30/09/21 - VÍDEO - Movimentos populares voltam às ruas pelo Fora Bolsonaro

30/09/21 - VÍDEO - URGENTE! O dado mais chocante e repulsivo que você já viu até hoje sobre...

30/09/21 - Compare os 14 anos de PT, diz Bolsonaro sobre governo

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Compare os 14 anos de PT, diz Bolsonaro sobre governo

Presidente discursou durante cerimônia das obras do metrô de Belo Horizonte (MG)

30 set202112h42
| atualizado às 13h29
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Seguindo a agenda de viagens de comemoração aos mil dias de governo, o presidente Jair Bolsonaro participou nesta quinta-feira (30) de cerimônia de sanção do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) para obras do metrô de Belo Horizonte e do lançamento da pedra fundamental do Centro Nacional de Vacinas. Em um evento marcado pelas manifestações pró e contra governo, Bolsonaro teve o discurso interrompido e desviou suas falas para reforçar suas críticas à gestão do PT. "Vamos comparar os 14 anos de governo do PT com os 4 anos do nosso governo", pediu o presidente.  

Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto
15/01/2019 REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto 15/01/2019 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

A fala ocorreu após manifestações contra o governo interromperem seu discurso. O chefe do Executivo afirmou que não ofenderia a mulher responsável pela sua interrupção, declarando inclusive não ter entendido sua fala, mas garantiu que se "porventura" for candidato às eleições do ano que vem, teria "o maior prazer de debater com o candidato dessa senhora".

Acompanharam a comitiva presidencial os ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, e da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, além do ministro da Cidadania, João Roma e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Nos discursos que antecederam o pronunciamento de Bolsonaro, os ministros enalteceram o chefe do Executivo e sua defesa à liberdade, democracia e verdade. O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), que acompanhou Bolsonaro no evento, e também fez elogios ao chefe do Executivo, recebeu de volta o gesto de admiração do presidente, que declarou ser muito bom contar com o apoio de alguém com a "humilde" e da "estatura" de Zema.

Devido ao clamor popular, no início da cerimônia o presidente pediu que "na medida do possível", o governador e a segurança do evento liberassem manifestantes pró-governo para se aproximarem do local onde ocorria o evento. Também ocorreram protestos de oposição ao governo. Manifestantes reclamaram que foram impedidos de entrar na área da cerimônia. Grades que cercavam o perímetro foram derrubadas e a Polícia Militar teve que intervir.

Durante o evento, o presidente foi aclamado por apoiadores após pegar uma arma de brinquedo de uma criança fantasiada de militar, que sentou ao lado dele, e apontar o brinquedo para o alto. "Eu tenho quase 70 anos. Quando era moleque, eu brincava com isso. Com arma, com flecha, com estilingue. Assim foi criada a minha geração. E crescemos homem fortes, sadios, e respeitadores", declarou o presidente. Bolsonaro cumprimentou os pais da criança que, segundo ele, ensinam o exemplo civilidade, patriotismo e respeito.

Na cerimônia, o presidente sancionou uma lei que abre crédito especial no valor de aproximadamente R$ 3 bilhões. Deste valor, R$ 2,8 bilhões serão destinados à Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). A medida visa aumentar o capital da União na empresa a ser constituída a partir da cisão parcial da CBTU.

Dentre outras medidas, o projeto também destinará R$ 66 milhões para obras do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), R$ 33 milhões para fomento do setor agropecuário e R$ 22 milhões para projetos de infraestrutura hídrica da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Estadão

30/09/21 - Empresário admite financiar grupos da campanha de Bolsonaro

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Empresário admite financiar grupos da campanha de Bolsonaro

Fakhoury é investigado pela CPI por suspeita de financiar um esquema de disseminação de notícias falsas e ele próprio propagar fake news

30 set202113h18
| atualizado às 13h35
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Otávio Fakhoury depõe na CPI da Covid
Otávio Fakhoury depõe na CPI da Covid
Foto: Leopoldo Silva / Agência Senado

O empresário Otávio Fakhoury admitiu nesta quinta-feira, 30, em depoimento à CPI da Covid do Senado, ter custeado financiamento grupos que imprimiram material de campanha na campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018. "Declarei todas as minhas ajudas de campanha", afirmou.

"Esses valores (para o grupo de apoiadores de Bolsonaro) não foram para nenhuma campanha política e por isso não estão declarados", reconheceu ele.

Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional doações de empresas para campanhas eleitorais. O entendimento legal permite doações de pessoas físicas para campanhas, mas todas elas têm de ser registradas à Justiça Eleitoral.

Fakhoury é investigado pela CPI por suspeita de financiar um esquema de disseminação de notícias falsas e ele próprio propagar fake news.

CPI da Covid
REUTERS/Adriano Machado
CPI da Covid REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

Em seu depoimento, o empresário disse que é seu direito de não usar máscaras, de se posicionar contra as vacinas, advogar em favor do tratamento precoce com medicamentos sem eficácia e também questionar medidas de isolamento como o lockdown.

Essas medidas, defendidas por ele em redes sociais, contrariam o consenso científico para o enfrentamento da pandemia.

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30/09/21 - Bolsonaro questiona possível interesse comercial em pressão por vacinas...

FONTE:https://www.terra.com.br/noticias/brasil/bolsonaro-questiona-possivel-interesse-comercial-em-pressao-por-vacinas-e-defende-dose-de-reforco-gratuita 

Bolsonaro questiona possível interesse comercial em pressão por vacinas e defende dose de reforço gratuita

30 set202120h45
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O presidente Jair Bolsonaro questionou nesta quinta-feira se a pressão para que as pessoas se vacinem contra a Covid-19 não seria motivada por interesses econômicos e aproveitou para defender que a terceira dose, recomendada a certos grupos, seja fornecida sem custos.

12/05/2021
REUTERS/Ueslei Marcelino
12/05/2021 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

Para embasar sua afirmação, o presidente citou reportagens da mídia nacional sobre as possibilidades de lucros de farmacêuticas com a vacinação e as doses de reforço.

"Por que a pressão por vacinas? Será interesse comercial", questionou Bolsonaro, na tradicional transmissão semanal ao vivo por redes sociais.

"Ora, pessoal, não era suficiente uma ou duas doses? As empresas não diziam que era assim? Pois se tem a terceira dose, tem que ser de graça, ou não é? Não é direito do consumidor?"

O presidente, que desde o ano passado questiona a eficácia das vacinas e declarou não ver necessidade de tomar o imunizante contra a Covid-19, disse que não iria ser "politicamente correto" ou "brincar com a vida dos outros" e voltou a dizer que há pessoas com duas doses da vacina que contraíram a doença e faleceram.

Também voltou a defender tratamento sem eficácia comprovada contra a Covid, sem citar diretamente os nomes dos medicamentos.

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30/09/21 - À CPI, empresário bolsonarista admite negacionismo, critica vacina e uso de máscara

FONTE: https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/a-cpi-empresario-bolsonarista-admite-negacionismo-critica-vacina-e-uso-de-mascara

À CPI, empresário bolsonarista admite negacionismo, critica vacina e uso de máscara

Fakhoury disse que nenhum integrante de sua família foi imunizado contra a covid-19

30 set202121h10
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Ao prestar depoimento nesta quinta-feira, 30, à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, o empresário Otávio Fakhoury, investigado no inquérito das fake news, repetiu o discurso negacionista adotado por ele nas redes sociais. Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, ele disse ter restrições às vacinas e ao uso de máscaras, e insistiu na adoção do "tratamento precoce", composto por medicamentos ineficazes, contra a covid-19.

Confrontado pela exibição de um vídeo em que faz campanha pela retirada das máscaras e pelo "tratamento precoce", Fakhoury negou que tenha atuado para desestimular a população a adotar medidas protetivas contra o vírus. Ao se defender, disse que se limitou a "relatar" publicamente o que aconteceu em sua família - segundo ele, 14 pessoas contraíram a doença e tomaram medicamentos do "kit covid" antes de se curarem. Os remédios, afirmou, foram receitados por um médico.

Segurança. Fakhoury disse que nenhum integrante de sua família foi vacinado contra a covid-19. Afirmou, erroneamente, que os imunizantes estão em fase de testes e não têm comprovação de segurança. Antes do fim do depoimento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) encaminhou à CPI um parecer atestando a segurança das vacinas e esclarecendo que todos os imunizantes disponíveis no Brasil passaram pelas fases 1, 2 e 3 de testes.

Repetidas vezes, o empresário argumentou estar protegido pela liberdade de opinião. O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), rebateu a declaração. Afirmou que a atitude de Fakhoury põe em risco a saúde pública e que, por isso, não é alcançada pela liberdade de expressão, mas classificada como "crime".

Estadão

30/09/21 - STF restabelece passaporte sanitário no município do Rio

FONTE:https://www.terra.com.br/noticias/brasil/cidades/stf-restabelece-passaporte-sanitario-no-municipio-do-rio

 

STF restabelece passaporte sanitário no município do Rio

Presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, suspendeu liminar dada por desembargador na quarta-feira

30 set202118h22
| atualizado às 18h26
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, restabeleceu na tarde desta quinta-feira, 30, a exigência de comprovante de vacinação contra covid-19 para entrar em determinados estabelecimentos de acesso público no município do Rio de Janeiro. O chamado "passaporte sanitário" tinha tido sua exigência suspensa no final da tarde de quarta-feira, 29, por decisão do desembargador Paulo Rangel, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que atendeu pedido de habeas corpus impetrado por Roselee Mendes Pinheiro.

Fux também suspendeu outra liminar, que desobrigava o Clube Naval e o Clube Militar de exigir comprovante de vacinação de quem quisesse entrar em suas dependências.

O decreto municipal 49.335, de 26 de agosto, exige a partir de 15 de setembro que quem quiser entrar em determinados estabelecimentos de acesso público no município do Rio, como cinemas, teatros, museus e outros pontos turísticos, academias de ginástica, clubes e estádios de futebol, apresente comprovante de ter se vacinado contra a covid-19.

 O prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Paes, acompanha a divulgação do 37º Boletim Epidemiológico da covid-19
O prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Paes, acompanha a divulgação do 37º Boletim Epidemiológico da covid-19
Foto: Fernando Silva / Futura Press

"Se o cidadão quer ou não se vacinar é um problema seu que se encontra amparado pelo princípio da autodeterminação e pelo princípio da legalidade", escreveu o desembargador ao suspender o decreto. "Não cabe ao prefeito editar um decreto impedindo as pessoas de circularem pelas ruas se não fizer aquilo que ele manda fazer, por mais boa intenção que seu decreto possa ter. Aliás, tenho dito e aqui repito: de boa intenção o inferno está cheio. Todo ditador quer controlar a sociedade e sempre usa um discurso bondoso para cercear sua liberdade de locomoção", escreveu Rangel na decisão. "O grande vírus são esses homens que não tem compromisso ético e público com a sociedade", afirmou, em outro trecho. O desembargador chegou a citar o ditador alemão Adolf Hitler, líder dos nazistas e responsável pela morte de seis milhões de pessoas, a maioria judeus.

A Procuradoria Geral do Município do Rio recorreu ao STF. "A decisão proferida, em flagrante violência aos princípios da solidariedade social e da supremacia do interesse público, expõe injustamente a população a risco de saúde pública, além de inviabilizar o programa municipal de enfrentamento à pandemia, demandando, assim, a sua imediata suspensão", afirmou a Procuradoria.

"Defiro a liminar, para suspender a decisão proferida no Agravo de Instrumento em trâmite no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, de modo a restabelecer a plena eficácia do Decreto nº 49.335, de 26 de agosto de 2021, do Prefeito do Rio de Janeiro, até ulterior decisão nestes autos. Comunique-se com urgência o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro", decidiu Fux.

Estadão

04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA