sábado, 22 de julho de 2017

22/7 - Brasil, refém da mídia e da Lava Jato

FONTE:Miguel do Rosário <miguel@ocafezinho.com>


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["Miguel Barbosa"]
 
 
Brasil, refém da mídia e da Lava Jato
 
Janot permanece em Washington, prestando contas de sua gestão às autoridades americanas. Disse que orçamento da Lava Jato em 2018 será ainda maior do que em 2017. Nos EUA, não é cobrado pelos arbítrios e, sobretudo, pela irresponsabilidade da operação, que contou, ao final, até mesmo com uma "parceria" informal entre MP e FBI para monitorar o presidente do Brasil. Na Folha, Janio de Freitas diz que Sergio Moro, diante da insuficiência de provas contra Lula, passou para o insulto e para o descontrole.
 
Em despacho, faz comparações entre Lula e Cunha que não procedem. A conta de Cunha estava em seu nome, tinha sua assinatura e a afirmação de Cunha, de que era apenas "usufrutário" do dinheiro, confronta-se com o fato de Lula nunca ter usado o famigerado triplex, cuja documentação nunca esteve em nome de Lula. A decisão de sequestrar todos os bens de Lula, que de resto não são muitos, incluindo o apartamento onde ele mora, dá uma aparência de mesquinharia e desespero à decisão de Sergio Moro.
 
No Rio, uma sub-Lava Jato avança, tentando quebrar grandes empresas do setor de transportes, o que agravará ainda mais a crise fiscal, a crise do mercado de trabalho e, logo, a crise de segurança.  Ancelmo Gois se pergunta o que leva o MP do Rio a convidar Kim Kataguiri para um seminário sobre segurança pública. Alguém poderia lhes responder: lêem o Globo. 
 
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© 2017 Miguel Barbosa
 

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