30/9 - Mundo em suspense! Brasil na mira do Império! Bolsonaro: a pior cópia do pior!

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Mundo em suspense! Brasil na mira do Império! Bolsonaro: a pior cópia do pior!

30 de set. de 2020
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Estamos com um problema no planeta! E ele é o presidente americano e seus filhotes bastardos espalhados pelos governos de outras nações. Juntos o "casal" negacionista da doençaa planetária possuem 350 mil mortos em suas costas! Quem assistiu ao debate entre os candidatos à presidência daquele país do norte americano, teve motivos para imaginar o fim dos tempos. Até mesmo o brasileiro que já se acostumou com debates civilizados entre postulantes de cargos públicos, se assustou com o baixo nível do encontro deste dia 29 de setembro. Não houve respeito à regras, falas ou educação. O Homem do topete demonstrou o quanto uma pessoa pode ser rica e ignorante ao mesmo tempo. Biden tentou se comportar de modo civilizado, mas perdeu a linha quando teve o nome de seu filho mencionado e agredido por problemas com drogas. O Trump parecia um bêbado na porta de uma boate tentando provocar um frequentador educado. Gritava, ameaçava, insultava e mentia! Era o "estupido homem branco" e há questões estéticas que nos mostram quem é o personagem bufão. Rico, o homem topete exibe sua esposa, jovem e bela, como um troféu conquistado apenas por aqueles que possuem poder. Paga menos impostos como resultado de uma esperteza comum à vigaristas. Administra como se não houvesse outros e nem o amanhã. Despreza a ciência, a civilidade, a vida e sofrimento alheio. Para nós, o mais terível é ver que o "presidente" brasileiro é uma cópia defeituosa do pior modelo. Os pontos abordados no debate possuem semelhança e interesse com o que vivemos no Brasil. O negacionismo em relação aos problemas climáticos, queimadas, pandemias, problemas sociais e econômicos aproximaram o pior do presidente americano e o brasileiro. Biden prometeu ajuda de 20 bilhões ao Brasil ao mesmo tempo que ameaçou com sançõesas caso não cuidemos de nossas florestas. O mais grave no debate foi a suspeição sobre o sistema democrático praticado nos EUA. Como podem pensar em exportar modelo de democracia quando o presidente daquela nação afirma ser defeituoso e fraudulento? Até nessa bizarra afirmação os presidentes se parecem. Isso cria espaço para golpistas e aventureiros lá e cá. Por tudo isso é que devemos manter nossa especial atenção com as eleições americanas. #Bolsonaro #eleições #debate

 

30/9 - Por que ricos ficaram mais ricos e pobreza explodiu na pandemia?

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Por que ricos ficaram mais ricos e 

pobreza explodiu na pandemia?

Por que ricos ficaram mais ricos e pobreza explodiu na pandemia?. Foto: AFP.

POR QUE RICOS FICARAM MAIS RICOS E POBREZA EXPLODIU NA PANDEMIA?. FOTO: AFP.

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Relatório mostra que as fortunas analisadas passaram de US$ 2,95 trilhões, em março, para US$ 3,8 trilhões, em setembro

Diferentes relatórios de organizações internacionais indicam que os milionários ficaram ainda mais ricos durante a pandemia de coronavírus. Os ligados ao setor digital e de novas tecnologias foram os mais beneficiados no período. Ao mesmo tempo, o surto de Covid-19 acentua as desigualdades sociais e aumenta a pobreza no mundo, seja nos países desenvolvidos ou nos emergentes.

 

O estudo do Institute for Policy Studies e a Americans for Tax Fairness revela que a fortuna dos 643 americanos mais ricos cresceu 29% desde meados de março, quando o coronavírus se espalhava pelo planeta e obrigava populações inteiras a entrar em quarentena. Comércios fechados, economia paralisada e explosão do desemprego não abalaram a saúde financeira desses multimilionários – pelo contrário. O relatório mostra que as fortunas analisadas passaram de US$ 2,95 trilhões, em março, para US$ 3,8 trilhões, em setembro.

Os resultados não surpreendem o pesquisador Fernando Burgos, especialista em desigualdades sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). “A desigualdade já estava aumentando e a Covid acelerou um processo que já vinha acontecendo no mundo todo. Os bilionários ficaram mais ricos ainda e, do outro lado, temos uma parcela da população que estava relativamente sob controle – embora sempre  estivesse sob o risco de exclusão social – e agora, efetivamente, caiu”, comenta. “São pessoas que entraram em uma situação de altíssima vulnerabilidade.”

 

Valor das ações disparou

 

O que explica uma performance tão robusta dos ultrarricos? Valorização das ações na bolsa durante a pandemia. No início de setembro, outra pesquisa, realizada pela britânica Oxfam, já havia mostrado que, ao mesmo tempo em que a economia mundial levava um tombo sem precedentes, algumas das empresas mais valiosas do mundo registravam lucros extraordinários. As 32 maiores multinacionais devem somar US$ 109 bilhões de dólares a mais do que o lucro médio que tiveram nos últimos quatro anos.

“A maior parte desses lucros excepcionais devem ser distribuídos para os acionistas. Nós estimamos que cerca de 90% desse dinheiro será compartilhado entre eles, uma escolha que tem consequências, afinal exacerba as desigualdades e faz com que a fortuna dos que já são ricos aumente ainda mais”, afirma o porta-voz da Oxfam na França, Quentin Parinello. “Nosso relatório mostra que os 25 bilionários mais ricos do mundo ficaram US$ 255 bilhões mais ricos durante a crise, e considerando apenas até meados de maio.”

Entre eles, estão os CEOs do Facebook, Mark Zuckerberg, da Microsoft, Bill Gattes, e da Tesla, Elon Musk, que viu sua fortuna aumentar 274%, conforme o relatório das entidades americanas. Já o dono da Amazon, Jeff Bezos, que já é o homem mais rico do mundo, ficou 65% ainda mais afortunado durante a pandemia, beneficiado pelo crescimento mundial da plataforma em meio à quarentena.

 

Desinteresse por compartilhamento dos lucros

 

Quentin Parinello lamenta a escolha das grandes empresas, que privilegiam a remuneração dos acionistas em detrimento da promoção, dentro da companhia, de planos estratégicos a longo prazo para compartilhar melhor os lucros. “Apenas com o dinheiro extra que ganhou durante a crise, Jeff Bezos poderia distribuir um bônus de US$ 105 mil para os 875 mil funcionários da empresa – e, mesmo assim, continuaria tão rico quanto ele era antes da pandemia de coronavírus”, avalia o porta-voz da Oxfam.

Do outro lado da pirâmide, 176 milhões novos pobres podem emergir da crise sanitária, conforme alerta da ONU. As Nações Unidas afirmam que as medidas de proteção social tomadas até agora pelo mundo somam € 496 bilhões, mas permanecem insuficientes. O pior da pobreza gerada pela pandemia, adverte a ONU, ainda está por vir.

No Brasil, Fernando Burgos frisa que as consequências da pandemia atingiram em cheio as pessoas que já estavam na extrema pobreza, e muitas delas sequer conseguiram acessar o auxílio emergencial oferecido pelo governo federal. Depois, foram os trabalhadores que já tinham uma certa estabilidade profissional mas, por conta das mudanças de hábito geradas pela chegada do coronavírus, perderam trabalho e renda e passaram a engrossar a lista dos que dependem dos benefícios sociais. Por fim, num processo que ainda está em curso, a crise revela o impacto da automatização acelerada do mercado de trabalho, que corta milhares de postos, principalmente nos setores menos qualificados.

 

Doações não resolvem o problema

 

Neste contexto, o pesquisador da FGV ressalta que grandes empresas e milionários brasileiros promoveram altas doações para os mais necessitados. Entretanto, a iniciativa está longe de bastar para tornar a sociedade brasileira mais desenvolvida e equilibrada.

“A onda de solidariedade foi muito importante, mas se mostrou insuficiente. A gente não viu nenhum esforço do ponto de vista de mudanças estruturais, como aumentar a carga tributária. Nenhum esforço nem de governos, nem dessa elite, para mexer nos modelos de negócios e garantir os empregos das pessoas nesse momento”, diz Burgos.

Para o professor de administração pública, mexer na alíquota de impostos é uma urgência – o Brasil é considerado um paraíso para os ricos, com uma tabela pouco progressiva de tributação em relação à renda. O maior presente é a isenção de impostos sobre dividendos no mercado financeiro.

“Não é possível que a gente, de um lado, fique falando da necessidade de diminuir as desigualdades no Brasil e, de outro, não tribute os dividendos. No Brasil, a gente tem muitas pessoas que, se tirarem um cochilo à tarde, acordam mais ricas. Mas, uma pessoa que é motorista de aplicativo, se tira um cochilo à tarde, talvez não terá dinheiro para levar comida para casa à noite”, compara o pesquisador. “A gente não pode mais  continuar a conviver com isso.”

Segundo o ranking da ONU sobre o tema, em 2019 o Brasil era o sétimo país mais desigual do mundo e o segundo com maior concentração de renda: o 1% mais rico centraliza 28,3% de toda a riqueza do país.

 

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30/9 - Covid-19: Após ultrapassar um milhão de mortes, mundo se preocupa com segunda onda

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FOTO: ALBERTO PIZZOLI/AFP

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Eficácia de controle da pandemia é colocada à prova; Brasil ainda não rastreia contatos como deveria, dizem especialistas

A preocupação com uma segunda onda da pandemia cresce na Europa – mesmo sem definição clara sobre o que define o final de uma onda de contágio e o começo de outra. Nesta semana, a região registrou aumento de 20% nos casos em relação ao mesmo período anterior. O número de óbitos cresceu em 28%.

“Mais do que uma definição específica, a ideia é um pouco mais subjetiva. Basicamente, o que as pessoas normalmente consideram uma nova onda é quando, depois de uma queda expressiva do número de casos, você volta a subir; ou depois de ter um episódio de surto epidêmico controlado, ele volta a se descontrolar em uma região geográfica específica”, explica o médico do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da FMUSP, Márcio Bittencourt.

Na Ásia, onde menos de 100 mortes eram registradas por dia até meados de abril, o aumento continua desde então. Desde 20 de julho, a região ultrapassa mil mortes quase todos os dias, e está perto de 1.500, principalmente devido à situação na Índia.

Em todo mundo, a curva está em um “platô” desde o início de junho, com cerca de 5 mil mortes por dia.

O Oriente Médio experimentou um pico de mortes durante o verão (boreal) e, em seguida, um ligeiro declínio. Mas a situação piorou e, na semana passada, ocorreram em média 330 mortes por dia, 18% a mais que na anterior.

No continente africano, oficialmente o menos afetado pela pandemia, há cada vez menos mortes desde agosto. Na Oceania, onde o número de mortes por dia nunca ultrapassou a média de 20 pessoas, agora registra menos que 10 e não hesita em tomar medidas rápidas para evitar um surto, como exemplificado pelo governo da Nova Zelândia.

Para Bittencourt, a depender da estratégia utilizada na flexibilização da quarentena e na retomada das atividades econômicas e de fins sociais, como a volta às aulas, era “esperado” que houvesse um novo aumento brusco no número de casos. A experiência, porém, não pode ser uniformizada como inevitável, opina.

Não estou dizendo que não era para reabrir, mas existem formas – e a estratégia escolhida tornou provável que isso acontecesse. Para reabrir com risco menor, é necessário um baixo número de casos, uma estratégia de distanciamento persistente, isolamento de casos, quarentena de contato e medidas de bloqueio físico e químico – usar máscaras, álcool gel e lavar a mão. O lockdown é um pedaço da estratégia, não é nem o principal. A estratégia é ampla.”, diz.

Como exemplo, Alemanha e Portugal aparecem como países que observam um número de casos maior do que nas últimas semanas, mas sem os mesmos índices explosivos de seus vizinhos europeus Espanha e França.

 

 

HOMEM ANDA POR LISBOA, CAPITAL DE PORTUGAL, NO DIA 22 DE SETEMBRO DE 2020. PAÍS É CONSIDERADO BEM-SUCEDIDO NO CONTROLE DA PANDEMIA DE CORONAVÍRUS (FOTO: PATRÍCIA DE MELO MOREIRA/AFP)

 

“Portugal vive uma espécie de segunda onda mas mesmo a primeira foi razoavelmente leve. No caso da Alemanha houve um momento inicial grave, que levou a um quase lockdown do país. Esse momento foi rapidamente superado e desde maio Alemanha vive um regime de baixo número de casos. Há um segunda onda, mas não uma explosão desenfreada de casos”, analisa o físico Roberto Andre Kraenkel, participante do grupo Observatório da Covid-19.

O caso alemão chama a atenção de Krankel pela estratégia que combinou distanciamento e mapeamento da cadeia de contágio, apesar da discrepância entre um país rico como a Alemanha e o Brasil em relação ao amparo financeiro a pessoas e negócios.

“A essência do processo foi: lockdown forte até que o número de casos seja baixo, reabertura planejada das atividades e monitoramento de casos. A prioridade atual, em face de uma elevação de casos, é a manutenção da abertura de escola e comércio”, diz Kraenkel.

 

1 milhão de mortos

 

A marca um milhão de mortos em decorrência da Covid-19 em todo o mundo, alcançado nesta semana, jogou luz sobre cenários diversificados da pandemia.

O topo da lista de mortes é liderado por Estados Unidos, Brasil e Índia, enquanto o de casos confirmados tem uma inversão apenas no segundo e terceiro lugar.

Na segunda-feira 27, a Índia ultrapassou os seis milhões de casos oficialmente registrados de coronavírus. O país é dos que mais preocupam os especialistas, devido à sua grande população – 1,3 bilhão de pessoas – e ao fato de possuir algumas das cidades mais densamente povoadas do mundo, com um sistema de saúde frágil.

A Índia registra oficialmente entre 80 e 90 mil casos novos todos os dias, o maior balanço no mundo há várias semanas.

Em termos de mortes, o país tem uma taxa muito menor do que outros países e registra oficialmente quase 100 mil óbitos desde o início da pandemia.

Os Estados Unidos, com cerca de um quarto de sua população, tem 205 mil, e o Brasil mais de 140 mil.

 

Situação do Brasil agora

 

Com 142.921 mortes e 4.777.522 casos confirmados até a noite da terça-feira 29, o Brasil caminha em passos lentos a uma queda no número diário de novas vítimas da doença.

A explicação não se dá por conta de “ondas”, mas sim de um “platô eterno”, explica Márcio Bittencourt, que se associa à falha do País de controlar a circulação do vírus desde o início.

Quem faz com que o coronavírus circule são as pessoas que tem o vírus se encontrando com outras pessoas. Se os casos da Covid-19 ativos ficarem isolados das outras pessoas, a doença vai acabando, porque não tem como transmitir. A estratégia principal é pegar todo mundo que tem sintomas e isolar sozinho, ou o máximo sozinho possível, e isolar todo mundo com quem a pessoa entrou em contato na semana anterior.”, diz.

A estratégia foi repetida por especialistas em diversas oportunidades ainda em março, quando o vírus começou a se espalhar pelo País.

O motivo de um isolamento longo, desgastante e ineficaz como o brasileiro se dá, na visão de Roberto Kraenkel, à incapacidade de fazer um rastreamento efetivo e de planejar com embasamento os próximos passos.

“Nenhum governo estadual teve, seja os meios, seja a vontade, de tomar as medidas necessárias para evitar as mortes que tivemos. Não se organizou, sobretudo, a reabertura do comércio e negócios em geral de forma segura. Não temos rastreio de contatos de forma efetiva em nenhum estado. Sem isso, estamos de mãos atadas, pois não interrompemos as cadeias de contágios”, diz.

“Encontramo-nos em uma situação de um longo desgaste econômico e social, para não falar psíquico, que não é sustentável no longo prazo. Um exemplo é a questão da reabertura das escolas. Não importa se agora ou em um mês adiante, o fato é que não podemos pensar em passar o ano de 2021 com as escolas fechadas. Mas, por outro lado, não construímos um situação de saúde pública que possa garantir a segurança de professores, alunos e funcionários.”, afirma Kraenkel.

Em relação ao País se preocupar com a segunda onda na Europa e em possíveis medidas de bloqueio a voos, Márcio Bittencourt afirma que, no momento, é mais perigoso circular nas ruas brasileiras do que temer que o vírus venha de fora. O Brasil permanece como um lugar a ser evitado.

A chance de pegar de um cara que embarcou de lá [Europa] para cá é muito menor do que você encontrar alguém doente na rua. Se tem algum voo que pode trazer a doença, ele é de algum lugar do Brasil. A gente ainda um dos grandes epicentros para onde as pessoas não deveriam vir e circular”.

*Com informações da AFP 

 

 

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04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA