22/2 - MARCELO RODRIGUES PRATA, juiz ou monstro?

FONTE:Jose Carlos Dutra do Carmo <sitenota1000@outlook.com>



MARCELO RODRIGUES PRATA, juiz ou monstro?

DENÚNCIA DO FUNCIONÁRIO APOSENTADO JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.

É inacreditável como o juiz “trabalhista” MARCELO RODRIGUES PRATA teve a cara-de-pau de escrever o livro ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO SOB NOVO ENFOQUE!! Será que ele está com a memória fraca, debilitada, ou sua autocrítica é zero? Se estiver, vou “refrescá-la” através do relato abaixo, dirigido, sobretudo, a todos os funcionários da Justiça do Trabalho do Brasil. MARCELO RODRIGUES PRATA tirou de mim o “encargo” de secretário de audiência, na Vara do Trabalho de Ipiaú-Ba, sem motivo algum, apenas por capricho, autoritarismo e perseguição. Ao dizer-lhe, humildemente, quase chorando, que a perda da função comissionada me traria sérios problemas, inclusive financeiros, o “homem de gelo” respondeu-me, friamente, do alto da sua mórbida estupidez: “Problema seu”!! O que mais me revoltou não foi ter colocado uma “patilógrafa” no meu lugar, mas ter-me dito, reiteradamente, só para humilhar-me, que eu estava ficando surdo, uma deslavada e covarde mentira, desmentida, posteriormente, por exame médico, cujo resultado quase esfreguei na “cara” dele! Fiquei tão amargurado e com tanto ódio da sua “escrotidão”, que muitas vezes pensei até em matá-lo. Qual o ser humano, na face da Terra, não ficaria profundamente magoado e revoltado diante de tanta injustiça? Pois é, quem bate, esquece, mas quem apanha, não! Sua ilimitada perversidade comigo foi por pura inveja, já que é autor de uns livros fajutos, de quinta categoria, e eu, ao contrário, escrevi “2.000 PSICOTESTES, COM RESPOSTAS” (2 volumes, com mais de 700 páginas cada um), a melhor obra já editada no Brasil sobre o assunto. Doravante, sua inveja será maior ainda, porque acabei de lançar um estupendo trabalho sobre redação. Como meu coração não tem lugar para mágoas, estou presenteando-o com um exemplar do MANUAL DE TÉCNICAS DE REDAÇÃO—370 “dicas”, para seu filho, o melhor livro de redação de autoria de um escritor brasileiro, que será muito útil para todos os estudantes. Espero que MARCELO PRATA tenha um mínimo de autocrítica e dignidade e peça-me desculpas e perdão pelo grande mal que me fez. Quando perdi o encargo – que já ocupava há quase dez anos -, da forma mais injusta e absurda possível, chegava “em” casa e chorava como uma criança, isso durante uma semana inteira, pois a dor me doía forte demais no “fundo” d’alma e nas profundezas do coração. Portanto, já passou da hora de você, Marcelo Rodrigues Prata, que se acha o “todo poderoso” e o “dono do mundo”, enfim, o “rei da cocada preta”, pedir-me desculpas e perdão, o que deveria fazê-lo de joelhos diante da vítima que sofreu assédio moral vergonhoso da sua parte. Vou mandar cópias desta mensagem para todas as Varas do Trabalho da 5ª região, bem como aos demais magistrados, aposentados, desembargadores e aos juízes do Conselho Nacional de Justiça-CNJ. Você tem um passado sujo, com relação a minha pessoa, e não adianta ficar “nervosinho” nem dá “chiliques”, pois quem deve teme e nunca vai descansar em paz, pelo resto da vida, com sua “pesada” consciência. Como vê, “aqui se faz, aqui se paga”, ou, “quem semeia vento, colhe tempestade”, ou, ainda, “quem com o ferro fere, com o ferro será ferido”. Uma pena que não se lembrou desses sábios provérbios quando foi injusto e cruel com um dos melhores secretários de audiência do Brasil, que dava “show” de competência e era unanimemente elogiado pelos advogados por ser também exímio digitador e “craque” em redação. Lamentavelmente, JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO. www.sitenotadez.net, com mais de 20 milhões de acessos. ADENDOS. 1º. O juiz Marcelo Rodrigues Prata é um tirano, incapaz de um elogio sequer a um funcionário, por mais competente e brilhante que ele seja. Certa vez, ao assumir a presidência da 9ª Vara do Trabalho, em Salvador, queria tirar as gratificações de todos os servidores comissionados. Só que “quebrou a cara”, porque o presidente do TRT da 5ª Região, na época, não permitiu de forma alguma que ele cometesse tamanho disparate. 2º. Dr. Marcelo, como quase todos os que navegam na “internet”, tinha uma “homepage” no FACEBOOK. Fui lá e postei críticas fortes contra ele na “tal” página. Não é que o medroso, “fujão” e “covarde” cancelou a dita “cuja”? 3º. Quando laborava na Vara do Trabalho de Ipiaú, fiz revisões gramaticais em centenas de certidões dos colegas da secretaria e em muitos ofícios do Diretor de Secretaria dele, Amilton Antônio Silva, que andava assassinando a Língua Portuguesa. E o rei da ingratidão e “metido a Deus”, Marcelo Prata, nunca reconheceu meu mérito, porque só se preocupava em fazer-me o mal e perseguir-me. 4º. Há outros casos de magistrados que cometem as maiores barbaridades contra funcionários e nada de ruim lhes acontece. Infelizmente, o TRT da 5ª Região é negligente e omite-se sempre, pois jamais os pune. De certa feita, houve um episódio escandaloso de uma juíza que tomava uísque – disfarçado de cafezinho e, por isso, era motivo de chacotas - em plena audiência e nunca foi punida por esse absurdo inominável. Já, eu, só por corrigir os erros gramaticais de um juiz que judiava da Língua Portuguesa, em vez de ser elogiado e aplaudido de pé, fui penalizado com um inquérito administrativo, posteriormente arquivado. Nesse episódio mais triste da minha vida, fui “forçado” a ir para Guanambi-Ba, onde fui professor de Matemática no melhor colégio de lá, tendo ficado afastado dos meus dois filhos por quase três anos. 5. Minha filha, Tricia, teve que pedir demissão da função de secretária de audiência porque não aguentava mais ser ridicularizada e humilhada por uma magistrada maluca, “doida varrida”!! Quando, afinal, o TRT da 5ª Região vai tomar providências urgentes e enérgicas contra os magistrados autoritários, prepotentes e arbitrários? Os integrantes do TST, do CNJ, do Ministério Público e dos demais órgãos da Justiça do Brasil vão tomar conhecimento do teor desta mensagem. Espero que não fiquem “em cima do muro” com seus nefastos corporativismos, mas, sim, que tomem alguma providência punitiva contra o juiz MARCELO RODRIGUES PRATA e o TRT da 5ª Região. Pois é, Marcelo Prata, você se deu muito mal comigo, porque foi se meter com uma pessoa tida como inteligentíssima, escritor, autor de quatro (4) livros, que, muitas vezes, já foi chamado até de gênio!! Se tiver um pouquinho de autocrítica, vai perceber que sou infinitamente mais inteligente que você. EM TEMPO: Marcelo Prata, quando foi embora de Ipiáu, como sabia que nenhum funcionário gostava dele, não se despediu de ninguém, nem com um simples “até logo”. Atenção, funcionário do judiciário brasileiro: Quando for injustiçado ou perseguido, seja lá por quem for, faça como eu, ou seja, não se acovarde, ao contrário, abra o “bico” e ponha a “boca no trombone”. Afinal, vivemos ou não em um país democrático?


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