30/06/22 - Brasil é um dos dez piores países do mundo para se trabalhar, mostra pesquisa

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REFORMA TRABALHISTA

Brasil é um dos dez piores países do mundo para se trabalhar, mostra pesquisa

Estudo que analisa respeito a direitos trabalhistas em 148 países vê nível recorde de violações no mundo

Brasil de Fato | São Paulo (SP) |
 
Desde a aprovação da reforma trabalhista, em 2017, trabalhadores têm dificuldade de conquistar melhroes acordos coletivos - Foto: Reprodução Fonasefe

Pelo quarto ano seguido, o Brasil está entre os dez piores países do mundo para se trabalhar. A conclusão é do Índice Global de Direitos, estudo anual realizado pela Confederação Sindical Internacional (CSI), que analisa o respeito aos direitos dos trabalhadores em 148 países do mundo. 

De acordo com o Índice Global de Direitos da CSI, a situação dos trabalhadores brasileiros seguiu piorando em 2022, trajetória que começou com a aprovação da reforma trabalhista (lei 13.467/2017), pelo governo Michel Temer (MDB), após o golpe que derrubou Dilma Rousseff (PT). 

"Desde a adoção da Lei 13.467, todo o sistema de negociação coletiva desmoronou no Brasil, com uma drástica diminuição de 45% no número de acordos coletivos concluídos", afirma a pesquisa, que destaca ainda os impactos da pandemia entre os trabalhadores.

"A mão de obra, especialmente no setor de saúde e na indústria de carnes (frigorífica), teve que fazer frente às duras consequências da péssima gestão da pandemia de coronavírus por parte do presidente [Jair] Bolsonaro [PL], com a deterioração de suas condições de trabalho e o enfraquecimento das medidas de saúde e segurança", complementa o texto.

:: Dieese: flexibilização das leis trabalhistas foi “ponte para o futuro” de um país desempregado ::

Entre as violações no Brasil, a CSI reportou o corte de salários dos dirigentes sindicais que trabalham no banco Santander; a declaração de ilegalidade da greve dos metalúrgicos da General Motors, em São Bernardo do Campo; e a redução de benefícios e cortes de postos de trabalho da Nestlé, entre outros.

Nível recorde de violações

O Índice Global de Direitos divide os países em cinco faixas de classificação, de acordo com grau de respeito aos direitos dos trabalhadores e as violações encontradas no período analisado. O Brasil ficou na faixa 5, a pior possível, que inclui países que não garantem direitos dos trabalhadores. A lista dos dez piores inclui ainda Bangladesh, Belarus, Colômbia, Egito, Filipinas, Miamar, Guatemala e Suazilândia. 

Uma sexta faixa (5+) lista países em que aconteceu uma ruptura do Estado de Direito no período, como Myanmar e Síria. 

De acordo com o índice, as violações dos direitos trabalhistas alcançaram um nível recorde no mundo entre abril de 2021 e março de 2022. 

Os países da classificação 1, que registraram apenas violações esporádicas de direitos, incluem Alemanha, Itália, Áustria, Irlanda e os países nórdicos, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia.

A pior região do mundo para a classe trabalhadora é o Oriente Médio e Norte da África, com uma classificação média de 4,53 pontos. Os conflitos na Líbia, Palestina, Síria e Yemen contribuem para esse cenário de enorme vulnerabilidade. 

As Américas são a segunda melhor região para trabalhar, com uma classificação média de 3,52, atrás apenas da Europa (2,49). Quanto mais alta (e mais próxima de 5) é a classificação, piores são as condições.

A CSI é uma entidade sindical global, com 308 organizações filiadas em 153 países e territórios nos cinco continentes, com um total de 175 milhões de trabalhadores.

Edição: Nicolau Soares

30/06/22 - Datafolha: Haddad lidera corrida para o governo de São Paulo

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ELEIÇÕES 2022

Datafolha: Haddad lidera corrida para o governo de São Paulo

Petista lidera com 34% dos votos, seguido de Tarcísio de Freitas e Rodrigo Garcia, que aparecem com 13%

Brasil de Fato | São Paulo (SP) |
 

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O candidato do PT segue na liderança da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes
O candidato do PT segue na liderança da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes - Pedro Stropasolas

O Instituto Datafolha divulgou no início da noite desta quinta-feira (30) a mais recente pesquisa sobre a corrida para o governo de São Paulo em 2022.

O ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), lidera a disputa. Márcio França (PSB), que ainda não bateu o martelo sobre a sua candidatura e pode concorrer ao Senado em aliança com Haddad, não foi considerado nesse cenário.

Feito por meio de abordagem pessoal, o levantamento contou com 1.806 entrevistas realizadas entre os dias 28 e 30 de junho. A pesquisa mostra Haddad com 34% das intenções de voto, contra 13% de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e de Rodrigo Garcia (PSDB), atual governador.

Em seguida aparece Gabriel Colombo (PCB), com 3%. Os outros candidatos que pontuam na pesquisa são Felicio Rumuth (PSD) e Altino Junior (PSTU), com 2%, e Vinícius Poit (Novo), Abraham Weintraub (PMB), Altino Junior (PSTU) e Elvis Cezar (PDT), todos com 1%. Votos brancos e nulos somam 20% e não souberam ou não quiseram opinar 9% dos entrevistados.

Cenário com Márcio França

A pesquisa também considerou a presença de Márcio França na disputa. Nesse cenário, Haddad aparece com 28%, França com 16%, Tarcísio tem 12% e Garcia atinge 10%.

Na pesquisa espontânea, Haddad e Tarcísio aparecem com 6% cada. Garcia e França têm 2%.

O Datafolha de hoje e o de abril

Esta é a segunda pesquisa Datafolha divulgada em 2022 para o goveno de São Paulo. No levantamento publicado em abril, Haddad tinha 29% de intenções de voto, contra 20% de Márcio França, 10% de Tarcísio de Freitas e 6% de Rodrigo Garcia. 

Os dados são do Datafolha, que entrevistou 1.806 eleitores de terça (28) a quinta-feira (30). Com uma margem de erro de dois pontos percentuais, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-02523/2022.

Edição: Nicolau Soares

30/06/22 - Flavio diz que o pai não pode conter reação violenta de apoiadores que contestem vitória de LULA nas urnas

FONTE: https://urbsmagna.com/flavio-diz-que-o-pai-nao-pode-conter-reacao-violenta-de-apoiadores-que-contestem-vitoria-de-lula-nas-urnas/

Flavio diz que o pai não pode conter reação violenta de apoiadores que contestem vitória de LULA nas urnas


04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA