sábado, 1 de julho de 2017

1/7 - Os Amigos do Presidente Lula DE 30/6

Os Amigos do Presidente Lula


Posted: 30 Jun 2017 10:41 AM PDT


Área técnica terá delegação para realizar ajustes a qualquer momento, inclusive diariamente

A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou, quinta-feira (29/6), a revisão da política de preços de diesel e gasolina comercializados em suas refinarias, visando aumentar a frequência de ajustes nos preços, que passará a vigorar no dia 3 de julho.  A partir desta data, a área técnica de marketing e comercialização da companhia terá delegação para realizar ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada (-7% a +7%), respeitando a margem estabelecida pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP). Qualquer alteração fora dessa faixa terá que ser autorizada pelo GEMP.  

A avaliação feita pelo GEMP, composto pelo Presidente da Petrobras, Diretor Executivo de Refino e Gás Natural e Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores, é de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política em outubro de 2016, não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados, recomendando uma maior frequência nos ajustes.Leia também: Por que o MPF de Curitiba não quer o depoimento que envolve  Paulo Preto, que arrecadava dinheiro para os tucanos?
Posted: 30 Jun 2017 11:39 AM PDT


Procuradores responsáveis pela Operação Lava Jato na Procuradoria-Geral da República estão ameaçando deixar seus cargos caso a subprocuradora Raquel Dodge seja confirmada no Senado como nova chefe do Ministério Público Federal. De acordo com a revista Época, os investigadores não querem trabalhar com Dodge.

De acordo com a revista, os investigadores desconfiam da indicação dela, que seria uma tentativa do Michel Temer e do ministro Gilmar mendes de silenciar a Lava Jato de dentro pra fora.

Alguns dos procuradores já trabalharam com a subprocuradora e não teriam gostado do estilo centralizador dela, na visão deles. Eles também afirmaram não enxergar na procuradora a capacidade de comprar as brigas que o atual procurador-geral, Rodrigo Janot, comprou ao longo da operação.

Muitos procuradores já teriam avisado Janot informalmente que pretendem sair logo. Ele tenta, agora, debelar essas deserções. O argumento de Janot é de que os investigadores estariam caindo na armadilha de Temer, que estaria tentando rachar a Lava Jato.

No argumento de Janot, caso os procuradores saiam da investigação, eles poupariam Dogde do desgaste político de ter de afastá-los. Esse afastamento transcorreria lentamente, por meio de uma fritura. Mas ninguém duvida de que ocorreria. “Ninguém terá condições de trabalho com a Raquel”, diz um deles.

Outra consequência do abandono dos investigadores seria também o abandono de investigações sigilosas em andamento e a perda da memória dos casos já em estágio avançado.Segundo a revista, Janot deve ter dificuldades de manter alguns dos procuradores. Leia também: Por que o MPF de Curitiba não quer o depoimento que envolve  Paulo Preto, que arrecadava dinheiro para os tucanos?
Posted: 30 Jun 2017 11:01 AM PDT


Marco Aurélio Mello decidiu nesta sexta-feira (30) não acatar o novo pedido de prisão de Aécio Neves, feito pela PGR, e ainda restabelecer o mandato dele de senador. Com isto, Aécio, que enfrenta cinco inquéritos no Supremo, pode retomar as atividades no Legislativo.

O ministro do Supremo também derrubou outras restrições que tinham sido aplicadas, como a proibição de falar com outros investigados junto com ele, como a irmã Andrea Neves, e também de deixar o país.

Só não valeu e nem vale para a presidenta Dilma

Ao negar o pedido de prisão, Marco Aurélio afirmou que o voto do eleitor deve ser respeitado.

"A liminar de afastamento é, de regra, incabível, sobretudo se considerado o fato de o desempenho parlamentar estar vinculado a mandato que se exaure no tempo", escreveu o magistrado.

"Em síntese, o afastamento do exercício do mandato implica esvaziamento irreparável e irreversível da representação democrática conferida pelo voto popular."

Na decisão, Marco Aurélio afirma que a carreira política de Aécio Neves é "elogiável" e que o tucano é pai de família.

Essas condições, segundo o ministro, foram levadas em conta na decisão de revogar as medidas impostas a Aécio.

A PGR ainda pode recorrer, a fim de levar a decisão de Marco Aurélio a um colegiado (plenário ou turma) do STF.

"Críticas à atuação do Ministro da Justiça [feitas por Aécio em conversas citadas pela PGR] são normais, esperadas e, até mesmo, decorrentes do exercício legítimo da função do Legislativo, não revelando perigo concreto de influência nas atividades do Presidente da República ou de embaralhamento de investigações em curso", escreveu Marco Aurélio.

O ministro da Corte também considerou o afastamento de Aécio do mandato um risco à harmonia entre Legislativo e Judiciário, e entendeu que caberia ao Senado afastar Aécio, destacando a existência de um processo na Casa para cassar o mandato do tucano.

Aécio Neves havia sido afastado em maio, por determinação do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, após a deflagração da Operação Patmos, fase da Lava Jato baseada nas delações da JBS.

O afastamento foi um pedido da PGR, que apontou a possibilidade de Aécio Neves usar seu poder para atrapalhar as investigações. Fachin entendeu que a Constituição impedia a prisão do parlamentar e decidiu pelo afastamento.

O caso de Aécio, contudo, ficou com o ministro Marco Aurélio depois que Fachin fatiou as investigações da delação da JBS. A defesa  tinha entrada com recurso pelo retorno do parlamentar às atividades.

Presidência do PSDB

O senador tucano também estaria interessado em permanecer na presidência do PSDB por mais dois meses. De acordo com a Veja, ele teria pedido um prazo até setembro para oficializar a saída do comando. Tasso Jereissati, mandatário interino da legenda, teria aceitado esperar para assumir a cadeira definitivamente. Leia também: Por que o MPF de Curitiba não quer o depoimento que envolve  Paulo Preto, que arrecadava dinheiro para os tucanos?
Posted: 30 Jun 2017 10:33 AM PDT

A Prefeitura de São Paulo, em decreto publicado nesta quarta-feira (28), ele remanejou R$ 5 milhões para a São Paulo Turismo (antigo Anhembi), mesmo com o projeto de privatização da empresa já em andamento.

João Doria já havia aplicado verba na São Paulo Turismo em maio, com R$ 2,7 milhões, e em abril, com outros R$ 4,9 milhões. As informações são da Radar da Veja.

A Secretaria de Fazenda alegou à publicação que o crédito suplementar foi necessário para garantir que a empresa "continue a executar suas atividades e honrando seus compromissos com a sociedade, seus funcionários e credores", e que, mesmo com medidas de austeridade que teriam sido tomadas, ainda não foi possível equilibrar as finanças dela. Leia também: Por que o MPF de Curitiba não quer o depoimento que envolve  Paulo Preto, que arrecadava dinheiro para os tucanos?

Nenhum comentário:

Postar um comentário