4/3 - Pragmatismo Político DE 3/3

Pragmatismo Político


Posted: 03 Mar 2019 12:46 PM PST
policial escoltou Lula danilo campetti
Policial que escoltou Lula é militante antipetista e pró-Bolsonaro
Danilo Campetti é o nome do agente da Polícia Federal que aparece em imagens escoltando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o velório do menino Arthur neste sábado (2).
No Facebook, o homem externou apoio a Jair Bolsonaro (PSL) durante as eleições de 2018. O atual presidente é, hoje, o principal adversário político de Lula.
Quando Bolsonaro sagrou-se vitorioso, Campetti incorporou na imagem do seu perfil o avatar que continha a seguinte frase: “Tchau, PT. Agora é com o MITO”.
Em outros registros, Danilo aparece ao lado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) e do general Augusto Heleno, atual ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
Em diversas postagens nas redes sociais, Danilo reitera o apoio à frase “bandido bom é bandido morto”. Para o agente da Polícia Federal, Lula é, incontestavelmente, um bandido. Logo, fica a pergunta: a tese defendida pelo policial aplica-se ao ex-presidente petista?
Mais: alguém com o perfil de Danilo Campetti, que demonstra confundir suas paixões políticas com a profissão que exerce, deve ser designado para resguardar a vida de alguém sob custódia do Estado?
A Polícia Federal justificou que o aparato de segurança de guerra para conduzir Lula ao velório de Arthur era para proteger a integridade física do ex-presidente. O que eles não disseram, no entanto, é que o inimigo (e o perigo) estava ao lado.
Perfil de Danilo Campetti no Facebook
Danilo Campetti escolta Lula (Foto: Ricardo Stuckert)
Danilo apoia Bolsonaro
Danilo Campetti fazendo a proteção de Bolsonaro
Danilo Campetti estava ao lado de Bolsonaro quando ele foi transferido para SP, após a facada
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Danilo Campetti ao lado de Bolsonaro e Heleno (reprodução/redes sociais)
Danilo Campetti crava: “Bandido bom é bandido morto”
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Posted: 03 Mar 2019 11:20 AM PST
Eduardo Bolsonaro e Alessandra Strutzel
Eduardo Bolsonaro e Alessandra Strutzel
Duas frases marcaram a semana: a blogueira Alessandra Strutzel (sim, temos de dar nome aos bois e bois aos nomes!) disse, ao saber da trágica morte do neto de Lula, de 7 anos: “Pelo menos, uma notícia boa”. E a do deputado Eduardo Bolsonaro (Deus acima de todos – eis o slogan da moda): A ida de Lula ao enterro “só deixa o larápio em voga posando de coitado”! Houve ainda muitos outros “pronunciamentos” de ódio e regozijo pela morte do menino de 7 anos.
Até onde chegamos? É o fundo do poço? O que Deus diria disso, ele que, conforme o slogan, “está acima de todos?”
Confesso a vocês – e Rosane, minha esposa e Gilberto, um de meus assistentes, são testemunhas – que esse episódio me abalou profundamente. Embarguei a voz. Triste pela morte da criança e estupefacto e magoado com a raça humana e com a reação das pessoas nas neocarvernas que são as redes sociais. Ah, blogueiros e influenciadores, coachings e quejandos, ah, quantos justos haverá em Sodoma? Abraão será um advogado que lhes conseguirá um HC?
Peço paciência para me seguirem no que vou dizer. No auge do macartismo, em audiência no Senado, o advogado Joseph Welch teve a coragem de perguntar ao senador McCarthy, o homem que deu nome à prática de ver comunismo em tudo:
Senhor, você perdeu, afinal, todo senso de decência?” Pergunto aos odiadores que comemoraram ou trataram com raiva de Lula o episódio fatídico:Senhores e senhoras, parlamentares, blogueiros, twuiteiros, whatsapianos e faceboqueanos: vocês perderam, afinal, todo senso de decência?”
Em tempos de hinos nas escolas, na era das acusações de marxismo cultural (sic), eu poderia muito bem falar aqui sobre o macartismo à brasileira. Não vou. Falo, hoje, sobre nosso senso de decência. Ou melhor, tento falar sobre o senso de decência que perdemos.
Também não vou falar — não diretamente — sobre aquilo que, agora, todos já sabem ter acontecido. Lamentavelmente, morreu o neto, de sete anos, do ex-Presidente Lula. Sobre isso, não há o que falar. É o zero total. É Timon de Atenas, de Shakespeare, propondo o fim da linguagem. Shakespeare, logo ele, que bem sabia que a linguagem é a casa do Ser (Heidegger).
Sou um hermeneuta. Bem sei que a linguagem é, como dizia Ortega y Gasset, um sacramento que exige administração muito delicada. Da palavra não se abusa; não se pode colocá-la em risco de desprestígio. É precisamente por isso que sei que sobre a morte de uma criança não se fala; lamenta-se. Chora-se.
Vou (tentar) falar, portanto, repito, sobre o senso de decência que perdemos. Confesso, é difícil: às vezes, a degradação e a desumanidade são tão grandes que também parecem impor o silêncio. Mas como Auberon Waugh dizia sabiamente,
se é verdade que o mundo é um lugar horrível com pessoas horríveis, temos o dever sagrado de incomodá-los sempre que possível.
Eis a minha tarefa: incomodar as pessoas horríveis. O que dizer em tempos nos quais uma legião de imbecis, para usar as palavras de Eco, aproveita-se da morte de uma criança e utiliza as redes sociais para destilar ódio e externar a própria baixeza? É hora do grito de Schönberg: Palavra, oh Palavra, que falta me faz!!!!
O que dizer quando se torna normal que um deputado — o mais votado da história do país — vai às redes sociais, sempre as redes sociais, para dizer que “cogitar” a saída de Lula para o enterro do neto (saída que está prevista na lei, diga-se) “só deixa o larápio [sicem voga posando de coitado“?
Perdemos, afinal, todo senso de decência? Não, não tenho raiva. Sinto é…pena.
O que Deus, que está “acima de todos”, diria? Ou dirá? Deus, que disse que nunca mais inundaria a terra:
nunca mais será ceifada nenhuma forma de vida pelas águas de um dilúvio; nunca mais haverá dilúvio para destruir a terra”.
Deus disse também que sempre que houvesse nuvens sobre a terra, e o arco aparecesse nas nuvens, lembrar-se-ia “da eterna aliança entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies sobre a terra”.
E se o Altíssimo mudasse de ideia? E se Deus dissesse que, afinal, a humanidade deu tão errado que é hora de um novo dilúvio?
E se o critério de seleção para o dilúvio fosse aquilo que se diz, espalha, compartilha, no WhatsApp? Já pensaram? Como falei na coluna passada (ler aqui), que tal se Deus fizer uma PEC e alterar o estatuto do purgatório? Então, a partir de agora, o juízo final será feito por Ele a partir do exame do WhatsApp de cada um (e também do twitter e face). Uma olhadinha e Deus manda para o inferno. Platão foi o primeiro a denunciar as fake news. Platão mostrou que dizer aos néscios que as sombras são sombras é uma coisa perigosa. Pode ser apedrejado. Como o sujeito que saiu da caverna o foi.
Dizer hoje, a quem está mergulhado nas redes e pensa que o mundo são as redes, que esse mundo é imundo, em que o joio fez fagocitose ruim no trigo, pode também ser perigoso. Denunciar isso pode dar apedrejamento. Por isso, Deus acertou em fazer essa PEC alterando o regulamento do purgatório. O critério é simples: uma olhadinha no whatts e face. E, bingo. Vai para o fogo do inferno!
George Steiner bem dizia: tornamo-nos a civilização pós-verbo. A banalização da linguagem, por meio das redes sociais, corrompe a ideia da verdade. O limite do que é socialmente aceito é colocado cada vez mais longe. O que é verdadeiro? Não há mais critérios. O que se pode dizer? Tudo, porque limites já não há.
A era da técnica e das redes sociais, que prometiam a democratização da informação, desenvolveram um vocabulário próprio; estabeleceu-se um novo jogo de linguagem. No lugar do paraíso da horizontalidade, o inferno da barbárie interior que se exterioriza. (“Hipocrisia, que falta você faz”, dizHélio Schwartsman.) Será que a blogueira que comemorou a morte do neto de Lula externaria o pensamento na fila do banco?
No princípio era o Verbo. E no fim, o que será? No final era o whattsapp? O facebook?
Nenhum homem é uma ilha. A morte de todo ser humano diminui a nós, que somos parte da humanidade. Talvez as palavras, sempre as palavras, de John Donne nunca tenham sido tão urgentes.
Mas um alerta: não pergunte, afinal, por quem os sinos dobram. A resposta pode vir pelo WhatsApp.
(Pergunto mais uma vez aos macartistas que recusam as regras do jogo de linguagem da decência e aderem ao jogo das redes, e já têm – sempre – comentários prontos: senhoras e senhores, perdemos todo senso de decência?)
Post scriptum: gesto humano foi, dentre outros, o demonstrado por Gilmar Mendes, conforme noticiou Mônica Bergamo (aqui). Também me emocionei quando li a matéria de Mônica. E entendi melhor ainda a minha emoção anterior.
*Lenio Luiz Streck é jurista, professor de Direito Constitucional e pós-doutor em Direito.
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Posted: 03 Mar 2019 07:59 AM PST
Lula neto Arthur carro PF delegado
Lula sobre em veículo da PF para cumprimentar o povo ao deixar velório do neto Arthur
Ao deixar o velório do neto Arthur neste sábado (2), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu no carro da Polícia Federal para acenar ao povo que o enaltecia e acabou repreendido pelo delegado da PF que o acompanhava.
“O senhor sabe que não devia ter feito isso”, observou o delegado na hora que o ex-presidente desceu do carro. Lula rebateu: “O senhor sabe que eu devia”. As informações foram divulgadas pela Folha de S.Paulo.
Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, faleceu na última sexta-feira (1) devido a uma meningite meningocócica. As imagens do momento em que Lula deixa o velório do neto e sobe no veículo da PF podem ser vistas abaixo.
Lula permaneceu cerca de duas horas no velório de Arthur. Segundo relatos, ele chorou muito, recebeu cumprimentos e prometeu ao neto que provaria sua inocência.
“O Arthur foi um menino que sofreu muito bullying na escola, porque era neto do Lula. Por isso, eu tenho um compromisso com você, Arthur, eu vou provar a minha inocência e quando eu for para o céu, eu vou levando o meu diploma de inocente”, afirmou Lula, segundo pessoas presentes no velório.
“Vou provar quem é ladrão neste país e quem não é. Quem me condenou não pode olhar nos olhos dos netos como eu olhava para você”, complementou o ex-presidente, ainda de acordo com relatos.
Sem poder conversar com o ex-presidente ou chegar perto dele, populares rezaram um Pai-Nosso em homenagearam o neto de Lula com gritos de “Arthur presente agora e para sempre”. Também cantaram ‘Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula’ e gritaram ‘Polícia Federal, vergonha nacional’.
Participaram da cerimônia dois pastores metodistas e um padre católico. Lula consolou o filho Sandro Luiz Lula da Silva e a nora Marlene Araújo. No período em que permaneceu no cemitério ainda recebeu, por cerca de meia hora, cumprimentos de mais de cem pessoas e o telefonema do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.
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Posted: 03 Mar 2019 07:35 AM PST
Sergio Moro plano Lula
O ministro Sergio Moro (Ueslei Marcelino/Reuters)
Senhor Sérgio Moro, me dirijo ao senhor não como um amigo. Em verdade, estamos, e espero que sempre estejamos, em lados opostos. Tampouco me dirijo ao senhor com um “bom cidadão” brasileiro, pois sabemos onde os “bons cidadãos” levaram este país.
Escrevo-lhe apelando ao resto de humanidade que penso ainda pode haver na sua pessoa, depois do trabalho sujo que o senhor desenvolveu por anos.
Já ficou claro para o Brasil e para o mundo que o senhor fez parte de uma conspiração para condenar um inocente. Ficou também bastante claro que seu pagamento foi entrar para a política, pleiteando até mesmo a presidência da República. Isto se ainda existir Brasil depois do governo dos Bolsonaro.
Ainda estamos tentando entender o que é exatamente aquela ONG que recebeu da Petrobrás 2,5 bilhões para ser administrada por operadores da Lava a Jato, mas isto fica para a PF e o Ministério Público (de verdade) apurarem.
Meu pedido é simples e muito direto: por favor, mate Lula de uma vez. Termine o serviço que lhe foi encomendado. O senhor rasgou a constituição para prender um inocente. Concorreu para a morte da esposa dele, com todas as violências que levou a cabo para nada conseguir provar, usou meios inenarráveis para mantê-lo na cadeia, inclusive contra ordens superiores, hipotecou o futuro de toda uma nação em nome de um projeto mesquinho.
Agora, mantém sua vara refém com uma “poste” no seu antigo lugar de juiz que, inclusive, usa seu próprio arquivo para dar a sentença dela (isto se não foi o senhor mesmo que sentenciou). Tudo, efetivamente, para dar a Luís Inácio o pior final de vida que alguém poderia experimentar.
O problema é que nós, brasileiros com alguma integridade, com algum senso de justiça e humanidade e conhecimento não suportamos mais ver o senhor e seus asseclas torturarem um homem mais de 70 anos. Não nos é mais palatável ver tudo o que o senhor, Gebran, Thompson Flores e demais diminutos que participaram desta tragédia, sub-repticiamente fazem contra o ex-presidente.
O menino que morreu foi o mesmo que o senhor confiscou um tablet, por mais de ano e meio. Falo do confisco do aparelho eletrônico porque sei que os bens materiais lhe são mais fáceis de compreender do que os sentimentos, mas a verdade é que o senhor e seus associados usaram as togas para roubar quase um ano de convivência de um menino com seu avô. E agora ninguém lhe devolverá mais isto.
Pedalinhos, tickets de pedágio, “atos indeterminados”, a probabilidade furada do Dallagnol e a sentença porca e mal feita da juíza Hardt terminaram na morte de um menino de sete anos e, se não fosse o sentimento de revolta de até mesmo em inimigos políticos de Lula para com a desfaçatez com que o senhor e seus parceiros acham que podem gerir a “justiça”, Lula não teria sido permitido sequer velar o neto. Como aliás, não lhe deixaram despedir-se do irmão.
O Brasil não suporta mais ver a sua baixeza e vilania. Não suporta mais saber que pagamos caro para uma pessoa sem competência como a juíza Hardt fazer o papel que está fazendo. O pior, entretanto, é que não suportamos mais assistir à queda de braço entre a sua estultice e a integridade do maior estadista deste país.
Lula já mostrou que é muito maior do que vocês todos e não se dobra. Ocorre que nós não somos. Como uma pessoa comum, sem nenhum traço do que se vê em Lula, não tenho mais entranhas para assistir esta tortura sob os holofotes do judiciário inepto deste país.
Por favor, o senhor tem tentado mudar a lei para poder matar pessoas, sem que nenhum efeito legal estes crimes tenham. Pois termine o seu serviço. Mude a lei, crie a pena de morte e mate Lula.
Tenha a hombridade que nunca teve, a coragem que nunca demonstrou de puxar o gatilho. Saia das sombras, dos becos e das conversas sussurradas e acabe com esta situação horrenda.
Uma vez na vida, faça algo às claras.
Uma vez na vida, assuma o seu plano, arquitetado há muito tempo, sabe-se lá a mando de quem.
Mate Lula com as próprias mãos, e nos poupe de ficar vendo este espetáculo de tortura medieval que no fim só alimenta as almas parvas das bestas que lhe apoiam.
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Posted: 03 Mar 2019 07:14 AM PST
leonardo boff carta lula
Leonardo Boff (Imagem: Reprodução/Lula.com.br)
O teólogo Leonardo Boff publicou uma mensagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na qual dá apoio a ele por conta da morte do neto, Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos.
“Há mistérios que não podemos entender o que aumenta ainda mais o sofrimento”, diz Boff. “Mas colocamos tudo nas mãos dAquele que tudo conhece e para o qual os nossos mistérios serão um dia uma surpreendente Revelação.”
Confira abaixo a íntegra da mensagem.
No céu Jesus se fez menino de 7 anos para brincar com o Arthur de 7 anos
Querido amigo-irmão Lula
Queremos chorar junto com você pelo seu neto Arthur que Deus o quis junto de si.
Há mistérios que não podemos entender o que aumenta ainda mais o sofrimento.
Mas colocamos tudo nas mãos dAquele que tudo conhece e para o qual os nossos mistérios serão um dia uma surpreendente Revelação.
Lula, seu netinho Arthur, como todos nós, não vivemos para morrer.
Ele e todos nós, morremos para ressuscitar.
Para viver mais e melhor.
Seu neto Arthur está vivo brincando com o Deus que um dia em Jesus também foi criança de sete anos e que com o Arthur lá no céu volta a ser criança de novo para brincar com ele, rir junto, correr um atrás do outro, até se abraçarem como amiguinhos. Deus que é Mãe de ilimitada ternura e Pai de infinito carinho o encherá de alegria como tinha com o pai Sandro e seu mãe Marlene e também com você, seu avô querido.E essa alegria será por toda a eternidade.
Embora longe, Márcia e eu estamos perto de você, também consternados, não contendo as lágrimas pela sua perda que não é definitiva porque o pequeno Arthur, inocente e puro, caiu nos braços do Deus-Mãe-e-Pai que agora o estão abraçando e beijando como você fazia com ele.
Receba nossas preces para que tenha força para passar por mais essa provação.
Com nosso carinho e forte abraço
RBA
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19/6 - Greenwald e o depoimento de Moro. “Ele disse pouco”

FONTE: http://www.tijolaco.net/blog/greenwald-e-o-depoimento-de-moro-ele-disso-pouco/ Greenwald e o depoimento de Moro. “Ele disse pouco...