31/01/21 - VÍDEO - BEMVINDO - JESUS IS THE LORD

31/01/21 - VÍDEO - Bolsonaro "Praga Rastejante" ? Greve de Caminhoneiros, estelionato, índi...

31/01/21 - VÍDEO - Para onde vai a economia do Brasil?

FONTE: https://altamiroborges.blogspot.com/2021/01/para-onde-vai-economia-do-brasil.html

sábado, 30 de janeiro de 2021

Para onde vai a economia do Brasil?

31/01/21 - VÍDEO: Crimes da Lava-Jato e a inocência de Lula

FONTE: https://altamiroborges.blogspot.com/2021/01/crimes-da-lava-jato-e-inocencia-de-lula.htm

sábado, 30 de janeiro de 2021

Crimes da Lava-Jato e a inocência de Lula

31/01/21 - BLOG do ALTAMIRO BORGES - TEXTOS e NOTÍCIAS

   Dom 31/01/21 17:52

Altamiro Borges


De: Altamiro Borges <noreply+feedproxy@google.com>


Altamiro Borges


Greve dos caminhoneiros apavora Bolsonaro

Posted: 31 Jan 2021 07:05 AM PST

Por Altamiro Borges

O "capetão" Jair Bolsonaro, que já apoiou lockouts de caminhoneiros para desestabilizar governos, está apavorado com a greve da categoria prevista para esta segunda-feira (1º). O farsante finge ceder às reivindicações do setor, ameaça reprimir e aposta na divisão da categoria. Apesar de tudo, o movimento cresceu nos últimos dias.

Segundo levantamento da CNN-Brasil, a paralisação "foi convocada pela Associação Nacional dos Transportes Autônomos do Brasil (ANTB), integrante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Carga (CNTRC). A ANTB representa cerca de 4.500 caminhoneiros em todo país". Na sequência, a própria CNTRC aderiu à greve.

Já nesta terça-feira (26), a convocação ganhou o reforço da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística, "uma das maiores entidades da categoria. A CNTTL possui 800 mil motoristas em sua base". E na quarta-feira, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) declarou solidariedade ao movimento.

A influência bolsonarista na categoria

Na pulverizada organização sindical da categoria, outras entidades – mais ligadas aos grandes empresários ou comandadas por bolsonaristas fanáticos – rejeitam a greve. É o caso da Confederação Nacional do Transporte. Apesar disso, a ANTB garante que a greve "poderá ser maior do que a de maio de 2018", que durou 11 dias.

Segundo a CNN-Brasil, "o principal motivador da greve é a alta do preço do diesel, que teve aumento de 4,4% nas refinarias no final de dezembro e é o combustível majoritariamente usado por caminhoneiros. Também é reivindicada a revisão no reajuste na Tabela do Piso Mínimo de Frete", entre outras exigências.

Metido a valentão, Jair Bolsonaro está se pelando de medo. Tanto que ele fez algumas encenações. "Numa tentativa de frear a realização da greve dos caminhoneiros, o governo decidiu incluir a categoria na lista do grupo de prioridades para tomar as vacinas contra a Covid-19 no país", relata a CNN-Brasil.

As tentativas de sedução do governo

Além disso, o abutre Paulo Guedes, czar da economia, sinalizou que pode zerar o imposto de importação de pneus para veículos de carga. Já o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, jurou revisar as normas de pesagem de caminhões nas estradas, para reduzir os custos dos autônomos. Por enquanto, só promessas!

O desespero, porém, é grande. Neste sábado (30), o Estadão destacou no título: “Por caminhoneiros, governo pode cortar benefício para pessoas com deficiência”. Segundo a matéria, “a equipe econômica estuda limitar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros para pessoas com deficiência”.

Esse e outros cortes visariam “compensar a perda na arrecadação com eventual redução do PIS/Cofins sobre o diesel, como forma de atenuar efeitos do aumento no preço do combustível no bolso dos caminhoneiros... O Palácio do Planalto tem urgência para atender à demanda da categoria”.

"Todos vamos perder", apela o capitão

Mas o teatrinho palaciano parece que não seduziu a categoria. Diante da manutenção da greve, o governo já anunciou que não permitirá bloqueio de estradas, cobrará multa dos grevistas e acionará a repressão policial. Na quarta-feira (27), Jair Bolsonaro fez um apelo patético, em tom de ameaça: "Todos vamos perder".

Segundo Carla Araújo, em matéria publicada na Folha na sexta-feira (29), “o governo, nos bastidores, segue o discurso de que a situação ainda está sob controle. Apesar disso, Jair Bolsonaro, que tenta manter o apoio da categoria, sabe que o governo não pode baixar a guarda e nem permitir que o movimento ganhe corpo”.

A conferir como será esta segunda-feira!

Bolsonaro já insinua até recriar ministérios

Posted: 31 Jan 2021 05:20 AM PST

Por Altamiro Borges

Na convenção do PSL que aprovou a candidatura de Jair Bolsonaro, em julho de 2018, o general Augusto Heleno cantarolou: "Se gritar pega Centrão, não fica um meu irmão". E teve otário que acreditou nessa bravata moralista. Hoje, o “capetão” cede tudo à turma de fisiológicos e pragmáticos do Centrão para se manter no poder. Até insinua que pode recriar três ministérios.

Nessa sexta-feira (29), em cerimônia oficial em Brasília, o presidente afirmou que vê "clima" para criar os novos cargos caso o governo vença a eleição para as presidências da Câmara Federal e do Senado. Foi uma típica oferta do "balcão de negócios". Pouco depois, diante a chiadeira – até de bolsominions menos tapados –, Jair Bolsonaro desdisse, como é do seu feitio.

"Se tiver clima no parlamento, pelo o que tudo indica as duas pessoas que nós temos simpatia devem se eleger, não vamos ter a pauta travada e a gente pode levar muita coisa avante, quem sabe ressurgir os ministérios", afirmou o cínico, citando as pastas da Cultura, Esporte e Pesca de forma explícita. O guloso Centrão deve ter gostado do recadinho, mas quer mais – bem mais.

A avidez dos fisiológicos do Centrão

Como aponta o editorial do jornal O Globo deste sábado (30), "não deverá sair barato para Bolsonaro se Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão, vier a ser mesmo eleito presidente da Câmara Federal. Os partidos que apoiam a candidatura dele são conhecidos pela avidez com que perseguem seus objetivos fisiológicos".

"Caso Lira seja eleito para substituir Rodrigo Maia (DEM-RJ), a reforma ministerial prevista para depois da eleição no Congresso servirá de instrumento para atender os interesses desses partidos", alerta o jornalão, um dos que ajudou a chocar o ovo da serpente fascista no país.

O Globo avalia que as negociatas de Jair Bolsonaro "tem todo o jeitão do velho toma lá dá cá. Nesse mercado de escambo, as moedas correntes costumam ser cargos e verbas em troca de apoio". A tal “nova política”, tão bravateada pela cloaca burguesa – e por sua mídia – serviu apenas para dar o golpe contra Dilma Rousseff e preparar o clima para a ascensão do fascismo no Brasil.

Os milicos que se cuidem!

Em tempo: O "partido dos militares", que hoje é o principal sustentáculo do laranjal bolsonariano, que se cuide. O Centrão está de olho nas pastas ocupadas por generais. Braga Netto, da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, e Eduardo Pazuello, da Saúde, podem ser defecados em breve.

Uma notinha da revista Época dá uma ideia do apetite da turma da Centrão. “Em jantar com Arthur Lira nesta quarta-feira [20 de janeiro] em São Paulo, deputados comentavam sobre possíveis ministérios que o Centrão poderia ganhar numa eventual eleição do candidato de Jair Bolsonaro à Presidência da Câmara. A nomeação para o Ministério da Saúde de Ricardo Barros, do PP do Paraná, que também é líder do governo na Câmara, foi dada como certa”. E haja gula, segundo a revista:

“Além disso, a expectativa é de que o Republicanos, que deu abrigo a Carlos e Flávio Bolsonaro, seja contemplado com pelo menos uma pasta. Nem mesmo o Tribunal de Contas da União ficou de fora das ambições dos parlamentares... O evento contou com a presença de 74 deputados, sendo 43 da bancada paulista. Entre os presentes, estavam presidentes nacionais de partidos como o ex-prefeito e ex-ministro Gilberto Kassab, do PSD; Marcos Pereira, do Republicanos; José Tadeu, do PL; a deputada Renata Abreu, do Podemos; e Luis Tibé, do Avante”.

Depois da Ford, Zara e 3M fecham e demitem

Posted: 31 Jan 2021 04:47 AM PST

Situação dos povos indígenas na pandemia

Posted: 31 Jan 2021 04:36 AM PST

Retrato da crise do trabalho no Brasil

Posted: 31 Jan 2021 04:31 AM PST

MST: Em defesa da vida e da esperança!

Posted: 31 Jan 2021 04:29 AM PST

Do site do MST:

Ancoradas e ancorados pela mística rebelde e cultivada com a cultura camponesa, a Coordenação Nacional do MST, no marco dos nossos 37 anos, reuniu-se de forma remota no período de 28 a 30 de janeiro de 2021, contando com cerca de 1000 delegadas e delegados de todo país, com o objetivo de analisar a conjuntura nacional, internacional, nos aprofundar no estudo da questão agrária, projetar a Resistência Ativa e a construção permanente da Reforma Agrária Popular.

“Sonhamos para além de nós próprios” e dedicamos a nossa formulação e disposição de luta em solidariedade aos familiares das 222.666 pessoas mortas (oficialmente) na pandemia no Brasil. Entendemos, que essas mortes não são apenas causadas pelo vírus, mas é resultado da lógica de um mundo regido pelo neoliberalismo, onde o lucro está acima da vida. E, em meio a corpos em gritos de asfixia, cerca de 2 mil bilionários aumentaram suas fortunas para 12 trilhões de dólares. Apenas com o lucro, em 2020, das dez pessoas mais ricas no mundo, seria possível comprar vacina para toda população mundial.

Mas, para os povos, a crise do capitalismo tem se agravado. E tem cobrado em destruição da natureza, em empregos e renda, e sobretudo em vidas humanas! No Brasil, esse cenário se aprofunda sob o comando do governo Bolsonaro, que tem a pior gestão da pandemia no mundo. Chegamos a um cenário onde dos 100 milhões de brasileiros economicamente ativos, 14 milhões estão desempregados, 6 milhões desalentados e 40 milhões de pessoas vivem de “bicos”. São 60 milhões de brasileiros e brasileiras abandonados pelo Estado, expostos à violência e à fome, agravada pelo fim do auxílio emergencial e pela alta no preço dos alimentos. Volta Auxílio Emergencial!!

A vacinação não está garantida para todos. E isso não é só incompetência, é projeto de morte, de quem despreza a vida do povo brasileiro! A situação de Manaus e de outros estados, sem oxigênio, sem médicos e insumos, é um crime de Estado. Queremos respirar! Vacinação já!! Para todos e todas, gratuita e garantida pelo SUS! Portanto é urgente a revogação da Emenda Constitucional 95, que impôs cortes para a saúde pública e a educação.

Contudo, sabemos que não será garantido pelo projeto de morte, e o povo brasileiro tem se manifestado em resistência. Já são 66 pedidos de impeachment protocolados no Congresso. Exigimos que o presidente da Câmara respeite a vontade popular e coloque o Impeachment em votação. Jamais esqueceremos os nomes de todas as autoridades que silenciam ou colaboram com o assassino que está no poder. Estamos atentos e exigimos a restituição dos direitos políticos de Lula. E não recuaremos diante das ameaças de rompimento com a democracia.

O Fora Bolsonaro é urgente e necessário! Não podemos esperar! Chegou a vez do povo! 2021 trouxe um novo clima político protagonizado pelas forças populares e de esquerda, reunidas pela Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, demonstrando que é possível combinar cuidados sanitários com ações simbólicas. Daqui pra frente, não daremos trégua, voltaremos às ruas com nossos carros, bicicletas, carroças e muita indignação. Seguiremos em luta no mês de fevereiro e em março seremos tomados pelos aromas das lutas do 8 de março.

Portanto, convocamos toda a classe trabalhadora a construir às bandeiras de lutas:

- A luta pela Vacinação Já! Volta Auxílio Emergencial! Fora Bolsonaro!

- Exigimos a derrubada dos vetos presidenciais ao auxílio aos povos do campo!

- Denunciarmos que a volta às aulas é crime. Aulas se recuperam, vidas não!

- Defender o SUS e revogar a Emenda Constitucional 95!

Nesse sentido, nos comprometemos em organizar o Fora Bolsonaro em todos os municípios que temos acampamentos e assentamentos, dialogando com o povo e defendendo a vida, produzindo alimentos saudáveis para amenizar os efeitos da crise junto ao povo, como 4 milhões de quilos de alimentos doados em 2020.

Seguiremos inspirados no exemplo de Paulo Freire em seu centenário e seguiremos firmes com o seu legado, produzindo alimentos saudáveis, plantando árvores, fazendo formação política, organizando nossa Jornada de Formação e Trabalho de Base e contribuindo com as ações de solidariedade nas periferias urbanas junto com outros movimentos populares e parceiros da nossa luta.

Reafirmamos a nossa solidariedade com todos os povos em luta no mundo e que estão resistindo à políticas de neocolonialismo, do imperialismo e de aumento da exclusão e da migração forçada. Nos solidarizamos com os povos do campo, das águas e das florestas em luta! Nos somamos à luta contra o racismo, contra a LGBTfobia e contra o patriarcalismo em todo mundo! Prestamos nossa solidariedade aos camponeses e camponesas da Índia que estão em luta há diversas semanas.

Seguimos na Resistência Ativa, nos nossos territórios enfrentando as políticas de desmonte da reforma agrária e as tentativas de privatização das terras, contra a entrega de 25% de cada município para o capital estrangeiro, a regularização da grilagem e a apropriação dos bens naturais. Denunciamos o modelo do agronegócio e da mineração como grandes culpados da eclosão das pandemias, por seu modelo de destruição das florestas e da biodiversidade, e da produção animal em escala industrial. “Porque lutar para nós é fazer aquilo que o povo quer ver realizado”.

Seguiremos nos articulando no Brasil e em nível internacional com todas as forças sociais e populares que querem construir uma sociedade baseada na solidariedade, na igualdade e na justiça social. Uma sociedade socialista!

Vamos à luta com nossas bandeiras!

Lutar, Construir Reforma Agrária Popular!

Covas encerra licença médica no Maracanã

Posted: 31 Jan 2021 04:18 AM PST

Por Paulo Donizetti de Souza, na Rede Brasil Atual:

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), encerrou nesta sexta-feira (29) uma licença médica de 10 dias. Aparentemente recuperado, Bruno Covas foi um dos 5 mil torcedores autorizados a assistir à final da Copa Libertadores neste sábado (30), no Maracanã. De acordo com imagens e informações que circularam em redes e portais de notícias, a condição prevista pela Conmebol (confederação responsável pela competição) não parece ter sido cumprida. Para admitir essa cota de convidados no estádio, a entidade exigia distanciamento para evitar aglomeração.

Bruno Covas vem fazendo tratamento de um câncer, diagnosticado em outubro de 2019, na cárdia, região entre o esôfago e o estômago. O prefeito passou por sessões diárias de radioterapia nos últimos dias de 2020. No dia 19 de janeiro, o Diário Oficial do Município publicou o pedido de afastamento por 10 dias. A publicação foi acompanhada de recomendação de repouso feita pela equipe médica que o acompanha, depois de uma sessão extra de radioterapia naquele dia. Não há informação oficial se Covas poderá retornar ao trabalho nesta segunda, depois do período de interinidade de seu vice, Ricardo Nunes (MDB).

Resultados sofríveis

No Maracanã, o santista Bruno Covas viu seu time perder para o Palmeiras em jogo sofrível, de pouco futebol. Com muita marcação e pouca criação de ambos os lados, o gol do Palmeiras foi marcado aos 54 minutos do segundo tempo. Pouco tempo depois de o técnico Cuca, do Santos, ser expulso por disputar fora de campo a bola com o lateral-direito do Palmeiras Marcos Rocha. O cartão vermelho – exagerado – ao técnico desconcentrou sua equipe, que vacilou em um cruzamento do atacante Roni para o Breno Lopes marcar.

O jogador havia entrado minutos antes. Com o resultado, o Palmeiras representará o futebol sul-americano no Mundial de Clubes da Fifa, no Catar. Jogará no próximo domingo (7) contra o vencedor da partida entre Tigres (México) e Ulsan Hyundai (Coreia do Sul). O país com melhor desempenho no combate à pandemia, a Nova Zelândia, não terá o time o do Auckland City na competição. Em respeito às novas recomendações de combate à covid-19, o campeão da Oceania decidiu ficar de fora.

Embora tenha se apresentado durante a pandemia como um político cauteloso, o gesto de viajar ao Rio de Janeiro e entrar num estádio de futebol é condizente com a conduta da prefeitura de São Paulo. Na prática, a gestão municipal, embora adote discurso diferente do presidente Jair Bolsonaro, não vem empreendendo esforços para com as recomendações de isolamento social e enfrentamento de aglomerações. O prefeito deu neste sábado um mau exemplo.

País doente

Isso no dia em que o país contou 58.462 casos de covid-19, além de 1.279 mortes. O Brasil chegou a 9,2 milhões de contaminados e 224 mil vidas perdidas, sendo 53 mil dessas mortes no estado de São Paulo. Proibidos pela Conmebol de “erguer a taça”, o também santista João Doria (PSDB), governador do estado, e o presidente da República, Jair Bolsonaro, dito palmeirense, não foram ao Maracanã.https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2021/01/prefeito-bruno-covas-encerra-licenca-medica-no-maracana/

A maior façanha de Bolsonaro (por enquanto)

Posted: 31 Jan 2021 04:14 AM PST

Por Eric Nepomuceno, no site Brasil-247:

Aprendi, ainda menino, que é essencial reconhecer características e até mesmo eventuais qualidades tanto em adversários como em inimigos. Esse reconhecimento é essencial na hora de planejar o combate.

Acontece que quando se trata de enfrentar alguém irremediavelmente desequilibrado, um primata sociopata, garimpar qualidades é tarefa quase que impossível. Características, tudo bem. Mas qualidade, e ainda mais eventuais façanhas...

Eis porém que, de repente, ao repassar a semana pela memória, percebo que está sendo cometida uma injustiça enorme com Jair Messias.

Despenca, e isso a cada hora, uma avalanche de críticas contundentes contra ele e o general da ativa do Exército, Eduardo Pazuello, seu cúmplice no maior genocídio jamais cometido em nosso país e um dos maiores do mundo ao longo de pelo menos o último século.

Aqui e acolá Pazuello tem o devido reconhecimento: energúmeno prepotente e nulidade irremediável para o posto que ocupa, o de ministro da Saúde, cumpre à perfeição a missão recebida.

Espalhou militares tanto da ativa como da reserva por cargos antes ocupados por médicos e pesquisadores, sem se esquecer das forças paralelas, ou seja, a Polícia Militar, num esforço concentrado para cumprir estritamente a orientação de Jair Messias: deixar milhares de brasileiros morrerem à míngua.

Cá entre nós, não chega a ser propriamente uma façanha. Afinal, regra medular nos militares – ainda mais os que, como Pazuello, continuam ativos – é justamente obedecer sem pestanejar as ordens recebidas.

É verdade que o tribunal de Nühremberg ignorou o tal argumento de “Eu estava apenas cumprindo ordens”, mas como as chances de um julgamento similar no Brasil são remotas, lá vai o general da ativa emporcalhando o uniforme e, pior, o próprio Exército.

Jair Messias, por sua vez, foi muito, muito mais longe.

Conduziu o Brasil a um posto inédito, conforme revelado num meticuloso estudo que examinou a ação dos governos de 98 países ao redor do planeta na prevenção e combate à pandemia.

A façanha: fomos contemplados com a classificação de piores do mundo nesse quesito. Nenhum, absolutamente nem um único mandatário foi capaz de ser tão criminosamente irresponsável.

Ao cumprir com rigor marcial seus instintos de psicopata sem volta nem remédio, estabeleceu de maneira surpreendente um rosário de iniciativas, todas exitosas, destinadas a apressar, para mais de 200 mil pessoas, o destino que, conforme o próprio Jair Messias fez questão de recordar, é inevitável – a morte.

Até mesmo seu ídolo e guia, o catapultado Donald Trump, que bem que tentou imitar o discípulo mas foi contido a tempo, advertiu sobre os riscos de os Estados Unidos caírem na vala em que Jair Messias nos jogou.

Ser considerado no relatório elaborado por entidades estrangeiras de investigação e pesquisa como sendo o pior governo do mundo na hora de tentar conter e combater a pandemia não é coisa pouca.

Já não são apenas brasileiros a condenar o genocídio levado a cabo pelo Ogro que habita o palácio presidencial: a façanha conta, agora, com reconhecimento internacional.

Se – e quando – Jair Messias for levado diante de um tribunal, aqui ou seja onde for, esse veredito será levado – e bem levado – em conta.

Bolsonaro acena com xêpa de cargos

Posted: 31 Jan 2021 04:06 AM PST

Por Fernando Brito, em seu blog:

Depois de promover uma “farra de emendas” para ganhar votos na eleição da Câmara dos Deputados, Jair Bolsonaro acena agora aos deputados com um lote de ministérios – Esporte, Cultura e Pesca – para sacramentar o que parece ser a maioria de votos que conseguiu por lá.

É provável, mesmo, que tenha esta maioria e que Rodrigo Maia venha a pagar por ter caminhado tanto tempo sobre o muro em relação ao governo, mas isso aí é café pequeno para os apetites que o Centrão pretende satisfazer com a eleição de Artur Lira à cadeira de mando da Câmara.

O que eles querem, mesmo, é o Ministério da Cidadania e sua Bolsa Família, de preferência turbinado por um novo benefício emergencial. A Saúde, outro pomo do desejo, não é para agora: é uma “fria” com pandemia, cloroquina e falta de ar na sala.

Os três “bolsominions” que ocupam as secretarias que Bolsonaro admitiu reelevar a ministérios – Marcelo Magalhães, Mário Frias e Jorge Seif – são três nulidades que acham que o presidente os elogiou quando o que fez foi pendurá-los pelos pés e exibi-los como galinhas para a degola.

Mas seus cargos não valem grande coisa e podem, no máximo, atender algum deputado ou bancada local.

Bolsonaro está prometendo o que pode e o que não pode, mas não creio que tenha a ilusão de que com um presidente da Câmara “amigo” vá contar com carta branca para impor sua agenda, nem econômica – isso quando vier a ter uma – e nem na chamada “pauta de costumes”.

O atual presidente não reúne, antes desagrega qualquer coisa que se lhe ponha a coordenar.

Foi assim com seus primeiros e fiéis escudeiros na campanha, com Sérgio Moro e até mesmo com os deputados do PSL que trouxe à Câmara com sua cauda.

Só o que lhe interessa é bloquear a possibilidade de um impeachment quando a ruinosa situação do país completar seu desmoronamento.

O ano que não quer ir embora

Posted: 31 Jan 2021 03:51 AM PST

Por Léa Maria Aarão Reis, no site Carta Maior:

Ou o planeta que parou de girar no falso documentário 'Morte a 2020'

Já houve um ano, o de 1968, que não conseguiu, na sua época, desaparecer para ser esquecido.

O ano do famigerado A-I5 no Brasil é histórico e acabou eternizado num livro clássico que o consagrou para sempre. Agora, 2020 segue na mesma direção: estrebucha, e também por motivos funestos se perpetua.

Registrado num pequeno filme de 70 minutos, Death to 2020, traduzido como 2020 Nunca Mais é uma das produções da Netflix mais acessadas neste mês de janeiro - provavelmente pela necessidade de distensão das platéias, de rir ou pelo menos de sorrir um pouco, assaltados que estamos por eventos sombrios, por dois vírus - corona e política federal - há um/ dois anos.

O pequeno filme, um falso documentário com tonalidade de comédia poderia ter se reportado à tragédia sanitária que avançou ano passado e se prolonga em 2021 (sem alívio no horizonte) como uma excelente sátira.

Material dramático transmutado em comédia não faltou a esse filme inglês que trata com respeito, indignação e mordacidade os resultados funéreos ocasionados pela pandemia que assola o planeta.

Mas a dupla de diretores ingleses Charlie Brooker, apresentador de TV, humorista e colunista do jornal The Guardian, e a produtora de televisão Annabel Jones desperdiçaram vários dos comentários irônicos e ácidos ao estilo britânico, semelhantes ao tom da antológica série inglesa, também de sua autoria, Black mirror, de 2011.

Mas derraparam na pressa de concluir o trabalho e em muitas das suas gags faz sorrir; o que nos tempos agônicos de hoje não é de se desprezar.

Os trunfos de Death to 2020 são os atores e as estrelas do elenco que interpretam os entrevistados do falso doc com destaque para Hugh Grant fazendo o professor de história ( o intelectual) afeito a um bom negroni e que superpõe a narrativa da realidade (?) com Guerra nas estrelas e com as lutas de gladiadores de Games of thrones.

Todos e todas entrevistadas e entrevistados encarnam personagens embalados no período da pandemia. O jornalista (Samuel L. Jackson) que pontifica, incansável, em Davos. A dona de casa viciada em internet, radicalizada.

O bilionário que compra uma montanha e nela instala seu bunker para sobreviver ao fim de mundo próximo. Trump. De vez em quando o historiador pergunta para a câmera: ''Trump pirou de vez?''

Debates entre Biden, Sanders (o ''avô anarquista'') e, depois, entre Trump e Joe Biden: uma disputa ''geriátrica''.

A psicóloga que ''detesta gente'' acha que os ''dois lados'' (conservadores, progressistas) ''estão muito infelizes.''

A mulher ''mais comum do mundo'' aprende a fazer todos os movimentos do cotidiano com os cotovelos para não se contaminar. Assistiu a toda a grade de filmes de plataformas de streaming na primeira quarentena. E agora, nesta segunda?

Um DJ coach de... ''vida'' que faz fortuna com seus ensinamentos pela internet.

A porta voz carreirista (Lisa Kurdow) do governo Trump no seu momento de despedida da Casa Branca e da máquina de mentiras que ajudou a montar. Tracey Ullman faz uma rainha Elizabeth II entediada recomendando cuidado para a câmera não esbarrar no lustre do seu salão.

Em resumo: quando o câmera (sempre fora de campo) admoesta o historiador delirante e diz que não está de acordo com suas observações, o professor perde a paciência: ''Vá se ferrar. Cala a boca e siga com a entrevista.''

Samuel L. Jackson, o repórter negro, sobre o assassinato de George Floyd em Mineapolis: ''Prefiro o vírus à polícia''.

A ''mulher solitária'' declara que treinou para manter dois metros de distância de si mesma porque precisou desenvolver várias personalidade para ter companhia.

Vale assistir Morte a 2020 e aceitar que o mundo ''parou de girar'', como pontifica o professor de história Hugh Grant.

Com Câmara no bolso, Bolsonaro se salva!

Posted: 31 Jan 2021 04:39 AM PST

Por Jeferson Miola, em seu blog:

A instalação do títere do Bolsonaro na presidência da Câmara dos Deputados tem duplo ganho para o regime dos generais.

Por um lado, representa um passo perigoso de hipertrofia e concentração do poder fascista-militar. Controlando a Câmara, o “Partido Militar” aperta o garrote sobre as instituições, controla abertamente outro poder de Estado e avança com sutileza e suavidade o processo de fechamento/tutela do Congresso.

Tudo feito de modo “asséptico”, sem precisar de “um soldado e um cabo” e, também, sem precisar disparar sequer um único tiro de fuzil. Para não parecer um golpe militar sobre o poder civil.

O segundo ganho é a blindagem do genocida do Planalto. Com seu títere na presidência da Câmara, o facínora ficará blindado tanto em relação à abertura de processo de impeachment por crimes de responsabilidade, como em relação à autorização para o STF julgá-lo por crimes chamados de “comuns” – genocídio, crimes contra a humanidade, contra a saúde pública etc.

Se Baleia Rossi não é nenhuma garantia de que o impeachment possa ser votado pelo Plenário da Câmara, Arthur Lira é a certeza de que esta urgência nacional terá nele um implacável adversário.

Bolsonaro enfrenta a conjuntura mais desfavorável desde que este ciclo de terror e horror iniciou, em 1º de janeiro de 2019.

Pela primeira vez, em todo este período, observa-se o descolamento, ainda que tímido, de setores e movimentos de direita e extrema-direita, ao mesmo tempo em que a oposição de esquerda e centro-esquerda se unifica em torno da bandeira do impeachment.

Manaus expôs sem filtros a natureza genocida e cruel do regime, abalou a legitimidade dos criminosos no poder e acendeu a luz de alerta para segmentos da oligarquia dominante.

A gestão criminosa e irresponsável do general-ministro da morte Eduardo Pazuello, um general ainda da ativa, abala ainda mais a imagem já emporcalhada do governo e das Forças Armadas.

Ao lado disso, com a derrota do Trump, a diplomacia pária-genocida se isola e enfrenta adversidades relevantes no cenário internacional. A agressão do lunático Ernesto Araújo à China é fonte permanente de instabilidade e crise para o governo, que depende totalmente da potência asiática para abastecer o Brasil com vacinas.

A Administração Biden não poupou recados e gestos de rechaço a Bolsonaro, que deverá ser humilhado antes de conseguir conversar com o presidente estadunidense. Os sinais são de que EUA – que se notabilizam por derrubar governos, apoiar ditaduras e impor regimes servis a seus interesses – não seriam empecilho à eventual destituição do cupincha tropical do Trump.

Por estes motivos, o controle da Câmara é fundamental para a governabilidade neste momento de dificuldades e de agravamento da crise de legitimidade do Bolsonaro e dos militares.

Segundo noticiado, o governo já investiu à vista R$ 20 bilhões na compra de deputados, e arrematou o passe de parlamentares venais com a promessa de “compra futura”, por meio da entrega de 3 ministérios para a farra de corrupção, apenas confirmada a eleição do Lira.

O general-ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, comanda esta orgia corrupta de compra parlamentar em distintas modalidades: no atacado, no varejo, à vista ou à prazo.

Com a Câmara dos Deputados no bolso, com o PGR subjugado, o judiciário tutelado, e contando com a conivência da oligarquia calhorda que jogou o país neste precipício fascista-militar, Bolsonaro está a um passo de materializar a proclamação que fez em 20 de abril de 2020, dia seguinte à participação dele no ato terrorista que pedia o fechamento do Congresso e do STF e a “intervenção militar com Bolsonaro no poder” em frente ao Quartel-general do Exército Brasileiro : “eu sou a Constituição!”.

Dudu Bananinha indenizará repórter da Folha?

Posted: 30 Jan 2021 12:50 PM PST

Da eleição na Câmara ao leite condensado

Posted: 30 Jan 2021 12:45 PM PST

Governo foi às compras e esqueceu a vacina

Posted: 30 Jan 2021 12:33 PM PST

O jornalismo sob assédio judicial

Posted: 30 Jan 2021 12:30 PM PST

Crimes da Lava-Jato e a inocência de Lula

Posted: 30 Jan 2021 12:28 PM PST

É necessária uma nova teologia da libertação?

Posted: 30 Jan 2021 12:24 PM PST

Para onde vai a economia do Brasil?

Posted: 30 Jan 2021 12:20 PM PST

Os ataques de Bolsonaro ao jornalismo

Posted: 30 Jan 2021 12:17 PM PST

A violência contra a mulher em dados

Posted: 30 Jan 2021 12:16 PM PST

Pazuello na berlinda e fura-filas da vacina

Posted: 30 Jan 2021 12:15 PM PST

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31/01/21 - Republicanos propõem a Biden plano alternativo de reativação econômica nos EUA

FONTE: https://www.istoedinheiro.com.br/republicanos-propoem-a-biden-plano-alternativo-de-reativacao-economica-nos-eua/

Republicanos propõem a Biden plano alternativo de reativação econômica nos EUA

Republicanos propõem a Biden plano alternativo de reativação econômica nos EUA

Joe Biden em Washington em 29 de janeiro de 2021 - AFP/Arquivos

Dez senadores republicanos anunciaram neste domingo que propuseram ao presidente, o democrata Joe Biden, um plano de ajuda econômica alternativo ao seu gigantesco pacote de 1,9 trilhão de dólares, argumentando que o deles poderia gerar consenso entre os dois partidos no Congresso.

Embora a nova administração queira votar o quanto antes seu projeto de lei para tirar o país da crise econômica provocada pela pandemia de covid-19, os republicanos se opõem ferozmente à cifra que consideram alta demais e que aprofundará ainda mais a dívida e o déficit orçamentário dos Estados Unidos.

“Eu me uni a um grupo de 10 senadores republicanos para escrever ao presidente Biden hoje com o objetivo de propor-lhe um projeto de lei alternativo de resgate de urgência, capaz de receber apoio bipartidário”, expressou no Twitter a senadora do Maine, Susan Collins.

Collins disse ter pedido uma reunião com o presidente para abordar o texto em detalhes.

Os detalhes do plano alternativo serão divulgados na segunda-feira, segundo os signatários.

Na carta enviada ao governo, assinada, entre outros, pelo influente Mitt Romney, ex-candidato à Casa Branca, e pelo senador Rob Portman (Ohio), os republicanos destacam que “bilhões de dólares dos planos de ajuda anteriores contra a covid não foram utilizados”.

Um dos signatários, Bill Casidy, informou à Fox News Sunday que a contraproposta alcaçaria os 600 bilhões de dólares, menos de um terço do valor previsto no projeto atual.

Por isso, teria poucas chances de ser aceita pelos democratas, que há meses pedem uma ajuda maior.

– Ação urgente –

“Recebemos a carta e a examinaremos durante o dia”, disse Brian Deese, assessor econômico da Casa Branca, ao canal de notícias CNN.

Segundo ele, o presidente está “aberto a ideias”, mas sua prioridade é que se aprove o plano o quanto antes, diante da emergência econômica provocada pela pandemia.

Os democratas consideram que os mais pobres e expostos podem esperar para receber a assistência.

“Acabamos de viver o pior ano na economia” desde o final da Segunda Guerra Mundial, acrescentou, lamentando que 30 milhões de americanos passam fome.

Os economistas também destacam de forma unânime o fato de que implantar um novo plano é essencial.

Deese declarou que “as disposições” do plano do presidente tinham sido “calibradas” para superar a atual crise econômica.

A crise fez o Produto Interno Bruto americano encolher 3,5% em comparação com 2019, a pior recessão desde 1946. Isso acentuou especialmente as desigualdades sociais.

– Primeiro a emergência –

Biden apresentou no começo de janeiro um plano de resgate de 1,9 trilhão de dólares para reativar a economia americana. Então, assegurou que tinha a intenção de obter a aprovação do Congresso no começo de fevereiro.

Esta iniciativa deve responder primeiro à emergência social, antes que aos planos de investimento para promover o crescimento econômico.

Seu plano inclui novos cheques para famílias, uma extensão dos direitos aos desempregados e fundos para cidades e estados para que reabram escolas, financiar um maior número de testes para a covid-19 e vacinas e inclusive mais ajuda aos cidadãos mais necessitados.

Além de considerarem a quantia total do projeto elevada demais, os republicanos querem uma votação em separado da proposta para dobrar o valor do salário mínimo nacional, atualmente em 7,25 dólares a hora, uma disposição incluída no plano de Biden.

Em março de 2020, o Congresso votou em caráter emergencial um plano de assistência de 2,1 trilhões de dólares para fazer frente ao impacto econômico causado pela pandemia.

Em seguida, apesar do vencimento das ajudas emergenciais, foi necessário esperar até os últimos dias de dezembro para que fosse votado um novo plano de US$ 900 bilhões.

Diante das reticências dos republicanos, o governo Biden insinuou esta semana que poderia usar um dispositivo legislativo que permitiria que o texto fosse aprovado por maioria simples.

Os democratas têm maioria nas duas casas, mas vantagem muito apertada no Senado.

“Devemos agir agora e os benefícios de uma ação forte imediata serão muito maiores do que os custos da inação a longo prazo”, disse na sexta-feira a jornalistas na Casa Branca Janet Yellen, a nova secretária do Tesouro.








04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA