31/07/21 - VÍDEO - MINISTÉRIO DA CULTURA FOI AVISADO SOBRE POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO NA CIN...

31/07/21 - BLOG do ALTAMIRO BORGES: Textos, Notícias e Comentários

 Sáb 31/07/21 16:07



Altamiro Borges

Sáb 31/07/21 16:07
De: Altamiro Borges <noreply+feedproxy@google.com>

Altamiro Borges


E agora Brasil? Balanço da mídia independente

Posted: 31 Jul 2021 12:00 PM PDT

Bolsonaro faz novas ameaças à democracia

Posted: 31 Jul 2021 09:18 AM PDT

Os laboratórios do trabalho digital

Posted: 31 Jul 2021 09:16 AM PDT

O fim da prisão neoliberal

Posted: 31 Jul 2021 09:11 AM PDT

Incêndio na Cinemateca e os ataques à cultura

Posted: 31 Jul 2021 09:07 AM PDT

Bolsonaro agora que o 'fundão' eleitoral

Posted: 31 Jul 2021 08:54 AM PDT

Pegasus e os perigos da espionagem digital

Posted: 31 Jul 2021 08:52 AM PDT

Brasil na trama mundial do golpe na Bolívia

Posted: 31 Jul 2021 08:50 AM PDT

A barbárie cultural do bolsonarismo

Posted: 31 Jul 2021 08:48 AM PDT

Os limites da tutela militar no país

Posted: 31 Jul 2021 08:46 AM PDT

Incêndio da cinemateca: tragédia anunciada

Posted: 30 Jul 2021 07:05 PM PDT

Centrão assume o comando do governo

Posted: 30 Jul 2021 05:15 PM PDT

A pandemia da Covid-19 está terminando?

Posted: 30 Jul 2021 05:14 PM PDT

Fascismo e as novas direitas no Brasil

Posted: 30 Jul 2021 05:12 PM PDT

A terceira via e os bonecos de ventríloquo

Posted: 30 Jul 2021 06:59 PM PDT

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Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

Está certo que existe um público resistente a Bolsonaro e a Lula, ambos com níveis elevados de rejeição.

Com isso, se repete a mesma ladainha que vem desde 2006: aposta-se em um candidato do não.

Não precisa apresentar projeto de país, políticas inovadoras, não precisa galvanizar a alma nacional em cima de propostas claras.

Basta dizer não e repetir o mantra do neoliberalismo terraplanista, que consiste no seguinte:

“Se equilibrar as contas públicas, se reduzir os direitos trabalhistas, se reduzir a burocracia, se fizer as “reformas”, seja lá o que forem as reformas, haverá uma explosão de crescimento que beneficiará a todos”.

Alguns, mais “sofisticados”, trarão bordões de cabeças de planilha: “Equilibrando as contas públicas, a inflação cairá, os juros cairão e o investimento florescerá”.

Pouco importa se esse modelo passou a ser implementado desde 2015, no infausto pacote Joaquim Levy, e, de lá para cá, enfraqueceu cada vez mais o mercado interno, ampliou a precarização do emprego, destruiu o financiamento da Previdência, através da redução do emprego formal.

Sempre haverá um idiota da objetividade para repetir esses mantras.

O tal centro-democrático não quer um estadista, quer uma celebridade-sela, que se deixa cavalgar.

Tentaram com Luciano Huck, colocando um preceptor para prepará-lo para a carreira política.

Cada figura da história tem o preceptor que merece. Alexandre Magno teve Aristóteles, Dom Pedro 2o teve José Bonifácio e Luciano Huck teve o polêmico ex-governador capixaba Paulo Hartung.

O Estadão chegou a montar um evento semanal, no qual Huck – recorrendo ao ponto – entrevistava grandes personalidades mundiais do liberalismo. Huck preferiu os pontos do Programa do Faustão.

Agora, tenta-se apostar em Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, que ganhou visibilidade não pelo feitos políticos, mas pela admissão de ser gay – que o torna um símbolo da modernização de costumes, mas não necessariamente um estadista.

Sua entrevista à Globonews, na 3a à noite, é medíocre.

Leite repete os mesmos bordões de Geraldo Alckmin em 2006, de José Serra em 2010, de Aécio em 2014 e de Alckmin em 2018.

Ou seja, um discurso derrotista.

Segundo essa lógica, todo pensamento do candidato deve ser elaborado pelo marqueteiro.

Abre-se mão do estadista, o político com intuição, capaz de perceber os novos tempos e conduzir a opinião pública em direção a uma nova utopia.

E espera-se que os eleitores votem pelas virtudes pessoais do candidato, buriladas pelos marqueteiros. Com todas suas limitações, foi o que Fernando Collor fez em 1990, Lula em 2002.

O tal centro-liberal viveu durante 8 anos do Plano Real e, de lá para cá, foi incapaz de uma ideia nova, um projeto de país.

Todos os candidatos limitavam-se a defender a privatização, a redução do tamanho do Estado, as tais reformas, como caminho para a redenção nacional.

Como essa série de nãos, não cria um projeto de país, temperavam essa sensaboria com o discurso moralista, indo no rastro do discurso de ódio aberto pela mídia.

Toda a geração de intelectuais tucanos desistiu do jogo político pela absoluta falta de disposição de transformação do partido depois da morte de Mário Covas, Sérgio Motta e Franco Montoro.

Trata-se de um engano fundamental.

Nesses meios da terceira via, costuma-se alegar que o candidato tem que ter um discurso acessível e não se comportar como defensor de teses complexas.

Ora, até para o discurso político acessível, tem que se ter preparo, a intuição para entender os novos tempos e apresentar propostas propositivas.

Collor entendeu a necessidade de reduzir a pesada centralização de Brasília, herdada do regime militar.

Lula foi o arauto do sentimento de solidariedade que chacoalhou o país com o aumento substancial da miséria no início dos anos 2.000.

Em 2010, a própria Dilma Rousseff içou a bandeira do desenvolvimento, em cima do sucesso do período 2008-2010.

Em 2014, em muitos setores simpáticos a Lula, havia uma enorme resistência à candidatura de Dilma, não apenas pelos erros econômicos de 2014, mas pela insensibilidade em relação a inúmeros temas sociais e identitários.

No entanto, na época da eleição, todos esses grupos insatisfeitos fizeram campanha para Dilma, porque na outra ponta estava um candidato, Aécio Neves, sem uma proposta positiva sequer em relação ao país.

A mediocridade do centro-direita é tão avassaladora, que qualquer pensamento novo é jogado no limbo dos temas desagradáveis.

É por isso que economistas como André Lara Rezende, Paulo Rabello de Castro, Armínio Fraga ficam em segundo plano, ou são entregues de mão beijada para adversários políticos, enquanto se aposta em Hucks, Mandettas, Leite e em outros destaques da mediocridade avassaladora.

Pode-se criticar Lula ou Ciro Gomes.

Mas são os únicos candidatos que avançam além da mesmice e acenam com o novo.

O semipresidencialismo para conter Lula

Posted: 30 Jul 2021 06:56 PM PDT

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Por Roberto Amaral

A história não se repete (a não ser, na conhecida lição de Marx, como farsa ou tragédia), mas no Brasil ela é recorrente, pois está no DNA da república, desde as ditaduras de Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, o recurso ao golpe de Estado, em suas múltiplas e renovadas modalidades. É o velho e castrense instrumento de que se vale a casa-grande para impor diques ao processo histórico, sempre que se lhe apresenta, ainda quando por erro de avaliação histórica, a emergência das massas, que no Brasil a burguesia anacrônica e os militares colonizados confundem, desde o século XIX, como “ameaça comunista”, fantasma sempre trazido à vida para justificar a sustentação do statu quo, naquele então a ordem derivada do escravismo colonial. 

Joaquim Nabuco (O abolicionismo, 1884). relata que a Sociedade Auxiliadora da Agricultura (a UDR da época) condenava como “comunista” o projeto do senador Souza Dantas, que, elaborado por encomenda do Imperador, previa a abolição da escravatura, associando-a ao acesso do liberto à terra. O projeto “comunista” do senador liberal e do monarca é de 1884! Desde sempre o cerne da vida nacional, a alma do sistema político, é a propriedade privada. Sacralizada pelo poder da terra.

Este é um país que muda e se transforma com a velocidade típica do mundo mineral.

Em 1950, a campanha contra a candidatura de Getúlio Vargas antecipou-se ao pleito. O ex-ditador, dizia a imprensa (nomeadamente O Globo, o Correio da Manhã, o Estadão e os jornais de Assis Chateaubriand) e dizia a UDN (o braço político dos militares, que por seu turno eram o braço armado do reacionarismo golpista), não podia ser candidato. Ficou famosa a sentença do jornalista e futuro deputado Carlos Lacerda, o ex-comunista que se transformou no principal líder da direita brasileira no século passado: “O senhor Getúlio Vargas, senador, não deve ser candidato à presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à revolução para impedi-lo de governar” (Tribuna da Imprensa, 1º/6/1950).

Eleito Vargas, a UDN e os militares (à frente de todos o ministro da Guerra, general Canrobert Pereira da Costa), tentam impedir sua posse, alegando, sem base constitucional ou legal, a necessidade de maioria absoluta de votos para a proclamação do eleito (Getúlio, em pleito que conhecera vários candidatos, obtivera 49% dos votos, contra 30% dados ao seu principal oponente). Derrotados pelo Tribunal Superior Eleitoral, militares e civis, na caserna, nos jornais, no parlamento, procedem à desestabilização do governo. Ao cabo, instala-se a “república do Galeão” (matriz da frustrada “república de Curitiba” de nossos dias), culminando com golpe de 24 de agosto de 1954. Como se vê, cumpria-se roteiro ditado por Carlos Lacerda.

Nas eleições de 1955 a cena é a mesma, com atores renovados. Os ministros militares, em manifesto à nação, anunciam a inconveniência da candidatura do ex-governador de Minas Gerais, Juscelino Kubitscheck, à presidência da república; o presidente da república, João Café filho, pede ao candidato que desista de sua candidatura “para evitar um golpe militar”. O general Juarez Távora, candidato da UDN, da direita e dos militares (como o brigadeiro Eduardo Gomes em 1946 e 1950) é derrotado, e as forças golpistas de sempre, visando a impugnar a posse dos eleitos, voltam a arguir a cediça tese da maioria absoluta, levantada antes contra Vargas. Derrotados nas urnas e no pleito judicial, políticos e militares tentam o golpe militar, frustrado pela dissidência do ministro da guerra, general Teixeira Lott.

Sem condições de conquistar o poder pelo único caminho conhecido pela democracia representativa, as eleições, a UDN e suas adjacências civis e militares passam a defender o parlamentarismo – que, no Brasil, não é um sistema de governo, mas o biombo por intermédio do qual a direita estima manter o poder apartado do humor das massas. Foi empregado como instrumento de golpe civil-militar em 1961, para impedir que a posse inevitável de João Goulart se fizesse acompanhar da plenitude dos poderes que lhe conferia o presidencialismo da Constituição de 1946, sob a qual fôra eleito em 1955 como companheiro de chapa de JK.

Hoje, o que se conhece como “centro” (um saco de gatos onde se arranham Doria, Kassab, Ciro, Amoêdo, Mandetta, Leite et caterva), proclama que a eventual candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da República deve ser evitada, pois seu sucesso representará a vitória de um dos “extremismos políticos” da cena político-ideológica brasileira, e, assim, mede com a mesma régua a centro-esquerda e a extrema-direita genocida. No mesmo sentido e com os mesmos objetivos os intelectuais orgânicos do sistema. Citado em artigo na última Piauí (nº 178), o requisitado economista Giannetti adjetiva Bolsonaro e Lula (este, consabidamente uma das lideranças políticas mais conciliadoras da história desta pobre república) como “divisivos”. Porque se o ainda presidente da república e candidato à reeleição em campanha é um extremista confesso, Lula, que a ele se opõe, precisa ser, embora em seus oito anos de governo tenha revelado moderação e capacidade de diálogo à toda prova. É a lógica do autointitulado “centro” que, não mais podendo apoiar a extrema-direita, não quer apoiar a centro-esquerda, para a qual o sistema ainda faz cara feia. Há, mesmo, um candidato desse campo conservador entendendo que o ex-presidente (que, segundo as pesquisas conhecidas, lidera as preferências eleitorais) deve ceder-lhe a vez, e, entre um ataque e outro, apela pela sua desistência. Apresenta-se em pré-campanha vociferando contra Lula, e seu discurso nada fica a dever em virulência à retórica de Carlos Lacerda contra Vargas. Nem fica longe do capitão. Mas ao eleger como alvo de sua iracúndia o ex-presidente, seu ex-ministro termina por se perfilar como linha auxiliar do candidato da extrema-direita. A esta tática chama-se “remar de costas para o objetivo”.

O chamado “centro”, que, no segundo turno de 2018, podendo optar pela moderada candidatura de centro-esquerda, optou pela abominável extrema-direita, suicidando-se, corre agora de seca a meca à procura de quem, com mínimas possibilidades eleitorais, possa representá-lo, e assim conter um possível avanço eleitoral de um Lula extremamente cauteloso.

Como se vê, enquanto faltam à esquerda e à centro-esquerda engenho e arte para a arquitetura de uma frente ampla, centro, direita e extrema-direita avançam em uma coalizão eleitoral de fato.

A hipótese da eleição de Lula, porém, ronda as conjecturas de analistas e atores. Pondo as barbas de molho, direita e extrema-direita refazem as pegadas de seus antecessores para retomar a envilecida tentativa de mudança de sistema de governo. Se a eleição e posse de Lula podem se transformar em realidade, então que previamente se lhe castrem os poderes, como surrupiados foram os poderes de Jango em 1961. Posto que o pleito do parlamentarismo tout court está vedado na atual ordem constitucional pelo pronunciamento do plebiscito de 1993, que ratificou a opção pelo presidencialismo, os juristas da classe dominante inventam o mostrengo do “semipresidencialismo”.

O lamentável presidente da Câmara dos Deputados, porém, a quem foi entregue o comando da operação dessa indecência no Congresso quer ir mais a fundo, pois a fome de poder do “centrão” é insaciável. Ameaça a república com uma “reforma” do sistema político e eleitoral que ofende a ordem constitucional e despedaça a democracia representativa. É o que pretende, por exemplo, com o tal “distritão” para a eleição de deputados e vereadores, o pior sistema jamais imaginado, mediante o qual a escória política espera tão simplesmente conservar o atual controle sobre o legislativo brasileiro, pois, destruindo com os partidos, ensejando a eleição de personalidades de ocasião, desafeitas ao debate público e às questões políticas e de Estado, afasta da campanha e do parlamento a discussão programática e o debate cívico, impedindo ou dificultando ainda mais a eleição de candidatos de formação ideológica. Acaba de vez com o chamado “voto de opinião”, e cria novos “currais eleitorais”, desta feita controlados pela mídia eletrônica e pelas seitas religiosas, regadas com os recursos que o “centrão” tão bem sabe drenar dos cofres públicos.

Esta proposta tem as impressões digitais de Michel Temer, o que vale como atestado de sua peçonha. Ele a apresentou, anos passados, em reunião do conselho político de Lula, de onde sairia para a vice-presidência de Dilma Rousseff, para cumprir o papel de perjuro que havia sido traçado para Café filho, vice de Getúlio Vargas.

O enredo do misto de tragédia e farsa em cena, reservara, contudo, papel de destaque para as hoje desacreditadas forças armadas brasileiras. Coube ao general ministro da defesa sair de seus cuidados e faltar às suas responsabilidades (como fardado e como ministro) para associar-se ao capitão parvo e pulha na trama que visa, na busca do caos político, a denunciar como fraudado um pleito que ainda não se realizou. Cometendo crime de responsabilidade e atentando contra a Constituição, o general faz chegar ao presidente da Câmara, político sem limites, que não haverá eleições, ou seja, haverá golpe militar, se o Congresso não aprovar, como quer o capitão candidato, a adoção do voto impresso. Pego com a boca na botija, o general engendra capciosa nota de desmentido em que termina por afirmar o que pretendia negar, a testemunhada ameaça às instituições democráticas. Volta a defender o voto impresso e o vincula “a maior transparência e legitimidade no processo de escolha” de nossos representantes nos diversos poderes. É o repeteco, agora claramente como farsa, do tweet do general Villas Bôas, então comandante do exército, dizendo ao STF como aquela corte deveria votar para impedir, em 2018, a candidatura do ex-presidente Lula.

Não cabe ao general ministro e a nenhum general ou almirante ou brigadeiro, com comando ou não, enquanto na ativa, dar pitacos na política, ou dizer o que o Congresso deve ou não aprovar, ou como o STF deve julgar; muito menos lhes é permitido dizer, como diz o ainda ministro da defesa em sua malfadada nota, que as forças armadas cumprem a Constituição, como se pudesse dizer que não a cumprem, e muito menos pode dizer que elas sempre cumpriram com seu dever, tantas foram as que vezes em que a violentaram.

Solidariedade

Assino o artigo de Conrad Hübner Mendes, “O STF come o pão que o STF amassou” (FSP. 6/4/2021).

Bolsonaro e o saco de espantos

Posted: 30 Jul 2021 06:50 PM PDT

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Por João Guilherme Vargas Netto

A expressão é de Machado de Assis e descreve bem as atitudes do presidente Bolsonaro em relação aos trabalhadores, às relações de trabalho e ao movimento sindical.

Desde o primeiro dia de seu governo e mesmo antes, é uma mistura de desconhecimento, de desprezo e de ojeriza que produz constantemente palavras e atos agressivos e lesivos no mundo do trabalho.

Inaugurou o seu mandato com a extinção do ministério do Trabalho, não respondeu até hoje à carta institucional das centrais sindicais, eliminou o ganho real do salário mínimo, convive com um desemprego aterrador e tem produzido atos capazes de agravar ainda mais a vida dos trabalhadores, desorganizar as relações de trabalho e agredir os sindicatos.

Deve-se registrar que muitos deles têm tido o apoio, aquiescência e a cumplicidade do Congresso Nacional, contaminado pelo neoliberalismo avassalador.

Um novo capítulo espantoso escreveu-se nos últimos dias com a recriação do ministério do Trabalho, entregue a um acólito para acomodar no governo um líder do Centrão, sem o reconhecimento formal do erro absurdo da extinção intempestiva.

Não bastasse a motivação politiqueira que está longe de atender às necessidades de criação de empregos, de regularizar as pervertidas relações do trabalho e de reconhecer o papel dos sindicatos, o destino do novo ministério tem prazo de validade menor que de um iogurte, segundo informações da mídia.

As centrais sindicais (que sempre criticaram a extinção), ao mesmo tempo em que avaliam a recriação do ministério devem unitariamente apresentar uma pauta de exigências e de reivindicações que balizem a atuação do novo órgão de governo e se vacinar contra o atordoamento deste novo saco de espantos.

Disco voador? Avião? Não, é Ciro Nogueira

Posted: 30 Jul 2021 06:20 PM PDT

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Por Bepe Damasco, em seu blog:

Se um extraterrestre desembarcasse de seu OVNI esta semana no Brasil, teria a impressão de que uma grande personalidade do país, respeitada internacionalmente, fora convidada para assumir a chefia da Casa Civil do governo de extrema-direita de ocasião.

Só que não. O senador pelo Piauí, Ciro Nogueira, a quem se procura atribuir superpoderes, é apenas mais um entre tantos políticos medíocres e inexpressivos, cuja principal expertise – o fisiologismo político mais escrachado para a conquista de emendas e cargos – está longe de ser novidade no panorama da capital do país. O governo Bolsonaro está repleto de Ciros Nogueiras.

A julgar pelo latifúndio de tempo na TV e pelo espaço privilegiado nos sites e jornais, a troca de comando no ministério responsável pela articulação política mudará pelo avesso a gestão. Ouvimos até apostas vazias de que a mera presença do senador no governo terá o condão de fortalecê-lo.

Globo e congêneres tentam justificar a cobertura exagerada e francamente desproporcional à importância real do episódio com o argumento de que uma das principais lideranças do Centrão acaba de ser finalmente entronizada no Planalto.

Tudo isso como se o fato de Bolsonaro ser refém do Centrão no Congresso fosse novidade. Ou se houvesse uma diferença essencial em termos de postura e métodos entre os próceres do Centrão e os generais da boquinha. Ou se a tal ala ideológica, eufemismo para os descerebrados nazi que rezam na cartilha de Olavo de Carvalho, o Centrão e os militares representassem segmentos radicalmente distintos.

Nada mais falso. Tão fajuto quanto esta história que os “isentões” inventaram de que padecemos dos males de uma conjuntura de polarização política, de clima de Fla x Flu, de disputa de projetos entre extremos.

Qualquer análise sobre o atual cenário político que se pretenda minimamente séria, e não contaminada por uma naturalização que sempre tem lado, há que levar em conta que a natureza do confronto na sociedade se dá entre civilização e barbárie, democracia x ditadura e liberdades democráticas versus totalitarismo.

De um lado, uma grande parcela da nossa gente não abre mão de viver sob a égide do respeito aos direitos humanos, valorizando a ciência e as artes. Do outro, se situam aqueles que destilam ódio e preconceito por todos os poros, exibindo comportamentos racistas, misóginos e homofóbicos, sempre prontos a expressar sua aversão aos pobres.

Isto posto, com nuances e ênfases aqui e acolá à parte, todas as correntes que formam o bloco de apoio a Bolsonaro são sócias de um governo responsável por centenas de milhares de mortes, e por isso têm seus ternos e fardas manchados de sangue.

Seja o deputado ou senador do Centrão especializado em abocanhar emendas do orçamento, ou o militar estrelado que traiu seu compromisso com a pátria para pregar rupturas da ordem constitucional, ou os discípulos da estupidez olavista, todos são parte de um governo neofascista, que ameaça a democracia dia e noite e não esconde de ninguém seu projeto estratégico de destruir os pilares da República e, consequentemente, a nação. 

Pazuello acha que este é um país de otários

Posted: 30 Jul 2021 06:19 PM PDT

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Por Fernando Brito, em seu blog:

O resumo da história é assim:

Avisado de possíveis irregularidades num contrato de R$ 1,6 bilhão para compra de vacinas, o presidente da República chama seu ministro da Saúde e lhe transmite as suspeitas: ô Pazuello, fiquei sabendo aí de uma história cabeludas no que tange à vacina da Índia. Dá uma olhada lá para ver se procede, talquei?

Isso no dia 20 de março, um sábado à noite ou logo no domingo de manhã.

Segunda-feira, 22, depois de escarrapachar-se na cadeira, manda chamar seu secretário: ô Élcio, o presida veio me falar de umas c… aí na compra da Covaxin, vi lá ver que m… é essa.

Terça, 23, volta ao Ministério para assinar a transmissão do cargo para Marcelo Queiroga, que há uma semana era o ministro-porcina extra oficial da Saúde.

E o coronel Élcio chega para ele e diz: olha, aquela parada lá da vacina era furada, o rapaz lá me falou que tá tudo certo.

Creia ou não, foi esta a história de “cabo de esquadra” que o general Eduardo Pazuello contou hoje em seu depoimento à Polícia Federal.

Pouca coisa mais inacreditável que a contada pelos ministros da Saúde – o atual, Marcelo Queiroga – e o da Controladoria Geral da União, Wagner Rosário, dizendo que o contrato entre o Ministério da saúde e a Precisa Medicamentos era “absolutamente normal” em preços e prazos, exceto pelo pequeno detalhe de que tinha documentos falsos, autorizando a farmacêutica a discutir e contratar pelos indianos, justamente os preços, prazos e outros compromissos contratuais.

E se saem com um “não sabemos ainda” quem teria levado os documentos falsos ao processo e com que finalidade.

Ora, é obvio que os documentos não chegaram voando pela janela e o protocolo do ministério tem o registro de quem o protocolou ou pediu que fossem protocolados.

E eles servem exatamente para o que dizem que servem: dar à Precisa o poder de contratar, como contratou, preços e prazos da entrega das vacinas.

Se documentos falsos foram usados para isso é, sem meias palavras, crime.

E crime doloso, pois a algo a fraude visava.

E será isso outra proeza daquele poderoso “o rapaz”, que juntou as procurações “frias” ao processo?

A tentativa de jogar uma pá de cal na questão da Covaxin antes da volta das sessões públicas da CPI é tão evidente quanto primária.

Assim como é inútil.

Quem pode defenestrar Bolsonaro é o TSE

Posted: 30 Jul 2021 06:15 PM PDT

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Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:

“Até quando, Catilina, abusarás da paciência nossa? Por quanto tempo ainda há de zombar de nós a tua loucura? A que extremos se há de precipitar a tua audácia desenfreada?"

Assim falou Cícero no Senado romano, na mais conhecida de suas Catilinárias, perorando contra Catilina e suas maquinações ditatoriais.

Além de não termos um Cicero, nem discursos nem esculachos abalam a imoralidade e o cinismo de Bolsonaro.

O presidente do STF, Luiz Fux, dirá palavras ao vento no discurso que pretende fazer na segunda-feira, na reabertura dos trabalhos judiciários, pregando a observância dos limites constitucionais por todos os poderes e especialmente por Bolsonaro.

A live infame de quinta-feira, transmitida por redes sociais e pela TV Brasil que já foi pública e hoje é canal do bolsonarismo, exige das instituições mais que contestações, como fez o TSE ao desmontar 18 mentiras contadas por Bolsonaro sobre o sistema eleitoral.

Mais que palavras indignadas de ministros do STF que o chamaram de moleque.

Mais que as denúncias de políticos da oposição sobre seu projeto golpista de desacreditar a eleição para continuar no poder a qualquer custo, diante da sangria de popularidade e das pesquisas que apontam sua derrota eleitoral.

Basta de notas de repúdio e de respostas frouxas.

Bolsonaro não mente desavergonhadamente para dar pilha à base de apoio, mantendo-a unida, coesa e exaltada.

Cada vez que ele diz, como na live infame, que o presidente do TSE está mancomunado com Lula para fraudar a eleição, ou que os ministros do STF cometeram um crime, autorizando governadores e prefeitos a subtraírem direitos e garantias constitucionais no combate à pandemia, ele confunde as pessoas, semeia desconfiança do processo eleitoral e desacredita a corte suprema de Justiça.

Vai cavando apoio ou simpatia ao golpe que planeja para quando for derrotado, apresentando-se como o coitado que foi vítima da fraude e de um STF que não o deixou governar.

As manifestações populares pelo impeachment de Bolsonaro vão continuar e devem engrossar com o avanço da vacinação mas não irão invadir o Planalto para arrancá-lo da cadeira.

Elas estão legitimando a decisão que as instituições não podem mais esperar para tomar.

Mas de quem esperar o ato necessário?

Nessa live mesmo, estão aí os juristas afirmando, ele cometeu alguns crimes de responsabilidade, afora os tantos outros descritos nos mais de 120 pedidos de impeachment já apresentados.

Entretanto, o presidente da Câmara, Arthur Lira, já deixou claro que não vai cumprir o seu dever, que continuará sentado sobre todos eles.

Não colocará nenhum para tramitar mas também não mandará nenhum para o arquivo, alegando falta de fundamento jurídico.

E com isso, o Centrão vai elevando o preço de seu apoio e ocupando mais espaços no Estado desgovernado. Esta porta não vai se abrir.

Poderia o STF processar Bolsonaro por crime comum, escolhendo um entre tantos já cometidos?

Não, por duas razões óbvias.

Primeiro, porque o Procurador-Geral da Republica, Augusto Aras, tem a palavra decisiva, e ele já vendeu a alma a Bolsonaro.

Segundo, porque quando fosse pedida a autorização da Câmara, por 3/5 dos votos, o Centrão garantiria os 172 votos necessários para barrar a licença.

Está aí o inquérito sobre prevaricação no caso da Covaxin.

Quando ele for concluído, em setembro, Aras com certeza dirá que não encontrou nas conclusões elementos que justifiquem o oferecimento de uma denúncia ao STF.

E sem a denúncia, o Supremo não poderá avançar, pedindo a autorização da Câmara para o processo, que também não seria dada.

Quem pode livrar o Brasil de Bolsonaro e da convulsão política que ele está semeando, alardeando sem provas que o sistema de votação eletrônica permitirá uma fraude para derrotá-lo, é o TSE, se tomar coragem para apreciar logo a Ação de Impugnação de Mando Eletivo (AIME), cassando a chapa Bolsonaro-Morão.

O inquérito das Fake News, presidido pelo ministro Alexandre de Morais, já compartilhou com o TSE provas de que a mesma máquina de mentiras que atuou na eleição de 2018 depois alimentou os atos antidemocráticos e investiu contra o STF e o Congresso.

A CPI da Covid também já concluiu que a mesma máquina espalhou mentiras e desinformações sobre a Covid19, contribuindo para o morticínio.

Cabe ao presidente do TSE, ministro Barroso - que Bolsonaro já chamou de imbecil e acusa de estar programando uma fraude pró-Lula, e que os bolsonaristas em suas redes estão chamando de inimigo da democracia - acelerar este julgamento com os elementos já disponíveis.

Cassada a chapa, teríamos a posse provisória de Arthur Lira por 30 dias, e neste período o Congresso teria que eleger indiretamente um presidente tampão para conduzir o país até à eleição e à posse do eleito.

Por pior que seja termos um presidente eleito indiretamente, seu mandato será fruto de um pacto democrático, do compromisso de conduzir o país à restauração da normalidade.

Por traumático que isso seja, pior o país não ficará.

O crime sanitário já produziu a mortandade e agora existe a luz da CPI sobre o problema.

A economia pode até melhorar quando o horizonte político clarear.

Pior mesmo é ficarmos na janela, enquanto Bolsonaro trabalha pela destruição da democracia.

Ministro Barroso, a bola está com você.

Voltando ao começo.

Catilina fugiu de Roma com seu bando de desqualificados e foi derrotado por forças legalistas, vindo a morrer no exílio em Pistoia.

Seus sequazes que ficaram em Roma foram presos e executados.
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31/07/21 - BLOG " O CAFEZINHO" : Textos, Notícias e Comentários

 

Sáb 31/07/21 16:31

O Cafezinho

De: O Cafezinho <noreply+feedproxy@google.com>

O Cafezinho


Onze partidos interpelam judicialmente Bolsonaro sobre live bizarra

Posted: 31 Jul 2021 11:50 AM PDT

Neste sábado, 31, cerca de onze partidos protocolaram uma interpelação contra Jair Bolsonaro após ele promover live onde ataca sistematicamente o sistema eleitoral brasileiro e não apresenta provas sobre fraude nas eleições de 2014.

As legendas pedem que a interpelação seja feita pelo corregedor-geral eleitoral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Felipe Salomão.

O objetivo é fazer com que Bolsonaro se explique sobre as acusações sem provas e os ataques contra as eleições. O requerimento foi assinado por Solidariedade, MDB, PT, PDT, PSDB, PSOL, REDE, Cidadania, PV, PSTU e PCdoB.

Os partidos também querem que Bolsonaro apresente provas ” de suas ilações promovidas durante sua transmissão nas redes sociais que acusam o sistema eleitoral brasileiro de irregularidades”.

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Bolsonaro volta a fazer ameaças às eleições de 2022

Posted: 31 Jul 2021 09:17 AM PDT

Na motociata a favor do seu governo em Presidente Prudente (SP), Jair Bolsonaro voltou a atacar o sistema eleitoral na manhã deste sábado, 31. Na noite de quinta, 29, ele já tinha promovido um festival de mentiras e calúnias contra a urna eletrônica e atacou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso (STF).

Na prática, ele também deu de ombros aos conselhos do andar de cima do Centrão, o senador Ciro Nogueira e o presidente da Câmara, Arthur Lira, os graúdos do PP, que pediram para o inquilino do Planalto moderar o discurso.

Bolsonaro disse em alto e bom som para seu punhado de apoiadores que “não aceitaremos farsa” nas eleições de 2022. Lembrando que o ex-presidente Lula (PT), a preço de hoje, seria eleito em 1° turno como dizem as pesquisas.

“Queremos eleições, votar, mas não aceitaremos uma farsa como querem nos impor. O soldado que vai à guerra e tem medo de morrer é um covarde. Jamais temerei alguns homens aqui no Brasil que querem impor sua vontade”.

Claramente que Bolsonaro está insuflando, mais uma vez, seus apoiadores para o tumulto e o caos no pleito do ano que vem, assim como fez Donald Trump nos EUA em novembro de 2020. Além disso, o criminoso também recorre ao discurso golpista quando diz “jamais temerei alguns homens aqui no Brasil que querem impor sua vontade”.

Bolsonaro chegou em Presidente Prudente as 9h, realizou um percurso nas estradas que rodeiam a cidade e foi para o chamado Parque do Povo, principal ponto daquele município.

Estavam ao lado de Bolsonaro os ministros Marcelo Queiroga (Saúde) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e obviamente, Bolsonaro ignorou todas as medidas sanitárias contra a Covid-19.

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Pesquisa mostra que 14 dos 18 presidentes de partidos são contrários ao voto impresso

Posted: 31 Jul 2021 08:48 AM PDT

Um levantamento realizado pelo Instituto Ideia mostra que 14 dos 18 presidentes de partidos que participaram do levantamento são contrários ao voto impresso, defendido arduamente por Jair Bolsonaro para as eleições de 2022.

Os caciques também se dividem no que diz respeito ao chamado distritão. Nesse sistema, os parlamentares mais votados nos estados são eleitos, ignorando o peso da legenda.

A pesquisa foi lançada pelo ITS Rio, Transparência Partidária e Pacto pela Democracia para a campanha “Freio na Reforma: Política se reforma com democracia”.

Por ser uma pesquisa de cunho qualitativo, as informações detalhadas são sigilosas e não são estatisticamente representativos.

Entra os presidentes partidários que são favoráveis ao famigerado voto impresso, três são alinhados ao Governo Bolsonaro, enquanto um faz parte da oposição.

Já os mandatários defensores da urna eletrônica dizem que esse sistema é o melhor para o Brasil por ser “ágil, segura e um exemplo de modernidade para o mundo”.

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Grupo Prerrogativas afirma que Bolsonaro fez ‘calúnias inaceitáveis’

Posted: 31 Jul 2021 08:15 AM PDT

Nesta sexta-feira, 30, o Grupo Prerrogativas divulgou uma nota sobre a live feita por Jair Bolsonaro onde ataca sistematicamente as urnas eletrônicas. Ele também assumiu que não tem provas sobre fraude nas eleições.

O grupo avalia que além de ter praticado ‘calúnias inaceitáveis’, o presidente da República também aposta, mais uma vez, numa escalada golpista no momento que está em declínio nas pesquisas.

“Numa autêntica escalada golpista, Jair Bolsonaro prossegue agindo para desestabilizar o processo eleitoral. Na sua live de 29/7/2021, utilizando abusivamente canal público de TV, Bolsonaro recorreu a mentiras e distorções fáticas, a pretexto de comprovar sua teoria conspiratória de que as eleições de 2018 teriam sido fraudadas”, diz a nota.

Formado por juristas, advogados, professores, pareceristas e ex-membros do Ministério Público, o Grupo Prerrogativas também criticou os ataques de Bolsonaro contra o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso (STF).

“Praticou calúnias inaceitáveis contra magistrados e servidores da Justiça Eleitoral, sem a menor consistência. Lançou acusações aviltantes e despropositadas contra o presidente do TSE, ministro Roberto Barroso, ao tempo em que fomentou suspeitas absurdas de irregularidades naquele pleito, com o objetivo mal disfarçado de criar um ambiente de desconfiança, apto a tumultuar o processo democrático em nosso país”.

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Senadores classificam live de Bolsonaro sobre urna eletrônica como ataque à democracia

Posted: 31 Jul 2021 05:59 AM PDT

Senadores criticaram, pelas redes sociais, live realizada pelo presidente Jair Bolsonaro em que ele voltou a dizer, sem apresentar provas, que houve fraude nas eleições de 2018. Para eles, a transmissão ao vivo feita na noite de quinta-feira (29) foi “constrangedora”. E a classificaram como um “grave” ataque ao sistema democrático brasileiro.

“Bolsonaro fez acusações gravíssimas e criminosas, mostrando vídeos que já foram desmentidos, contra a Justiça Eleitoral. Foi grotesca a live de Bolsonaro e um grave ataque à democracia. Ao usar recursos públicos, uma TV pública e a cadeira presidencial para disparar acusações contra instituições e o processo democrático, ele avança em sua tática golpista. Precisamos reagir!”, alertou o líder do PT, senador Paulo Rocha (PA).

O presidente havia prometido apresentar durante a transmissão provas de que houve fraudes nas eleições de 2018, no entanto, voltou a exibir vídeos e teorias que circulam há anos pela internet e que já foram desmentidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), ao agir dessa maneira, o mandatário se tornou alguém “sem nenhuma credibilidade”.

“Em uma live com vídeos requentados e teorias delirantes, o presidente não provou absolutamente nada contra as urnas eletrônicas. Mais um blefe para uma plateia cada vez menor e mais radical. É o remake da cloroquina”, criticou.

De acordo com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), “as teorias conspiratórias” apresentadas por Bolsonaro são criadas pelo próprio mandatário para desestabilizar a democracia.  

“Não sei o que é pior: um presidente tão estúpido que acredita em teorias conspiratórias de WhatsApp ou um tão canalha que inventa as teorias conspiratórias de WhatsApp. No final das contas dá no mesmo, são ataques diários contra a democracia. É uma doença que vamos curar no voto”, afirmou.

Crime de responsabilidade

Na avaliação do senador Humberto Costa (PT-PE), o presidente não pode levantar suspeitas sobre o sistema eleitoral e seguir impune. Ele acusou o mandatário de ter cometido crime de responsabilidade ao fazer a afirmação e transmiti-la na TV Brasil. O conteúdo foi exibido ao vivo na TV estatal, com uso de equipe e a grade da emissora.  

“Bolsonaro fez uma TV pública transmitir ao vivo suas mentiras e cometeu um claro crime de responsabilidade, ameaçando o sistema democrático no país. Foi o maior ataque ao direito de voto desde a redemocratização. E o mais grave: usando a estrutura do Estado brasileiro para isso”, acusou.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) reforçou as críticas.

“Não temos provas, mas indícios, diz Jair Bolsonaro em mais uma tramoia contra o Brasil.  A consequência mais grave dos ‘indícios’ que a Lava Jato tinha contra o Lula é termos esse embuste como presidente e tantas vidas perdidas por ambição”, reforçou.

Já o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) replicou em uma rede social a defesa do presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, ao modelo de votação eletrônico, que vigora no Brasil desde 1996.

“’Uma fraude exigiria que muita gente no TSE estivesse comprometida. Ia ser uma conspiração de muita gente. Não há precedente e não há razão para se mexer num time que está ganhando’, afirmou o também ministro do STF. E você, concorda com ele? Ou é a favor da retomada do voto impresso?”, questionou o senador aos seus seguidores.

Fonte: Agência Senado

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Alexandre determina retomada da tramitação de inquérito contra Bolsonaro

Posted: 31 Jul 2021 05:54 AM PDT

Por Severino Goes – Conjur

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (30/7) a retomada da regular tramitação do inquérito que apura suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. O caso foi iniciado pela Procuradoria-Geral da República no ano passado, depois que Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, levantou a suspeita contra o presidente da República.

No dia 20 deste mês, o ministro já havia prorrogado o inquérito por mais 90 dias, pela terceira vez. Em seu despacho desta sexta, Alexandre considera a necessidade de que sejam feitas diligências pendentes para o prosseguimento das investigações, não se justificando a suspensão da tramitação que havia sido decretada em setembro do ano passado.

A retomada da tramitação, segundo o despacho, deve ocorrer independentemente do julgamento do agravo regimental interposto por Bolsonaro referente à forma como o presidente deve depor — se presencialmente ou por escrito —, caso que deve ser julgado pelo Plenário no dia 29 de setembro.

“Determino a imediata retomada da regular tramitação deste inquérito, independentemente do julgamento do agravo regimental interposto pelo Presidente da República Jair Bolsonaro, que está previsto para data breve, 29/9/2021. Comunique-se à autoridade policial. Ciência à Procuradoria-Geral da República”, diz o ministro em seu despacho.

A abertura do inquérito foi autorizada em abril de 2020 pelo então relator, ministro Celso de Mello. O magistrado, agora aposentado, entendeu que os crimes supostamente praticados por Bolsonaro, conforme narrado por Moro, podem ser conexos ao exercício do mandato presidencial.

Celso também considerou que o inquérito não pode ser sigiloso, como forma de garantir o direito de liberdade de imprensa e o amplo acesso da população aos autos.

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Mourão pode renunciar para abrir caminho para impeachment

Posted: 31 Jul 2021 05:46 AM PDT

Um general da reserva aconselhou o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) a renunciar ao cargo. De acordo com a CNN, Mourão avalia que não é o momento para deixar o Palácio do Jaburu.

O vice-presidente tem cogitado a hipótese desde que Jair Bolsonaro atacou a presença do general no governo e que como vice, é como se fosse um “cunhado indesejável”.

Bolsonaro também disse que “o vice é uma pessoa importantíssima para agregar simpatias e o Mourão tem uma independência muito grande e por vezes atrapalha a gente”.

Mourão ficou indignado com a afirmação, ele ficou sabendo do ataque de Bolsonaro quando estava em viagem oficial ao Peru. Em breve, os dois vão se encontrar para falar sobre os ataques e a insatisfação de Mourão diante dessa ofensiva contra ele.

Na avaliação do próprio Mourão, os rumores de sua saída do governo abre uma larga brecha para abrir um processo de impeachment contra Bolsonaro. De perfil mais “equilibrado” que Bolsonaro, Mourão teria o suporte necessário do mundo político para fazer um mandato tampão.

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Presidente de Portugal vem ao Brasil e se encontra com Lula

Posted: 30 Jul 2021 06:10 PM PDT

Na noite desta sexta-feira, 30, o ex-presidente Lula (PT) se encontrou com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, em São Paulo.

O mandatário português veio ao Brasil para participar da inauguração do Museu da Língua Portuguesa no centro da capital paulista.

“Diálogo fraterno com o presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa, que chegou hoje no Brasil para participar da inauguração do Museu da Língua Portuguesa. Conversamos muito sobre as relações Brasil-Portugal e União Europeia. Um agradável encontro”, divulgou o petista.

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Rede pede que STF multe Bolsonaro em R$ 500 mil a cada mentira sobre urnas eletrônicas

Posted: 30 Jul 2021 05:30 PM PDT

Nesta sexta-feira, 30, a Rede Sustentabilidade pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Jair Bolsonaro seja multado no valor de R$ 500 mil a cada vez que ele atacar e propagar mentiras sobre as urnas eletrônicas. 

Além disso, a legenda defende que em vez da União, o valor seja descontado do patrimônio pessoal de Bolsonaro.

“O senhor Presidente da República não respeita os demais Poderes da República, sendo necessária a imediata aplicação de pena de multa por evento de descumprimento a cada nova manifestação que faça acerca da inverídica existência de fraudes eleitorais, por via própria ou de seus Ministros ou familiares mais próximos”, afirmou o partido.

Em junho, a Rede também pediu que Bolsonaro apresentasse as provas de fraude nas urnas eletrônicas e se não atendesse a solicitação, que o STF proibisse Bolsonaro de falar sobre esse assunto.

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Marcelo Ramos: “passou da hora de STF, Câmara e Senado colocarem um limite a postura golpista do presidente da República”

Posted: 30 Jul 2021 05:11 PM PDT

O vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou nesta sexta-feira, 30, que “já passou da hora” do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) tomarem alguma atitude no que diz respeito aos ataques constantes de Jair Bolsonaro contra a democracia brasileira.

Ultimamente, o vice-presidente da Câmara tem adotado publicamente uma postura de oposição ao Governo Federal desde que Bolsonaro tentou jogar a responsabilidade pela aprovação do Fundão Eleitoral de R$5,7 bilhões no colo do parlamentar.

Além disso, o próprio Bolsonaro promoveu na noite desta quinta-feira, 29, um festival de mentiras e desinformação ao tentar defender, mais uma vez, o famigerado voto impresso. Na live, ele assumiu que não tinha provas, mas “indícios” de que as urnas eletrônicas são passíveis de fraude.

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Covid-19: mortes sobem para 555,4 mil e casos, para 19,8 milhões

Posted: 30 Jul 2021 05:01 PM PDT

Em 24 horas, foram registrados 40 mil casos e 963 mortes

Publicado em 30/07/2021 – 20:33

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

Agência Brasil — O total de vidas perdidas para a covid-19 subiu para 555.460. Em 24 horas, foram confirmadas 963 mortes em decorrência da doença.

Já a soma de pessoas que pegaram covid-19 desde o início da pandemia cresceu para 19.880.273. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde registraram 40.904 novos casos de covid-19.

Ainda há 729.433 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.595.380.

Os dados estão na atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgada pela pasta nesta sexta-feira (29). O balanço reúne os registros levantados pelas secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes relacionados à covid-19.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (138.702), Rio de Janeiro (59.110), Minas Gerais (50.346), Paraná (35.156) e Rio Grande do Sul (33.289). Os estados com menos mortes são Acre (1.798), Roraima (1.854), Amapá (1.906), Tocantins (3.502) e Alagoas (5.797).

Vacinação

O Ministério da Saúde distribuiu 176,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19, das quais 99,5 milhões foram aplicadas como primeira dose e 40,6 milhões como segunda dose ou dose única.

Até o fechamento da matéria, o Ministério da Saúde não havia disponibilizado o quadro com a situação epidemiológica.

Edição: Aline Leal

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Lira diz que a PEC do voto impresso será derrubada na Câmara

Posted: 30 Jul 2021 02:11 PM PDT

Nesta sexta-feira, 30, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que a PEC do Voto Impresso não deve se quer chegar ao Plenário da Casa, já que na Comissão Especial a proposta está com profundas dificuldades de ser aprovada.

“A questão do voto impresso está tramitando na comissão especial, o resultado da comissão impactará se esse assunto vem ao plenário ou não. Na minha visão, tudo indica que não”, avaliou durante live da Conjur com o ministro Gilmar Mendes (STF).

Já o magistrado considera que a defesa incessante de Bolsonaro sobre o voto impresso é “uma falsa questão” que camufla intenções negativas.

“Essa ideia de que, sem voto impresso, não podemos ter eleições ou não vamos ter eleições confiáveis, na verdade, esconde talvez algum tipo de intenção subjacente, de uma intenção que não é boa”.

Na chance remota de passar na Comissão Especial e ir a votação no Plenário, a PEC sob a relatoria do deputado bolsonarista Filipe Barros (PSL-PR), vai precisar de 308 votos na Câmara e 49 no Senado, em votação em dois turnos, para enfim chegar a sanção de Jair Bolsonaro, o maior defensor do voto impresso.

Outro detalhe é que para ser adotada já nas eleições de 2022, a promulgação do voto impresso tem que promulgada até o início de outubro.

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Associação de Mídia Digital pede ao Youtube que remova vídeo de Bolsonaro

Posted: 30 Jul 2021 02:01 PM PDT

ABMD pede ao Youtube remoção de live de Bolsonaro com ataques ao sistema eleitoral

“Na última quinta-feira o presidente Jair Bolsonaro usou seu canal na plataforma YouTube, com apoio inédito e flagrantemente ilegal da TV Brasil/Radiobrás e do aparato de comunicação social da Presidência da República, para inventar falsas vulnerabilidades das urnas eletrônicas e do processo de apuração e contagem de votos do Brasil. Também atacou instituições como o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal Superior Eleitoral e seus ministros.

Usadas como apoio à disseminação de tais ataques que repugnam os democratas e a Democracia, redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram, além das plataformas do Google e de aplicativos de mensagens como Whatsapp e Telegram, não só reproduziram as falas inverídicas presidenciais como, dado as características que lhes são próprias, arquivam e seguem (e seguirão) municiando o arsenal de falsidades, ódios e discursos impróprios produzidos pelo presidente e por sua máquina de intervir na cena política de forma desonesta e inapropriada.

Diante disso, e em razão do aprendizado que as democracias eleitorais em todo o mundo – inclusive o Brasil – colhem das sucessivas e contemporâneas intervenções de autocratas, candidatos a ditadores e fascistas que manipulam eleições a partir de fake news, a Associação Brasileira de Mídia Digital (*) solicita que o YouTube exclua definitivamente de sua plataforma todos os vídeos produzidos a partir desta “live” presidencial, bem como a sua íntegra.

Também é razoável esperar a punição do canal dentro das regras da empresa, que atua corretamente para evitar a disseminação de mentiras.

A ABMD pede ainda ao Google que vete as buscas pelos vídeos falsos, assim como às redes sociais e aplicativos de mensagens para que derrubem a disseminação e circulação das falsas afirmações feitas pelo presidente.

O processo de coleta e apuração de votos adotado no Brasil é íntegro, moderno e auditável. Ele cumpre forte papel na reconstrução democrática desde que a ditadura militar foi derrotada.

Deter cargos públicos não é prerrogativa para faltar com a verdade nas redes, nem diferencia um presidente mentiroso de qualquer outro criminoso que usa mentiras para abalar instituições e conturbar processos político-eleitorais.

Os veículos de comunicação que nós representamos fazem jornalismo independente e moderno. O ambiente digital é o ecossistema que habitamos. Nele, explicamos a conjuntura e levamos aos nossos leitores, telespectadores, ouvintes, assinantes, associados e parceiros, notícias reais e apuração honesta de fatos. Temos compromisso com a verdade.

Ninguém, pode vir a esse ambiente de mídias digitais para confundir, mentir e dividir ainda mais a sociedade.

Agir rapidamente contra as fake news, será didático para todos – sobretudo para o Brasil e para os brasileiros. E isso é urgente”.

Associação Brasileira de Mídia Digital (ABMD)*

Florestan Fernandes Jr., presidente

Luís Costa Pinto, vice-presidente

Adriana Delorenzo, secretária-geral.

(*) Associação Brasileira de Míedia Digital (ABMD), constituída em 09 de julho de 2021 com a participação de todos os seus associados-fundadores e com seu Estatuto Social, em fase de registro, com sede em Brasília

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Veículos digitais criam Associação em defesa da liberdade de expressão

Posted: 30 Jul 2021 01:54 PM PDT

Prezados leitores, o Cafezinho agora é membro dessa Associação, cuja nota de criação reproduzimos abaixo:

Associação em defesa da liberdade de expressão e pluralidade de ideias

“Devemos aprender a viver juntos como irmãos, ou iremos perecer juntos como tolos”, ensinava Martir Luther King.

É com esse espírito de fraternidade, forjado em anos de militância em prol do jornalismo independente, da pluralidade de ideias e da liberdade de expressão, que nasce a Associação Brasileira de Mídia Digital (ABMD).

Desde já, ela está disponível à sociedade como mais uma arma em defesa do Estado Democrático de Direito, o qual se deve considerar não como um princípio estático, mas como um organismo delicado e complexo, que apenas pode resistir ao autoritarismo se o alimentarmos diariamente com nosso ativismo cívico.

A ABMD nasce forte porque composta de veículos fortes e influentes, que sobreviveram e cresceram durante os anos mais turbulentos da nova república.

Uma das causas de tanta turbulência – ainda em curso – tem sido a escassa pluralidade no debate de ideias promovido pelos grandes meios de comunicação. E se estamos, aos trancos e barrancos, atravessando o deserto, e nos aproximando de momentos mais tranquilos, isso também se deve à existência de veículos de mídia independentes, como os que formam a nossa Associação.

Um dos principais objetivos da ABMD, naturalmente, será defender os interesses comerciais dos membros, e ajudar a estabelecer uma relação saudável e construtiva com as grandes plataformas de tecnologia.

O processo de criação já foi devidamente formalizado. A associação terá sede em Brasília, Distrito Federal. Já tem um website, https://abmd.jor.br/, e em breve suas redes serão anunciadas.

A primeira diretoria da entidade é formada pelos seguintes nomes e funções:

Florestan Fernandes Filho, presidente
Luís Costa Pinto, vice-presidente
Adriana Delorenzo, secretária-geral

A democracia brasileira ainda vive um momento complicado, em virtude de um governo que diuturnamente procura desestabilizá-la.

Até que essa página seja virada, sabe-se lá que tumultos ainda será preciso enfrentar. A ABMD ajudará seus membros e toda a comunidade que se reúne no entorno desses veículos a atravessá-los mais fortes e organizados.

Cordiais saudações a todos!

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Siqueira nega conversas sobre fusão entre PSB e PCdoB

Posted: 30 Jul 2021 12:11 PM PDT

Na tarde desta sexta-feira, 30, o presidente Nacional do PSB, Carlos Siqueira, rechaçou a hipótese de fusão entre o seu partido com o PCdoB.

Nos últimos dias, se criou uma especulação sobre o assunto e que a fusão das legendas seria para “fortalecer” a candidatura do ex-presidente Lula (PT) em 2022.

Além da negativa, Siqueira deixou nas entrelinhas um recado político a Lula, de que se o ex-presidente quiser ter o apoio dos socialistas não deveria endossar esse tipo de especulação e muito menos interferir nesse tipo de assunto.

“Não existem conversas para fundir o PSB com o PCdoB e se o Lula quiser nosso apoio mesmo não deveria se imiscuir neste assunto – que não pertence ao PT e muito menos a ele, Lula”.

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04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA