quinta-feira, 29 de junho de 2017

29/6 - Os Amigos do Presidente Lula DE 28/6

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 28 Jun 2017 01:53 PM PDT


Doleiro e empresário afirmou que mostraria provas de um repasse de R$ 100 milhões em propina a Paulo Vieira, o Paulo Preto, durante a gestão de José Serra como governador de São Paulo.Nas primeiras tratativas para fechar delação premiada, Assad delatou Paulo Vieira Souza que, além de ex-diretor da Dersa, é sabidamente ligado a políticos do PSDB. O doleiro afirma ter provas de propinas em obras tocadas há anos pelos sucessivos governadores tucanos de São Paulo. Todas já foram denunciadas pelo Ministério Público Paulista, mas o caso não andou.Apesar disso, o depoimento do doleiro para o Ministério Público Federal de Curitiba foi avaliado como "frágil, mesmo sendo Assad considerado o operador central de desvios de recursos dessas obras....Continue lendo aqui
Posted: 28 Jun 2017 01:35 PM PDT

O ministro do STF Alexandre de Moraes, que estava filiado ao PSDB até ser indicado à Corte pelo presidente Michel Temer, foi sorteado o novo relator do inquérito 4392, contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Este foi um dos cinco inquéritos abertos a partir dos acordos de colaboração premiada de executivos da Odebrecht, que foram redistribuídos nesta terça-feira (27).

Até agora, outros sete inquéritos surgidos a partir da delação da Odebrecht já foram redistribuídos. Na semana passada, uma das cinco investigações contra Aécio foi sorteada para o ministro Gilmar Mendes.

Alexandre de Moraes também ficou com inquérito 4429, contra os senadores Eduardo Braga (PMDB-AM) e Omar Aziz (PSD-AM).

Já o inquérito 4428, contra o senador licenciado e ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e o senador José Serra (PSDB-SP), foi distribuído para o ministro Gilmar Mendes.

O ministro Luis Roberto Barroso será o relator de dois inquéritos, um contra o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP) e outro contra o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP).

Gilmar Mendes diz que não se sente “nada impedido” em relatar inquérito contra o amigo  Aécio
 Escolhido relator de um dos inquéritos da Lava Jato que apura denúncias de ex-executivos da Odebrecht contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes sinalizou nesta segunda-feira (26) que não se sente “nada impedido”, não vendo “nenhum impedimento” em relatar o caso na corte superior.
Posted: 28 Jun 2017 06:13 AM PDT

Michel Temer recorreu a um truque antigo para reagir à denúncia por suposta prática de corrupção. Em vez de se defender, o presidente atacou o acusador. Ele subiu o tom contra o procurador-geral da República e classificou a peça entregue ao Supremo como "uma ficção".

A denúncia tem fragilidades, mas é Temer quem parece ter abandonado qualquer compromisso com os fatos. Nesta terça, ele começou o discurso agradecendo o "apoio extremamente espontâneo" dos parlamentares que estavam no Planalto. A tropa havia sido convocada minutos antes, em mensagens disparadas por celular.

O presidente apresentou duas versões distintas para a encrenca em que se meteu. Primeiro insinuou, sem apresentar provas, que o procurador Rodrigo Janot teria recebido propina para denunciá-lo. Depois disse que o dono da JBS o acusou no "desespero de se safar da cadeia".

Temer cometeu erros surpreendentes para quem se gaba de conhecer as leis. Chamou o áudio de Joesley Batista de "prova ilícita", apesar de o STF já ter autorizado o uso de conversas gravadas por um dos participantes. E acusou um ex-assessor de Janot de violar a quarentena, regra que inexiste para procuradores.

O presidente pareceu indeciso sobre o que pensa do empresário que o acusou. Ao justificar o encontro noturno no Jaburu, exaltou Joesley como o "maior produtor de proteína animal do país". Ao rebater a delação, voltou a chamá-lo de "bandido".

Numa tentativa de demonstrar que terá apoio para barrar a denúncia na Câmara, o presidente se cercou de deputados ao discursar. Pode ter sido uma ideia razoável, mas ele cochilou na seleção do elenco.

Do seu lado direito estava André Moura, réu em três ações penais e investigado por suspeita de homicídio. Do esquerdo, Raquel Muniz, mulher de um ex-prefeito preso sob acusação de corrupção. Logo atrás dela despontava Júlio Lopes, delatado na Lava Jato e citado nas investigações do esquema de Sérgio Cabral. Por Bernardo Mello

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