30/9 - VÍDEO - Metrópoles entrevista Manuela D’Ávila. Acompanhe

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Metrópoles entrevista Manuela D’Ávila. Acompanhe

Sabatina é realizada em parceria com a Articulação de Carreiras Públicas para o Desenvolvimento Sustentável (Arca)

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KACIO PACHECO/METRÓPOLES

Lúcio Lambranho



Dando continuidade à série de entrevistas com os candidatos a vice-presidente da República nas eleições 2018, o Metrópoles entrevista neste domingo (30/9) Manuela D’Ávila (PCdoB), postulante a vice pela coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/Pros), encabeçada pelo petista Fernando Haddad.
Devido a compromissos de campanha previamente agendados, a candidata recebeu o Metrópoles na sexta-feira (29/9), em São Paulo, quando a entrevista agora exibida foi gravada. A sabatina pode ser acompanhada tanto aqui no site quanto pelas redes sociais do MetrópolesFacebookTwitter e YouTube.
Assista:

Natural de Porto Alegre (RS), Manuela D’Ávila tem 37 anos e, desde os 20, é filiada ao PCdoB. Sua vida política teve início na década de 90, no movimento estudantil. Dirigiu a União da Juventude Socialista (UJS), organização ligada ao partido, e foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). É filha de desembargadora e de engenheiro e professor universitário. Formada em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), também iniciou ciências sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas não concluiu o curso.
Em 2004, aos 23 anos, foi eleita vereadora de Porto Alegre (RS). Dois anos depois, foi a deputada federal mais votada no Rio Grande do Sul. Em 2010, reelegeu-se para o cargo. Em 2014, tornou-se deputada estadual, também com recorde de votos. Neste ano, chegou a ser oficializada como pré-candidata à Presidência da República pelo PCdoB, mas abriu mão para engrossar as fileiras da coligação liderada inicialmente pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, depois que ele foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral devido a sua condenação em órgão colegiado, por Fernando Haddad.
Voz aos vice-presidenciáveisCom duração de meia hora, a entrevista feita pelo repórter Eumano Silva faz parte da série de sabatinas aos vice-presidenciáveis realizadas pelo portal de notícias em parceria com a Articulação de Carreiras Públicas para o Desenvolvimento Sustentável (Arca). A entidade reúne 12 instituições representativas dos servidores de carreiras da administração direta e indireta.
O objetivo da série de entrevistas – assim como todas as iniciativas do Metrópoles nestas eleições – é fornecer aos brasileiros o máximo de informações que contribuam na hora de decidir o voto no pleito de outubro; desta vez, dando voz às mulheres e aos homens que pretendem comandar o país ao lado do próximo presidente da República.
O projeto começou na quarta-feira (26), quando foram ouvidos Germano Rigoto, vice de Henrique Meirelles (MDB); Sônia Guajajara, vice de Guilherme Boulos (PSol); Ana Amélia, vice de Geraldo Alckmin (PSDB); e Eduardo Jorge, vice na chapa de Marina Silva (Rede).
Desta segunda rodada de entrevistas, participam, além de Manuela D’Ávila; Kátia Abreu, vice de Ciro Gomes (ambos do PDT); e Christian Lohbauer, o professor Christian, parceiro de chapa de João Amôedo (ambos do Novo). Christian será entrevistado ao vivo, a partir das 9h desta terça-feira (2/10). Em seguida, será transmitida a entrevista gravada com a senadora Kátia Abreu.

30/9 - #Elenão e #elestambémnão: derrotar os neofascistas e os neoliberais

FONTE:https://www.revistaforum.com.br/elenao-e-elestambemnao-derrotar-os-neofascistas-e-os-neoliberais/

                           

#Elenão e #elestambémnão: 

derrotar os neofascistas e os 

neoliberais

Aparentemente há uma divisão no andar de cima. Uma parte já
 aderiu ou prepara sua adesão ao bonde do militar. 
Outro setor tenta desesperadamente empurrar o tucano
 pro segundo turno
Foto: Ricardo Stuckert
O fracasso eleitoral de Alckmin (representante oficial do golpismo e do mercado), a ascensão de Haddad e a resiliência da candidatura neofascista tornam o cenário muito mais turbulento nessa reta final.
Aparentemente há uma divisão no andar de cima. Uma parte já aderiu ou prepara sua adesão ao bonde do militar. Outro setor tenta desesperadamente empurrar o tucano pro segundo turno. Alguns outros já se posicionam para o “terceiro turno” – ou seja, aceitar a provável vitória petista e cooptar, chantagear e sequestrar o futuro governo.
Enquanto isso, o candidato do ódio dá sinais em direção ao golpismo explícito. Ao dizer  que não aceitará nenhum resultado que não sua vitória, deixa, desde já,  sua base social e setores militares excitados.
As gigantes mobilizações deste sábado, 29, já são história. O maravilhoso movimento  #elenão  – protagonizado pelas mulheres  – é um embrião potente de uma gigantesca  frente democrática que pode impedir a vitória eleitoral do capitão.
Ganhar as eleições e eleger Haddad será um feito grandioso. Derrubaram Dilma, prenderam Lula e podem ser derrotados no voto. Não é pouca coisa. Mas, infelizmente, será uma vitória parcial. Porque o golpismo continuará ativo.
A luta continuará. Garantir a posse de Haddad, libertar Lula, viabilizar o governo.
Por isso, o #elenão precisa ser politizado. Não basta barrar o capitão – é necessário derrotar o programa neoliberal, o governo Temer, o PSDB e a grande mídia.
O PT, o PCdoB, os movimentos sociais temos o desafio de hegemonizar  com nossa plataforma a frente antifascista que começa a se formar e terá seu auge no segundo turno.
É insuficiente apenas dizer não ao monstro autoritário.
Também queremos derrotar o PSDB e outros golpistas liberaloides, que agora fingem não ter nada a ver com o governo Temer e posam agora de “democratas”.
Vejam bem: isso não significa estreitar alianças. Pelo contrário. Não basta apostar na negativa. Haddad vai apresentar um projeto para o Brasil. Esse programa tem como base revogar as medidas de Temer, retomar os investimentos, as políticas sociais  e fazer a economia girar.
Sim, seremos a vanguarda de um movimento anti-racista, feminista, pró-direitos humanos, libertário, defensor da diversidade e do pluralismo.
Essa plataforma ampla, entretanto, não dá conta da batalha. Ao mesmo tempo, a campanha Lula/Haddad/Manu  deve afirmar o nosso projeto de desenvolvimento  para o Brasil, com reformas estruturais para distribuir renda, democratizar o Estado e retomar a soberania nacional.
Ou seja: a luta antifascista deve, desde já, ganhar um conteúdo programático progressista, demarcando claramente com os neoliberais oportunistas.
Nem o inominável, nem os golpistas.
#haddadcontraofascismo
#haddadcontraoneoliberalismo

30/9 - VÍDEO - Na reta de chegada, Márcio França x João Doria


FONTE:https://www.viomundo.com.br/tv/na-reta-de-chegada-marcio-franca-x-joao-doria.html

                                 VIOMUNDO

Na reta de chegada, Márcio França x João Doria

30 de setembro de 2018 às 14h28

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30/9 - Fracassam manifestações pró-Bolsonaro

FONTE:https://www.esmaelmorais.com.br/2018/09/fracassam-manifestacoes-pro-bolsonaro/

Fracassam manifestações pró-Bolsonaro

 
Jair Bolsonaro não mobiliza quanto imaginava. As manifestações ocorridas neste domingo (30), em 9 estados, foram um retumbante fracasso.
Os protestos de mulheres no movimento #EleNão, na véspera, foram infinitamente maiores e negativamente mais impactantes para Bolsonaro.
Os bolsomistas realizaram passeatas e carreatas em 19 estados.
Assista ao vídeo do #EleNão:

20/7 - Direita já se articula para 2020 no Rio

FONTE: https://istoe.com.br/direita-ja-se-articula-para-2020-no-rio/                                              Direita já se articu...