1/3 - Jornal Nacional volta a bater em Flávio Bolsonaro e Queiroz

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Jornal Nacional volta a bater em Flávio Bolsonaro e Queiroz

Publicado em 1 março, 2019 11:07 pm
Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, do PSL, apresentou pela primeira vez esclarecimentos ao Ministério Público sobre movimentações financeiras suspeitas. Queiroz disse que gerenciava salários de outros assessores de Flávio na Assembleia do Rio para pagar colaboradores informais. Uma prática proibida.
Fabrício Queiroz prestou esclarecimentos por escrito porque alegou estar impossibilitado de comparecer ao MP “em razão de grave doença”. Ele já tinha faltado a dois depoimentos.
No documento de nove páginas, Queiroz admite que gerenciava salários de outros assessores do gabinete de Flávio Bolsonaro e com isso pagava “colaboradores informais” para ampliar a base eleitoral do então deputado.
A informação foi divulgada pelo Jornal “O Estado de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo.
Fabrício Queiroz diz que entendeu que a melhor maneira de intensificar a atuação política de Flávio Bolsonaro seria “multiplicar o número de assessores a partir do gerenciamento financeiro dos valores que cada um desses assessores recebia mensalmente”.
Ou seja, com a remuneração oficial de apenas um assessor, Fabrício Queiroz afirma que conseguia contratar extraoficialmente alguns outros assessores para exercer a mesma função. Para ele, a medida teria evidente finalidade pública.
Só que a justificativa que Queiroz deu ao MP sobre os depósitos é prática proibida pela Assembleia Legislativa do Rio. Os gabinetes até podem aumentar o número de assessores, desde que sigam as normas da casa e em contratações oficiais
Os deputados estaduais têm direito a 20 cargos de livre nomeação. Esses cargos podem ser desmembrados em até 40, desde que a despesa com os salários continue a mesma, o que o gabinete de Flávio Bolsonaro não fez, segundo a Assembleia.
Nos esclarecimentos que enviou ao Ministério Público, Queiroz explicou a estratégia que usava, mas não citou nomes dos assessores nem a forma como contratava o que chamou de colaboradores informais.
(…)
Queiroz detonado no Jornal Nacional da Globo. Foto: Reprodução
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