segunda-feira, 24 de julho de 2017

24/7 - O MESMO PAU QUE DEU EM LEVI TEM QUE DAR EM MEIRELLES.

FINTEAbreu <carantabreu@gmail.com>


“O MEU GOVERNO NÃO MENTE”. (Michel Temer, presidente tampão do Brasil).

“UM POVO QUE NÃO CONHECE A SUA HISTÓRIA ESTÁ CONDENADO A REPETI-LA” (EDMUND BURKE).

Prezados Amigos,

Ensina o ditado popular que “A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS”.

25-MAIO-2016: O PIB CAIU.

CONGRESSO APROVA PROJETO QUE ALTERA META FISCAL DE 2016.

“Pouco depois de participar de cerimônia em que seis embaixadores entregaram suas credenciais, na manhã desta quarta-feira (25), o presidente interino Michel Temer comentou sobre a aprovação da nova meta fiscal enviada pelo governo ao Congresso no início da semana. Foi uma bela vitória”, disse Temer.”

“O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (25), em votação simbólica, o projeto com a revisão da meta fiscal para 2016, uma das prioridades da equipe econômica do presidente interino de Michel Temer. O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um déficit primário de até R$ 170,5 bilhões nas contas públicas.”

“A nova meta com o déficit foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que apontou dificuldades diante da crise econômica e queda nas receitas com um recuo do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8%. Também contribuiu o fato de que, caso a meta não fosse revista até o dia 30 de maio, o governo ficaria “paralisado”, uma vez que na prática teria de cortar mais despesas para cumprir a meta enviada anteriormente, com previsão de superávit de R$ 24 bilhões.”

Link da Informação: PORTAL BRASIL.

31-AGOSTO-2016: O PIB VAI SUBIR.

GOVERNO CONTA COM CONCESSÕES E PIB MAIOR PARA FECHAR CONTAS EM 2017.

Para não precisar elevar tributos, o governo contará principalmente com o crescimento maior da economia em 2017, tendo como previsão uma alta de 1,6% no Produto Interno Bruto (PIB), além do ingresso de receitas de concessões e permissões, informou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao detalhar os números da proposta de orçamento federal, enviada nesta quarta-feira (31) ao Congresso Nacional.

"Se houver frustração de receita, haverá corte de gastos nos termos da lei prevista. É um orçamento realista, conservador. Ele leva em conta as melhoras que estão ocorrendo na economia brasileira. Dentro desse quadro, o que temos de concessões é compatível com o que está acontecendo neste ano", disse o ministro da Fazenda.

Link da Informação: PORTAL O GLOBO

22-MARÇO-2017: O PIB NÃO SUBIU.

GOVERNO REDUZ DE 1% PARA 0,5% PROJEÇÃO DE ALTA DO PIB EM 2017

“O governo baixou de 1% para 0,5% sua estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano, anunciou nesta quarta-feira (22) o Ministério da Fazenda. A nova previsão está em linha com a do mercado financeiro.”

“Com a confirmação da nova previsão de crescimento do PIB, medidas terão que ser adotadas para o cumprimento da meta fiscal. Uma delas será um corte nos gastos previstos no orçamento deste ano e que vai ser anunciado ainda nesta quarta. Outra pode ser o aumento de impostos.”

“Isso é necessário porque o orçamento de 2017 foi feito com base em uma alta de 1,6% do PIB em 2017. Com o crescimento mais tímido, a arrecadação do governo com impostos e tributos também deve ser menor.”

Link da Informação: PORTAL O GLOBO

Finalizando, fica a pergunta:

Se para corrigir a previsão orçamentária mentirosa do JOAQUIM o remédio adotado foi solicitar ao Congresso Nacional a autorização para alterar a meta fiscal de 2016, por que não é adotado o mesmo remédio para corrigir a previsão orçamentária mentirosa do HENRIQUE, ou seja, solicitar ao Congresso Nacional autorização para alterar a meta fiscal de 2017?

Será que o egocentrismo dos “déspotas esclarecidos” é tão aterrador a ponto de preferirem a canalhice de elevar os impostos ao invés da humildade de reconhecerem seus erros?

A atual equipe econômica é muito boa para apontar as mentiras em metas alheias, mas péssima para assumir as mentiras de suas próprias metas, chegando ao cúmulo do ignorante supremo afirmar:

 “O MEU GOVERNO NÃO MENTE”.

Saudações,


Carlos Abreu

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