quinta-feira, 6 de julho de 2017

6/7 - Pragmatismo Político DE 4/7

Pragmatismo Político


Posted: 04 Jul 2017 10:20 AM PDT
deputado tiririca assédio abuso sexual
O deputado federal Tiririca (PR-SP) está sendo acusado pela sua ex-empregada doméstica de assédio sexual. Maria Lúcia Gonçalves alega que foi abusada por Tiririca durante viagens que fez com a família dele em 2016, primeiro para São Paulo e depois para o Ceará.
O caso foi para o Supremo Tribunal Federal (STF) no final de junho de 2017, já que a Corte é responsável por investigar políticos com foro privilegiado, como é o caso de Tiririca. No tribunal, o processo foi distribuído, no último dia 28, para o ministro Celso de Mello.
Na 10ª delegacia de polícia do Distrito Federal, que iniciou as apurações do caso, Maria Lúcia afirmou que o primeiro episódio de assédio sexual ocorreu em maio de 2016, quando ela viajou para São Paulo com Tiririca, a mulher dele, Nana Magalhães, a filha do casal, de 8 anos, e assessores do deputado. Na ocasião, Tiririca daria uma entrevista para o programa do Jô.
Maria Lúcia relatou que ficou no apartamento cuidando da filha do casal durante a entrevista. Ela disse que, quando Tiririca e os demais voltaram, o deputado exalava cheiro de álcool e a agarrou por trás. Tiririca, segundo Maria Lúcia, começou a dizer que faria sexo com ela, diante de todas as outras pessoas presentes, inclusive a menina de 8 anos.
A empregada relatou à polícia que conseguiu se desvencilhar, mas o deputado ficava correndo atrás dela. Maria Lúcia disse que pediu ajuda dos adultos, que, segundo ela, riam da situação. Ela afirmou que apenas a menina a defendeu, empurrando o pai e jogando-o no chão.
Ainda de acordo com o relato de Maria Lúcia, os episódios de assédio continuaram nos dias seguintes, quando ela acompanhou os patrões em uma viagem para um sítio de Tiririca perto de Fortaleza. Ela disse que lá, durante festas promovidas pelo casal, o deputado continuou dizendo que queria fazer sexo com ela e que ela gostaria “se experimentasse”.
A empregada disse ainda que foi apalpada por Tiririca em algumas ocasiões nesses dias. Ela também afirmou que o ex-patrão jogou no mar o celular dela que tinha gravações de algumas frases que Tiririca havia lhe dito.
Maria Lúcia foi demitida logo após a viagem para o Ceará. Na delegacia, Nana Magalhães disse que a empregada consumia bebida alcoólica durante o trabalho e por isso foi dispensada. A mulher de Tiririca disse ainda que, após a demissão, Maria Lúcia começou a fazer ameaças de extorsão.

OUTRO LADO

A defesa de Tiririca afirma que o deputado e a família estão sendo vítimas de extorsão e que a empregada doméstica, após ter sido demitida, em junho do ano passado, exigiu R$ 100 mil reais para não prejudicar a reputação do parlamentar.
com informações de Metrópoles e G1
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Posted: 04 Jul 2017 10:02 AM PDT
fantasia de favelado rio de janeiro
por José Isaías Venera*
A racionalidade cínica já faz parte do currículo escolar. O evento mais recente, mas não o primeiro: um comunicado de um colégio particular aos pais convocando alunos da 4ª série a se fantasiarem de favelados do Rio de Janeiro para a Festa da Integração. Mais um evento do sul do país, desta vez em Itajaí (SC), do Colégio Cenecista Pedro Antônio Fayal, que pertence a uma rede de ensino em âmbito nacional – a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC). O caso ganhou visibilidade na última quarta-feira, 28, no Facebook de Willian Domingues, pai de um dos alunos.
A poucos dias de completar um ano da polêmica festa “Se nada der certo” – em duas escolas confessionais do Rio Grande do Sul, uma de Novo Hamburgo e outra de Porto Alegre, quando alunos do 3º ano se fantasiaram de garis, faxineiras, vendedores, presidiários -, não teríamos a repetição desse mesmo gesto? Se nada der certo, iremos para a favela, sairemos de nossas escolas particulares, dos apartamentos confortáveis, deixaremos de ir aos shoppings e de andar de carros com os vidros fechados para não sentir o cheiro do lado de fora. É certo que, no caso mais recente, temos somente uma intenção materializada em um bilhete, podendo, aqui em esforço imaginativo, os professores surpreenderem seus alunos em uma suposta desconstrução de estereótipos.
Dessa vez, a polêmica em torno de uma postura cínica – pela naturalização do estereótipo de favelado – atingiu um colégio que tem sua origem, em 1962, ligada a líderes sindicais, com passagem por movimentos comunistas, resistência, posteriormente à fundação, à ditadura militar e de combate à perversidade do capitalismo. Localizado na Vila Operária, o Colégio divulgou nota de desculpas pelo bilhete equivocado, no qual reconhece a “inadequação de uma frase descontextualizada”, afirmando que não tinham intensão de “criar estereótipos”. A contextualização foi apresentada pela proposta baseada na “canção ‘Alagados’ do grupo Paralamas do Sucesso, onde é citada a Favela da Maré”.
O acontecimento realça a tese do psicanalista Christian Dunker sobre o Brasil contemporâneo, que cada vez mais se fecha entre muros, estruturando o imaginário social, no qual o sujeito, ao sentir-se seguro no seu mundo privado, apenas espia as mazelas econômicas e a ausência do Estado sem se implicar com a sociedade. Não foi exatamente isso a proposta do colégio, a partir de uma canção, espiar o que está fora da realidade de seus alunos justificando como contextualização?
Do lado de fora dos muros, surge, no imaginário enquadrado pelos dispositivos de saber- poder, o bárbaro, aquele que não aceita a lei, a justiça e as práticas de um Estado que fomenta a desigualdade social. Contudo, como o “bárbaro”, que compõe o país, se integra no imaginário dos integrados, destes que se fecham entre muros de escolas privadas tradicionais (é claro que Willian nos mostra que se pode ocupar estes espaços de forma crítica)? Até então, o mais conhecido era fantasiar as crianças de índios, mas, agora, também, de favelado, de gari, de atendente do McDonald’s.
O comunicado destaca a indumentária que deverá compor a representação do parque de estereótipos que a escola se transformará no dia da Festa da Integração. “O figurino para a nossa apresentação na Festa da Integração será: (…) FAVELADO DO RIO DE JANEIRO”. Como diz o ditado, o diabo está nos detalhes. O nome da festa funciona como um enunciado que regula toda fantasia da sociedade cínica. Integrar significa que alguma coisa de fora passará a fazer parte do grupo. No entanto, em tempo que se vende café descafeinado, leite de soja, tic tac sabor pipoca etc., o que passará a integrar será somente uma fantasia distorcida, nunca o que de fato está no lado de lá. É como nas fotos que circularam na época da festa “Se nada der certo”, quando adolescentes se vestiam de faxineiras sex alimentando o fetiche de jovens fantasiados de garis másculos.
A fantasia de quem espia o mundo por cima dos muros de seus condomínios ou da tela de seus smartphones não é apenas, nesse caso, de simular um favelado a partir de seu imaginário, mas, bem ao contrário, efetivar uma espécie de limpeza do que permanece como incômodo em sua moral simplista e maniqueísta, algo que podemos ver colocada em prática na prefeitura de São Paulo, no movimento de criminalizar dependentes químicos e moradores da Cracolândia, eliminando os “estorvos” para abrir caminho para o mercado em áreas valorizadas.

Sociedade cínica

Não é de hoje a interpretação de que vivemos em uma sociedade cínica (tese de Vladimir Safatle), na qual as pessoas viveriam uma estranha posição subjetiva de ironizar todas asrelações sociais como sendo fonte perpétua de seu gozo. Quando estereótipos são reproduzidos de forma naturalizada, o cinismo adquire uma dimensão estrutural, não podendo recair à crítica ao indivíduo – este, ao contrário, apenas expressa o que está imanente na sociedade. Alia-se a esse traço predominante das relações sociais a retirada do núcleo interno das mercadorias em nome da saúde, mas muito bem fetichizada pela lógica do mercado, como no já citado café descafeinado. Temos com este par – cinismo (relações sociais) e simulação (simulacros de produtos) – o culto à desumanização que desancora a energia do sujeito de todas as referências, deixando à deriva qualquer projeto de sociedade. O imperativo na sociedade cínica é, sempre, o mercado, tornando-se excluído aqueles que não tem capital para consumir. Estes passam a ser os “bárbaros”. Por outro lado, a convocação do mercado para os sujeitos é que gozem ininterruptamente, como na convocação do colégio Fayal, ou por meio da notícia sobre a operação policial feita na favela tal que resultou em um número X de mortos, ou, ainda, na satisfação de ver a capa da Veja que traz uma foto chocante etc.
Se o mercado é que dita as regras do jogo, não é de estranhar que muitos estereótipos sejam reproduzidos sem uma ação docente reflexiva, muitas vezes por falta de formação continuado em uma perspectiva crítica. Ao contrário, o que parece se mais recorrente são palestras de coaching pensadas para empresas com intuito motivacional, o que constitui a própria reprodução do cinismo em ambientes escolares.
As mazelas funcionam como o resto não simbolizado de uma sociedade que não consegue realizar suas fantasias, mas os integrados gozam imaginando que os favelados, garis, faxineiras etc. sonham em ter seu status.

O real atravessa a realidade

Fora dos muros, a favela é real. Não há dúvida. Quando Willian questiona “desde quando favela é fantasia?”, sobre a pobre dicotomia feita pelo colégio de que, de um lado, teriam os médicos, advogados e empresários, e, de outro, os favelados, ele expõe o mal-estar dessa sociedade cínica. Entretanto, o real que precisamos operar aqui nos afeta por outros caminhos. O real como aquilo que nunca se integra à fantasia daqueles enquadrados entre muros, mas, ao mesmo tempo, é o motor dos estereótipos. A favela assim é o motor do desejo de uma sociedade conservadora e reacionária, incapaz de simbolizar outras formas de vida, por isso mesmo são repetidos sempre os mesmos estereótipos para que, assim, possam encontrar sentido às suas vidas pobres de experiência e subjugadas aos ditames do mercado.
O estereótipo tem esta função de criar uma caricatura de uma realidade que diz mais respeito ao caricaturista do que ao caricaturado. Nos conglomerados da mídia, essa lógica tem uma importante função: servir de reconhecimento imediato. O reconhecimento dá-se pela pobreza de informações e pela repetição. Não é de hoje que telenovelas, filmes e jornais repetem sempre as mesmas estruturas narrativas sobre as favelas. Contudo, como questiona Willian: “Desde quando favelado é fantasia?”.
*José Isaías Venera é Jornalista e professor universitário
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Posted: 04 Jul 2017 08:57 AM PDT
Geddel Vieira Lima Michel Temer
Geddel Vieira Lima e Michel Temer
Geddel Vieira Lima, ex-ministro do governo Temer e braço direito do atual presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Ele chegou no início da madrugada desta terça-feira (4).
A prisão preventiva foi pedida pela PF e pelos integrantes da Força-Tarefa da Operação Greenfield, a partir de informações fornecidas em depoimentos do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.
Em janeiro deste ano, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do ex-ministro, alvo da Operação Cui Bono, que investiga o suposto esquema de corrupção na Caixa no período entre 2011 e 2013 – período em que Geddel ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica da instituição.
Ao decretar a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal no Distrito Federal, autorizou a busca e apreensão de aparelhos celulares do investigado e a quebra do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos. O objetivo é buscar elementos para comprovar os contatos de Geddel com a esposa do doleiro Lúcio Funaro, preso na Operação Lava Jato.
Na decisão, o juiz diz que Geddel entrou em contato por diversas vezes com a esposa de Funaro para verificar a disposição do marido preso em firmar acordo de colaboração premiada, o que pode caracterizar um exercício de pressão sobre Funaro e sua família. Segundo o magistrado, não é a primeira vez que Geddel tenta persuadir pessoas ou pressioná-las, lembrando o episódio em que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou Geddel de atuar para a liberação da construção de um imóvel em Salvador.
Para o juiz, há provas até o momento da participação de Geddel no esquema de irregularidades apuradas na Operação Cui Bono e, se permanecer solto, ele pode atrapalhar as investigações.
“É que em liberdade, Geddel Vieira Lima, pelas atitudes que vem tomando recentemente, pode dar continuidade a tentativas de influenciar testemunhas que irão depor na fase de inquérito da Operação Cui Bono, bem como contra pessoas próximas aos coinvestigados e os réus presos Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Lúcio Bolonha Funaro”, diz o juiz em sua decisão.
O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima foi preso ontem (3) pela Polícia Federal da Bahia por tentar, de acordo com a PF, obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal.

‘DEUS’

Uma das últimas postagens de Geddel Vieira Lima no Twitter foi o compartilhamento de mensagem do Papa Francisco, em setembro: “Quanto mais nos deixamos envolver pelo amor de Deus, mais a nossa vida se regenera”.
Dias depois, alvejado por denúncias do então ministro da Cultura, Marcelo Calero, ele deixou o cargo de secretário-geral do governo —e também a rede social.
Na época em que denunciou Geddel, Calero revelou aos policiais federais que tomaram seu depoimento que não desejava que o então ministro fosse preso por sua causa, até mesmo para evitar “energia negativa”. Ouviu que o caso relatado por ele, de tráfico de influência, era crime pago com cesta básica perto dos outros casos em que Geddel era investigado.
com Agência Brasil e Monica Bergamo
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Posted: 04 Jul 2017 08:41 AM PDT
consumo de combustível carros brasil
O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecologia) divulgou nesta semana o ranking atualizado dos veículos que mais consomem combustível no Brasil (ver abaixo).
Os veículos listados são das seguintes categorias: compacto, médio, grande, extragrande, utilitário esportivo compacto, utilitário esportivo grande, fora de estrada, minivan, picape e esportivo. Todos os valores apresentados são em unidade km/l.
O carro compacto que mais consome combustível chega a rodar 8,3 km com um litro de gasolina na cidade. Foram analisados 983 modelos de veículos, fabricados por 83 montadoras diferentes.
As avaliações são divididas em seis grupos diferentes, de A a E, que classificam os veículos que menos consomem para os que mais consomem combustível.
Os veículos do grupo A são de menor consumo energético, enquanto os do grupo E são que mais consomem.
Abaixo, veja quais são os veículos classificados no grupo E de cada categoria:

Compacto

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Renault Sandero RS 2.0-16V RS 5,9 7,6 8,3 10,8
Fiat Punto 1.8-16V Blackmotion Dualogic 6,2 7,3 8,9 10,6
Volkswagen Fox 1.6-8V Run (rodas aro 16) 6,5 7,8 9,1 11,2
Fiat Punto 1.8-16V Blackmotion 6,4 7,4 9,1 10,6
Fiat Punto 1.6-16V Essence Dualogic 6,5 7,8 9,5 11,5
Fiat Novo Palio 1.6-16V Sporting 6,7 7,9 9,6 11,5
Fiat Punto 1.6-16V Essence 6,6 8,1 9,7 11,7
Fiat Novo Palio 1.6-16V Sporting Dualogic 6,7 7,8 9,9 11,6

Médio

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Audi RS3 Sportback 2.5-20V Não utiliza Não utiliza 8 9,9
Mercedes-Benz AMG A 45 4M 2.0-16V Não utiliza Não utiliza 8,4 11,2
Chery Celer 1.5-16V HB FL 6,6 7,9 9,2 11,4
Chery Celer1.5-16V FL 6,6 7,9 9,2 11,4
Chery Celer 1.5-16V HB FL 6,6 7,9 9,2 11,4
Chery Celer 1.5-16V HB ACT 6,6 7,9 9,2 11,4
Chery Celer 1.5-16V SD ACT 6,6 7,9 9,2 11,4
Chery Celer 1.5-16V SD FL 6,6 7,9 9,2 11,4
Fiat Dobló 1.8-16V Essence 6,4 7 9,3 10,2
Mini Countryman (2018) 2.0-16V Cooper S ALL4 Não utiliza Não utiliza 9,4 11,5
BMW M140i 3.0-24V Não utiliza Não utiliza 9,4 12
Mini Countryman 2.0-16V Cooper S ALL4 Não utiliza Não utiliza 9,5 11,8
BMW 120i 2.0-16V ActiveFlex 6,6 8,6 9,6 12,7
Volvo V40 2.0-16V T4 Kinetic (rodas aro 18″) Não utiliza Não utiliza 9,6 12,4
Volvo V40 2.0-16V T4 Momentum (rodas aro 16″) Não utiliza Não utiliza 9,6 12,4
Volvo V40 2.0-16V T4 R-Design (rodas aro 18″) Não utiliza Não utiliza 9,6 12,4
Volvo V40 2.0-16V T4 Summum (rodas aro 18″) Não utiliza Não utiliza 9,6 12,4
Volvo V40 2.0-16V T4 Inscription (rodas aro 18″) Não utiliza Não utiliza 9,6 12,4
Fiat Grand Siena 1.6-16V Essence Dualogic 6,6 8,1 9,6 11,8
Subaru Imprenza 2.0-16V XV Não utiliza Não utiliza 9,6 11,6
Volvo V40 2.0-16V T5 Comfort Não utiliza Não utiliza 9,7 12,5
Volvo V40 2.0-16V T5 Dynamic Não utiliza Não utiliza 9,7 12,5
Volvo V40 2.0-16V T5 Kinetic Não utiliza Não utiliza 9,7 12,5
Volvo V40 2.0-16V T5 Momentum Não utiliza Não utiliza 9,7 12,5
Volvo V40 2.0-16V T5 R-Design Não utiliza Não utiliza 9,7 12,5
Volvo V40 2.0-16V T5 Top Não utiliza Não utiliza 9,7 12,5
BMW 125i 2.0-16V ActiveFlex 6,5 8,3 9,7 12,2
Chevrolet Spin 1.8-8V (5L) 6,8 7,5 9,7 10,8
Fiat Grand Siena 1.6-16V Essence 6,8 8,4 9,9 12,1
Citroen DS 4 Turbo 1.6-16V So Chic Não utiliza Não utiliza 9,9 12,4
Chevrolet Spin 1.8-8V Act (5L) 6,9 8,4 10,1 12
Volkswagen Spacefox 1.6-16V Highline (rodas aro 16″) (I-Motion) 7 7,5 10,1 10,9
Mini Countryman (2018) 1.5-12V Cooper Não utiliza Não utiliza 10,

Grande

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Audi RSQ3 2.5-20V Não utiliza Não utiliza 7,6 9,6

Extragrande

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Audi A8 6.3-48V Longo Não utiliza Não utiliza 5,5 7,4
Mercedes-Benz AMG S 65 L 6.0-48V Não utiliza Não utiliza 5,6 8,2
Volkswagen Touareg V8 4.2-32V Não utiliza Não utiliza 5,8 7,5
Volksvagen Touareg V6 3.6-24V Não utiliza Não utiliza 5,8 7,4
Lexus LS460 4.6-32V Não utiliza Não utiliza 5,9 9,2
BMW M6 4.4-32V Gran Coupe Não utiliza Não utiliza 6,2 8,3
Maserati Ghibli 3.0-24V Euro 6 Não utiliza Não utiliza 6,3 9,3
Mercedes-Benz AMG S 63 L 4M 5.5-32V Não utiliza Não utiliza 6,3 9,4
Audi S8 4.0-32V Plus Não utiliza Não utiliza 6,4 8,8
Maserati Ghibli 3.0-24V SQ4 Euro 6 Não utiliza Não utiliza 6,4 9,2
Jaguar XJ 3.0-24V SC R-Sport Não utiliza Não utiliza 6,5 10,2
Jaguar XJ 3.0-24V SC Port Não utiliza Não utiliza 6,5 10,2
Mercedes-Benz S500 L 4.7-32V Não utiliza Não utiliza 6,5 9,9
Ford Edge 3.5-24V AWD Titanium Não utiliza Não utiliza 6,7 9,5
Audi S8 4.0-32V Não utiliza Não utiliza 6,8 9,3
Audi Q5 3.0-24V Ambition Não utiliza Não utiliza 6,9 8,8
Audi Q7 3.0-24V Não utiliza Não utiliza 6,9 8,7

Utilitário esportivo compacto

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Hyundai Tucson 2.0-16V GLSB 5 5,8 7,4 8,6
Jeep Renegade 2.0-16V Sport Não utiliza Não utiliza 9,4 11,5
Jeep Renegade 2.0-16V Longitude Não utiliza Não utiliza 9,4 11,5

Utilitário esportivo grande

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Land Rover Range Rover 5.0-32V SC AB Não utiliza Não utiliza 4,6 7,5
Land Rover Range Rover 5.0-32V SC AB L Não utiliza Não utiliza 4,6 7,5
Land Rover Range Rover 5.0-32V ABLACKL Não utiliza Não utiliza 4,6 7,5
Land Rover Range Rover 5.0-32V SC Voguese Não utiliza Não utiliza 4,6 7,5
Land Rover Range Rover 5.0-32V V8SC SVAB Não utiliza Não utiliza 4,9 7,3
Land Rover Range Rover Sport 3.0-24V SVR 550 Não utiliza Não utiliza 5 7,3
Land Rover Range Rover Sport 5.0-32V SC DYN Não utiliza Não utiliza 5 7,3
Land Rover Range Rover Sport 5.0-32V SC AB Não utiliza Não utiliza 5 7,3
Land Rover Range Rover Sport 5.0-32V SC AB D Não utiliza Não utiliza 5 7,3
Mercedes-Benz AMG GLS 63 5.5-32V Não utiliza Não utiliza 5,1 6,9
Porsche Cayenne 4.8-32V Turbo S Não utiliza Não utiliza 5,2 7,9
Porsche Cayenne 4.8-32V Turbo Não utiliza Não utiliza 5,5 8
Mercedes-Benz AMG GLE 63 5.5-32V Coupé Não utiliza Não utiliza 5,5 6,8
Mercedes-Benz AMG GLE 63 5.5-32V Não utiliza Não utiliza 5,5 6,8
BMW X6 4.4-32V M Não utiliza Não utiliza 5,7 7,2
Porsche Macan 3.6-24V Turbo Não utiliza Não utiliza 5,8 7,6
Land Rover Range Rover Sport 3.0-24V SC S Não utiliza Não utiliza 6 8,4
Land Rover Range Rover Sport 3.0-24V SC SE Não utiliza Não utiliza 6 8,4
Land Rover Range Rover Sport 3.0-24V SE HSE Não utiliza Não utiliza 6 8,4
Maserati Levante 3.0-24V S Não utiliza Não utiliza 6,1 8,6
Land Rover Range Rover Sport 3.0-24V SC HST Não utiliza Não utiliza 6,2 8,4
Porsche Macan 3.0-24V S Não utiliza Não utiliza 6,2 7,9
Maserati Levante 3.0-24V Não utiliza Não utiliza 6,2 8,8
Porsche Cayenne (New) 3.6-24V S Não utiliza Não utiliza 6,3 9,2
Porsche Cayenne 3.6-24V GTS Não utiliza Não utiliza 6,4 8,8
Chevrolet Trailblazer 3.6-24V LTZ 4×4 Não utiliza Não utiliza 6,6 8,6
BMW X5 3.0-24V xDrive35i Não utiliza Não utiliza 6,6 8,4
Jeep Cherokee (2018) 3.2-24V Trailhawk Não utiliza Não utiliza 6,7 8,9
Toyota SW4 Flex 4×2 2.7-16V SR 4,6 5,6 6,7 8,2
Mercedes-Benz GLE 400 3.0-24V Coupé Não utiliza Não utiliza 6,8 9,2
Jaguar F-Pace 3.0-24V FE Não utiliza Não utiliza 6,8 9
Jaguar F-Pace 3.0-24V S Não utiliza Não utiliza 6,8 9
Mercedes-Benz AMG GLC 43 3.0-24V Não utiliza Não utiliza 6,8 8,8
BMW X6 3.0-24V xDrive35i Não utiliza Não utiliza 6,9 8,4
Porsche Macan 3.0-24V GTS Não utiliza Não utiliza 6,9 9,4
Lexus RX350 4X4 3.5-24V Luxury Não utiliza Não utiliza 6,9 9,4
Lexus RX350 4X4 3.5-24V F Sport Não utiliza Não utiliza 6,9 9,4
Jaguar F-Pace 3.0-24V R Sport Não utiliza Não utiliza 6,9 9
Mercedes-Benz AMG GLE 43 3.0-24V Sport Não utiliza Não utiliza 7 9
Hyundai Santa Fé 3.3-24V 5 L Não utiliza Não utiliza 7,1 9,2
Hyundai Santa Fé 3.3-24V 7 L Não utiliza Não utiliza 7,1 9,2
Jeep Grand Cherokee 3.6-24V Laredo Não utiliza Não utiliza 7,1 9
Jeep Grand Cherokee 3.6-24V Limited Não utiliza Não utiliza 7,1 9
Toyota SW4 Flex 4×2 2.7-16V SR 5S 4,9 5,9 7,1 8,5
Toyota SW4 Flex 4×2 2.7-16V SR 7S 4,9 5,9 7,1 8,5
Porsche Cayenne 3.6-24V V6 Não utiliza Não utiliza 7,1 8,4
BMW X4 3.0-24V xDrive35i Não utiliza Não utiliza 7,2 8,6
Kia Mohave 3.0-24V EX VGT Não utiliza Não utiliza 7,2 10,3
Kia Sorento 3.3 24V EX3 G27 Não utiliza Não utiliza 7,2 9,3
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V S14 S Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V S14 SE Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V S14 HSE Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V S14 HSE L Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V S14 SE 7L Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V HSE 7L Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Land Rover Discovery Sport 2.0-16V HSEL 7L Não utiliza Não utiliza 7,2 9
Chevrolet Trailblazer 2.8-16V LT 4X4 Não utiliza Não utiliza 7,8 9,1
Chevrolet Trailblazer 2.8-16V LTZ 4X4 Não utiliza Não utiliza 7,8 9,1
Land Rover Range Rover Sport 4.4-32V HSE DYN Não utiliza Não utiliza 8 10,8
Land Rover Range Rover 4.4-32V SD AB Não utiliza Não utiliza 8,2 10,4
Land Rover Range Rover 4.4-32V SD AB LWB Não utiliza Não utiliza 8,2 10,4
Land Rover Range Rover 4.4-32V SD Vogue Não utiliza Não utiliza 8,2 10,4
Land Rover Range Rover 4.4-32V SD Voguese Não utiliza Não utiliza 8,2 10,4
Land Rover Discovery 3.0-24V SD S Não utiliza Não utiliza 8,3 9,9
Land Rover Discovery 3.0-24V SD Black Não utiliza Não utiliza 8,3 9,9
Land Rover Discovery 3.0-24V SD HSE Não utiliza Não utiliza 8,3 9,9
Land Rover Discovery 3.0-24V SD SE Não utiliza Não utiliza 8,3 9,9
Land Rover Discovery 3.0-24V Graphite Não utiliza Não utiliza 8,3 9,9
Land Rover Discovery 3.0-24V Graphite 5 Não utiliza Não utiliza 8,3 9,9
BMW X5 3.0-24V xDrive30D Não utiliza Não utiliza 9,1 10,6

Fora de estrada

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Mercedes-Benz AMG G 63 5.5-32V Não utiliza Não utiliza 4,8 5,5
Mitsubishi Pajero 3.8-24V HPE Não utiliza Não utiliza 5,3 6,7
Jeep Wrangler 3.6-24V Sport 2pt Não utiliza Não utiliza 5,8 6,8
Jeep Wrangler 3.6-24V Unlimited 4pt Não utiliza Não utiliza 5,8 6,8
Jeep Wrangler 3.6-24V Unlimited Sahara 4pt Não utiliza Não utiliza 5,8 6,8
Troller T4 3.2-20V XLT Não utiliza Não utiliza 7,7 7,5

Minivan

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Chrysler Town & Country 3.6-24V Limited Não utiliza Não utiliza 6,2 8,6
Chrysler Town & Country 3.6-24V Touring Não utiliza Não utiliza 6,2 8,6
Dodge Journey 3.6-24V SXT Não utiliza Não utiliza 6,4 8,6
Dodge Journey 3.6-24V RT Não utiliza Não utiliza 6,4 8,6
Kia Carnival 3.3-24V EX Não utiliza Não utiliza 6,5 8,7

Picape

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Volkswagen Amarok 2.0-16V S Não utiliza Não utiliza 7,9 8,7
Chevrolet S10 2.8-16V High Country Cabine Dupla 4×4 Não utiliza Não utiliza 8 9,2
Chevrolet S10 2.8-16V LT Cabine Dupla 4×4 Não utiliza Não utiliza 8 9,2
Chevrolet S10 2.8-16V LTZ Cabine Dupla 4×4 Não utiliza Não utiliza 8 9,2
Chevrolet S10 2.8-16V LT Cabine Dupla 4×2 Não utiliza Não utiliza 8 9,2
Chevrolet S10 2.8-16V LTZ Cabine Dupla 4×2 Não utiliza Não utiliza 8 9,2
Volkswagen Amarok 2.0-16V Trendline Não utiliza Não utiliza 8,2 8,4
Volkswagen Amarok 2.0-16V Highline Não utiliza Não utiliza 8,2 8,4
Volkswagen Amarok 2.0-16V Extreme Não utiliza Não utiliza 8,2 8,4

Esportivo

Modelo Consumo de etanol na cidade (km/l) Consumo de etanol na estrada (km/l) Consumo de gasolina/diesel na cidade (km/l) Consumo de gasolina/diesel na estrada (km/l)
Lamborghini Aventador 6.5-48V SVR Não utiliza Não utiliza 4,5 7,6
Ferrari F12 Berlinetta 6.3-48V Não utiliza Não utiliza 4,7 6,5
Ferrari GTC4Lusso 6.3-48V Não utiliza Não utiliza 4,8 6,9
Ferrari F12tdf 6.3-48V Não utiliza Não utiliza 4,9 5,8
Maserati Quattroporte 4.0-32V Não utiliza Não utiliza 5 6,8
Audi R8 5.2-40V Coupé Não utiliza Não utiliza 5,2 6,8
Lamborghini Huracan 5.0-40V Não utiliza Não utiliza 5,4 7,1
Lamborghini Huracan 5.0-40V S Não utiliza Não utiliza 5,4 7,1
Maserati Gran 4.7-32V TurismoS Não utiliza Não utiliza

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Posted: 04 Jul 2017 07:09 AM PDT
trajano gentili justiça
Danilo Gentili perdeu mais uma ação na Justiça brasileira. O apresentador do SBT movia processo contra José Trajano após se sentir ofendido com um comentário do veterano jornalista esportivo.
Trajano acusou Gentili de fazer apologia ao estupro durante o ‘Bate-Bola Debate’, programa da emissora ESPN Brasil.
“O canal abrigou esta semana um personagem engraçadinho, que se porta como um sujeito que faz apologia do estupro. Em nome do humor, dizendo que no humor cabe tudo. Esse grupo ficou enojado com a presença dele”, declarou Trajano em referência a um tweet polêmico de Gentili sobre uma participante do programa Big Brother Brasil que teve relação sexual alcoolizada.
Gentili pedia R$ 1 milhão em indenização. O juiz responsável pelo caso, José Zoéga Coelho, afirmou em sua sentença que a opinião emitida por Trajano não constitui crime, mesmo que Danilo tenha sido absolvido no processo que originou a fala do jornalista esportivo.
Zoéga Coelho considera ainda que em casos de crimes de honra não basta dizer palavras ofensivas, uma vez que esteja tipificado como animus criticandi, ou seja, intenção de criticar.
Coelho destaca o entendimento do colegiado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), “no tocante a imputação a terceiros de fato delitivo, porém com animus defendendi: ‘Não há crime de calúnia quando o sujeito pratica o fato com ânimo diverso, como ocorre nas hipóteses de animus narrandi, criticandi, defendendi, retorquendi, corrigendi e jocandi‘”.

Derrotas

O acúmulo de derrotas na Justiça por Danilo Gentili despertou um sinal de alerta no SBT. A emissora, que é uma concessão pública, chegou a perder contato com potenciais anunciantes que não quiseram ter seus nomes vinculados ao programa do apresentador (relembre aqui).
No último mês, Gentili foi obrigado a tirar do ar um vídeo em que agredia a deputada Maria do Rosário e foi também condenado a indenizar o editor do site Catraca Livre.
Leia aqui a íntegra da sentença que absolveu José Trajano.
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