sexta-feira, 28 de julho de 2017

28/7 - Pragmatismo Político DE 27/7

Pragmatismo Político


Posted: 27 Jul 2017 07:40 AM PDT
suicídio Bruna Borges Acre
Suicídio: Bruna Borges tirou a própria vida em transmissão ao vivo.
Uma jovem de 19 anos transmitiu a sua própria morte nesta quarta-feira (26) através do Instagram para cerca de 280 seguidores.
Bruna Andressa Borges morava em Rio Branco, capital acreana, e cursava o 3º período de ciências sociais na Universidade Federal do Acre (UFaC).
Antes do ato, Bruna também postou mensagens no Facebook em que se dizia machucada.
“Já fui abandonada e julgada pela pessoa que achei que seria minha melhor amiga, a pessoa que amei me humilhou e riu da minha cara, me chamou de ridícula. Talvez eu seja, mas não pretendo continuar perguntando para saber”, escreveu.
“O ser humano é a pior arma que o mundo criou […] Eu quero viver, mas quero ser livre e feliz, porém, parece que não dá pra ser feliz tendo que agradar a todos e a si mesmo. Peço desculpas aos poucos que me restaram e que tanto me aconselharam, simplesmente não consigo”, continuou.
Em seguida, Bruna perguntou: “Já viram alguém morrer ao vivo?”.

Endereço errado

Alguns amigos que acompanhavam a transmissão de Bruna ligaram para o Corpo de Bombeiros, mas os oficiais foram encaminhados para o endereço errado.
“A princípio, os amigos ligaram para que nós pudéssemos contê-la, mas passaram o endereço errado, que era onde ela morava antes de ter se mudado para a vila. E nesse local, ninguém sabia informar onde ela estava morando agora. Infelizmente, não chegamos a tempo de conter devido a esse desencontro”, afirmou o major do Corpo de Bombeiros, Cláudio Falcão.
Bruna foi encontrada morta por parentes dentro do próprio quarto do apartamento onde morava com a família. Ela se enforcou.
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Posted: 27 Jul 2017 07:06 AM PDT
Michel Temer Ibope reprovado
Michel Temer (Dida Sampaio, Agência Estado)
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) revela que Michel Temer atingiu o mais alto índice de reprovação desde o começo da série histórica, iniciada no governo Sarney (1986).
O governo Temer soma 70% de ‘ruim e péssimo’, 21% de ‘regular’ e apenas 5% de ‘bom ou ótimo’. Outros 4% não souberam responder.
Esta foi a quinta pesquisa CNI/Ibope sobre a aprovação ao governo Temer desde que o peemedebista assumiu a Presidência da República.
A pesquisa de julho deste ano também apontou o percentual dos brasileiros que dizem confiar ou não confiar no presidente Michel Temer. A desconfiança está na frente.
Disseram não confiar em Temer 87% dos entrevistados, ante 79% em março e 72% na pesquisa de dezembro. Dizem confiar em Temer 10% dos entrevistados, ante 17% em março e 23% em dezembro.
Na comparação com o governo Dilma, 52% disseram que o governo Temer é pior que o da antecessora. Em março esse percentual foi de 41% e em dezembro, de 34%.
Só 11% disseram achar o governo Temer melhor que o governo Dilma, e 35% disseram avaliar os dois governos de forma igual. Apenas 2% disseram não saber ou não quiseram responder a esta pergunta.
Na avaliação por área de governo, Temer se saiu pior na pergunta sobre impostos, onde 87% disseram desaprovar o governo do peemedebista.
A pesquisa foi realizada antes do anúncio do aumento de impostos sobre os combustíveis. A segunda área pior avaliada no governo é a saúde, com 85% de desaprovação.
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Posted: 27 Jul 2017 06:15 AM PDT
Bolsonaro ação popular Gleisi PT
Ação popular movida por eleitor de Bolsonaro será relatada por Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT
Presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, a senadora Gleisi Hoffmann (PR) relata uma sugestão popular que, em resumo, pretende blindar o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) de forma a garantir que ele possa disputar as eleições presidenciais em 2018.
Caberá à petista analisar uma sugestão de proposta legislativa apresentada pelo cidadão Sérgio Pádua, de Minas Gerais, como forma de “anistia” a Bolsonaro em relação à ação penal que o transformou em réu, no Supremo Tribunal Federal (STF), por apologia ao estupro. Gleisi e Bolsonaro compõem grupos adversários no Congresso.
Com base na Lei da Ficha Limpa, a condenação definitiva do parlamentar no STF o tornaria inelegível – ele que, em uma lista encabeçada pelo ex-presidente Lula, figura na segunda colocação entre os presidenciáveis em pesquisas de intenção de voto.
Bolsonaro é alvo de dois processos: um por incitação ao crime de estupro e outro resultante de queixa-crime por injúria, apresentada pela deputada Maria do Rosário (PT-RS) – em discurso no plenário da Câmara, em dezembro de 2014, o deputado disse que a petista “não merecia ser estuprada”.
Diante da possibilidade de condenação pelo Supremo, Sérgio Pádua achou melhor recorrer ao Portal e-Cidadania do Senado e, por meio do canal de sugestões populares, sair em defesa do deputado com a chamada “ideia legislativa”.
Assim o portal do Senado reproduz o pedido do internauta, que não encontra amparo na legislação a ponto de tornar sem efeito, antecipadamente, uma condenação a ser imposta pelo Supremo: “A ação penal no STF contra o Excelentíssimo Jair Bolsonaro (caso Maria do Rosário) configura-se uma covardia institucional contra o Deputado. À uma, ele tem imunidade parlamentar civil e penal por palavras e opiniões. À duas, ele usou uma figura de linguagem, sendo um adepto da Lei e da Ordem”, diz trecho da sugestão veiculada no site institucional.
“O Deputado também apenas soltou essa declaração depois de ser caluniado ou difamado pela dona Maria do Rosario. No país de 70.000 assassinatos dolosos por ano, o STF tem que dar fim a essa covardia contra o Bolsonaro, querido por milhões de brasileiros”, acrescenta o postulante, sem ter sido corrigido pelos moderadores do Senado quanto à redação de sua demanda.
Esse tipo de pedido está previsto na legislação (Resolução do Senado 19/2015) e, caso receba ao menos 20 mil assinaturas virtuais de apoiamento em um prazo de quatro meses, é encaminhado à Secretaria de Comissões do Senado.
Em seguida, é remetido à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, que também é presidida por uma senadora petista, Regina Sousa (PI). No caso da anistia a Bolsonaro, as manifestações individuais a favor da sugestão ultrapassaram o número mínimo exigido em dez dias (entre 10, quando a proposta foi publicada, e 20 de abril).
Devidamente transformada na Sugestão 11/2007, a ideia legislativa espera parecer de Gleisi e, provavelmente, terá recomendação de arquivamento.
Entusiasta da candidatura de Lula, a senadora tem feito cada vez mais críticas públicas a Bolsonaro. No vídeo abaixo, por exemplo, ao discursar no plenário contra o presidente Michel Temer, ela classifica Bolsonaro como alguém que representa algo “perigoso” para a democracia.
“Já pensou se entra o Bolsonaro? Eu espero, sinceramente, que não entre o Bolsonaro. Acho que o povo brasileiro é um povo com capacidade de ver o que é perigoso para ele”, provocou a presidente do PT, que também é ré, mas na Operação Lava Jato.
Segundo o diretor da Secretaria de Comissões do Senado, Dirceu Vieira Machado Filho, essa é a 69.765 ideia legislativa de iniciativa popular. Intitulada “Anistia ao Sr. Dep. Jair Messias Bolsonaro”, a sugestão tinha até o dia 8 de agosto para alcançar as 20 mil adesões, nos termos da Resolução 19/2015. Até o fechamento desta reportagem, o pedido de Sérgio Pádua havia recebido 25.909 assinaturas de apoio.
Já na enquete lançada pelo Portal e-Cidadania sobre o assunto, a anistia a Bolsonaro foi apoiada por 196.547 internautas e rejeitada por outros 194.784 até a conclusão deste texto – online e 24 horas à disposição na rede, a consulta tem números constantemente alterados.
Fábio Góis, Congresso em Foco
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