29/8 - MARGARINA...é bom saber !!!
FONTE:pccardio@gmail.com
Realmente uma manteiguinha bem utilizada é
estratégico ! É só não emplastar geral, dê apenas um "susto" , um tapa,
no pão ou equivalente.. rsrs
BOM SABER..... e procurar saber mais sobre o assunto!!!
BOM SABER..... e procurar saber mais sobre o assunto!!!
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29/8 - As Quatro Liberdades de Roosevelt.
FONTE:http://www.conversaafiada.com.br
Publicado em 29/08/2012
As Quatro Liberdades de Roosevelt.
A propósito da leitura do excelente artigo de Marcelo Semer em “Redes sociais constróem a nova democracia”, o ansioso blogueiro foi buscar no “baú dos ossos” o discurso das “Quatro Liberdades” de Franklin D. Roosevelt.
O Nazismo dominava a Europa.
Roosevelt fez um apelo ao Congresso para levantar recursos e emitir bônus do Tesouro que preparassem os Estados Unidos para a II Guerra Mundial.
As “Quatro Liberdades” são a base do mundo que ele pretendia construir, quando as tiranias fossem derrotadas na Guerra.
Ao mesmo tempo, são as liberdades que davam aos Estados Unidos a força moral para enfrentar os tiranos.
O discurso das “Quatro Liberdades” se transformou em instrumento poderoso no esforço de mobilização econômica.
Um dos maiores pintores americanos, Norman Rockwell, que colaborava na revista Saturday Evening Post, aderiu à campanha para vender bônus de guerra.
E o “argumento” de Rockwell para convencer o cidadão americano a comprar os bônus de Roosevelt foi … garanta a sua liberdade de expressão !
O direito de se levantar e dar a sua opinião !
Esse post será encaminhado aos excelentes advogados do ansioso blogueiro – Maria Elizabeth Queijo, que acaba de conseguir extraordinária vitória contra Gilmar Dantas (*) e Ali Kamel (e Heraldo Pereira), e Cesar Marcos Klouri, que tem o hábito de derrotar Daniel Dantas.
É uma modesta sugestão para argumentar com alguns juízes que censuram blogueiros sujos, como esses do Rio, que, por exemplo, absolvem Daniel Dantas.
Ou os que se prestam a aceitar as centenas de ações que a Editora Abril, esse “coito de bandidos”, como definiu o senador Collor, move ações contra o Luis Nassif.
(Neste domingo, o Nassif contou de outra “judicialização da censura” contra ele.)
Em homenagem à Justiça brasileira e aos blogueiros sujos, aí vão Roosevelt e Rockwell:
FDR, “The Four Freedoms,”
FRANKLIN D. ROOSEVELT, 1941 STATE OF THE UNION ADDRESS (“THE FOUR FREEDOMS”) (6 January 1941)
(…)
In the future days, which we seek to make secure, we look forward to a world founded upon four essential human freedoms.
[83] The first is freedom of speech and expression–everywhere in the world.
[84] The second is freedom of every person to worship God in his own way–everywhere in the world.
[85] The third is freedom from want–which, translated into world terms, means economic understandings which will secure to every nation a healthy peacetime life for its inhabitants-everywhere in the world.
[86] The fourth is freedom from fear–which, translated into world terms, means a world-wide reduction of armaments to such a point and in such a thorough fashion that no nation will be in a position to commit an act of physical aggression against any neighbor–anywhere in the world.
[87] That is no vision of a distant millennium. It is a definite basis for a kind of world attainable in our own time and generation. That kind of world is the very antithesis of the so-called new order of tyranny which the dictators seek to create with the crash of a bomb.
(…)
Queremos assegurar que um mundo mais seguro venha a se construir sobre quatro liberdades essenciais do Homem.
A primeira é a liberdade de palavra e de expressão – em qualquer lugar do mundo.
A segunda é a liberdade de todo pessoa adorar Deus, à sua maneira – em qualquer lugar do mundo.
A terceira é a liberdade da pobreza – o que, em termos mundiais, significa propiciar a toda Nação condições econômicas que garantam a seus cidadãos uma vida saudável – em qualquer lugar do mundo.
A quarta liberdade é a liberdade do medo - o que, em termos mundiais, significa um desarmamento tão completo que nenhuma Nação tenha condição de cometer uma agressão física contra um vizinho – em nenhum lugar do mundo.
Essa não é uma visão para um milênio distante. É a base definitiva para um mundo do nosso tempo, da nossa geração. Esse mundo é a antítese da assim chamada “nova ordem de tirania”, que os ditadores querem criar com a explosão de uma bomba.
(Tradução imperfeita do ansioso blogueiro.)
Não deixe de visitar, amigo navegate, a aba “Não me calarão” e curta a Galeria de Honra Daniel Dantas.
Paulo Henrique Amorim
(*) Clique aqui para ver como eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…”
As Quatro Liberdades de Roosevelt.
Juízes no papel de Censores
O ansioso blogueiro foi buscar no “baú dos ossos” o discurso das “Quatro Liberdades” de Franklin D. Roosevelt.
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A propósito da leitura do excelente artigo de Marcelo Semer em “Redes sociais constróem a nova democracia”, o ansioso blogueiro foi buscar no “baú dos ossos” o discurso das “Quatro Liberdades” de Franklin D. Roosevelt.
O Nazismo dominava a Europa.
Roosevelt fez um apelo ao Congresso para levantar recursos e emitir bônus do Tesouro que preparassem os Estados Unidos para a II Guerra Mundial.
As “Quatro Liberdades” são a base do mundo que ele pretendia construir, quando as tiranias fossem derrotadas na Guerra.
Ao mesmo tempo, são as liberdades que davam aos Estados Unidos a força moral para enfrentar os tiranos.
O discurso das “Quatro Liberdades” se transformou em instrumento poderoso no esforço de mobilização econômica.
Um dos maiores pintores americanos, Norman Rockwell, que colaborava na revista Saturday Evening Post, aderiu à campanha para vender bônus de guerra.
E o “argumento” de Rockwell para convencer o cidadão americano a comprar os bônus de Roosevelt foi … garanta a sua liberdade de expressão !
O direito de se levantar e dar a sua opinião !
Esse post será encaminhado aos excelentes advogados do ansioso blogueiro – Maria Elizabeth Queijo, que acaba de conseguir extraordinária vitória contra Gilmar Dantas (*) e Ali Kamel (e Heraldo Pereira), e Cesar Marcos Klouri, que tem o hábito de derrotar Daniel Dantas.
É uma modesta sugestão para argumentar com alguns juízes que censuram blogueiros sujos, como esses do Rio, que, por exemplo, absolvem Daniel Dantas.
Ou os que se prestam a aceitar as centenas de ações que a Editora Abril, esse “coito de bandidos”, como definiu o senador Collor, move ações contra o Luis Nassif.
(Neste domingo, o Nassif contou de outra “judicialização da censura” contra ele.)
Em homenagem à Justiça brasileira e aos blogueiros sujos, aí vão Roosevelt e Rockwell:
FDR, “The Four Freedoms,”
FRANKLIN D. ROOSEVELT, 1941 STATE OF THE UNION ADDRESS (“THE FOUR FREEDOMS”) (6 January 1941)
(…)
In the future days, which we seek to make secure, we look forward to a world founded upon four essential human freedoms.
[83] The first is freedom of speech and expression–everywhere in the world.
[84] The second is freedom of every person to worship God in his own way–everywhere in the world.
[85] The third is freedom from want–which, translated into world terms, means economic understandings which will secure to every nation a healthy peacetime life for its inhabitants-everywhere in the world.
[86] The fourth is freedom from fear–which, translated into world terms, means a world-wide reduction of armaments to such a point and in such a thorough fashion that no nation will be in a position to commit an act of physical aggression against any neighbor–anywhere in the world.
[87] That is no vision of a distant millennium. It is a definite basis for a kind of world attainable in our own time and generation. That kind of world is the very antithesis of the so-called new order of tyranny which the dictators seek to create with the crash of a bomb.
(…)
Queremos assegurar que um mundo mais seguro venha a se construir sobre quatro liberdades essenciais do Homem.
A primeira é a liberdade de palavra e de expressão – em qualquer lugar do mundo.
A segunda é a liberdade de todo pessoa adorar Deus, à sua maneira – em qualquer lugar do mundo.
A terceira é a liberdade da pobreza – o que, em termos mundiais, significa propiciar a toda Nação condições econômicas que garantam a seus cidadãos uma vida saudável – em qualquer lugar do mundo.
A quarta liberdade é a liberdade do medo - o que, em termos mundiais, significa um desarmamento tão completo que nenhuma Nação tenha condição de cometer uma agressão física contra um vizinho – em nenhum lugar do mundo.
Essa não é uma visão para um milênio distante. É a base definitiva para um mundo do nosso tempo, da nossa geração. Esse mundo é a antítese da assim chamada “nova ordem de tirania”, que os ditadores querem criar com a explosão de uma bomba.
(Tradução imperfeita do ansioso blogueiro.)
Não deixe de visitar, amigo navegate, a aba “Não me calarão” e curta a Galeria de Honra Daniel Dantas.
Paulo Henrique Amorim
(*) Clique aqui para ver como eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…”
29/8 - Clinton corta os pulsos do FHC
FONTE:http://www.conversaafiada.com.br
Publicado em 29/08/2012
Clinton corta
O Conversa Afiada reproduz artigo de Saul Leblon, na Carta Maior, sobre encontro do Farol de Alexandria com Bill Clinton e Tony Blair, a fina flor do neolibelismo (*).
Clinton, como se sabe, foi quem re-elegeu FHC (além da desinteressada colaboração de Sergio Motta e de parlamentares imaculados).
Clinton obrigou o FMI a segurar o Real, até que FHC se re-elegesse.
Re-eleito, dias depois, para amarga decepção da Urubóloga, ele desvalorizou o Real e quase quebra a Globo.
Ao encontro neolibelês (*) :
Um grande banco de São Paulo reuniu nesta 3ª feira três vigas chamuscadas do incêndio neoliberal que ainda arde no planeta: Clinton, Blair e FHC. Que um banco tenha promovido um megaevento com esses personagens a essa altura do rescaldo diz o bastante sobre a natureza do setor e da ingenuidade dos que acreditam em cooptar o seu ‘empenho’ na travessia para um novo modelo de desenvolvimento. Passemos.
As verdades às vezes escapam das bocas mais inesperadas. Clinton e Blair jogaram a toalha no sarau anacrônico do dinheiro com seus porta-vozes. Coube ao ex-presidente norte-americano sintetizar um reconhecimento explícito: ‘Olhando de fora, o Brasil está muito bem. Se tivesse que apostar num país, seria o Brasil’.
Isso, repita-se, vindo de um ex-presidente gringo que consolidou a marcha da insensatez financeira em 1999, com a revogação da lei de Glass-Steagall.
Promulgada em junho de 1933, três meses depois da Lei de Emergência Bancária, que marcou a posse de Roosevelt, destinava-se a enquadrar o dinheiro sem lei, cujas estripulias conduziram o mundo à Depressão de 29.
A legislação revogada por Clinton submetia os bancos ao rígido poder regulador do Estado. Legitimado pela crise, Roosevelt rebaixou os banqueiros à condição de concessionários de um serviço sagrado de interesse público: o fornecimento de crédito e o financiamento da produção. Enquanto vigorou, a Glass Steagall reprimiu o advento do supermercado financeiro, o labirinto de vasos comunicantes dos gigantes financeiros em que bancos comerciais agem como caixa preta de investimento especulativo, com o dinheiro de correntistas.
O democrata que jogou a pá de cal nas salvaguardas do New Deal elogiou o Brasil, quase pedindo desculpas por pisotear o ego ao lado do grande amigo de consensos em Washington e de corridas de emergência ao guichê FMI.
Mas FHC é um intelectual afiado nas adversidades.
A popularidade contagiante do tucano, reflexo, como se sabe, de seu governo, poupa-o da presença física nos palanques do PSDB, preferindo seus pares deixá-lo no anonimato ocioso para a necessária à defesa do legado estratégico da sigla.
É o que tem feito, nem sempre dissimulando certo ressentimento, como nessa 3ª feira mais uma vez.
Falando com desenvoltura sobre um tema, como se sabe, de seu pleno domínio sociológico, ele emparedou Clinton, Blair e tantos quantos atestem a superioridade macroeconômica atual em relação à arquitetura dos anos 90.
Num tartamudear de íngreme compreensão aos não iniciados, o especialista em dependência – acadêmica e programática – criticou a atual liderança dos bancos públicos na expansão do crédito, recado oportuno, diga-se, em se tratando de palestra paga pelo banco Itau; levantou a suspeição sobre as mudanças que vem sendo feitas – ’sem muito barulho” – na política econômica (“meu medo é que essa falta de preocupação com o rigor fiscal termine por criar problemas para a economia”) e fez ressalvas ao ” DNA” das licitações – que não reconhece, ao contrário de parte da esquerda, como filhas egressas da boa cepa modelada em seu governo.
Ao finalizar, num gesto de deferência ao patrocinador, depois de conceder que a queda dos juros é desejável fuzilou: ‘houve muita pressão para isso’.
O cuidado tucano com os interesses financeiros nos governos petistas não é novo.
Há exatamente um ano, em 31 de agosto de 2011, quando o governo Dilma, ancorado na correta percepção do quadro mundial, cortou a taxa de juro pela primeira vez em seu mandato, então em obscenos 12,5%, o dispositivo midiático-tucano reagiu indignado. A pedra angular da civilização fora removida por mãos imprevidentes e arestosas aos mercados.
O contrafogo midiático rentista perdurou por semanas.
Em 28 de setembro, Fernando Henrique Cardoso deu ordem unida à tropa e sentenciou em declaração ao jornal ‘Valor Econômico’: a decisão do BC fora ‘precipitada’.
Era a senha.
Expoentes menores, mas igualmente aplicados na defesa dos mercados autorreguláveis, credo que inspirou Clinton a deixar as coisas por conta das tesourarias espertas, replicaram a percepção tucana do mundo:”não há indícios de que a crise econômica global de 2011 seja tão grave quanto a de 2008″, sentenciou, por exemplo o economista de banco Alexandre Schwartzman,indo para o sacrifício em nome da causa.
Nesta 4ª feira, o BC brasileiro completa um ano de cortes sucessivos na Selic com um esperado novo recuo de meio ponto na taxa, trazendo-a para 7,5% (cerca de 2,5% reais).
Ainda é um patamar elevado num cenário de crise sistêmica, quando EUA e países do euro praticam juros negativos e mesmo assim a economia rasteja.
Uma pergunta nunca suficientemente explorada pela mídia, que professa a mesma fé nas virtudes do laissez-faire, quase grita na mesa: ‘Onde estaria o Brasil hoje se a condução do país na crise tivesse sido obra dos sábios tucanos?’
As ressalvas feitas por FHC no evento de banqueiros desta 3ª feira deixa a inquietante pista de que seríamos agora um grande Portugal, ou uma gigantesca Espanha – um superlativo depósito de desemprego, ruína fiscal e sepultura de direitos sociais, com bancos e acionistas solidamente abrigados na sala VIP do Estado mínimo para os pobres.
Em tempos de eleições, quando candidatos de bico longo prometem fazer tudo o que nunca fizeram, a fala de FHC enseja oportuna reflexão.
(*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.
Clinton corta
os pulsos do FHC
Em tempos de eleições, quando
candidatos de bico longo prometem fazer tudo o que nunca fizeram, a fala
de FHC enseja oportuna reflexão.
O Conversa Afiada reproduz artigo de Saul Leblon, na Carta Maior, sobre encontro do Farol de Alexandria com Bill Clinton e Tony Blair, a fina flor do neolibelismo (*).
Clinton, como se sabe, foi quem re-elegeu FHC (além da desinteressada colaboração de Sergio Motta e de parlamentares imaculados).
Clinton obrigou o FMI a segurar o Real, até que FHC se re-elegesse.
Re-eleito, dias depois, para amarga decepção da Urubóloga, ele desvalorizou o Real e quase quebra a Globo.
Ao encontro neolibelês (*) :
Fala FHC: como seria o Brasil em mãos tucanas?
Um grande banco de São Paulo reuniu nesta 3ª feira três vigas chamuscadas do incêndio neoliberal que ainda arde no planeta: Clinton, Blair e FHC. Que um banco tenha promovido um megaevento com esses personagens a essa altura do rescaldo diz o bastante sobre a natureza do setor e da ingenuidade dos que acreditam em cooptar o seu ‘empenho’ na travessia para um novo modelo de desenvolvimento. Passemos.
As verdades às vezes escapam das bocas mais inesperadas. Clinton e Blair jogaram a toalha no sarau anacrônico do dinheiro com seus porta-vozes. Coube ao ex-presidente norte-americano sintetizar um reconhecimento explícito: ‘Olhando de fora, o Brasil está muito bem. Se tivesse que apostar num país, seria o Brasil’.
Isso, repita-se, vindo de um ex-presidente gringo que consolidou a marcha da insensatez financeira em 1999, com a revogação da lei de Glass-Steagall.
Promulgada em junho de 1933, três meses depois da Lei de Emergência Bancária, que marcou a posse de Roosevelt, destinava-se a enquadrar o dinheiro sem lei, cujas estripulias conduziram o mundo à Depressão de 29.
A legislação revogada por Clinton submetia os bancos ao rígido poder regulador do Estado. Legitimado pela crise, Roosevelt rebaixou os banqueiros à condição de concessionários de um serviço sagrado de interesse público: o fornecimento de crédito e o financiamento da produção. Enquanto vigorou, a Glass Steagall reprimiu o advento do supermercado financeiro, o labirinto de vasos comunicantes dos gigantes financeiros em que bancos comerciais agem como caixa preta de investimento especulativo, com o dinheiro de correntistas.
O democrata que jogou a pá de cal nas salvaguardas do New Deal elogiou o Brasil, quase pedindo desculpas por pisotear o ego ao lado do grande amigo de consensos em Washington e de corridas de emergência ao guichê FMI.
Mas FHC é um intelectual afiado nas adversidades.
A popularidade contagiante do tucano, reflexo, como se sabe, de seu governo, poupa-o da presença física nos palanques do PSDB, preferindo seus pares deixá-lo no anonimato ocioso para a necessária à defesa do legado estratégico da sigla.
É o que tem feito, nem sempre dissimulando certo ressentimento, como nessa 3ª feira mais uma vez.
Falando com desenvoltura sobre um tema, como se sabe, de seu pleno domínio sociológico, ele emparedou Clinton, Blair e tantos quantos atestem a superioridade macroeconômica atual em relação à arquitetura dos anos 90.
Num tartamudear de íngreme compreensão aos não iniciados, o especialista em dependência – acadêmica e programática – criticou a atual liderança dos bancos públicos na expansão do crédito, recado oportuno, diga-se, em se tratando de palestra paga pelo banco Itau; levantou a suspeição sobre as mudanças que vem sendo feitas – ’sem muito barulho” – na política econômica (“meu medo é que essa falta de preocupação com o rigor fiscal termine por criar problemas para a economia”) e fez ressalvas ao ” DNA” das licitações – que não reconhece, ao contrário de parte da esquerda, como filhas egressas da boa cepa modelada em seu governo.
Ao finalizar, num gesto de deferência ao patrocinador, depois de conceder que a queda dos juros é desejável fuzilou: ‘houve muita pressão para isso’.
O cuidado tucano com os interesses financeiros nos governos petistas não é novo.
Há exatamente um ano, em 31 de agosto de 2011, quando o governo Dilma, ancorado na correta percepção do quadro mundial, cortou a taxa de juro pela primeira vez em seu mandato, então em obscenos 12,5%, o dispositivo midiático-tucano reagiu indignado. A pedra angular da civilização fora removida por mãos imprevidentes e arestosas aos mercados.
O contrafogo midiático rentista perdurou por semanas.
Em 28 de setembro, Fernando Henrique Cardoso deu ordem unida à tropa e sentenciou em declaração ao jornal ‘Valor Econômico’: a decisão do BC fora ‘precipitada’.
Era a senha.
Expoentes menores, mas igualmente aplicados na defesa dos mercados autorreguláveis, credo que inspirou Clinton a deixar as coisas por conta das tesourarias espertas, replicaram a percepção tucana do mundo:”não há indícios de que a crise econômica global de 2011 seja tão grave quanto a de 2008″, sentenciou, por exemplo o economista de banco Alexandre Schwartzman,indo para o sacrifício em nome da causa.
Nesta 4ª feira, o BC brasileiro completa um ano de cortes sucessivos na Selic com um esperado novo recuo de meio ponto na taxa, trazendo-a para 7,5% (cerca de 2,5% reais).
Ainda é um patamar elevado num cenário de crise sistêmica, quando EUA e países do euro praticam juros negativos e mesmo assim a economia rasteja.
Uma pergunta nunca suficientemente explorada pela mídia, que professa a mesma fé nas virtudes do laissez-faire, quase grita na mesa: ‘Onde estaria o Brasil hoje se a condução do país na crise tivesse sido obra dos sábios tucanos?’
As ressalvas feitas por FHC no evento de banqueiros desta 3ª feira deixa a inquietante pista de que seríamos agora um grande Portugal, ou uma gigantesca Espanha – um superlativo depósito de desemprego, ruína fiscal e sepultura de direitos sociais, com bancos e acionistas solidamente abrigados na sala VIP do Estado mínimo para os pobres.
Em tempos de eleições, quando candidatos de bico longo prometem fazer tudo o que nunca fizeram, a fala de FHC enseja oportuna reflexão.
(*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.
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Posted: 28 Aug 2012 05:54 PM PDT
Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação
“A
despolitização da política é uma das marcas desta campanha eleitoral para a
escolha de prefeitos e vereadores nos 5.556 municípios brasileiros.
No Rio de Janeiro, cidade
que mais resistiu à ditadura, o panorama é constrangedor, para não dizer
vergonhoso. Basta ver a propaganda eleitoral pela televisão para constatar o
baixo nível com pleiteantes aparecendo até com nariz de palhaço, em uma
tentativa grotesca de repetir o fenômeno paulista do parlamentar federal mais
votado do país, o Tiririca.
É preciso analisar o motivo
pelo qual a política brasileira e mesmo mundial decaiu com o surgimento de
figuras como Silvio Berlusconi, Mario Monti, Angela Merkel e por aqui Geraldo
Alckmin, Sergio Cabral, Eduardo Paes, entre outros. São produtos do mercado e
com discursos enganadores e muito apoio de grupos empresariais dos mais
variados conseguem iludir até gente bem intencionada.
A decadência da política
partidária tem também como parcela de culpa os próprios meios de comunicação
que fazem o possível e o impossível para evitar debates permanentes e não
apenas de candidatos a postos executivos com regras absurdas visando impedir o
confronto de ideias.
Os grandes temas são
escamoteados e quando surge algum tipo de confronto aparecem os colunistas de
sempre com críticas do gênero senso comum objetivando evitar o aguçamento do
espírito crítico da cidadania.
A continuar assim, as próximas eleições
poderão ser ainda mais mornas do que a atual e sem que o eleitor possa conhecer
de fundo o verdadeiro ideário dos candidatos, sobretudo daqueles que prometem
mundos e fundos, mas quando eleitos fazem exatamente o contrário das promessas.”
Artigo Completo, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 05:43 PM PDT
“Moradores de ocupação no centro da cidade,
colocados hoje na rua, dizem não ter para onde ir e relatam peregrinação pela
cidade
Gisele Brito, Rede Brasil Atual
Duzentas e dezessete famílias tiveram de
sair de um prédio ocupado há 9 meses na avenida Ipiranga, região central de São
Paulo, na manhã de hoje (28). A prefeitura descumpriu decisão proferida em
julho pelo Tribunal de Justiça determinando o oferecimento de alojamentos. “Conversamos
com a prefeitura, com a Polícia Militar e acertamos não resistir. A prefeitura
tinha uma determinação de disponibilizar moradia, mas não cumpriu. Mais uma
vez”, afirma Maria do Planalto, coordenadora da ocupação e integrante da Frente
de Luta por Moradia (FLM).
A decisão, tomada pela juíza Regina
Capistrano em 12 de julho, indicava que as famílias deveriam ser "alojadas
em abrigos provisórios, e ali mantidas, até o final julgamento deste
recurso" por conta do risco envolvido na violação do direito básico à
moradia. Esta é a segunda vez apenas neste ano que a administração de Gilberto
Kassab (PSD) descumpre uma determinação judicial relativa a moradia. Em
fevereiro, a Secretaria de Negócios Jurídicos não
obedeceu a liminar que obrigava a oferecer abrigo aos despejados de uma
outra ocupação no centro da cidade.
Tampouco foi colocado à disposição aluguel
social ou qualquer outro programa assistencial. O prédio estava abandonado
há 9 anos. Segundo líderes da ocupação, as dividas do proprietário do imóvel
apenas com a Sabesp, a companhia estadual de saneamento, chegam a R$ 8 milhões,
ou seja, seria possível promover a desapropriação do imóvel com base na
legislação existente.”
Foto: Diogo Moreira. Folhapress
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 05:26 PM PDT
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Posted: 28 Aug 2012 05:23 PM PDT
Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania
“É uma bofetada no rosto do eleitor a
piadinha infame que a campanha de José Serra fez no rádio e na internet usando
proposta do candidato Fernando Haddad para mitigar o sofrimento do povo de São
Paulo no torturante – e caro – transporte público da capital paulista.
Irresponsável, Serra permitiu que sua
campanha fizesse a politicagem mais baixa vinculando Haddad ao julgamento do
mensalão, como se todo tucano fosse culpado pelo mensalão tucano do
ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo.
Para seu jogo sujo e desrespeitoso ao
eleitor, o PSDB paulistano, a mando de Serra e do mal-avaliado prefeito
Gilberto Kassab, inventou o “bilhete mensalão”, uma piadinha ruim que os dois
políticos usam em vez de fazerem propostas para o caos que criaram em São Paulo.”
Artigo Completo, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 05:09 PM PDT
“Entre 2002 e 2011, governos paulistas
assinaram contratos de R$ 943 milhões com empreiteira que está no centro da CPI
do Cachoeira; Geraldo Alckmin chamou relação de "ínfima"; José Serra,
citado pelo contraventor em grampo da PF, fica quietinho; ex-diretor do Dersa
Paulo Preto fala nesta quarta à Comissão; empreiteira fez desembolsos pesados
às vésperas da campanha presidencial de Serra, em 2010; novo rumo?
Brasil 247
A julgar pela não resposta a dois e-mails e dois telefonemas, feitos a partir das 13 horas, Serra preferiu ficar quietinho. Em abril deste ano, quando estourou o escândalo do tráfico de influência praticado por Cachoeira e Demóstenes e vieram à tona as estreitas relações deles com a empreiteira Delta, do empresário Fernando Cavendish, o governador Geraldo Alckmin reagiu de maneira diversa a perguntas sobre a presença, no Estado, da construtora repleta de contratos suspeitos. "Nem sei se tem (contratos), se tem são ínfimos", disse ele ao jornal Folha de S. Paulo. Na mesma medida em que o silêncio de Serra não contribui com a apuração da verdade, a frase de Alckmin, à luz de pesquisas feitas pelo site Transparência SP, soa, agora, como um despite ingênuo – e bastante constrangendor para um governador que se diz organizado e conhecedor dos assuntos de Estado.
O fato é que, desde o primeiro mandato de
Alckmin e até o ano passado, quando entre os governos de Alckmin e Alckmin
houve a administração José Serra-Alberto Goldman (Serra renunciou ao mandato
para concorrer à Presidência da República, deixando o vice, igualmente tucano,
em seu lugar), a relação considerada "ínfima" da administração
pública paulista com a Delta somou, em valores corrigidos, nada menos que R$
943 milhões. Ou seja, quase R$ 1 bilhão. A empreiteira de Fernando Cavendish,
cujo lobby era feito nos bastidores por Cachoeira e quase publicamente por Demóstenes,
operou nada menos que 27 contratos nesse período, travando relacionamento
formal com gigantes estatais como a Desenvolvimento Rodoviário S.A.
(DERSA), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o Departamento de Águas e
Energia Elétrica (DAEE), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São
Paulo (SABESP) e aUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Ínfimo?”
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 04:08 PM PDT
Do R7
O ex-diretor do Dnit (Departamento Nacional
de Infraestrutura de Transportes), Luiz Antônio Pagot, disse nesta terça-feira
(28), em depoimento à CPI do Cachoeira no Congresso Nacional, que o grupo do
bicheiro Carlinhos Cachoeira e o empresário Cláudio Abreu, da empresa Delta,
patrocinaram uma matéria jornalística na revista Veja para derrubá-lo do
cargo.
— O fato é que um contraventor e o dono de uma empresa se uniram a um jornalista que produziu uma matéria e me arrancou do Dnit. O fato determinante para a minha saída foi a reportagem. Saiu a reportagem e posteriormente veio a exoneração. Em julho do ano passado, reportagem da revista Veja denunciou um suposto esquema de recolhimento de propina no Ministério dos Transportes para o PR, partido da base aliada que comandava a pasta. A propina seria paga em troca de contratos e liberação de faturas. Após as denúncias da Veja outros veículos de comunicação relataram o caso. Cerca de uma semana depois da revelação, a presidente Dilma Rousseff demitiu toda a cúpula do ministério, incluindo Pagot e o então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM). As demissões detonaram uma crise política entre o PR e a presidente Dilma Rousseff. Na CPI, o ex-diretor do Dnit disse que enquanto estava no cargo identificou vários problemas da empresa Delta, braço financeiro do contraventor, e acredita que isso tenha lhe custado o posto de diretor no órgão. — Acredito que esses fatos todos em que nós agíamos no interesse de preservar qualidade das obras e agilizar os cronogramas fossem causando um grande dissabor ao Claudio Abreu na direção dos seus trabalhos. Imagino que, por isso, tomou essa decisão juntamente com contraventor de patrocinar matéria jornalística que acabou me tirando do Dnit.”
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 12:29 PM PDT
“Secretaria divulga prontuário a fim de
contradizer homem que aparece na propaganda de TV petista reclamando de demora
Julia Duailibi e Isadora Peron, O Estado de
S.Paulo
A Prefeitura de São Paulo divulgou ontem
dados do prontuário de um paciente do sistema público que expõem erro no
programa eleitoral de TV de Fernando Haddad, candidato do PT. Segundo
especialistas, a divulgação de dados médicos sem autorização do paciente
configura quebra de sigilo.
No
horário eleitoral petista, o caminhoneiro José Machado reclama do sistema
municipal de saúde e diz que está aguardando há pelo menos dois anos para fazer
uma cirurgia de catarata. A reportagem do Estado questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre o problema. A assessoria de imprensa informou, então, que já havia consultado os dados do paciente na Unidade Básica de Saúde Guaianases 1 e no ambulatório de especialidades Jardim São Carlos e que a "hipótese de diagnóstico" não era catarata, mas pterígio - crescimento do tecido sobre a córnea. A secretaria ainda questionou o fato de o paciente que aparece no programa de Haddad ter dito que estava na fila para receber a cirurgia de catarata. Segundo o órgão, não há filas para isso. Machado disse não ter dado autorização para a divulgação de seus dados. Segundo o Conselho Federal de Medicina, é proibido que o médico, sem consentimento do paciente, revele o conteúdo de um prontuário ou de uma ficha médica. A revelação do segredo médico somente é permitida, diz o órgão, em casos extremos, como abuso sexual, aborto criminoso ou perícias médicas judiciais.
"É quebra de sigilo (divulgar sem
autorização). O hospital ou o diretor técnico que responde por ele não pode
falar da doença, por mais que o paciente esteja errado", afirmou Renato
Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São
Paulo. Para Reinaldo Ayer, professor de Bioética da USP, "caracteriza uma
infração ética a divulgação do prontuário médico por parte do médico ou
hospital, sem autorização".
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 12:10 PM PDT
“Pela primeira vez, o nome do ex-governador
de São Paulo e candidato à Prefeitura, José Serra, aparece na boca do
contraventor Carlos Cachoeira, numa conversa com o já cassado Demóstenes
Torres. "Ocê vai tá com o Serra aí hoje?", pergunta o bicheiro.
"Marca uma audiência com ele", insiste. "Vou marcar com ele e
venho aqui", atende o ex-senador. Negócios da Delta com São Paulo são o
próximo alvo da CPI
Brasil 247
14 de maio de 2009. José Serra era
governador de São Paulo. Executava, no Estado, obras bilionárias, como a
construção do trecho Sul Rodoanel e as ampliações das marginais – algumas, com
a participação da construtora Delta, de Fernando Cavendish. Amanhã, o
empreiteiro estará na CPI, que investiga as atividades do bicheiro Carlos
Cachoeira. Assim como Cavendish, também irá depor o engenheiro Paulo Vieira de
Souza, conhecido como Paulo Preto, que era o homem forte da Dersa, empresa de
desenvolvimento rodoviário de São Paulo, e já disse que Serra era sua
"bússola" na estatal.
Um diálogo, obtido com exclusividade pelo
Brasil 247, aponta agora, pela primeira vez, o nome de José Serra nas conversas
de Cachoeira. É num telefionem dela ao ex-senador Demóstenes Torres. Cachoeira
quer uma audiência do governador para um personagem chamado Dino. E Demóstenes
promete marcá-la.
"Ocê vai tá com o Serra aí
hoje?", pergunta Cachoeira. Com naturalidade, Demóstenes diz que não.
Afirma ter estado na Companhia Siderúrgica Nacional, do empresário Benjamin
Steinbruch. Cachoeira faz então uma brincadeira dizendo que quem gosta muito de
Steinbruch é o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
E, depois, insiste para que Demóstenes, que
foi cassado por ser uma espécie de despachante de luxo do bicheiro, marque uma
audiência com Serra. "Vou marcar com ele e venho aqui", atende o
ex-senador.”
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 08:37 AM PDT
“Condenado pelos ingleses por apoiar a
invasão do Iraque e por seus negócios obscuros com ditadores, o ex-premiê
inglês, que mantém sua consultoria no ponto mais caro de Londres, receberá R$
12 milhões para elaborar um plano estratégico para São Paulo; precisava disso,
governador?
Brasil 247
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin,
anunciou ontem a contratação de um consultor de luxo: ninguém menos que Tony
Blair, ex-primeiro-ministro da Inglaterra, que é condenado pelos próprios
britânicos por seus deslizes dentro e fora do poder. Na história do seu
governo, Blair será carimbado para sempre como o primeiro-ministro que, ao lado
de George W. Bush, apoiou a invasão do Iraque enquanto os ingleses marchavam em
Londres com cartazes com a mensagem “no blood for oil” (nada de sangue por petróleo).
Fora do poder, se tornou dono de uma fortuna de mais de US$ 100 milhões,
fazendo qualquer tipo de negócio – inclusive com ditadores, como Muammar
Kadafi, dirigente líbio assassinado, e Paul Kagame, de Ruanda, acusado de
violações aos direitos humanos.
Para formular um plano estratégico chamado
“São Paulo 2030”,
em parceria com o Movimento Brasil Competitivo, a Tony Blair Associates
receberá R$ 12 milhões, por um ano de trabalho. É uma consultoria de luxo, paga
a um personagem que entende pouco ou quase nada de Brasil, numa parceria que se
torna ainda mais estranha num estado como São Paulo, que tem a melhor
universidade da América Latina: a USP.”
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Posted: 28 Aug 2012 08:12 AM PDT
Marina Dias, Terra Magazine
“Assim que terminou o almoço com a senadora
Marta Suplicy (PT-SP), na tarde de segunda-feira (27), o ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva telefonou para o candidato petista à Prefeitura de São
Paulo e seu afilhado político, Fernando Haddad, e deu a boa notícia. "O
clima com Marta está ótimo e ela já está à disposição de sua
campanha".
Depois de dez meses que o ex-presidente
pediu para Marta retirar sua candidatura para a sucessão de Gilberto Kassab
(PSD), os dois almoçaram e conversaram por duas horas no Instituto Lula, região
sudeste da capital paulista, para acertar a entrada da senadora na campanha de
Haddad. Ficaram combinadas participações no programa de rádio e TV e também em
comícios e agendas públicas.
"Sempre disse que quando começasse a
campanha de fato e eu soubesse que faria a diferença, entraria. É isso que eu
vou fazer", afirmou Marta na saída do almoço.”
Foto: Ricardo Matsukawa
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Posted: 28 Aug 2012 07:25 AM PDT
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Posted: 28 Aug 2012 07:20 AM PDT
Daniel Castro, Blog Daniel Castro / R7
A canção, do compositor paraibano Shylton Fernandes e que foi gravada pela dupla João Lucas & Marcelo, continua tocando na novela, apesar de ter gerado jingle com o refrão "Eu Quero Serra, Eu Quero Já". No capítulo de sábado, tocou duas vezes. O fato de uma música estar em uma novela e em uma campanha política pode gerar uma associação, fortalecendo o candidato. Nessa lógica, toda vez que o telespectador ouve Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha na novela ele pode pensar em José Serra. A Globo informa que vai continuar usando a música em Avenida Brasil, embora a novela já esteja usando canções de sua trilha internacional. A faixa integra o CD Avenida Brasil Nacional 2, lançado em junho.
"Usamos trilha com melodias que já
existiam independentemente da novela, e o uso fora dela depende dos autores da
música", informou a Central Globo de Comunicação.”
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Posted: 28 Aug 2012 07:05 AM PDT
“Conversas gravadas pela Polícia Federal
indicam que o irmão do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), orientou o
grupo do empresário Carlinhos Cachoeira sobre a forma pela qual eles deveriam
participar de uma licitação do Estado, orçada em cerca de R$ 21 milhões.
Obtidos pela Folha, os áudios mostram que,
na antevéspera da Operação Monte Carlo, que prendeu Cachoeira, Antonio Perillo,
que não ocupa nenhum cargo no governo do irmão, orienta um assessor direto do
empresário a participar de um lote específico de uma licitação da Agetop
(Agência de Transportes e Obras Públicas).
O presidente da Agetop, Jayme Rincón, é um
dos principais auxiliares do governador e também atua como seu porta-voz
informal.”
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 28 Aug 2012 06:58 AM PDT
“Dias atrás, o ex-presidente FHC ciceroneou
o senador mineiro em São
Paulo, aproximando-o de grandes banqueiros e empresários. Era
o início do projeto 2014, que pretendia levá-lo à presidência da República em
dois anos. Ontem, soube-se que seu estilo de vida é incompatível com uma
candidatura
Brasil 247
É melhor a oposição começar a buscar outros
candidatos, se estiver mesmo disposta a se apresentar como um eventual polo de
poder no Brasil. Ontem, circularam na internet imagens do senador mineiro Aécio
Neves embriagado na madrugada do Rio de Janeiro. Aécio, trocando os passos,
dirige-se aos garçons do bar Cervantes, point de fim de noite em Copacabana,
com a barriga à mostra, e distribui gordas gorjetas. O vídeo, publicado em
primeira mão pelo 247, chegou a ser retirado do ar, mas depois voltou a ser
postado.
Não é mistério para ninguém que Aécio é
boêmio e gosta de se divertir com amigos – especialmente no Rio de Janeiro,
onde já foi parado numa blitz e se recusou a passar pelo teste do bafômetro,
dando um mau exemplo à sociedade. Se, depois da farra, ele tomou um táxi e foi
para casa, ou pegou carona com alguém, não cometeu irregularidade alguma ao
tomar alguns goles a mais na noite carioca.
Ocorre que seu estilo público de vida –
numa época em que celulares transformaram qualquer indivíduo em paparazzi – é
totalmente incompatível com o de um candidato à presidência da República.”
Matéria Completa, ::AQUI::
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