1/1/2020 - O que Bolsonaro esconde por baixo da camiseta?

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30 DE DEZEMBRO DE 2019, 12H01

O que Bolsonaro esconde por baixo da

 camiseta?

Há, de fato, um volume estranho sob a camiseta do 
presidente que não parece ser uma arma
Foto: Reprodução
O que o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) esconde por baixo da camiseta? Fotos dele na Base Naval de Aratu, neste domingo (29), onde vai passar o réveillon, despertaram a curiosidade de vários internautas, entre eles o colunista da Fórum, Rodrigo Vianna, que pergunta: “O que Bolsonaro esconde sob a camiseta? Abdômen parece inchado. Ou carrega um dreno? Sequelas ainda das cirurgias no intestino? O que Bolsonaro esconde?”.
Uma simples busca na internet pela frase “Barriga de Bolsonaro” mostra internautas postando imagens intrigados com a mesma questão (veja abaixo). Há, de fato, um volume estranho sob a camiseta do presidente que não parece ser uma arma.
Bolsonaro foi vítima de uma facada, ainda durante a campanha, em 2018, e teve que fazer várias operações. Durante algum tempo usou um dreno no seu abdômen e também uma sonda nasogástrica, que foi retirada ainda em fevereiro deste ano.
Desde então, de acordo com vários boletins médicos, sua saúde vai bem. Na última semana, no entanto, Bolsonaro bateu a cabeça durante um acidente doméstico no banheiro do Palácio da Alvorada e teve que correr ao hospital. O Planalto informou que Bolsonaro fez uma tomografia computadorizada no crânio e que o exame de imagem não detectou nenhuma alteração.
Depois disso, ele foi para a Bahia com tudo, aparentemente, bem. Em uma de suas aparições em público, no entanto, foi notado este volume estranho sob a sua camiseta.

1/1/2020 - Michelle Bolsonaro – Cirurgiões plásticos estão de prontidão para atender primeira-dama

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01 DE JANEIRO DE 2020, 09H33

Michelle Bolsonaro – Cirurgiões 

plásticos estão de prontidão para 

atender primeira-dama

Ao longo do seu primeiro ano no Palácio da
 Alvorada, Michelle utilizou laser para uniformizar
 textura da pele e fez preenchimento com Botox
Foto: Montagem/Divulgação
A primeira-dama Michelle Bolsonaro passou por uma cirurgia, em julho de 2019, no Hospital das Forças Armadas, de correção do desvio de septo, que coincidentemente deixou o nariz um pouco mais arrebitado.
De acordo com informações da Veja, a equipe de cirurgiões plásticos que atende a primeira-dama está de sobreaviso no Rio de Janeiro. Eles devem embarcar no dia 1º ou 2 de janeiro para atendê-la em Brasília, onde poderá ser realizado um novo procedimento cirúrgico.
Ao longo do seu primeiro ano no Palácio da Alvorada, Michelle utilizou laser para uniformizar textura da pele e fez preenchimento com Botox. As diferenças podem ser percebidas na comparação das fotos acima.
Presidente viajou só
De acordo com informações divulgadas na última semana do ano, a primeira-dama passou por uma cirurgia e não viajou com o marido, Jair Bolsonaro, e a filha, Laura, para as festas de fim de ano.
“Não é grave”, disse Michelle ao ser questionada por jornalista na entrada do Palácio da Alvorada, onde se dirigiu para cumprimentar apoiadores de Bolsonaro.
O anúncio da cirurgia foi feito mais cedo pelo próprio Bolsonaro ao afirmar que a esposa não viajaria com a família para a Base Naval de Aratu, em Lauro de Freitas, na Bahia.
Criticado por deixar a esposa passar o réveillon e fazer uma cirurgia enquanto viajava de férias, Bolsonaro antecipou a volta para Brasília para passar a festa de virada do ano ao lado de Michelle Bolsonaro.

1/1/2020 - Ernesto Araújo deseja, em 2020, combater “Lulopetismo” no Brasil e no mundo

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01 DE JANEIRO DE 2020, 12H17

Ernesto Araújo deseja, em 2020,

 combater “Lulopetismo” no Brasil e

 no mundo

O ministro disse ainda: “há que combater na frente 
externa pois a esquerda sempre é transnacional”
Foto: Agência Brasil
Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores do governo de Jair Bolsonaro (Sem Partido), anunciou, em sua mensagem de Ano Novo, na manhã desta quarta-feira (1), pelo Twitter, que “em 2020 é preciso continuar trabalhando contra o mecanismo esquerdista, e não basta fazê-lo dentro do Brasil”.
O ministro disse ainda: “há que combater na frente externa pois a esquerda sempre é transnacional”.
Ao final, advertiu: “Lulopetismo+isentoleft são expressão de um projeto de poder global e globalista” (Sic).
“Feliz Ano Novo! Em 2020 é preciso continuar trabalhando contra o mecanismo esquerdista, e não basta fazê-lo dentro do Brasil. Há que combater na frente externa pois a esquerda sempre é transnacional. Lulopetismo+isentoleft são expressão de um projeto de poder global e globalista.”
Mulheres não mereceram
Esta foi a primeira do ano do Chanceler de Bolsonaro. Na última, proferida em discurso interno, na última semana de 2019, ele disse que homens diplomatas do Itamaraty conquistaram massivamente mais promoções de cargo do que mulheres por “merecimento”. Relato do discurso foi feito por uma fonte que estava presente no encontro.
O Itamaraty anunciou sua promoção anual de diplomatas dentro da carreira. O resultado mostrou uma realidade dura, mas que reflete diversas outras áreas do mercado de trabalho: apenas 9% dos promovidos eram mulheres, 4 em 44, metade da proporção histórica recente.

1/1/2020 - Nassif: “Facada de Adélio em Bolsonaro ainda é um mistério à procura de explicação”

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01 DE JANEIRO DE 2020, 21H14

Luis Nassif: “Facada de Adélio em

 Bolsonaro ainda é um mistério 

à procura de explicação”

Para o jornalista, há duas versões para o atentado:
 a versão oficial e a conspiratória, sobre um ato 
planejado visando garantir a vitória eleitoral de Bolsonaro
Bolsonaro no dia do atentado cometido por Adélio Bispo (Foto: Reprodução/Twitter)
O jornalista Luís Nassif publicou nesta quarta-feira (1º) um artigo em que analisa o que classifica como “mistério à procura de uma explicação”, sobre a facada de Adélio Bispo em Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral em 2018. Para o jornalista, há duas versões para o atentado.
“A versão oficial é que um sujeito, desequilibrado óbvio, decidiu matar Bolsonaro e foi mal sucedido. A versão conspiratória é que foi um ato planejado visando garantir a vitória eleitoral de Bolsonaro”, escreve.
Para Nassif, a facada teve um papel determinante no resultado das eleições e por isso é em episódio que não pode ter sua imensa relevância política desconsiderada. Diante das circunstâncias, para ele, a explicação de que Adélio Bispo seria um desequilibrado que tentou matar Bolsonaro seria insuficiente.
Diversos aspectos do episódio da facada e outros posteriormente descobertos pelas investigações revelariam isso, desde o fato de que, para acertar Bolsonaro, a faca teria entrado por uma brecha do colete à prova de balas, até as visitas de Adélio ao Clube de Tiro frequentado por Bolsonaro e também à Câmara Federal.
Nassif também considera suspeita a atuação rápida e eficiente dos advogados de defesa de Adélio e o papel da Polícia Federal, que ainda não apresentou conclusões sobre o caso. “Se houvesse vontade política, o caso seria resolvido e a identidade de quem contratou os advogados seria levantada em dois tempos”, afirma.
Apesar de não tomar conclusões definitivas sobre o caso, Nassif explica porque considera o episódio complexo e ainda sem explicação. “Pode ser que tudo não passe uma teoria da conspiração. Mas a sucessão de fatos sem respostas sugere que há mais segredos entre o céu e a terra do que supõe a vã teoria dos idiotas da objetividade”, escreveu.

1/1/2020 - Tucanos sepultam legado de Covas e mortes pela polícia sobem 46% em 20 anos

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Tucanos sepultam legado de Covas e mortes pela polícia sobem 46% em 20 anos

01/01/20 por Arthur Stabile
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Ouvidoria da Polícia de SP comparou estatísticas entre 1995 e 2000 com gestões de 2014 a 2019, sob Geraldo Alckmin, Márcio França e João Doria

Da esquerda para a direita: Mário Covas, Geraldo Alckmin, Márcio França e João Doria | Foto: Divulgação/Agência Brasil
Ao longo de 20 anos sob diferentes governos do PSDB, a polícia do estado de São Paulo ampliou a média de pessoas que matou em 46%. É o que mostra levantamento feito pela Ouvidoria da Polícia ao comparar dados registrados nas décadas de 1990 e de 2010. A ideia de Mário Covas de acabar com a PM deu espaço, a partir de seu sucessor, Geraldo Alckmin, a uma tropa mais letal, ampliada com a posse de João Doria.
O estudo têm como base números colhidos entre dois intervalos: de 1995 a 2000, com dois mandatos de Mário Covas; e de 2014 até 2019, quando o estado foi governado por Geraldo Alckmin (2014 a 2018), Márcio França (filiado ao PSB e vice de Alckmin, que assumiu o governo em 2018 quando o tucano saiu para concorrer à presidência) e João Doria (2019) – este segundo período conta com dados parciais de 2019 pois estatísticas de novembro e dezembro não haviam sido divulgadas no fechamento do estudo.
No primeiro período, a média de pessoas mortas por policiais era de 578 a cada ano, número que subiu para 843 mortes no período seguinte. O total de mortes também ampliou, de 3.157 ao longo dos seis anos contabilizados na década de 1990 para 4.832 no mesmo intervalo na década de 2010. O crescimento é de 53%.
Estatísticas do estudo feito pela Ouvidoria comparou letalidade em período de seis anos nas duas décadas | Foto: Divulgação
A comparação é mais gritante quando se pega os anos de menor e maior letalidade: em 1996, 406 morreram vítimas do estado, enquanto em 2017 foram 940 homicídios em ações policiais. Os 406 mortos há 24 anos equivale à menos da metade das mortes cometidas pela PM somente em 2018, com 821 casos, segundo os dados da Ouvidoria.
O estudo vai de encontro com a lógica de trocar o PSDB humanista, como evidenciava a política adotada por Covas, para um PSDB matador, representado pela gestão atual de Doria. Enquanto o primeiro afastou os policiais envolvidos no caso da Favela Naval, em Diadema, o segundo homenageou PMs envolvidos em ação com 11 mortos na cidade de Guararema antes mesmo de saber se houve ou não irregularidades na ação – posteriormente, a Ouvidoria denunciou que ao menos quatro suspeitos apresentavam sinais de terem morrido sem resistir à ação policial.
Segundo o ouvidor da polícia, Benedito Mariano, as estatísticas evidenciam que faltam políticas públicas vindas do executivo para coibir a letalidade policial. “A conclusão é que é possível diminuir a letalidade e que se crie mecanismo para enfrentá-la”, afirma. Mariano cita que Mário Covas foi responsável pela criação da Ouvidoria e recriou um programa que afastada policiais envolvidos em casos com morte por seis meses, implantado anteriormente por Franco Montoro e depois extinto.
“Foi uma política eficaz nos quatro primeiros anos de seu governo, que manteve a letalidade baixa. O problema desse programa, que é bom, mas se desgastou porque mudava a escala de trabalho, deixava de ser 12 horas por 36 horas e seria de segunda a sexta”, explica o ouvidor. A nova escala conflitava com os bicos feitos pelos PMs para complementar renda, o que deixou a tropa insatisfeita e afetou o programa, segundo Mariano.
Uma proposta que é levada pela Ouvidoria ao governo é a de deixar exclusivamente para a Corregedoria da PM as investigações de casos de mortes decorrentes de intervenção policial. Conforme outro estudo da Ouvidoria, apenas 3% de todas as mortes provocadas por PMs são apuradas pela Corregedoria, órgão que tem esta função. Os demais 97% são feitos pelos próprios batalhões onde os policiais trabalham.
“A principal medida para diminuir a letalidade, e que a Ouvidoria vem insistindo há dois anos, é centralizar na Corregedoria a investigação de morte de civis. Todos os IPMs (Inquéritos Policiais Militares) serem instaurados pela Corregedoria, que tem muito respeito na PM, tem expertise e os batalhões tem que fazer policiamento, não têm expertise de policia judiciária”, prossegue o ouvidor da Polícia.
Ponte questionou a SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo, administrada pelo general João Camilo Pires de Campos neste governo de João Doria, sobre o aumento na letalidade. A pasta explicou que “todos os casos de morte em decorrência de intervenção policial (MDIPs) são acompanhados, monitorados e analisados para constatar se a ação policial foi realmente legítima”, mas fez questão de ressaltar que “a opção pelo confronto é sempre do criminoso”.
“De janeiro a novembro deste ano [2019], 209.775 pessoas foram presas e deste total 0,3% morreram ao confrontar a polícia durante o serviço. A maior parte acontece nos casos em que policiais atuam para impedir roubos, onde os criminosos estão armados, subjugando e colocando a vida de pessoas em risco”, detalha a SSP.
A pasta ainda cita a resolução 40/2015, que determina a presença da Corregedoria, IML (Instituto Médico Legal), IC (Instituto de Criminalística) e comandantes da região na apuração de todos estes casos. “Todas ocorrências são investigadas por meio de IP (Inquérito Policial) pela Polícia Civil e também por IPM instaurados pelos batalhões das áreas, além de serem acompanhadas pela Corregedoria da PM”, posiciona-se a SSP.

04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA