quinta-feira, 29 de junho de 2017

29/6 - Folha Diferenciada DE HOJE

Folha Diferenciada


Posted: 29 Jun 2017 07:54 AM PDT


Luis Barrucho - @luisbarrucho
Da BBC Brasil em Londres
Direito de imagemSERHII LOHVYNIUKImage captionProporção dos que avaliam governo federal como "ruim ou péssimo" também atingiu maior patamar

A percepção de que o Brasil não está no caminho certo atingiu o maior nível já alcançado, superando o recorde anterior, registrado durante os últimos meses de governo da ex-presidente Dilma Rousseff, segundo uma pesquisa feita pela consultoria Ipsos e divulgada nesta quinta-feira.


De acordo com o levantamento, 95% dos brasileiros consideram que o país segue no rumo errado. O índice é superior ao verificado durante março do ano passado (94%), antes, portanto, de que a petista fosse suspensa temporariamente e posteriormente afastada em definitivo do cargo.

A pesquisa 'Pulso Brasil' conduziu 1,2 mil entrevistas, pessoais e domiciliares, em 72 municípios no Brasil durante os dias 1º e 13 de junho deste ano. A margem de erro é de três pontos percentuais.

"Não vemos nenhuma fagulha de esperança por parte da população quanto à melhora nos rumos do país. A avaliação da esmagadora maioria da população é fortemente negativa", diz à BBC Brasil Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs, responsável pelo estudo.

Entre os que consideram que o país está no caminho certo (5%), houve uma piora na avaliação das classes A, B e C em relação a maio. Para as classes D e E, foi registrada uma ligeira melhora.

Ainda na mesma base de comparação, todas as regiões, com exceção do Nordeste, também tiveram mais pessoas apontando que o Brasil está no rumo errado.

A avaliação dos brasileiros sobre o governo federal também piorou. Para 84% dos entrevistados, o governo Temer é considerado "ruim ou péssimo", outro número recorde.

Até então, a pior avaliação havia ocorrido em setembro de 2015, quando 82% descreviam a administração de Dilma Rousseff dessa forma.

Segundo a pesquisa, 12% consideram o governo como "regular". Apenas 2% avaliam a gestão de Temer como "ótima ou boa". Os 2% restantes não souberam ou não responderam.
Direito de imagemABRImage captionCresceu proporção dos que consideram que Lava Jato "está mostrando que todos os partidos são corruptos"

Lava Jato


Para 96% dos entrevistados, a operação Lava Jato deve continuar "com as investigações até o fim, custe o que custar".

Entre eles, 95% defendem a continuidade das investigações "mesmo que isso traga mais instabilidade política" enquanto que a operação é apoiada por 94% "mesmo que isso traga mais instabilidade econômica".

Segundo a pesquisa, um número maior de brasileiros (74%) acredita que a Lava Jato "está investigando todos os partidos". Em maio, a proporção era de 66%.

Já o porcentual dos que discordam caiu de 21% para 15%.

Também aumentou a proporção (para 82%) dos que consideram que a operação "está mostrando que todos os partidos são corruptos".

Na mesma base de comparação, mais brasileiros acham que a Lava Jato ajuda a "transformar o Brasil em um país sério" (79% contra 74%).

Metade dos entrevistados (50%) discorda da afirmação de que a operação "vai acabar em pizza". Em maio, esse número havia sido de 47%.

Cresceu ainda a percepção de que as lideranças políticas estão tentando acabar com a Lava Jato.

Em maio, 83% concordavam com essa possibilidade. Em junho, esse porcentual subiu para 89%.

Já 87% consideram que a Lava Jato vai "fortalecer a democracia no Brasil".

Para 64% dos brasileiros, o PT continua sendo o partido mais associado à Lava Jato - alta de sete pontos percentuais em relação ao mês anterior.

PMDB (12%) e PSDB (3%) completam a lista. Não sabe ou não responderam somam 17%.

Quando questionados sobre quem consideram o nome "mais envolvido na operação", 57% dos entrevistados afirmaram ser o ex-presidente Lula.

O petista é seguido por Aécio Neves (44%), Michel Temer (43%), Dilma Rousseff (35%), Eduardo Cunha (33%), Renan Calheiros (9%), José Serra (4%), Geraldo Alckmin (3%), Fernando Henrique Cardoso (2%), Romero Jucá (2%), Rodrigo Maia (2%), Marina Silva (1%), Gilmar Mendes (1%) e Jair Bolsonaro (1%).

Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionPresidente Michel Temer tem maior índice de rejeição entre lideranças políticas analisadas

Lideranças políticas


Entre as lideranças políticas analisadas pela pesquisa, o presidente Michel Temer tem o maior índice de rejeição.

Segundo a pesquisa, 93% desaprovam "totalmente ou um pouco" o peemedebista. Em maio, esse porcentual era de 86%.

A ex-presidente Dilma Rousseff ocupa o segundo lugar, com 82% de desaprovação.

Em terceiro, está o ex-presidente Lula. Segundo o levantamento, 68% o desaprovam "totalmente ou um pouco".

O levantamento mostra que todas as lideranças analisadas, independentemente da coloração político-partidária, registraram um aumento de rejeição.

Isso inclui até mesmo figuras notoriamente elogiadas pelos brasileiros, como o juiz federal Sergio Moro, que comanda a Lava Jato, e o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa.

Diferentemente de outras lideranças políticas, ambos ainda têm índices de aprovação superiores aos de desaprovação. Mesmo assim, a forma como vêm atuando no país piorou na percepção dos entrevistados.

Em maio, por exemplo, 22% diziam desaprovar "totalmente ou um pouco" Moro. Esse percentual subiu para 28% em junho.

No caso de Barbosa, sua rejeição aumentou de 26% para 37%, quase se igualando à sua aprovação (42%).

"Toda a classe foi impactada, em maior ou menor proporção, pelo sentimento de insatisfação que assola o Brasil, como se não houvesse luz no fim do túnel", opina Cersosimo.

"Inegavelmente, parte dessas pessoas nunca aprovou Moro ou Barbosa. Mas outra parte talvez tenha ficado decepcionada por não ter tido atendidas suas expectativas em relação aos dois", acrescenta.

"Desde o impeachment, o Brasil está paralisado. A propalada construção da agenda positiva, defendida por Temer e seus aliados, ainda não ocorreu. O clima é de desesperança generalizada e a percepção da população sobre essas lideranças mostra isso", conclui.

BBC Brasil
Posted: 29 Jun 2017 07:44 AM PDT

PL prevê alterações na lei antiterrorismo e criminaliza os protestos de rua


MARINA ROSSI
Manifestantes pedem eleições diretas em ato em São Paulo. FERNANDO BIZERRA JR. EFE


Um projeto de lei que tramita em silêncio pelas comissões da Câmara dos Deputados pode servir de munição à repressão e criminalização dos protestos sociais presentes nas ruas do Brasil desde junho de 2013. De autoria do deputado delegado Edson Moreira (PR-MG), a PL 5.065/2016 prevê alterar alguns pontos da já controversalei que tipifica o crime de terrorismo. Dentre as mudanças, o texto classifica como atos de terrorismo a “prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo por motivação ideológica, política, social e criminal”.

Mas a parte mais problemática, segundo organizações pelos direitos humanos, não é o que se acrescenta na lei, mas o que se revoga dela. Há um parágrafo, na legislação vigente, que serve como uma espécie de salvaguarda aos manifestantes. Diz a lei hoje que os atos de terrorismo não se aplicam “à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatório, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais". O texto em discussão prevê acabar com esse artigo.

No texto, o autor, delegado Edson Moreira, justifica que o artigo hoje presente na lei é "um verdadeiro salvo-conduto para que grupos pratiquem atos de terrorismo com salvaguarda legal". A discussão desta cláusula é antiga. Ela havia sido excluída quando o texto fora votado no Senado, em outubro de 2015, mas a Câmara acabou incluindo de volta. Moreira diz, ainda no texto, que a revogação se faz necessária para que "a autorização legal ao terror do bem, terrorismo virtuoso ou terror includente" seja eliminada.

Mas ao EL PAÍS, Edson Moreira afirmou que não foi ele quem colocou esse item no texto. "Nosso negócio é pegar as organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV)", diz. "Movimento social faz bem para a democracia, desde que seja ordeiro". Moreira afirmou que "deve ter sido o relator" quem colocou no texto a proposta de acabar com a salvaguarda às manifestações.

Procurado, o relator, deputado Hugo Leonardo (PSB-RJ), não falou com a reportagem. Mas sua assessoria de imprensa afirmou que houve um "equívoco" em relação ao parágrafo em questão, e que o texto seria revisto.

Do jeito que está, o texto já havia sido aprovado, em dezembro do ano passado, na Comissão de Relações Exteriores e e de Defesa Nacional. Agora, precisa passar pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, composta, majoritariamente por parlamentares da chamada bancada da bala. Na sequência, a próxima a dar seu parecer será a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Se a CCJC não barrar, o texto segue para votação no plenário.

Segundo o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), membro da Comissão de Segurança Pública, o texto proposto piora a atual legislação. "A lei antiterror é ruim, mas ainda tem a salvaguarda", diz. "Com as alterações, vai haver uma ampliação da regra penal, que valerá para qualquer um. Por isso a modificação é muito ruim".

Interesse internacional


Sob pressão internacional, a Câmara aprovou, em fevereiro do ano passado, a lei que tipifica os crimes de terrorismo. Na época, a proposição tinha o apoio oficial do G20 (o grupo das 20 maiores economias do mundo), e, extraoficialmente, do Comitê Olímpico Internacional, que queria a ampliação de uma segurança legal para eventuais delitos ocorridos durante a realização dos Jogos Olímpicos neste ano no Rio de Janeiro. Desde então, deputados passaram a defender que alguns pontos que foram vetados voltassem ao texto, e outros que estavam incluídos fossem revogados, como é o caso do parágrafo que trata da salvaguarda aos manifestantes.

A nova lei foi utilizada pela primeira vez às vésperas da Olimpíada, quando dez suspeitos de terrorismo foram detidos. Chamada de operação Hashtag, a ação levou à primeira condenação por terrorismo no Brasil: oito foram condenados,mas o caso até hoje levanta controversas.

O terrorismo tem sido tema de debate em diversas partes do mundo. Na semana passada, o parlamento francês apresentou um projeto de lei antiterrorismo para substituir os poderes emergenciais temporários em vigor desde que militantes islâmicos atacaram Paris em 2015. Lá, a proposta também foi rechaçada pelas entidades de direitos humanos, que afirmam que a nova lei cerceará as liberdades. "A França precisa encontrar uma maneira de encerrar o estado de emergência sem normalizar práticas abusivas”, diz a ONG Human Rights Watch.

EL PAÍS Brasil
Posted: 29 Jun 2017 07:34 AM PDT
Rejeição crescente

O dado está na mais recente pesquisa Ipsos.

Na desesperança generalizada que tomou conta do Brasil, 95% acham que estamos no rumo errado e 96% afirmam que a Lava Jato deve continuar “com as investigações até o fim, custe o que custar”.

Mas a estátua de sal do juiz Sergio Moro está rachada.

Temer (93%), Dilma (82%) e Lula (68%) são campeões de rejeição. Moro passou a ocupar um lugar de destaque na galeria.

Em maio, 22% declararam desaprová-lo “totalmente ou um pouco”. Esse percentual subiu para 28% em junho (no caso de Joaquim Barbosa, foi de 26% para 37%).

Moro é visto como político e sofre desgaste como tal.

A queda significa que, ao contrário do que acreditam ele e a Globo, seu principal cabo eleitoral, os brasileiros se cansam de ser enganados por quem se julga acima do bem e do mal.

Mais de três anos de perseguição a um político e um partido não melhoraram a vida de ninguém, não injetaram otimismo, não fizeram a economia reagir, não deram mais perspectiva — a não ser à turma de Curitiba, com convites para palestras e novos negócios.

Dallagnol e seu powerpoint, as coletivas dignas de jogos da seleção da CBF, as entrevistas arrogantes, o Japonês da Federal, o culto à personalidade… Tudo isso, visto hoje, é desolador.

O que Moro conseguiu com sua cruzada de falso moralismo mono obsessiva foi sua autodestruição, mais que a de Lula, que sobe em toda pesquisa porque representa, para muitos, um fio de esperança.

Destituída Dilma na farsa jurídica do impeachment, que contou com a imensa ajuda da Lava Jato, o que temos é um bando de ladrões que seguiram o roteiro de Romero Jucá.

Foi para isso?

Moro se vendeu e se deixou vender como salvador da pátria para milhares de idiotas úteis. Como esquecer, para ficar num exemplo, Luana Piovani, Fagner e amigos, que foram visitá-lo em seu escritório para fazer selfies?

Onde estão eles?

Sergio Moro cansou. Como diziam os teletubbies, é hora de dar tchau.

DCM
Posted: 28 Jun 2017 02:53 PM PDT

“É LÍCITO AFIRMAR que a ideia de cassação de um mandato eletivo traz em si o seríssimo efeito de se proceder à desconsideração da vontade popular expressa em milhões de votos”. A bela frase está no relatório assinado pelo senador João Alberto Souza (PMDB-MA), presidente do Conselho de Ética da Casa, que determinou, na última sexta-feira (23), o arquivamento do pedido feito pelo PSOL e pela Rede da cassação de Aécio Neves (PSDB-MG). Mas as palavras bem que poderiam fazer parte de um manual de incoerência.

Para quem não se lembra, João Alberto é o mesmo que, há pouco menos de um ano, foi chamado de “traidor” ao mudar seu voto para se posicionar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. À época, disse que levou em conta a conjuntura e o isolamento político em seu estado para rever a sua posição. “Votei pelo afastamento da presidente Dilma mais em função da conjuntura. Se ela não tiver maioria no Senado e na Câmara fica muito difícil governar. Eu gosto muito de Dilma, não tenho absolutamente nada contra ela, mas a conjuntura não lhe é favorável”, afirmou, em entrevista ao jornal “O Globo”.

Dilma foi eleita em 2014, no segundo turno, com exatos 54.501.118 votos, ou 51,64%. Seu adversário era o senador Aécio Neves, que ficou com 51.041.155 (48,36%). Com a derrota, ele retomou o seu mandato no Congresso, conquistado no pleito de 2010, com 7.565.377 votos, ou 39,47% do total em Minas Gerais. Agora, com Aécio envolto em denúncias de corrupção que já levaram inclusive ao seu afastamento das atividades parlamentares, a vontade desses eleitores tornou-se um dos elementos usados pelo presidente do Conselho de Ética para livrar o senador da cassação.

Senador Aécio Neves em discurso: ele está afastado de suas funções Foto: Igo Estrela/Getty Images

Com 16 páginas, o relatório de João Alberto é focado em minimizar as denúncias contra Aécio, que vieram à tona após a divulgação da delação do executivo da JBS Joesley Batista. O documento “compra”, por exemplo, a versão da defesa da irmã do senador mineiro, Andrea Neves, de que não houve pedido de propina ao empresário, mas a negociação para vender um apartamento da família. Andrea aguarda julgamento em prisão domiciliar. A delação de Joesley aponta que a transação, de R$ 40 milhões, teria como contrapartida a promessa de Aécio de emplacar cargos na diretoria da Vale. O negócio, porém, não se concretizou.



Em outro ponto, o presidente do Conselho de Ética alega que o pedido de R$ 2 milhões feito por Aécio a Joesley, registrado em áudio, e a posterior entrega de parte do valor a um primo do senador também não deveriam ser levados em conta porque “estes recursos jamais viriam a integrar o patrimônio do senador da República representado”.
“De um lado há, pois, um mandato que nasce da vontade popular soberana e, do outro, uma decisão que interfere de forma indireta nesta vontade.”

As últimas páginas da decisão trazem o fechamento com chave de ouro: João Alberto, que votou contra Dilma no impeachment, além de citar os “milhões de votos de Aécio”, ainda diz: “De um lado há, pois, um mandato que nasce da vontade popular soberana e, do outro, uma decisão que interfere de forma indireta nesta vontade, mas que é manejada por um grupo restrito de parlamentares sem qualquer participação popular”. Só para reforçar: ele está falando de Aécio, não de Dilma.

Um político “90% honesto”


João Alberto de Souza exerce mandato de senador desde 2010 e construiu sua vida política ao lado da família Sarney. Não à toa, em 2011, ele se afastou do Congresso para ser secretário estadual de Programas Especiais da Casa Civil da então governadora Roseana Sarney. Em 2006, já havia concorrido a vice-governador na chapa liderada por Roseana, que foi derrotada por Jackson Lago.

O senador começou a carreira em 1971, quando foi deputado estadual pelo Maranhão, e teve a história marcada por algumas polêmicas. Em 1992, quando concorreu à prefeitura de São Luís contra Conceição Andrade, a adversária se apropriou de uma fala de Alberto para atingi-lo. Ele disse ter ocupado um governo “90% honesto“. A fala foi usada incansavelmente por Conceição, e João Alberto foi derrotado.

João Alberto chegou a ser governador do Maranhão durante pouco menos de um ano, de abril de 1990 a março 1991, depois que Epitácio Cafeteira deixou o governo para se candidatar ao Senado. Foi nesse período que os maranhenses testemunharam um dos maiores extermínios de criminosos do país. A “Operação Tigre”, autorizada pelo então governador para derrotar o crime organizado que atuava na região desde os anos 1970, resultou em cerca de 200 mortes na cidade de Imperatriz.

No Maranhão, João Alberto recebeu a alcunha de “carcará”, ave de rapina típica da região. Na canção do poeta e compositor maranhense João do Vale, o carcará é citado como a ave com “mais coragem do que homem”, que “pega, mata e come”, segundo trecho da canção.

Denúncia contra Aécio no Conselho travada


Um grupo de cinco senadores protocolou nesta terça-feira (27), no Senado, um pedido de desarquivamento do processo que pode levar à cassação de Aécio Neves. Caberá agora a João Alberto convocar uma reunião para que ao menos 15 titulares do colegiado analisem a possibilidade de desarquivar o pedido.

Nos próximos dias, porém, o presidente do Conselho de Ética não deve ser visto na Casa. Segundo a assessoria de imprensa do senador, ele teve alta na tarde desta quarta-feira (28) após ser internado por problemas cardíacos e deverá retomar os trabalhos no Senado na próxima semana. Com isso, uma nova data para que possa ser analisado o recurso contra o arquivamento do processo de cassação de Aécio Neves ainda é uma incógnita.


The Intercept Brasil

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