quinta-feira, 3 de agosto de 2017

3/8 - Pragmatismo Político DE 2/8

Pragmatismo Político


Posted: 02 Aug 2017 06:44 PM PDT
votação na câmara michel temer
O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira (2), por 263 votos a 227, duas abstenções e 19 ausências, a denúncia de corrupção contra o presidente Michel Temer, apresentada em junho pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) e com base nas delações de executivos da JBS e na conversa gravada entre o peemedebista e o empresário Joesley Batista, do grupo J&F.
Os parlamentares votaram o relatório produzido pelo deputado Abi-Ackel (PSDB), que rejeitou a denúncia e recomendou, em seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o arquivamento do processo.
Para que a denúncia fosse autorizada a prosseguir no STF eram necessários pelo menos 342 votos contra o parecer da CCJ. Temer, por sua vez, precisava do voto de um terço dos deputados (172 votos).

Votação por estado

Dos 26 Estados e mais o Distrito Federal, Michel Temer só foi derrotado em oito Estados. Outros dois deram empate.
Acre (6 x 2), Bahia (21 x 17), Ceará (11 x 9), Espírito Santo (8 x 2), Rio de Janeiro (23 x 20), Rio Grande do Sul (18 a 12), São Paulo (39 x 29) e Sergipe (6 x 2) foram os 8 estados em que Temer não conseguiu vencer. Alagoas e Mato Grosso do Sul registraram empate.
Nos Estados onde Temer prevaleceu tiveram mais destaques Minas Gerais, que deu 33 votos a favor do presidente e 18 contra. Um 7 x 1 aconteceu em Mato Grosso. Roraima também deu goleada (6 a 1) assim como Goiás (12 a 4).
Veja abaixo como ficou a divisão por Estado (Não x Sim):
Acre 6 x 2
Alagoas 4 x 4
Amapá 2 x 5
Amazonas 2 x 6
Bahia 21 x 17
Ceará 11 x 9
Distrito Federal 2 x 5
Espírito Santo 8 x 2
Goiás 4 x 12
Maranhão 7 x 11
Mato Grosso do Sul 4 x 4
Mato Grosso 1 x 7
Minas Gerais 18 x 33
Pará 5 x 12
Paraíba 5 x 6
Paraná 11 x 16
Pernambuco 11 x 13
Piauí 3 x 6
Rio de Janeiro 23 x 20
Rio Grande do Norte 3 x 5
Rio Grande do Sul 18 x 12
Rondônia 3 x 5
Roraima 1 x 6
Santa Catarina 7 x 9
São Paulo 39 x 29
Sergipe 6 x 2

Nominal por estado

RORAIMA
Abel Mesquita Jr. (DEM) – SIM
Carlos Andrade (PHS)- Não
Édio Lopes (PR) – SIM
Hiran Gonçalves (PP) – SIM
Jhonatan de Jesus (PRB) – SIM
Maria Helena (PSB) – SIM
Remídio Monai (PR) – SIM
Shéridan (PSDB) – Ausente
RIO GRANDE DO SUL
Afonso Hamm (PP) – NÃO
Afonso Motta (PDT) – NÃO
Alceu Moreira (PMDB) – SIM
Bohn Gass (PT) – NÃO
Cajar Nardes (PR) – SIM
Carlos Gomes (PRB) – NÃO
Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – NÃO
Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
Giovani Cherini (PDT) – Ausente
Heitor Schuch (PSB) – NÃO
Henrique Fontana (PT) – NÃO
Jerônimo Goergen (PP) – NÃO
João Derly (REDE) – NÃO
José Fogaça (PMDB) – SIM
José Otávio Germano (PP) – SIM
Jose Stédile (PSB) – NÃO
Luis Carlos Heinze (PP) – NÃO
Marco Maia (PT) – NÃO
Marcon (PT) – NÃO
Maria do Rosário (PT) – NÃO
Mauro Pereira (PMDB) – SIM
Onyx Lorenzoni (DEM) – NÃO
Osmar Terra (PMDB) – SIM
Paulo Pimenta (PT) – NÃO
Pepe Vargas (PT) – NÃO
Pompeo de Mattos (PT) – NÃO
Renato Molling (PP) – SIM
Ronaldo Nogueira (PTB) – SIM
Sérgio Moraes (PTB) – SIM
Yeda Crusius (PSDB) – SIM
SANTA CATARINA 
Carmen Zanotto (PPS) – NÃO
Celso Maldaner (PMDB) – SIM
Cesar Souza (PSD) – SIM
Décio Lima (PT) – NÃO
Esperidião Amin (PP) – NÃO
Geovania de Sá (PSDB) – NÃO
João Paulo Kleinübing (PSD) – SIM
João Rodrigues (PSD) – SIM
Jorge Boeira (PP) – SIM
Jorginho Mello (PR) – NÃO
Marco Tebaldi (PSDB) – SIM
Mauro Mariani (PMDB) – NÃO
Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – SIM
Ronaldo Benedet (PMDB) – SIM
Valdir Colatto (PMDB) – SIM
AMAPÁ
André Abdon (PP) – SIM
Cabuçu Borges (PMDB) – SIM
Janete Capiberibe (PSB) – NÃO
Jozi Araújo (PTN) – SIM
Marcos Reategui (PSD) – AUSENTE
Professora Marcivania (PCdoB) – NÃO
Roberto Góes (PDT) – SIM
Vinicius Gurgel (PR) – SIM
PARÁ
:Arnaldo Jordy (PPS) – NÃO
Beto Faro (PT) – NÃO
Beto Salame (PP) – SIM
Delegado Éder Mauro (PSD) – SIM
Edmilson Rodrigues (PSOL) – NÃO
Elcione Barbalho (PMDB) – SIM
Francisco Chapadinha (PTN) – SIM
Hélio Leite (DEM) – SIM
Joaquim Passarinho (PSD) – NÃO
José Priante (PMDB) – SIM
Josué Bengtson (PTB) – SIM
Júlia Marinho (PSC) – SIM
Lúcio Vale (PR)- SIM
Nilson Pinto (PSDB) – SIM
Simone Morgado (PMDB) – SIM
Wladimir Costa (SD) – SIM
Zé Geraldo (PT) – NÃO
PARANÁ
Alex Canziani (PTB) – SIM
Alfredo Kaefer (PSL) – SIM
Aliel Machado (REDE) – NÃO
Assis do Couto (PDT) – NÃO
Christiane de Souza Yared (PR) – NÃO
Delegado Francischini (SD) – NÃO
Diego Garcia (PHS) – NÃO
Dilceu Sperafico (PP) – SIM
Edmar Arruda (PSD) – SIM
Enio Verri (PT) – NÃO
Evandro Roman (PSD) – SIM
Giacobo (PR) – SIM
Hermes Parcianello (PMDB) – SIM
João Arruda ( PMDB) – SIM
Leandre (PV) – NÃO
Leopoldo Meyer (PSB) – NÃO
Luciano Ducci (PSB) – AUSENTE
Luiz Carlos Hauly (PSDB) – SIM
Luiz Nishimori (PR)- SIM
Nelson Meurer (PP) – SIM
Nelson Padovani (PSDB) – SIM
Osmar Bertoldi (DEM) – SIM
Osmar Serraglio (PMDB) – AUSENTE
Reinhold Stephanes (PSD) -AUSENTE
Rubens Bueno (PPS) – NÃO
Sandro Alex (PSD) – NÃO
Sergio Souza (PMDB) – SIM
Takayama (PSC) – SIM
Toninho Wandscheer (PROS) – SIM
Zeca Dirceu (PT) – NÃO
MATO GROSSO DO SUL
Carlos Marun (PMDB) – SIM
Dagoberto Nogueira (PDT) – NÃO
Elizeu Dionizio (PSDB) – SIM
Geraldo Resende (PSDB) – SIM
Mandetta (DEM) – NÃO
Tereza Cristina (PSB) – SIM
Vander Loubet (PT) – NÃO
Zeca do PT (PT) – NÃO
AMAZONAS
Alfredo Nascimento (PR) – SIM
Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) – SIM
Átila Lins (PSD) – SIM
Conceição Sampaio (PP) – NÃO
Hissa Abrahão (PDT) – NÃO
Pauderney Avelino (DEM) – SIM
Sabino Castelo Branco (PTB) – SIM
Silas Câmara (PRB) – SIM
RONDÔNIA
Expedito Netto (PSD) – NÃO
Lindomar Garçon (PRB) – SIM
Lucio Mosquini (PMDB) – SIM
Luiz Cláudio (PR) – SIM
Marcos Rogério (DEM) – NÃO
Mariana Carvalho (PSDB) – NÃO
Marinha Raupp (PMDB) – SIM
Nilton Capixaba (PTB) – SIM
GOIÁS
Alexandre Baldy (PTN) – SIM
Célio Silveira (PSDB) – SIM
Daniel Vilela (PMDB) – SIM
Delegado Waldir (PR) – AUSENTE
Fábio Sousa (PSDB) – NÃO
Flávia Morais (PDT) – NÃO
Giuseppe Vecci (PSDB) – SIM
Heuler Cruvinel (PSD) – SIM
João Campos (PRB) – SIM
Jovair Arantes (PTB) – SIM
Lucas Vergilio (SD) – SIM
Magda Mofatto (PR) – SIM
Marcos Abrão (PPS) – NÃO
Pedro Chaves (PMDB) – SIM
Roberto Balestra (PP) – SIM
Rubens Otoni (PT) – NÃO
Thiago Peixoto (PSD) – SIM
DISTRITO FEDERAL
Alberto Fraga (DEM) – SIM
Augusto Carvalho (SD) – NÃO
Erika Kokay (PT) – NÃO
Izalci Lucas (PSDB) – SIM
Laerte Bessa (PR) – SIM
Rogério Rosso (PSD) – SIM
Ronaldo Fonseca (PROS) – SIM
Rôney Nemer (PP) – AUSENTE
ACRE
Alan Rick (PRB) – NÃO
Angelim (PT) – NÃO
César Messias (PSB) – NÃO
Flaviano Melo (PMDB) – SIM
Jéssica Sales (PMDB) – SIM
Leo de Brito (PT) – NÃO
Moisés Diniz (PCdoB) – NÃO
Rocha (PSDB) – NÃO
TOCANTINS
Carlos Henrique Gaguim (PTN) – SIM
César Halum (PRB) – NÃO
Dulce Miranda (PMDB) – SIM
Irajá Abreu (PSD) – NÃO
Josi Nunes (PMDB) – SIM
Lázaro Botelho (PP) – SIM
Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM) – SIM
Vicentinho Júnior (PR) – AUSENTE
MATO GROSSO
Adilton Sachetti (PSB) – SIM
Carlos Bezerra (PMDB) – SIM
Ezequiel Fonseca (PP) – SIM
Fabio Garcia (PSB) – SIM
Nilson Leitão (PSDB) – SIM
Professor Victório Galli (PSC) – SIM
Rogério Silva (PMDB) – SIM
Ságuas Moraes (PT) – NÃO
SÃO PAULO
Nelson Marquezelli (PTB) – SIM
Nilto Tatto (PT) – NÃO
Orlando Silva (PCdoB) – NÃO
Paulo Freire (PR) – SIM
Paulo Maluf (PP) – SIM (votou antes)
Paulo Pereira da Silva (SD) – SIM
Paulo Teixeira (PT) – NÃO
Pollyana Gama (PPS) – NÃO
Pastor Marco Feliciano (PSC) – SIM
Renata Abreu (PTN) – NÃO
Ricardo Izar (PP) – SIM
Ricardo Tripoli (PSDB) – NÃO
Roberto Alves (PRB) – SIM
Roberto de Lucena (PV) – SIM
Roberto Freire (PPS) – NÃO
Sérgio Reis (PRB) – NÃO
Silvio Torres (PSDB) – NÃO
Tiririca (PR) – NÃO
Valmir Prascidelli (PT) – NÃO
Vanderlei Macris (PSDB) – NÃO
Vicente Candido (PT) – NÃO
Vicentinho (PT) – NÃO
Vinicius Carvalho (PRB) – SIM
Vitor Lippi (PSDB) – NÃO
Walter Ihoshi (PSD) – SIM
MARANHÃO
Aluisio Mendes (PTN) – SIM
André Fufuca (PP) – SIM
Cleber Verde (PRB) – SIM
Deoclides Macedo (PDT) – NÃO
Eliziane Gama (PPS) – NÃO
Hildo Rocha (PMDB) – SIM
João Marcelo Souza (PMDB) – SIM
José Reinaldo (PSB) – SIM
Junior Marreca (PEN) – SIM
Juscelino Filho (DEM) – SIM
Luana Costa (PSB) – NÃO
Pedro Fernandes (PTB) – SIM
Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – NÃO
Sarney Filho (PV) – SIM
Victor Mendes (PSD) – SIM
Waldir Maranhão (PP) – NÃO
Weverton Rocha (PDT) – NÃO
Zé Carlos (PT) – NÃO
CEARÁ
Adail Carneiro (PP) – NÃO
André Figueiredo (PDT) – NÃO
Aníbal Gomes (PMDB) – SIM
Ariosto Holanda (PDT) – NÃO
Cabo Sabino (PR) – NÃO
Chico Lopes (PCdoB) – NÃO
Danilo Forte (PSB) – SIM
Domingos Neto (PSD) – SIM
Genecias Noronha (SD) – SIM
Gorete Pereira (PR) – SIM
José Airton Cirilo (PT) – NÃO
José Guimarães (PT) – NÃO
Leônidas Cristino (PDT) – SIM
Luizianne Lins (PT) – NÃO
Macedo (PP) – SIM
Moses Rodrigues (PMDB) – SIM
Odorico Monteiro (PSB) – NÃO
Paulo Henrique Lustosa (PP) – SIM
Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – AUSENTE
Ronaldo Martins (PRB) – NÃO
Vaidon Oliveira (DEM) – SIM
Vitor Valim (PMDB) – NÃO
RIO DE JANEIRO
Hugo Leal (PSB) – NÃO
Jair Bolsonaro (PSC) – NÃO
Jandira Feghali (PCdoB) – NÃO
Jean Wyllys (PSOL) – NÃO
Julio Lopes (PP) – SIM
Laura Carneiro (PMDB) – NÃO
Leonardo Picciani (PMDB) – SIM
Luiz Carlos Ramos (PTN) – NÃO
Luiz Sérgio (PT) – NÃO
Marcelo Delaroli (PR) – SIM
Marcelo Matos (PHS) – NÃO
Marco Antônio Cabral (PMDB) – SIM
Marcos Soares (DEM) – SIM
Miro Teixeira (REDE) – NÃO
Otavio Leite (PSDB) – NÃO
Paulo Feijó (PR) – SIM
Pedro Paulo (PMDB) – SIM
Roberto Sales (PRB) – SIM
Rodrigo Maia (DEM) – presidente da Casa – não vota
Rosangela Gomes (PRB) – SIM
Sergio Zveiter (PMDB) – NÃO
Simão Sessim (PP) – SIM
Soraya Santos (PMDB) – SIM
Sóstenes Cavalcante (DEM) – NÃO
Wadih Damous (PT) – NÃO
Walney Rocha (PEN) – SIM
Zé Augusto Nalin (PMDB) – SIM
ESPÍRITO SANTO
Carlos Manato (SD) – NÃO
Dr. Jorge Silva (PHS) – NÃO
Evair Vieira de Melo (PV) – NÃO
Givaldo Vieira (PT) – NÃO
Helder Salomão (PT) – NÃO
Lelo Coimbra (PMDB) – SIM
Marcus Vicente (PP) – SIM
Norma Ayub (DEM) – NÃO
Paulo Foletto (PSB) – NÃO
Sergio Vidigal (PDT) – NÃO
PIAUÍ
Assis Carvalho (PT) – NÃO
Átila Lira (PSB) – SIM
Heráclito Fortes (PSB) – SIM
Iracema Portella (PP) – SIM
Júlio Cesar (PSD) – SIM
Maia Filho (PP) – SIM
Marcelo Castro (PMDB) – AUSENTE
Paes Landim (PTB) – SIM
Rodrigo Martins (PSB) – NÃO
Silas Freire (PODE) – NÃO
RIO GRANDE DO NORTE
Antônio Jácome (PTN) – NÃO
Beto Rosado (PP) – SIM
Fábio Faria (PSD) – SIM
Felipe Maia (DEM) –
Rafael Motta (PSB) – SIM
Rogério Marinho (PSDB) – SIM
Walter Alves (PMDB) – SIM
Zenaide Maia (PR) – NÃO
MINAS GERAIS
Jô Moraes (PCdoB) – NÃO
Júlio Delgado (PSB) – NÃO
Laudivio Carvalho (SD) – NÃO
Leonardo Monteiro (PT) – NÃO
Leonardo Quintão (PMDB) – SIM
Lincoln Portela (PRB) – NÃO
Luis Tibé (PTdoB) – SIM
Luiz Fernando Faria (PP) – SIM
Luzia Ferreira (PPS) – NÃO
Marcelo Álvaro Antônio (PR) – NÃO
Marcelo Aro (PHS) – SIM
Marcos Montes (PSD) – SIM
Marcus Pestana (PSDB) – SIM
Margarida Salomão (PT) – NÃO
Mauro Lopes (PMDB) – SIM
Misael Varella (DEM) – SIM
Newton Cardoso Jr (PMDB) – SIM
Padre João (PT) – NÃO
Patrus Ananias (PT) – NÃO
Paulo Abi-Ackel (PSDB) – SIM
Raquel Muniz (PSD) – SIM
Reginaldo Lopes (PT) – NÃO
Renato Andrade (PP) – SIM
Renzo Braz (PP) – SIM
Rodrigo de Castro (PSDB) – SIM
Rodrigo Pacheco (PMDB) – ABSTENÇÃO
Saraiva Felipe (PMDB) – SIM
Stefano Aguiar (PSD) – NÃO
Subtenente Gonzaga (PDT) – NÃO
Tenente Lúcio (PSB) – SIM
Toninho Pinheiro (PP) – SIM
Weliton Prado (PMB) – NÃO
Zé Silva (SD) – SIM
BAHIA
Afonso Florence (PT) – NÃO
Alice Portugal (PCdoB) – NÃO
Antonio Brito (PSD) – NÃO
Antonio Imbassahy (PSDB) – SIM
Arthur Oliveira Maia (PPS) – SIM
Bacelar (PTN) – NÃO
Bebeto (PSB) – NÃO
Benito Gama (PTB) – SIM
Cacá Leão (PP) – SIM
Caetano (PT) – NÃO
Claudio Cajado (DEM) – SIM
Daniel Almeida (PCdoB) – NÃO
Elmar Nascimento (DEM) – SIM
Erivelton Santana (PEN) – SIM
Félix Mendonça Júnior (PDT) – NÃO
Fernando Torres (PSD) – NÃO
Irmão Lazaro (PSC) – NÃO
João Carlos Bacelar (PR) – SIM
João Gualberto (PSDB) – NÃO
Jorge Solla (PT) – NÃO
José Carlos Aleluia (DEM) – SIM
José Carlos Araújo (PR) – SIM
José Nunes (PSD) – NÃO
José Rocha (PR) – SIM
Josias Gomes (PT) – NÃO
Jutahy Junior (PSDB) – NÃO
Lucio Vieira Lima (PMDB) – SIM
Márcio Marinho (PRB) – SIM
Mário Negromonte Jr. (PP) – SIM
Nelson Pellegrino (PT) – NÃO
Pastor Luciano Braga (PRB) – SIM
Paulo Azi (DEM) – SIM
Paulo Magalhães (PSD) – NÃO
Roberto Britto (PP) – SIM
Ronaldo Carletto (PP) – AUSENTE
Sérgio Brito (PSD) – NÃO
Uldurico Junior (PV) – NÃO
Valmir Assunção (PT) – NÃO
Waldenor Pereira (PT) – NÃO
PARAÍBA
Aguinaldo Ribeiro (PP) – SIM
André Amaral (PMDB) – SIM
Benjamin Maranhão (SD) – SIM
Damião Feliciano (PDT) – NÃO
Efraim Filho (DEM) – SIM
Hugo Motta (PMDB) – SIM
Luiz Couto (PT) – NÃO
Pedro Cunha Lima (PSDB) – NÃO
Rômulo Gouveia (PSD) – SIM
Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – NÃO
Wellington Roberto (PR) – NÃO
Wilson Filho (PTB) – AUSENTE
PERNAMBUCO
Adalberto Cavalcanti (PTB) – SIM
André de Paula (PSD) – NÃO
Augusto Coutinho (SD) – SIM
Betinho Gomes (PSDB) – NÃO
Bruno Araújo (PSDB) – SIM
Daniel Coelho (PSDB) – NÃO
Danilo Cabral (PSB) – NÃO
Eduardo da Fonte (PP) – SIM
Fernando Coelho Filho (PSB) – SIM
Fernando Monteiro (PP) – SIM
Gonzaga Patriota (PSB) – NÃO
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – NÃO
João Fernando Coutinho (PSB) – AUSENTE
Jorge Côrte Real (PTB) – SIM
Luciana Santos (PCdoB) – NÃO
Luciano Bivar (PSL) – SIM
Marinaldo Rosendo (PSB) – SIM
Mendonça Filho (DEM) – SIM
Pastor Eurico (PHS) – NÃO
Ricardo Teobaldo (PTN) – SIM
Sebastião Oliveira (PR) – SIM
Silvio Costa (PTdoB) – NÃO
Tadeu Alencar (PSB) – NÃO
Wolney Queiroz (PDT) – NÃO
Zeca Cavalcanti (PTB) – SIM
SERGIPE
Adelson Barreto (PR) – NÃO
Andre Moura (PSC) – SIM
Fábio Mitidieri (PSD) – NÃO
Fabio Reis (PMDB) – SIM
João Daniel (PT) – NÃO
Jony Marcos (PRB) – NÃO
Laercio Oliveira (SD) – NÃO
Valadares Filho (PSB) – NÃO
ALAGOAS
Arthur Lira (PP) – SIM
Cícero Almeida (PMDB) – SIM
Givaldo Carimbão (PHS) – NÃO
JHC (PSB) – NÃO
Marx Beltrão (PMDB) – SIM
Maurício Quintella (PR)- SIM
Paulão (PT) – NÃO
Pedro Vilela (PSDB) – AUSENTE
Ronaldo Lessa (PDT) – NÃO
O post Votação na Câmara: Michel Temer só não venceu em 10 estados apareceu primeiro em Pragmatismo Político.
Posted: 02 Aug 2017 06:03 PM PDT
votação michel temer denúncia
Por 263 votos (sim) a 227 (não), o plenário da Câmara rejeitou há pouco o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para autorizar a análise de denúncia criminal contra Michel Temer (PMDB), por corrupção passiva, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Para o presidente ser investigado, eram necessários 342 votos ‘não’. Ou seja, contrários ao relatório de Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), aprovado na CCJ, que pedia o arquivamento da denúncia.
Antes da declaração de voto de cada deputado individualmente, 24 líderes de partidos e blocos apresentaram a orientação de suas agremiações.
Orientaram pelo voto contrário ao relatório, e a favor da investigação de Temer: PT, PDT, PCdoB, Psol, Rede, PSB, PMB, PHS, além, curiosamente, do PSDB – já que o autor do relatório é um tucano.
Favoravelmente ao relatório pró-Temer, indicaram: PMDB, DEM, SD, PSD, PR, PSC, PEN, PP, Podemos e PTdoB.
Durante a votação, transmitida ao vivo pela TV Globo, ficou claro que muitos deputados que votaram para salvar Michel Temer estavam constrangidos. Eles se dirigiam rapidamente ao microfone e entoavam a palavra ‘sim’ sem apresentar argumento algum.
Os poucos que ensaiaram justificar os votos em defesa da permanência de Temer tiveram como argumentos a “estabilidade política e econômica” à “não venezualização” do Brasil e até mesmo “Fora Lula; fora PT”. A necessidade de investigação de crimes de corrupção carregados de evidências não foi mencionada.
Abaixo, confira os nomes dos 263 deputados que votaram ‘sim’ a favor do relatório que arquiva a denúncia contra Michel Temer. Em seguida, os parlamentares que pediram a abertura das investigações

OS 263 DEPUTADOS QUE SALVARAM MICHEL TEMER:

Marx Beltrão PMDB AL
Cícero Almeida PMDB AL
Fabio Reis PMDB SE
Andre Moura PSC SE
Ricardo Teobaldo Podemos PE
Mendonça Filho DEM PE
Luciano Bivar PSL PE
Jorge Côrte Real PTB PE
Fernando Monteiro PP PE
Eduardo da Fonte PP PE
Hugo Motta PMDB PB
Danilo Forte PSB CE
Pr. Marco Feliciano PSC SP
Nelson Marquezelli PTB SP
João Campos PRB GO
Bonifácio de Andrada PSDB MG
Hermes Parcianello PMDB PR
Hélio Leite DEM PA
Elcione Barbalho PMDB PA
Beto Salame PP PA
Osmar Terra PMDB RS
Darcísio Perondi PMDB RS
Abel Mesquita Jr. DEM RR
Edio Lopes PR RR
Hiran Gonçalves PP RR
Jhonatan de Jesus PRB RR
Maria Helena PSB RR
Remídio Monai PR RR
Alceu Moreira PMDB RS
Cajar Nardes PR RS
Covatti Filho PP RS
José Fogaça PMDB RS
José Otávio Germano PP RS
Mauro Pereira PMDB RS
Renato Molling PP RS
Ronaldo Nogueira PTB RS
Sérgio Moraes PTB RS
Yeda Crusius PSDB RS
Celso Maldaner PMDB SC
Cesar Souza PSD SC
João Paulo Kleinübing PSD SC
João Rodrigues PSD SC
Marco Tebaldi PSDB SC
Mauro Mariani PMDB SC
Rogério Peninha Mendonça PMDB SC
Ronaldo Benedet PMDB SC
Valdir Colatto PMDB SC
André Abdon PP AP
Cabuçu Borges PMDB AP
Jozi Araújo Podemos AP
Vinicius Gurgel PR AP
Delegado Éder Mauro PSD PA
Francisco Chapadinha Podemos PA
José Priante PMDB PA
Josué Bengtson PTB PA
Júlia Marinho PSC PA
Lúcio Vale PR PA
Nilson Pinto PSDB PA
Simone Morgado PMDB PA
Wladimir Costa SD PA
Alex Canziani PTB PR
Alfredo Kaefer PSL PR
Dilceu Sperafico PP PR
Edmar Arruda PSD PR
Evandro Roman PSD PR
Giacobo PR PR
João Arruda PMDB PR
Luiz Carlos Hauly PSDB PR
Luiz Nishimori PR PR
Nelson Meurer PP PR
Nelson Padovani PSDB PR
Sergio Souza PMDB PR
Takayama PSC PR
Toninho Wandscheer Pros PR
Carlos Marun PMDB MS
Elizeu Dionizio PSDB MS
Geraldo Resende PSDB MS
Tereza Cristina PSB MS
Alfredo Nascimento PR AM
Arthur Virgílio Bisneto PSDB AM
Átila Lins PSD AM
Pauderney Avelino DEM AM
Sabino Castelo Branco PTB AM
Silas Câmara PRB AM
Lindomar Garçon PRB RO
Lucio Mosquini PMDB RO
Luiz Cláudio PR RO
Marinha Raupp PMDB RO
Nilton Capixaba PTB RO
Alexandre Baldy Podemos GO
Célio Silveira PSDB GO
Daniel Vilela PMDB GO
Giuseppe Vecci PSDB GO
Heuler Cruvinel PSD GO
Jovair Arantes PTB GO
Lucas Vergilio SD GO
Magda Mofatto PR GO
Pedro Chaves PMDB GO
Roberto Balestra PP GO
Thiago Peixoto PSD GO
Alberto Fraga DEM DF
Izalci Lucas PSDB DF
Laerte Bessa PR DF
Rogério Rosso PSD DF
Ronaldo Fonseca Pros DF
Flaviano Melo PMDB AC
Jéssica Sales PMDB AC
Carlos Henrique Gaguim Podemos TO
Dulce Miranda PMDB TO
Josi Nunes PMDB TO
Lázaro Botelho PP TO
Prof. Dorinha Rezende DEM TO
Adilton Sachetti PSB MT
Carlos Bezerra PMDB MT
Ezequiel Fonseca PP MT
Fabio Garcia PSB MT
Nilson Leitão PSDB MT
Professor Victório Galli PSC MT
Rogério Silva Pros MT
Antonio Bulhões PRB SP
Baleia Rossi PMDB SP
Beto Mansur PRB SP
Bruna Furlan PSDB SP
Celso Russomanno PRB SP
Dr. Sinval Malheiros Podemos SP
Eli Corrêa Filho DEM SP
Evandro Gussi PV SP
Fausto Pinato PP SP
Goulart PSD SP
Guilherme Mussi PP SP
Herculano Passos PSD SP
Jorge Tadeu Mudalen DEM SP
Marcelo Aguiar DEM SP
Marcelo Squassoni PRB SP
Marcio Alvino PR SP
Miguel Lombardi PR SP
Milton Monti PR SP
Missionário José Olimpio DEM SP
Paulo Freire PR SP
Paulo Maluf PP SP
Paulo Pereira Da Silva SD SP
Ricardo Izar PP SP
Roberto Alves PRB SP
Roberto de Lucena PV SP
Vinicius Carvalho PRB SP
Walter Ihoshi PSD SP
Aluisio Mendes Podemos MA
André Fufuca PP MA
Cleber Verde PRB MA
Hildo Rocha PMDB MA
João Marcelo Souza PMDB MA
José Reinaldo PSB MA
Junior Marreca PEN MA
Juscelino Filho DEM MA
Pedro Fernandes PTB MA
Sarney Filho PV MA
Victor Mendes PSD MA
Aníbal Gomes PMDB CE
Domingos Neto PSD CE
Genecias Noronha SD CE
Gorete Pereira PR CE
Macedo PP CE
Moses Rodrigues PMDB CE
Paulo Henrique Lustosa PP CE
Vaidon Oliveira DEM CE
Alexandre Valle PR RJ
Altineu Côrtes PMDB RJ
Aureo SD RJ
Celso Jacob PMDB RJ
Cristiane Brasil PTB RJ
Ezequiel Teixeira Podemos RJ
Francisco Floriano DEM RJ
Julio Lopes PP RJ
Leonardo Picciani PMDB RJ
Marcelo Delaroli PR RJ
Marco Antônio Cabral PMDB RJ
Marcos Soares DEM RJ
Paulo Feijó PR RJ
Pedro Paulo PMDB RJ
Roberto Sales PRB RJ
Rosangela Gomes PRB RJ
Simão Sessim PP RJ
Soraya Santos PMDB RJ
Walney Rocha PEN RJ
Zé Augusto Nalin PMDB RJ
Lelo Coimbra PMDB ES
Marcus Vicente PP ES
Átila Lira PSB PI
Heráclito Fortes PSB PI
Iracema Portella PP PI
Júlio Cesar PSD PI
Maia Filho PP PI
Paes Landim PTB PI
Beto Rosado PP RN
Fábio Faria PSD RN
Felipe Maia DEM RN
Rogério Marinho PSDB RN
Walter Alves PMDB RN
Ademir Camilo Podemos MG
Aelton Freitas PR MG
Bilac Pinto PR MG
Brunny PR MG
Caio Narcio PSDB MG
Carlos Melles DEM MG
Dâmina Pereira PSL MG
Delegado Edson Moreira PR MG
Diego Andrade PSD MG
Dimas Fabiano PP MG
Domingos Sávio PSDB MG
Fábio Ramalho PMDB MG
Franklin PP MG
Jaime Martins PSD MG
Leonardo Quintão PMDB MG
Luis Tibé PTdoB MG
Luiz Fernando Faria PP MG
Marcelo Aro PHS MG
Marcos Montes PSD MG
Marcus Pestana PSDB MG
Mauro Lopes PMDB MG
Misael Varella DEM MG
Newton Cardoso Jr PMDB MG
Paulo Abi-Ackel PSDB MG
Raquel Muniz PSD MG
Renato Andrade PP MG
Renzo Braz PP MG
Rodrigo de Castro PSDB MG
Saraiva Felipe PMDB MG
Tenente Lúcio PSB MG
Toninho Pinheiro PP MG
Zé Silva SD MG
Antonio Imbassahy PSDB BA
Arthur Oliveira Maia PPS BA
Benito Gama PTB BA
Cacá Leão PP BA
Claudio Cajado DEM BA
Elmar Nascimento DEM BA
Erivelton Santana PEN BA
João Carlos Bacelar PR BA
José Carlos Aleluia DEM BA
José Carlos Araújo PR BA
José Rocha PR BA
Lucio Vieira Lima PMDB BA
Márcio Marinho PRB BA
Mário Negromonte Jr. PP BA
Pastor Luciano Braga PRB BA
Paulo Azi DEM BA
Roberto Britto PP BA
Aguinaldo Ribeiro PP PB
André Amaral PMDB PB
Benjamin Maranhão SD PB
Efraim Filho DEM PB
Roberto Góes PDT AP
Osmar Bertoldi DEM PR
Rômulo Gouveia PSD PB
Adalberto Cavalcanti PTB PE
Augusto Coutinho SD PE
Bruno Araújo PSDB PE
Fernando Filho PSB PE
Marinaldo Rosendo PSB PE
Sebastião Oliveira PR PE
Zeca Cavalcanti PTB PE
Arthur Lira PP AL
Maurício Quintella Lessa PR AL

OS 227 DEPUTADOS QUE PEDIRAM A ABERTURA DAS INVESTIGAÇÕES:

Paulão PT AL
JHC PSB AL
Laercio Oliveira SD SE
João Daniel PT SE
Fábio Mitidieri PSD SE
Adelson Barreto PR SE
Tadeu Alencar PSB PE
Pastor Eurico PHS PE
Luciana Santos PCdoB PE
Gonzaga Patriota PSB PE
Danilo Cabral PSB PE
Wellington Roberto PR PB
Damião Feliciano PDT PB
Waldenor Pereira PT BA
Valmir Assunção PT BA
Uldurico Junior PV BA
Sérgio Brito PSD BA
Paulo Magalhães PSD BA
Nelson Pellegrino PT BA
Jutahy Junior PSDB BA
Josias Gomes PT BA
José Nunes PSD BA
Jorge Solla PT BA
João Gualberto PSDB BA
Irmão Lazaro PSC BA
Fernando Torres PSD BA
Félix Mendonça Júnior PDT BA
Daniel Almeida PCdoB BA
Caetano PT BA
Bebeto PSB BA
Bacelar Podemos BA
Antonio Brito PSD BA
Alice Portugal PCdoB BA
Afonso Florence PT BA
Weliton Prado PMB MG
Subtenente Gonzaga PDT MG
Stefano Aguiar PSD MG
Reginaldo Lopes PT MG
Patrus Ananias PT MG
Padre João PT MG
Margarida Salomão PT MG
Marcelo Álvaro Antônio PR MG
Luzia Ferreira PPS MG
Lincoln Portela PRB MG
Leonardo Monteiro PT MG
Laudivio Carvalho SD MG
Júlio Delgado PSB MG
Jô Moraes PCdoB MG
George Hilton PSB MG
Gabriel Guimarães PT MG
Eros Biondini Pros MG
Adelmo Carneiro Leão PT MG
Zenaide Maia PR RN
Rafael Motta PSB RN
Antônio Jácome Podemos RN
Silas Freire Podemos PI
Rodrigo Martins PSB PI
Assis Carvalho PT PI
Sergio Vidigal PDT ES
Paulo Foletto PSB ES
Norma Ayub DEM ES
Helder Salomão PT ES
Givaldo Vieira PT ES
Evair Vieira de Melo PV ES
Dr. Jorge Silva PHS ES
Carlos Manato SD ES
Wadih Damous PT RJ
Sóstenes Cavalcante DEM RJ
Sergio Zveiter PMDB RJ
Otavio Leite PSDB RJ
Miro Teixeira Rede RJ
Marcelo Matos PHS RJ
Luiz Sérgio PT RJ
Luiz Carlos Ramos Podemos RJ
Laura Carneiro PMDB RJ
Jean Wyllys PSOL RJ
Jandira Feghali PCdoB RJ
Jair Bolsonaro PSC RJ
Hugo Leal PSB RJ
Glauber Braga PSOL RJ
Felipe Bornier Pros RJ
Deley PTB RJ
Chico D’Ângelo PT RJ
Chico Alencar PSOL RJ
Celso Pansera PMDB RJ
Cabo Daciolo PTdoB RJ
Benedita Da Silva PT RJ
Arolde de Oliveira PSC RJ
Alessandro Molon Rede RJ
Vitor Valim PMDB CE
Ronaldo Martins PRB CE
Odorico Monteiro PSB CE
Luizianne Lins PT CE
Leônidas Cristino PDT CE
José Guimarães PT CE
José Airton Cirilo PT CE
Chico Lopes PCdoB CE
Cabo Sabino PR CE
Ariosto Holanda PDT CE
André Figueiredo PDT CE
Zé Carlos PT MA
Weverton Rocha PDT MA
Waldir Maranhão PP MA
Rubens Pereira Júnior PCdoB MA
Luana Costa PSB MA
Eliziane Gama PPS MA
Deoclides Macedo PDT MA
Vitor Lippi PSDB SP
Vicentinho PT SP
Vicente Candido PT SP
Vanderlei Macris PSDB SP
Valmir Prascidelli PT SP
Tiririca PR SP
Silvio Torres PSDB SP
Sérgio Reis PRB SP
Roberto Freire PPS SP
Ricardo Tripoli PSDB SP
Renata Abreu Podemos SP
Pollyana Gama PPS SP
Paulo Teixeira PT SP
Miguel Haddad PSDB SP
Major Olimpio SD SP
Luiza Erundina PSOL SP
Luiz Lauro Filho PSB SP
Lobbe Neto PSDB SP
Keiko Ota PSB SP
José Mentor PT SP
João Paulo Papa PSDB SP
Jefferson Campos PSD SP
Izaque Silva PSDB SP
Ivan Valente PSOL SP
Flavinho PSB SP
Eduardo Cury PSDB SP
Eduardo Bolsonaro PSC SP
Carlos Zarattini PT SP
Carlos Sampaio PSDB SP
Capitão Augusto PR SP
Arnaldo Faria De Sá PTB SP
Arlindo Chinaglia PT SP
Andres Sanchez PT SP
Ana Perugini PT SP
Alex Manente PPS SP
Ságuas Moraes PT MT
Irajá Abreu PSD TO
César Halum PRB TO
Rocha PSDB AC
Leo de Brito PT AC
César Messias PSB AC
Angelim PT AC
Alan Rick PRB AC
Erika Kokay PT DF
Augusto Carvalho SD DF
Rubens Otoni PT GO
Marcos Abrão PPS GO
Flávia Morais PDT GO
Fábio Sousa PSDB GO
Mariana Carvalho PSDB RO
Marcos Rogério DEM RO
Expedito Netto PSD RO
Hissa Abrahão PDT AM
Conceição Sampaio PP AM
Zeca Do Pt PT MS
Vander Loubet PT MS
Mandetta DEM MS
Dagoberto Nogueira PDT MS
Zeca Dirceu PT PR
Sandro Alex PSD PR
Rubens Bueno PPS PR
Leopoldo Meyer PSB PR
Leandre PV PR
Enio Verri PT PR
Assis Do Couto PDT PR
Aliel Machado Rede PR
Zé Geraldo PT PA
Beto Faro PT PA
Janete Capiberibe PSB AP
Pedro Uczai PT SC
Jorginho Mello PR SC
Jorge Boeira PP SC
Geovania de Sá PSDB SC
Esperidião Amin PP SC
Décio Lima PT SC
Carmen Zanotto PPS SC
Pompeo de Mattos PDT RS
Pepe Vargas PT RS
Paulo Pimenta PT RS
Onyx Lorenzoni DEM RS
Maria Do Rosário PT RS
Marcon PT RS
Marco Maia PT RS
Luis Carlos Heinze PP RS
Jose Stédile PSB RS
Jerônimo Goergen PP RS
Carlos Gomes PRB RS
Bohn Gass PT RS
Afonso Motta PDT RS
Afonso Hamm PP RS
Carlos Andrade PHS RR
Antonio Carlos Mendes Thame PV SP
Danrlei de Deus Hinterholz PSD RS
Heitor Schuch PSB RS
Henrique Fontana PT RS
João Derly Rede RS
Mara Gabrilli PSDB SP
Professora Marcivania PCdoB AP
Arnaldo Jordy PPS PA
Edmilson Rodrigues PSOL PA
Joaquim Passarinho PSD PA
Christiane De Souza Yared PR PR
Delegado Francischini SD PR
Diego Garcia PHS PR
Moisés Diniz PCdoB AC
Nilto Tatto PT SP
Orlando Silva PCdoB SP
Luiz Couto PT PB
Pedro Cunha Lima PSDB PB
Veneziano Vital do Rêgo PMDB PB
André de Paula PSD PE
Betinho Gomes PSDB PE
Daniel Coelho PSDB PE
Jarbas Vasconcelos PMDB PE
Silvio Costa PTdoB PE
Wolney Queiroz PDT PE
Jony Marcos PRB SE
Valadares Filho PSB SE
Givaldo Carimbão PHS AL
Ronaldo Lessa PDT AL
ABSTENÇÕES:
Alexandre Leite DEM SP
Rodrigo Pacheco PMDB MG
AUSENTES:
Pedro Vilela PSDB AL
João Fernando Coutinho PSB PE
Wilson Filho PTB PB
Giovani Cherini PR RS
Shéridan PSDB RR
Marcos Reategui PSD AP
Luciano Ducci PSB PR
Osmar Serraglio PMDB PR
Reinhold Stephanes PSD PR
Delegado Waldir PR GO
Rôney Nemer PP DF
Vicentinho Júnior PR TO
Gilberto Nascimento PSC SP
Raimundo Gomes De Matos PSDB CE
Alexandre Serfiotis PMDB RJ
Dejorge Patrício PRB RJ
Marcelo Castro PMDB PI
Eduardo Barbosa PSDB MG
Ronaldo Carletto
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Posted: 02 Aug 2017 03:41 PM PDT
suicídio jovem jundiaí
Um homem de 29 anos cometeu suicídio na manhã desta terça-feira (1) em Jundiaí. As informações repercutiram na mídia local e chocaram os moradores do conjunto habitacional Novo Horizonte, onde o rapaz morava. Ele foi encontrado morto em seu apartamento pela namorada.
Segundo vizinhos e amigos, o homem tirou a própria vida porque estava desesperado com dívidas e desemprego.
Ainda de acordo com os vizinhos, era uma boa pessoa e saia todos os dias atrás de trabalho. A sua situação se tornou conhecida no condomínio depois que ele pediu emprego para outro morador do local.
A Polícia Militar confirmou com os vizinhos que o jovem estava desesperado devido à falta de emprego. Ele tentou de tudo em várias empresas da região.
Quem está pensando em suicídio deve procurar ajuda. Pode conversar com a equipe do Centro de Valorização da Vida, no telefone (11) 4521-4141. A equipe é treinada para dar orientações e conversar.

Pensamento suicida

O suicídio tem sido uma das principais causas de morte entre jovens e adultos. Isto acontece geralmente quando a pessoa deseja livrar-se de situações de sofrimento ou está com depressão.
Profissionais de psicologia e psiquiatria afirmam que qualquer ser humano pode identificar e prestar a primeira ajuda a alguém que esteja como pensamentos suicidas.
Ouvir. Crie um ambiente propício ao diálogo, tanto no caso de jovens, quanto de adultos. Faça-o sentir-se à vontade com você, mostre confiança, assim ele se sentirá confortável para conversar. Muitas vezes, ao passarmos por alguma dificuldade que inicialmente parecia não ter solução, o simples fato de desabafar (e alguém realmente nos ouvir), alivia nosso fardo e nos dá força para prosseguir. Assim sendo, ouça atentamente o que ele tem a dizer.
“Muitas vezes, os adolescentes vêm a público – através das redes sociais – falar (ou escrever) sobre os seus pensamentos mais negativos. Estes sinais devem ser levados a sério, e não ignorados”, diz a psicóloga Ana Cláudia Foelkel Simões.
Você se importa. Quão maravilhoso é saber que somos amados e que há alguém se importando com nossa felicidade e bem-estar! Não é mesmo? Demonstre seu amor e carinho pela pessoa e faça-a sentir-se bem em sua companhia. E expresse sua gratidão a ela por confiar seus desabafos com você.
Não julgar. Tenha empatia. Esta é uma habilidade de extrema importância: colocar-se no lugar do outro, em vez de “apontá-lo o dedo”. Desta forma, você poderá entender melhor as dificuldades e necessidades da pessoa, e ela sentirá segurança em você.
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Posted: 02 Aug 2017 12:43 PM PDT
sérgio moro desafia lula provar inocência
Cíntia Alves, Jornal GGN
No despacho em que acolhe a denúncia do Ministério Público Federal contra Lula por causa do sítio de Atibaia, o juiz Sergio Moro incitou o ex-presidente a mostrar, ao longo do processo, provas de que teria pago pelas reformas feitas nos imóveis que estão em nome de dois empresários e sócios do filho do petista. A provocação ocorreu após o juiz alegar que há “justa causa” para tornar Lula réu em Curitiba pela 3ª vez, agora por supostamente ter recebido as reformas no sítio como vantagem indevida das empreiteiras OAS, Odebrecht e Schahin.
(…) se o ex-presidente da República arcou com as despesas da reforma terá facilidade para produzir a prova documental pertinente durante o curso da ação penal, uma vez que, usualmente, transações da espécie são feitas mediante registros documentais e transferências bancárias.”
Com o comentário, Moro abre margem à interpretação de que Lula só não será condenado se conseguir provar que as empreiteiras foram ressarcidas pelo próprio petista, como se ele fosse o verdadeiro proprietário do sítio.
Na visão da força-tarefa de Curitiba, Lula não só tinha conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras como teria aceitado as reformas como forma de pagamento de propina. A OAS afirmou em delação informal que descontou os valores das melhorias no sítio de uma conta virtual que mantinha em nome do PT, ressaltou Moro.
Moro ainda fez outra provocação a Lula afirmando que, até hoje, o ex-presidente não prestou nenhum esclarecimento plausível sobre o fato das empreiteiras que mantinham contrato com a Petrobras terem reformado o sítio que ele costumava frequentar com a família e funcionários.
(…) até o momento, não se ouviu, em princípio, uma explicação do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva do motivo de José Carlos Cosa Marques Bumlai, do Grupo Odebrecht e do Grupo OAS, terem custeado reformas de cerca de R$ 1.020.500,00 no Sítio de Atibaia, este de sua frequente utilização, e que se iniciaram ainda durante o mandato presidencial“, disparou o juiz.

Crimes de Terceiros

Moro ainda usou o recebimento de propina por ex-diretores da Petrobras, “comprovado” em outras ações penais, para justificar a denúncia contra Lula.
Quatro ex-diretores da Petrobras já foram condenados criminalmente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, todos com contas secretas no exterior pelas quais transitaram milhões de dólares ou euros. Três desses ex-diretores são confessos e descreveram o esquema criminoso em linhas gerais. Pelo menos dois deles fazem referência expressa ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como tendo ciência do esquema criminoso.”
Ele citou que na ação penal 5036528-23.2015.4.04.7000, a Odebrecht foi condenada por pagar pelo menos R$ 108.809.565,00 e USD 35 milhões em propina às Diretorias de Abastecimento e de Engenharia e Serviços da Petrobras. Já na ação penal 5083376-05.2014.4.04.7000, a OAS foi condenada por pagar R$ 29.223.961,00 à Diretoria de Abastecimento.
Considerando apenas os casos já julgados, forçoso reconhecer a presença de prova razoável não só da existência do esquema criminoso de cobrança sistemática de propinas, mas em linhas gerais de que ele servia não só aos agentes da Petrobras, mas também a agentes e a partidos políticos, bem como que o Grupo Odebrecht e o Grupo OAS encontram-se entre os responsáveis pelo pagamento de vantagem indevida nos contratos da Petrobras“, comentou Moro.
O desafio da Lava Jato, nesse caso, será provar que Lula tinha conhecimento desses pagamentos. Moro, para dar uma ajuda à força-tarefa, lembra que delatores já prestaram informações nesse sentido, destacando Pedro Corrêa e Delcídio do Amaral. Eles foram usados para condenar Lula no caso triplex, onde Moro já deixou registrada sua avaliação de que o ex-presidente teve responsabilidade pela indicação do ex-diretores corruptos.

Prova Cabal

Moro ainda sustentou que não precisa de provas diretas de crimes praticados por Lula para aceitar a denúncia do sítio.
Não obstante, nessa fase processual, na qual a prova não precisa ser cabal, o correto é receber a denúncia, sem prejuízo de, se for o caso, absolver após a instrução. Assim e como é óbvio, o recebimento da denúncia não significa juízo de culpa.”
Apesar disso, em outras passagens, ele listou algumas das provas já levadas aos autos pelo Ministério Público. Entre elas, roupas de Lula encontradas na suíte do sítio e a “apreensão no apartamento em São Bernardo do ex-presidente de minuta de escritura de compra e venda do imóvel de matrícula 55.422, ou seja, parte do Sítio de Atibaia, de Fernando Bittar para o ex-presidente“, entre outros documentos.
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Posted: 02 Aug 2017 12:35 PM PDT
líder do governo condenado milhão cofres públicos
André Luis Dantas Ferreira, deputado federal pelo PSC/SE
Joelma Pereira, Congresso em Foco
O líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE), foi condenado pela Justiça de Sergipe por improbidade administrativa. De acordo com a denúncia, o parlamentar contratou servidores sem concurso público, quando ainda era prefeito de Pirambu (SE), no período de 1997 a 2004. O dinheiro, que no valor atualizado está em R$ 1,4 milhão, teria ido para o Olímpico Pirambu Futebol Clube, o “Time do Mourão” – que, pela denúncia, foi beneficiado por convênios assinados com a prefeitura de Pirambu no valor de R$ 755 mil àquela época.
Conforme a denúncia, os repasses foram realizados entre 2005 e 2006. O caso foi relatado à polícia e ao Ministério Público por seu sucessor Juarez Batista dos Santos. De acordo com Juarez, André Moura era quem administrava a prefeitura e foi responsável pela indicação de todo o secretariado, além de diversos servidores em cargos comissionados. O juiz afirmou que Juarez era um prefeito “fantoche”. Moura, de acordo com o magistrado, também exercia direção e comando no Olímpico Pirambu Futebol Clube. Do total repassado ao time de futebol, R$ 172 mil chegaram a ser repassados ao clube sem qualquer convênio.
Na sentença, o juiz Rinaldo Salvino do Nascimento, da comarca de Japaratuba, suspendeu os direitos políticos de Moura por três anos, aplicou multa ao parlamentar e proibiu o prefeito de contratar com o poder público, além de exercer cargos comissionados. Ainda cabe recurso da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Existem indícios de que o dinheiro também foi canalizado para os bolsos dos envolvidos nessa trama diabólica”, diz o juiz na sentença proferida na última quinta-feira (27).
Além do prefeito, mais três integrantes da diretoria do time foram condenados. Guilherme Jullius Zacarias, então vice-prefeito, Élio José Martins, então secretário de Planejamento e Finanças, e Valdicley Albuquerque de Sá, então secretário de Turismo, foram condenados na ação de improbidade, além do próprio Olímpico Pirambu. Cada um terá de ressarcir aos cofres públicos no valor de R$ 125.833,33, mais uma multa de duas vezes o valor da condenação individual, que equivale a R$ 251.666,66.
No STF, o deputado tem sete procedimentos contra ele, que é réu em três ações penais. A Corte já aceitou denúncias de formação de quadrilha, improbidade administrativa e crimes de responsabilidade. Nos outros quatro inquéritos, ele é investigado por tentativa de homicídio, crimes contra a Lei de Licitações, peculato crimes de responsabilidade, formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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Posted: 02 Aug 2017 12:26 PM PDT
denúncia contra michel temer votação
A Câmara dos Deputados decide nesta quarta-feira (2) sobre a autorização para que o STF (Supremo Tribunal Federal) possa analisar a denúncia por corrupção contra o presidente Michel Temer (PMDB) apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
Se a Câmara der aval ao processo e o Supremo receber a denúncia, Temer se torna réu e fica afastado temporariamente do cargo. Se condenado, ele pode perder o mandato.
O presidente passou a ser investigado a partir das delações premiadas da JBS. O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo, gravou sem o conhecimento de Temer uma conversa com o presidente no palácio do Jaburu, em 7 de março.
No diálogo, Temer aparentemente indica Rocha Loures como seu homem de confiança com quem Joesley poderia tratar de interesses da JBS no governo.
Posteriormente, Loures foi flagrado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil de um executivo da JBS, com quem, segundo as investigações da Procuradoria, teria negociado propina que poderia chegar ao valor de R$ 38 milhões.
Para a Procuradoria, Rocha Loures atuou como um intermediário de Temer, tanto na negociação quanto no recebimento da propina.

VOTAÇÃO

Temer pode cair? O que precisa para a denúncia seguir? Confira 5 dicas para entender a votação de logo mais.
1 – Voto “sim” é contra a denúncia. “Não” é a favor da investigação
Pode parecer contraditório, mas, quando os deputados forem chamados ao microfone, quem falar “sim” estará votando contra a denúncia. Isso porque os deputados estarão analisando não a denúncia, mas sim o relatório que venceu na CCJ. O parecer vencedor, do deputado Paulo Abi-ackel (PSDB-MG), defendeu o arquivamento da denúncia. Por isso, quem quiser que Temer seja investigado, votará “não” ao relatório.
2 – Processo da denúncia só continua se houver 342 votos “não”
Para que a denúncia contra Temer seja acatada e siga para o STF (Supremo Tribunal Federal), 342 deputados precisam votar “não”. Esse número não é aleatório. Ele corresponde a 2/3 (dois terços) do total de integrantes da Câmara (513). Se o “sim” alcançar 172 votos, o pedido de investigação será suspenso.
3 – A votação não tem hora para começar. Muito menos, para terminar
A votação desta quarta só começará quando e se houver quórum. Isso não tem hora para acontecer. Se depender da base aliada, será o mais rápido possível. Já a oposição quer empurrar o pleito até a noite. Por isso a sessão pode entrar madrugada adentro.
4 – Não é impeachment, e a Câmara não pode afastar o presidente
Apesar de o rito da votação desta quarta ser muito parecido com o do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), os deputados não estarão votando pela saída de Michel Temer, mas apenas para um prosseguimento de investigação contra ele.
Mesmo se o “não” vencer e a denúncia seguir para o STF, Temer só poderá ser afastado temporariamente do cargo se o Supremo Tribunal Federal acatar a denúncia e abrir a investigação. Neste caso, ele será afastado por 180 dias, e a Presidência da República ficará a cargo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Se o STF não concluir a investigação dentro desse prazo, Temer voltará ao poder.
5 – A votação online e na TV aberta
A votação será transmitida ao vivo em Pragmatismo Político neste link. Além disso, a TV Globo anunciou que transmitirá a votação nominal dos deputados assim que ela começar.
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O post 5 dicas para não se confundir na votação da denúncia contra Michel Temer apareceu primeiro em Pragmatismo Político.
Posted: 02 Aug 2017 12:21 PM PDT
O plenário da Câmara dos Deputados vota hoje (2) o parecer da Comissão de Constituição e Justiça contrário à admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer pelo suposto crime de corrupção passiva.
Os trabalhos foram iniciados às 9h e devem se estender por todo o dia. Com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, Temer foi denunciado em junho ao Supremo Tribunal Federal pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva.
O STF só poderá analisar a denúncia, porém, se a Câmara autorizar.
A votação será por chamada nominal, começando pelos deputados de um estado da Região Norte e, em seguida, os deputados de um estado da Região Sul.
Os deputados terão 15 segundos para expor os argumentos e voto. Quem votar “sim”, vota pela absolvição de Temer. Os que votarem “não”, votam pela abertura da investigação contra o presidente.
Acompanhe a votação ao vivo:
O post AO VIVO. A votação da denúncia contra Michel Temer na Câmara apareceu primeiro em Pragmatismo Político.
Posted: 02 Aug 2017 12:10 PM PDT
advogado de lula responde merval pereira globo
Advogado Drº Cristiano Zanin Martins (reprodução)
por Cristiano Zanin Martins
MERVAL PEREIRA hoje dedicou sua coluna diária no jornal “O Globo” para me atacar profissionalmente. A coluna sai no dia seguinte após eu haver publicado na Folha de S. Paulo artigo demonstrando que o juiz Sergio Moro e a Força Tarefa de Curitiba transformaram a Lava Jato em uma operação que usa o sistema jurídico e a mídia para promover uma perseguição política contra Lula.
Coincidência? É evidente que não. Embora no artigo acima referido eu não tenha feito referência expressa à Globo e a MERVAL, o principal porta-voz do conglomerado, ele próprio vestiu a carapuça; não há dúvida de que a Globo e MERVAL estão dentro do conceito de “mídia” que apontei como agente propulsor do “lawfare” praticado contra Lula enquanto principal liderança popular no País.
Como resposta, MERVAL decidiu escrever um texto sorrateiro e infame, aplicando a velha tática de atacar a pessoa e não os fatos. MERVAL diz que prestei “ajuda decisiva” para uma nova condenação de Lula em relação ao processo que trata do sítio de Atibaia – processo inaugurado ontem e cujo desfecho MERVAL já anuncia.
Segundo MERVAL, essa atuação contrária aos interesses do meu cliente teria ocorrido porque durante as audiências relativas ao processo do tríplex eu teria perguntado a Leo Pinheiro se Lula teria deixado algum pertence pessoal naquele imóvel do Guarujá. A resposta foi negativa. Na tosca lógica de MERVAL, se havia pertences de Lula no sítio de Atibaia, então haveria uma espécie de “confissão” de que ele seria o proprietário do imóvel.
Não se trata de ignorância, mas má-fé. O processo do tríplex do Guarujá tem a digital da Globo do início ao fim. A própria sentença do juiz Moro erigiu uma narrativa publicada pelo jornal em 2010 à categoria de “prova” para afirmar que o imóvel teria sido “atribuído” a Lula. Essa relevante “prova” se somou à narrativa isolada do corréu e delator informal Leo Pinheiro para entregar à Globo o prêmio esperado: uma sentença condenatória de Lula para ser lida repetidamente em seus telejornais e destacado em suas páginas impressas.
A farsa da propriedade imobiliária do Guarujá é repetida no caso do sítio de Atibaia. Apenas com uma diferença muito clara: enquanto no caso do Guarujá Lula jamais usou ou teve a posse do imóvel – o que foi confirmado pela resposta dada por Leo Pinheiro à pergunta que fiz em audiência -, o sítio de Atibaia foi frequentado por Lula e sua família, o que jamais foi escondido. Um dos proprietários do sítio é filho de Jacó Bittar, amigo de Lula há mais de 40 anos.
Expostos os fatos sem os subterfúgios adotados por MERVAL, fica claro que a pergunta que formulei em audiência ajudou a tornar mais evidente a farsa montada pela Globo no caso do tríplex para servir de “prova” para fundamentar a sentença do juiz Moro.
A propósito, nas audiências em Curitiba eu poderia ter perguntado ao empresário Emílio Odebrecht sobre as relações negociais que ele afirma ter mantido com a Globo para incentivar privatizações na área de telefonia e petróleo, segundo um trecho do depoimento que integra sua delação – e que não mereceu qualquer aprofundamento por parte dos investigadores. Mas a minha atuação profissional jamais foi norteada para atingir aqueles que me atacam gratuitamente, mas sim para promover da melhor forma possível a defesa do meu cliente.
Sugiro a MERVAL que releia o comunicado que fizemos ao Comitê de Direitos Humanos da ONU em julho de 2016, juntamente com o renomado advogado Geoffrey Robertson. Naquele documento descrevemos a atuação da Globo juntamente com os agentes da Lava Jato nas grosseiras violações a direitos fundamentais praticadas contra Lula.
Não pretendo ter o brilhantismo do profissional que orienta a Globo a resolver seus imbróglios jurídicos, que não são desprezíveis e, segundo uma reportagem publicada recentemente pela Record, também tangenciam a área penal.
Mas tenho consciência de que minha atuação, juntamente com outros qualificados colegas advogados que atuam na defesa de Lula, têm deixado claro que o ex-Presidente não está sendo processado ou condenado porque praticou crimes, mas porque sua presença no cenário político não é do interesse da Globo e daqueles que estão à frente da Operação Lava Jato.
Já que MERVAL se julga qualificado a fazer análises jurídicas e atacar minha atuação profissional, estou pronto para debater com o jornalista ao vivo qualquer dos temas que foram aqui tratados. Mas se MERVAL preferir continuar me atacando profissionalmente no conforto de que não será rebatido no mesmo veículo de imprensa, como ocorre atualmente, continuarei expondo a verdade para aqueles que ainda por ela prezam.
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O post Advogado de Lula responde Merval Pereira, da Globo apareceu primeiro em Pragmatismo Político.
Posted: 02 Aug 2017 11:52 AM PDT
facção pcc primeiro comando da capital site internet
Josmar Jozino, Ponte Jornalismo
O PCC (Primeiro Comando da Capital), a maior e mais temida facção criminosa do país, ganhou um site na internet.
A página, intitulada “PCC Primeiro Comando da Capital 1533”, exibe notícias, artigos e estatísticas sobre a organização criminosa.
O site divulga ainda o estatuto da facção e uma cartilha criada pelo grupo, contendo orientações de conduta para seus integrantes.
E também traz o “Dicionário PCC”, considerado pela organização como “uma ferramenta na condução e preparação de novos líderes”.
Até a conclusão deste texto, o endereço do site na internet era: www.aconteceuemitu.org.
A última publicação na página foi feita no dia 16 deste mês, sob o título “As arlequinas abandonadas do Primeiro Comando PCC”.
No texto não consta o nome do autor. Trata-se, no entanto, da história de uma pessoa que tem um sobrinho recolhido num presídio no bairro Aparecidinha, em Sorocaba, interior de São Paulo.
Essa pessoa leva a mulher de seu sobrinho para visitá-lo na prisão. O texto diz que em torno do presídio mulheres fazem filas para visitar o marido, pai, filho ou irmão presos.
E compara com o fato de que, nas penitenciárias femininas, as presas quase não têm visitas e são conhecidas como “arlequinas” ou “mulheres abandonadas” pela família.
Outro texto, publicado no dia 9/07, é intitulado “Quem são e o que fazem os disciplinas do PCC?
O artigo afirma que os “os disciplinas são o braço forte da facção e estão nas ruas, nas bocas, nos presídios, em qualquer lugar onde as regras do Comando precisem ser respeitadas”.
Já o “Dicionário do PCC” parece mais um código de conduta a ser seguido pelos integrantes do grupo do que um livro com explicação do significado das palavras em ordem alfabética.
O dicionário explica, entre outros temas, o que é calúnia, “caguetagem”, fraqueza, traição, descumprimento da palavra, falta de transparência, mau exemplo, extorsão e até mesmo superfaturamento.
Os autores do “Dicionário do PCC” deixam bem claro que a principal facção criminosa do país não tolera, entre seus integrantes, o uso abusivo de drogas, a homossexualidade e a pederastia.
Quem comete essas práticas, segundo o dicionário, está sujeito a uma série de punições. Para os homossexuais e pederastas, a pena é a exclusão sem retorno dos quadros do PCC.
Os traidores são punidos com a morte. Sem perdão. E para os usuários abusivos de drogas, a punição é a suspensão por 90 dias.
Já os “talaricos”, aqueles que se relacionam com mulheres casadas, também são expulsos da facção e estão sujeitos a outras “sanções”.
Na página do PCC na internet, um aviso adverte que o “site, seus criadores e colaboradores não possuem nenhum vínculo com a facção criminosa”.
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Posted: 02 Aug 2017 11:38 AM PDT
paraíba suspende aumento gasolina preço justiça paraná nacional
Joelma Pereira, Congresso em Foco
O juiz federal João Pereira de Andrade Filho, juiz substituto da 1ª Vara Federal da Paraíba, determinou a suspensão imediata do decreto que elevou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina, o diesel e o etanol. A decisão foi proferida na tarde desta terça-feira (1ª) em um mandado de segurança coletivo impetrado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba.

Leia a íntegra da decisão:

Uma outra ação pedindo a anulação do reajuste do combustível corre no Paraná, movida pelo deputado Aliel Machado (Rede-PR). A juíza responsável pelo caso já deu 72 horas para que o governo se manifeste sobre a argumentação do deputado, em linhas semelhantes àquela acolhida na sentença da Justiça paraibana. Membro do grupo de oposição ao governo Michel Temer na Câmara, o deputado confirmou ao Congresso em Foco que seu pedido é para que a sentença tenha efeito em todo o território nacional.
No caso do pedido do sindicato paraibano, requereu-se a suspensão dos efeitos do Decreto nº 9.101, de 20 de julho de 2017, e o consequente restabelecimento das alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS aplicadas aos combustíveis para os patamares anteriores à publicação do decreto e alega que o aumento viola os princípios constitucionais da legalidade tributária e da anterioridade nonagesimal.
Em sua decisão, o magistrado afirma que a Constituição traçou limites e balizamentos ao exercício da competência tributária. O juiz cita artigo “Das limitações de Poder de Tributar”, no qual faz referência à forma como o aumento foi realizado pelo governo e ressalta que as alíquotas deveriam ter sido reajustadas por meio de lei.
Além disso, o magistrado também justifica que o governo desrespeitou a regra da anterioridade, que prevê 90 dias. “Ao promover a exigência imediata da alteração/majoração dos coeficientes de redução das alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS, o Decreto 9.101/2017 incorreu em violação à regra da anterioridade nonagesimal, na medida em que o texto constitucional exige que qualquer modificação de elemento da regra matriz de incidência das contribuições sociais observe a anterioridade de 90 (noventa) dias”, diz o magistrado.
No dia 25 de julho, a Justiça Federal do Distrito Federal já havia concedido liminar com intuito semelhante, mas valia para todo o país. No entanto, a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com recurso e derrubou a decisão.
No dia 20 de julho, o governo anunciou o aumento das alíquotas e pretendia arrecadar R$ 10,4 bilhões até o final do ano. O aval do governo na tributação sobre o combustível elevou R$ 0,41 no litro no preço da gasolina, R$ 0,21 na tributação sobre o diesel e em R$ 0,20 na tributação sobre o etanol. Com a decisão, os postos de gasolina em todo o país elevaram os preços nas bombas já no dia seguinte, sexta-feira (21).
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