01/5 - Weintraub diz que Doria parece falso porque usa muito botox

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Weintraub diz que Doria parece falso porque usa muito botox

Publicado em 1 maio, 2020
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou neste 1º de Maio que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), parece falso porque usa muito botox.
No Twitter, o ministro da “Baixaria” perguntou se o tucano tentou desestabilizar a nação [ao questionar a ação do presidente Jair Bolsonaro] durante a pandemia do coronavírus.
Weintraub ironiza os barões da velha mídia indagando se a saída de Paulo Guedes, do ministério da Economia, pioria a crise, o desemprego, a fome e a quarentena.
O ministro da Educação se refere à ligação telefônica do governador de São Paulo para Guedes.
“Paulo, estou te ligando não como governador, mas como amigo. Quem sustentava governo era o Sergio Moro e você. Agora, sobrou você. Você é muito admirado. Em nome da sua biografia, quero te dar um conselho: desembarque do governo agora”, afirmou Doria.
O ministro da Economia teria respondido nos seguintes termos:
“João, eu agradeço sua ligação, mas não sou eu que sustento o governo Bolsonaro. Quem sustenta o governo é o povo que elegeu o presidente. Ele tem um terço de apoio. E outro um terço que fica no meio do caminho depois vai apoiá-lo. João, o país vive um momento democrático que é barulhento, mas virtuoso”, de acordo com o site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues.
Evidentemente, caro Weintraub, não por seus motivos ou de Doria, a queda de Paulo Guedes seria importante para a sociedade brasileira. Nunca o país foi tão saqueado para encher as burras dos bancos e dos especuladores, mesmo na tragédia da pandemia de Covid-19.
Portanto, na opinião do Blog do Esmael, Doria, Weintraub, Bolsonaro, e os jornalões da velha mídia, são tudo farinha do mesmo saco. Usando ou não usando botox, são todos falsos que fingem defender o povo. Eles só querem combater o trabalhador, ao invés de lutar contra o vírus.
Bolsonaro se encontrará quando com famílias de mortos e infectados pelo coronavírus?
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenta a todo custo se desvencilhar da responsabilidade das mais de 6 mil mortes por coronavírus e 87 mil casos de infecção confirmados.
Há especialistas afirmando que o Brasil está subnotificando a Covid-19 e os casos e mortes seriam até 10 vezes maiores.
É nesse contexto da “necropolítica” –a política da morte do governo federal brasileiro– que surge a pergunta desconcertante: Quando Bolsonaro se encontrará com famílias de mortos e infectados pelo coronavírus?
O governador de São Paulo, João Doria, possível candidato do PSDB à Presidência da República, em 2022, acusou nesta quarta (29) Bolsonaro de viver numa bolha e cobrou que o presidente visitasse hospitais que estão tratando pacientes de coronavírus.
No entanto, Bolsonaro continua apático e minimizando a letalidade do vírus. Nas redes sociais, seus seguidores espalham fake news dizendo que os caixões sepultados em covas coletivas estariam vazios e que as imagens seriam obras de comunistas para derrubar o “Messias”.
O desprezo de Bolsonaro pela realidade não sensibilizou seu aliado Donald Trump, presidente dos EUA, que também sofre desgastes com mortes, crise econômica e casos de coronavírus.
“No Brasil, [o número de mortes] está muito alto, se você olha o que está acontecendo, para os gráficos. É muito, muito alto. Quase vertical”, observou o presidente americano, que esta semana cogitou proibir voos para o Brasil.
“Eles [o Brasil] estão passando por um momento difícil, eles estão chegando [no modelo de imunidade de] rebanho. A Suécia chegou no rebanho”, disse Trump.
“O povo da Suécia é muito inteligente, eles estão ficando em casa, eles não estão saindo. Algumas pessoas, sim, eu acho, mas eles perderam muitas pessoas”, comparou o presidente dos Estados Unidos.
Donald Trump dirige uma nação cujo número de mortos pelo coronavírus em oito semanas ultrapassa o total de baixas militares americanas em oito anos de grande combate no Vietnã.
A exemplo de seu fã Bolsonaro, o presidente americano também é acusado pela mídia de ser pouco empático e frio em relação ao sofrimento das famílias. Mas há uma explicação crível para isso: eles são atendidos pelo mesmo marqueteiro, Steve Bannon.
Dito isso, podemos responder à pergunta grafa no título deste post com um provavelmente Bolsonaro “não” irá se reunir com as famílias de mortos e infectados pelo coronavírus.

01/5 - 1º de Maio: Dia de consciência da classe trabalhadora

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1º de Maio: Dia de consciência da classe trabalhadora

Publicado em 1 maio, 2020
O líder do PT na Câmara, deputado Enio Verri (PR), neste 1º de Maio propõe uma reflexão sobre a importância da classe trabalhadora para a produção da riqueza das nações. “É um dia para consolidar na memória os avanços conquistados”, afirma. Ele enfatiza que as vitórias só foram possíveis porque os trabalhadores e trabalhadoras se organizaram e se fortaleceram. Para o líder, no Brasil, em especial, grande parte da classe trabalhadora ainda não tem a consciência de si. “Os trabalhadores, individualmente, sabem que o são, mas não se reconhecem como classe que tem a mão de obra explorada”.
Enio Verri acredita que o momento pelo qual passa o mundo e o Brasil será um divisor de águas na luta entre o capital e o trabalho. Ele afirma que a pandemia do coronavírus deixará clara para a história da formação política dos trabalhadores a total dependência que o capital tem da força de trabalho. “Sem gente, sem produção. Essa conscientização é o caminho pelo qual a classe trabalhadora conseguirá acabar com todas as explorações pretendidas e embutidas em projetos de lei elaborados por parlamentares a serviço do capital”.
Leia a íntegra do artigo:
Dia de consciência da classe trabalhadora
O dia 1º de Maio marca a luta internacional da classe trabalhadora. Aquela que produz a riqueza das nações, cujo acesso é limitado por um sistema parasitário, chamado capitalismo, dentro o qual a exploração e desvalorização da força de trabalho são parte do lucro dos donos dos meios de produção. Esses concentram capital, poder e controlam as horas dos trabalhadores, os transformando em reprodutores autômatos de um sistema de consumo insaciável, que é a própria existência do capitalismo. É um dia para ser profundamente internalizado pelos trabalhadores. Dia de lembrar de todas e todos que tombaram durante o enfrentamento pelo direito de acesso aos bens produzidos, ao menos pelas mais-valias. Mas, principalmente, para consolidar na memória os avanços conquistados, ainda que seja minoria nos espaços de decisão política.
As conquistas foram possíveis porque a classe trabalhadora se organizou e se fortaleceu. Para chegar a essas condições, ela teve de se conscientizar como tal. Nesse sentido, Karl Marx é o nome que pode representar o arcabouço teórico da compreensão da exploração do trabalho, pelo capital, bem como a clara descrição do espaço de pertencimento dos trabalhadores, num universo onde percebem os mecanismos de exploração a que estão diariamente submetidos. Ao longo de séculos, sempre foi uma guerra sem fim, cujas conjunturas políticas de cada época e o nível de conscientização dos trabalhadores de cada país são as condições nas quais se dão as batalhas, favoráveis, ou não, à classe trabalhadora. A única certeza que ela pode ter é que a classe dominante fará de tudo para nunca deixá-la de explorar.
No Brasil, em especial, grande parte da classe trabalhadora não tem, ainda, a consciência de si. Os trabalhadores, individualmente, sabem que o são, mas não se reconhecem como classe que tem a mão de obra explorada, seja ela a de um pedreiro, de uma lavadeira, de um jornalista ou de um médico. Porém, sempre há diferentes graus de conscientização, com o MST e o MTST, por exemplo. De um modo geral, a classe trabalhadora está desorganizada, quando muito, alguns setores lutam para resguardar alguns poucos direitos desde a Reforma Trabalhista de Michel Temer. Porém, a grande luta, a que demanda mudar as estruturas de concentração de renda e de poder, passa ao largo da percepção da maioria dos trabalhadores braçais e não encontra coesão e força entre os vários níveis de identificação ideológica que a força de trabalho intelectual tem com a questão.
O momento pelo qual passa o mundo e o Brasil é um divisor de águas na luta entre o capital e o trabalho. Certa imprensa cumpre o seu papel de voz do dono e tenta esconder que a pandemia do coronavírus deixará clara para a história da formação política dos trabalhadores a total dependência que o capital tem da força de trabalho. Sem gente, sem produção. Essa conscientização é o caminho pelo qual a classe trabalhadora conseguirá acabar com todas as explorações pretendidas e embutidas em projetos de lei elaborados por parlamentares a serviço do capital. É um objetivo ambicioso, visto que a histórica despolitização da classe trabalhadora, infelizmente, não permite sua organização.
O Brasil é um país a quem a classe dominante quer manter eternamente como uma colônia, seja de quem for. Não interessa, desde que ela não tenha que trabalhar. A confiança da elite na aprovação das reformas trabalhistas, da Previdência e para favorecer o sistema financeiro está calcada num longo trabalho de 400 anos, numa cruel escravidão – ainda por se extinguir – e pela consequente marginalização de acesso dos pobres aos bancos escolares. A selvagem classe dominante brasileira se submeterá a um processo civilizatório de acesso justo às riquezas e aos espaços de decisão política, somente quando a classe trabalhadora se conscientizar de quem ela é e do seu papel histórico de personagem produtor das riquezas e de resistência à exploração. Viva os trabalhadores.
Enio Verri (PR) é deputado federal, líder do PT na Câmara e professor licenciado do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Artigo publicado originalmente no site da Liderança do PT na Câmara.

04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA