31/1 - Conselheiro do MP diz que 'sentiu vergonha' por negativas a Lula

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Conselheiro do MP diz que 'sentiu vergonha' por negativas a Lula

Luiz Fernando Bandeira de Mello, do CNMP, criticou o órgão por não viabilizar a ida do ex-presidente à cerimônia fúnebre do irmão

Conselheiro do MP diz que 'sentiu vergonha' por negativas a Lula
Notícias ao Minuto Brasil
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POLÍTICA ESCREVEU CARTA
Conselheiro do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), Luiz Fernando Bandeira de Mello enviou mensagem a colegas criticando as seguidas negativas recebidas pelo ex-presidente Lula na tentativa de sair da prisão para estar presente à cerimônia fúnebre do irmão, enterrado na quarta-feira (30).
Publicado parcialmente pela Folha de S. Paulo, o texto de Bandeira de Mello diz que ele, "pela primeira vez na vida, sentiu vergonha do Ministério Público". Ressaltou que não é petista, que não compactua "com tudo o que foi feito", mas que "essa indignidade" ele não consegue aceitar.
Lembrou ainda que até os militares, na época da ditadura, permitiram que Lula deixasse a prisão para comparecer ao velório da mãe. Por fim, questionou o argumento de que a Polícia Federal não teria o aparato necessário para o transporte do ex-presidente e disse que o MP "se apequenou" ao acatar o "esdrúxulo argumento".
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31/1 - CHEIA DE ÓDIO E RANCOR: Mulher De Moro Não Respeita Luto De Lula E O Chama De Criminoso

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CHEIA DE ÓDIO E RANCOR: Mulher De Moro Não

 Respeita Luto De Lula E O Chama De Criminoso

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Rosângela Moro bateu boca nas redes sociais com um seguidor que considerou criminoso o comportamento de seu marido, Sergio Moro, que grampeou a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Rosângela afirmou que um presidente pode ser grampeado “quando é criminoso” – embora na própria sentença Moro diga que Lula foi condenado por “fatos indeterminados”. O comentário foi feito horas depois de Moro, por meio da Polícia Federal, criar empecilhos para que o ex-presidente participasse do enterro de um irmão, negando-lhe mais um direito – o que foi contestado por dezenas de juristas.
Abaixo, o manifesto dos juristas:
Advogados, professores universitários e defensores que assinam a presente nota, movidos pelo sentimento de justiça, repudiam veementemente a decisão do Estado Brasileiro que impediu o ex-Presidente Lula de acompanhar o velório e o enterro do irmão Edvaldo Izídio Neto, o Vavá, por ferir não apenas o direito, mas por adensar a constatação de que o caso contra Lula é um processo com motivações políticas.
O Ex-Presidente Lula não estaria preso se o STF não alterasse indevidamente a interpretação da Constituição Brasileira. Não deveria estar preso se tivesse direito a um juiz imparcial em primeira instância. Não deveria estar preso segundo os mais respeitados Professores de Direito Penal do País. Mas se nada disso importasse, se a lei e a jurisprudência, por qualquer razão, pudessem ser deixadas de lado para condenar Lula, uma única norma deveria ser a ele assegurada:
Ninguém pode ser submetido a torturas, nem a penas ou tratamentos desumanos ou degradantes.
Mais do que um princípio presente em todos os tratados internacionais sobre direitos humanos, trata-se de uma conquista ética da civilização, uma resposta às crueldades medievais e das ditaduras do século passado em face dos cidadãos condenados, independentemente da gravidade da acusação que lhes pesasse.
Em 1980, Lula, preso pela ditadura, foi autorizado pelo DOPS a verter suas últimas lágrimas em homenagem à mãe, Dona Lindu, que havia lutado no sertão nordestino para livrar seus filhos da miséria e do abandono. Hoje, nega-se a Lula o direito de prantear a morte de seu irmão mais velho, um direito sagrado, inquestionável, que centenas de milhares de presos no Brasil possuem, de acordo com o artigo 120 da Lei de Execução Penal: Art. 120. Os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semi-aberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer um dos seguintes fatos: I – falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão.
Lula não deve ser tratado de forma mais benevolente que qualquer cidadão brasileiro, mas a Justiça não pode furtar-lhe um direito fundamental, a pretexto da incapacidade da poderosa Polícia Federal assegurar o seu legítimo exercício. Ao negar um direito individual indiscutível, de caráter humanitário, ao ex-Presidente Lula, argumentando-se com sua condição pública e política, o Estado Brasileiro claramente viola uma das Regras de Mandela das Nações Unidas sobre o tratamento de presos: “Estas Regras devem ser aplicadas com imparcialidade. Não haverá́ discriminação baseada em raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou qualquer outra opinião, origem nacional ou social, propriedades, nascimento ou qualquer outra condição”.
Lula vem sendo discriminado sistematicamente pelo Estado Brasileiro por suas opiniões políticas, ao ponto de ver cerceado seu direito à manifestação. O Estado Brasileiro impediu Lula de ser candidato a Presidente da República. O Estado Brasileiro impediu Lula de dar entrevistas. O Estado Brasileiro impede que Lula chore por seu irmão.
Quem luta pela consolidação dos direitos fundamentais e acredita na Justiça como meio de construção de uma sociedade mais humana repudia esse abuso.

31/1 - CURITIBA SE PERDE NO ÓDIO! FREI BETTO: APERTAM CADA VEZ MAIS AS ALGEMAS DE LULA

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CURITIBA SE PERDE NO ÓDIO! FREI BETTO:

 APERTAM CADA VEZ MAIS AS ALGEMAS DE LULA

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Frei Betto concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Mauro Lopes, para o Canal Paz e Bem, uma iniciativa de parceria e amizade da TV 247, sobre a espiritualidade de Lula. O frade dominicano e o ex-presidente são amigos há 40 anos e Frei Betto sempre foi uma referência espiritual da família Silva. Na entrevista, ele apresenta uma imagem forte: “apertam cada vez mais as algemas de Lula”. A conversa com Frei Betto aconteceu antes de o Judiciário negar a Lula, nesta terça-feira (29) o direito de ir ao enterro do irmão, Vavá, mas é uma imagem forte e realista do que as elites estão fazendo com Lula nos últimos tempos. Segundo o frade, Lula é um homem “de muita fé, de quem sente forte presença de Deus na vida dele”.
Frei Betto constata que Lula e sua mulher, Marisa, eram um casal no qual “os valores evangélicos estavam arraigados”. Ele relata que ambos “participavam ativamente quando eu fazia celebrações na intimidade familiar” e que a prática não foi interrompida durante o período presidencial. Um resumo da espiritualidade de Lula quando presidente: “os direitos dos mais pobres” acima de tudo.
A íntegra da entrevista, concedida por email, foi reproduzida no programa Paz e Bem desta quarta-feira e você pode assistir mais abaixo.
A seguir, a íntegra da conversa com Frei Betto.
No Programa Paz e Bem desta quarta (30), Frei Betto nos falou sobre a espiritualidade de Lula. Os dois são amigos há 40 anos, desde 1980 e o frade dominicano foi nesses anos todos uma referência de espiritualidade da família Silva.
Conversamos sobre a espiritualidade de Lula, o homem sem direitos do Brasil pós-golpe, do regime que esmagou a Constituição de 1988 e respira morte e neofascismo. A conversa, por escrito, foi transmitida no programa Paz e Bem desta quarta-feira (30), um dia depois de a juíza Carolina Lebbos negar a Lula o direito que lhe é garantido por lei de ir ao enterro do irmão Vavá que morreu nesta terça. Nem na ditadura esse direito lhe foi negado. Em 12 de maio de 1980, encarcerado no Dops, em São Paulo, Lula foi liberado para ir ao enterro da mãe, dona Lindu.
Na conversa, Frei Betto fala sobre a espiritualidade de Lula ao longo dos anos e agora e como ele e Marisa Letícia viveram uma espiritualidade de casal e família.
A entrevista foi feita antes que fosse negado a Lula o direito de ir ao enterro de Vavá. Mas a imagem de Frei Betto é forte, precisa: “apertam cada vez mais as algemas de Lula”.
Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, aos 74 anos, é um dos principais líderes espirituais do Brasil Escritor prolífico, dois de seus livros são conhecidos mundialmente, “Batismo de Sangue” e “Fidel e a Religião”. Ficou preso duas vezes na ditadura, a segunda por quatro anos (1969-73). É um nome fundamental na Teologia da Libertação na América Latina.
Conheceu Lula em São Bernardo em 1980 e tornaram-se grandes amigos. Há 40 anos caminham juntos e Frei Betto tornou-se uma referência de espiritualidade para a família Silva.
CLICK POLÍTICA com informações de brasil247

20/7 - Direita já se articula para 2020 no Rio

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