3/4 - O final melancólicos dos “superministros” de Bolsonaro, Conje e Tchutchuca. Por Kiko Nogueira

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O final melancólicos dos “superministros” de Bolsonaro, Conje e Tchutchuca. Por Kiko Nogueira

 
Adeus, Posto Ipiranga.
Olá, Tchutchuca.
A partir de hoje, Paulo Guedes passará a ser chamado assim.
Tchuchuca.
A audiência do ministro da Economia na CCJ da Câmara foi encerrada após mais de seis horas de bate boca.
O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) tomou a palavra e afirmou que Guedes age como “tigrão” em relação a aposentados, idosos e pessoas com deficiência, mas como “tchutchuca” em relação à “turma mais privilegiada do nosso país”.
Apoplético, Guedes apontava o dedo para Dirceu e berrava, fora do microfone: “Você não falte com o respeito comigo. Tchutchuca é a mãe! Tchutchuca é a vó!”.
O termo, leio num site de fofocas, surgiu depois que o cantor do clássico Bonde do Tigrão assistiu a novela “Uga Uga”.
Um índio da história se referia ao sobrinho como “tchutchu” e o rapaz achou bacana chamar deste modo o sobrinho.
Mais tarde ele usou a palavra no feminino num funk imortal.
O país do Conje e da Tchutchuca.
Em algum momento da nossas vidas passadas, nós fizemos por merecer isso.
00:00/00:40Diário do Centro do Mundo

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