximo àqueles que se colocam em outro espectro (o popular); se acha pessoalmente ofendido por aqueles que o contrapõem e, portanto, no direito de ofendê-los de maneira desmedida e pretensamente íntima.
Vivemos cada dia mais num mundo – e friso aqui, trata-se de fenômeno global, de natureza não só sociológica ou psicológica, mas relativo à economia e à geopolítica mundial – triste e sem humanidade ou “com-paixão” nos seus sentidos mais profundos. E o pior: tem gente lucrando com isto.
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Posted: 21 Jun 2017 07:26 AM PDT
objetos nazistas encontrados buenos aries argentina hitler
A polícia da Argentina descobriu um depósito de artefatos nazistas escondido atrás de uma biblioteca na casa de um colecionador de arte em Buenos Aires, inclusive um busto do ditador Adolf Hitler e instrumentos usados como ferramentas de classificação racial.
Os artefatos serão doados ao museu da cidade dedicado à lembrança do Holocausto, disse a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, em uma coletiva de imprensa na segunda-feira.
Ficamos muito impressionados por tantos objetos nazistas estarem na Argentina”, disse Bullrich. “Estamos muito contentes de poder dizer que eles não estão mais circulando por meio de vendas ou entre colecionadores.”
A polícia argentina e a Interpol disseram ter descoberto o esconderijo atrás de uma estante e debaixo de uma passagem secreta.
Entre os cerca de 75 artefatos havia caixas, punhais e outros objetos decorados com suásticas e representações de Hitler, além de dispositivos para medir características físicas como o formato da cabeça.
O nazismo se baseou na ideologia de que as pessoas com traços arianos são superiores às outras raças.
Nos anos 1940, milhões de judeus foram assassinados pelo Estado na Alemanha nazista de Hitler, um genocídio conhecido como Holocausto, além de outros tidos como inferiores.
Após a queda do Terceiro Reich, no final da Segunda Guerra Mundial, vários oficiais nazistas de primeiro escalão fugiram para a América do Sul.
Entre eles havia figuras notórias como Adolf Eichmann, um dos arquitetos do Holocausto, que foi capturado por agentes de inteligência de Israel em Buenos Aires em 1960 e executado mais tarde.
O infame médico Josef Mengele, que realizou pesquisas genéticas em humanos, também morou na cidade durante alguns anos.
As autoridades, que não revelaram a identidade do colecionador, disseram que estavam trabalhando com os historiadores para rastrear os objetos e identificar como e quando eles provavelmente entraram na Argentina.
Reuters
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Posted: 21 Jun 2017 07:10 AM PDT
Rodrigo Hilbert apresentador intimado matar ovelha programa gnt
Rodrigo Hilbert Alberton (reprodução)
O ator e apresentador Rodrigo Hilbert, de 37 anos, será intimado a prestar depoimento na 14ª Delegacia de Polícia, no Leblon, na zona sul do Rio.
Ele será ouvido, nos próximos dias, sobre episódio do programa “Tempero de Família”, do GNT, em que o apresentador causou polêmica ao abater, tirar a pele e assar um filhote de ovelha.
A denúncia foi feita por um ONG de proteção aos animais de Santa Catarina.
O episódio, veiculado em março de 2016, mostrava a realidade dos produtores rurais em Santa Catarina.
A produção mostra Hilbert em uma fazenda em Vista Alegre, onde abate um filhote de ovelha de cerca de seis meses de idade.
Depois, Hilbert e o fazendeiro tiram a pele do animal e cortam a carne em vários pedaços para fazer o assado.
Na época, as cenas exibindo o sangue do animal geraram revolta nas redes sociais.
Além de diversos comentários negativos, o público fez um abaixo-assinado online para que a emissora retirasse o programa do ar.
Porque ele assassinou ao vivo uma ovelha filhote, assassinou sorrindo, mostrando como é psicopata, monstruoso. Relatos de crianças que assistiram e não param de chorar, e perderam o apetite, e adultos também”, dizia o texto da petição.
Após a repercussão negativa, o apresentador pediu desculpas e disse que a intenção era mostrar a vida de um homem do interior.
Não tínhamos a intenção de incitar qualquer violência contra animais, mas apenas de registrar o dia-a-dia desses trabalhadores que lutam para criar e alimentar suas famílias. No entanto, por também respeitar aqueles que se manifestaram contra as cenas exibidas no programa, retiraremos as imagens em questão do episódio”, disse.
Vou levar isso tudo como um aprendizado. Ao mostrar o abate do animal em uma pequena fazenda, eu acreditava estar chamando a atenção para se conhecer a procedência dos alimentos, para se entender como é a cadeia produtiva do que consumimos. No entanto, qual não foi a minha surpresa ao perceber que, ao invés de passar uma mensagem de conscientização sobre o que comemos, vi surgir o ódio de muitos por mim”, completou.
Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, o artista informou que não vai se pronunciar novamente sobre o assunto.
A ONG prestou queixa contra o apresentador na delegacia de São Joaquim, em Santa Catarina, no entanto, Hilbert poderá depor na delegacia do bairro onde mora. Segundo a Polícia Civil, ele deve depor ainda nesta semana, em data não definida.
Agência Estado
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