A Igreja do Diabo (Conto de Histórias sem Data), de Machado de Assis
Análise da obra
A obra machadiana é permeada de surpresas e fatos curiosos; não só em suas histórias, como nos fatos que a constituem. Com personagens densos e "humanamente verdadeiros", Machado de Assis cria uma narrativa de tensão por ser tão perturbadora, deixando no leitor aquela sensação de asfixia.
Em A Igreja do Diabo, conto dividido em 4 capítulos, o que temos é uma narrativa densa e, aparentemente, banal e de simples interpretação. Porém, para o leitor atento e bem munido de exemplos referencialmente citados ao longo do texto, a interpretação não se torna tão objetiva assim. Sobretudo, o mais importante é que se trata de uma grande apólogo constituído por outros menores; daí o seu caráter moralizante. Mas o que dá o toque genial ao conto são as inúmeras referências ao longo do texto. Quando esse fator é atentamente observado percebemos, claramente, os valores da sátira e da paródia constituindo um pilar que serve de base para a criação machadiana, principalmente, nesse texto, onde os elementos carnavalescos são fartamente explorados.
O conto, que integra Histórias sem data, cujos personagens principais são Deus e o Diabo, enfoca de forma cômica a relação Deus/religião, homem/razão. Traz à tona a discussão de como cada pessoa pode exercer a religiosidade sem medo de viver suas incertezas, ou mesmo de duvidar da eficácia da benevolência do homem. Na discussão o Diabo questiona a hipocrisia religiosa e as práticas salvacionistas.
A religião está sujeita à crítica ferina do escritor. Neste conto Machado de Assis criticou todas as formas religiosas existentes no Brasil, bem como o modo de comercializar a fé através das vendas de conceito religioso. Porque todas as religiões vendem uma mesma ideologia, a salvação. Inclusive, com práticas proibitivas. Na visão de Machado a elite brasileira se afasta das práticas diversificadas de religiões por pura hipocrisia e preconceitos.
A verossimilhança apresentada no conto é paradoxal, porque não revela, antes de tudo, uma grande metáfora. Faz uma brincadeira muito perspicaz com o leitor, usando inúmeros recursos de várias fontes, chegando a ser sufocante. O retrato é cruel e melancólico, mas o resultado é imensamente satisfatório; sentimo-nos devorando Machado de Assis e rindo do par carnavalesco de Deus e do Diabo.
Este conto foi classificado como sendo uma espécie de fábula, marcada pela ironia, mas a rigor, não é, pois além de não constituir uma narrativa curta, os seus protagonistas não são animais irracionais à maneira de La Fontaine que falam de um modo integralmente humano e ainda é permeada por diálogos entre divindades: Deus e seu anjo renegado, o Diabo. Portanto, extrapola até os limites do fabuloso.
A Igreja do Diabo traz uma série de alegorias e símbolos. A literatura machadiana se baseia muito na simbologia de uma forma geral, mas é nesse conto que esse recurso aparece recorrentemente, assim como o humor trágico e amargo dado o pessimismo com que o autor enxerga a alma humana. Nesse conto, Machado de Assis exercita a sua capacidade de julgamento de atos buscando uma verdade que se mostra cruel na máscara do riso.
O esboço humano que o escritor traz nesse conto, mais uma vez, é o do homem facilmente corruptível e sujeito às influências malignas ou de qualquer espécie. Em A Igreja do Diabo, o escritor tece uma outra "nova teoria sobre a alma humana". Essa teoria se dá por meio de várias alegorias e mitos. O autor mostra essa imagem humana refletida num espelho invertido. O que o Diabo propõe é uma doutrina muito semelhante a de Deus, com a única diferença de que acaba sendo sua mais profunda negação. O Diabo se propõe a negar o que reflete; mostrar o contrário.
Machado de Assis conta a história narrada num velho escrito beneditino do dia em que o diabo resolveu fundar uma igreja, a fim de concorrer com as diversas religiões. Dizia-se cansado de ser desorganizado, de ficar com as circunstanciais sobras das diferentes manifestações de fé.
Fundando uma igreja, teria vantagem de ser única neste tipo de pregação, ao passo que para adorar deuses, havia várias: “enquanto as outras religiões se combatem e se dividem, a minha será única; (...)
Há muitos modos de afirmar: há um só de negar tudo”. O Diabo vai a Deus e comunica sua intenção. Por meio de apólogos e máximas, o Diabo explica a necessidade da nova instituição, demonstrando-a com a maestria de manipulação de recursos de estilo, entre eles o uso da ironia a favor de jogos lingüísticos na criação de uma linguagem refinada. A visão machadiana do mundo é perseguida pela sombra do pessimismo, que se revela na descrença da melhora do espírito humano. Machado não acredita nas virtudes humanas. O mundo, na concepção machadiana, é aquele em que o Mau predomina sobre o Bem, e no qual, as virtudes estão submetidas às mazelas.
O "Diabo" de Machado de Assis, mesmo lutando contra o Bem, acaba colaborando com Deus, e por isso o criador o deixa fundar o seu ministério para recolher os homens que estão perdidos. Para o Mal personificado no conto, o erro é necessário à humanidade. O autor afirma que o Diabo comunica ao Senhor a fundação da Igreja, por "lealdade" e para "não ser acusado de dissimulação". Os motivos que o levam à tal empreendimento é o do desejo da organização e da retificação da sua imagem que, segundo ele, não era como diziam as "velhas beatas" e que, na verdade, era "gentil e airoso". Outras vezes, o Diabo se denomina o "próprio gênio da Natureza", provocando aqui uma inversão de papéis. O Diabo colocou-se no patamar de Pai de Deus. De quem é, afinal, o reino "casual e adventício"?
Imediatamente, desce à terra e começa sua pregação. Defende a inveja, a gula, a preguiça, tudo com justificativas da história, das letras e das artes. Rapidamente, obtém mais e mais adeptos, tornando-se a nova igreja hegemônica.
Com a imposição de novos dogmas e crenças, o Diabo persuade até convencer os homens de que o Mal pode ser melhor do que o Bem. Multidões vêm a ele crendo nessa nova descoberta, assim como vieram a Jesus, quando este veio ao mundo como Messias enviado por Deus para salvar a humanidade. O Diabo também usa de apólogos e símbolos para exemplificar sua doutrina. Uma dessas alegorias é a das franjas e mantos de algodão ou de seda. O que demonstra o caráter ambíguo do homem. Mostra, dialeticamente, a convivência harmônica dos paradoxos que apresentam virtudes boas e más.
Os dogmas do Diabo propagou-se pelo globo, tornando-se conhecidos em muitas línguas. Temos depois, todavia, estabelecida e difundida a Igreja, o Diabo percebeu baixas entre seus fiéis. Aqui e ali seus seguidores praticavam, às escondidas, atos de bondade, de restituições de roubo, de arrependimento.
A idéia de que o Diabo, o espírito da confusão, buscava a organização de seu reino é interessante. Além disso, ele queria também a própria missa com muito vinho e pão, mesma alusão direta ao jejum cristão e à celebração do corpo e sangue de Cristo. O Diabo faz referências bíblicas, como a da "tenda de Abraão". Numa aspiração a reunir todos os povos - divididos pelas outras religiões - busca a religião única e suprema, que terá uma unidade fiel e verdadeira. Maomé e Lutero aparecem, não como a ameaça da religião islâmica ou protestante, mas como obstáculo facilmente transponível.
Machado mostra a dualidade de caráter em cada um dos preceitos pregados pelo Diabo. Um exemplo é o do Padre Galiani, que ligado aos enciclopedistas franceses, mesmo sendo religioso levava em consideração a utilidade e a raridade das coisas: "Leve a breca o próximo! Não há próximo!" - frase que parece proferida da boca do próprio Machado de Assis.
Quando em "A Igreja do Diabo", os homens voltam a praticar as antigas ações é porque aquelas, de certa forma, tinham uma explicação, senão científica, metafísica. Já quando se revoltam contra o Diabo, é porque este estava impondo-lhes os antigos preceitos de obediência, indo contra a liberdade e adquirindo seu direito de controle da humanidade, sob a desculpa de uma religião, indo contra o direito natural do homem para seu próprio engrandecimento, obtendo maior espaço para suas ações. A estrutura religiosa, vista desse modo, é muito desoladora, explicando o pessimismo de Machado diante do mundo.
A volta à prática das antigas virtudes pelos homens atordoa o Diabo. O homem seria tão contraditório que nada é capaz de defini-lo? O homem é um ser inexplicável, só que o mais perturbador e surpreendente é a maneira pela qual ele usa o seu tão cotado livre-arbítrio.
Pesquisando a fundo, verificou o Diabo que em todo o mundo já se espalhava tal atitude. Atônico, o Diabo volta aos céus, sem compreender o que havia acontecido, e Deus o consola com uma frase complacente, a propósito de uma alegoria:
" - Que queres, tu, meu pobre Diabo? As capas de algodão têm agora franjas de seda, como as de veludo tiveram franjas de algodão. Que queres tu? É a eterna contradição humana."
No conto, Deus está conformado com essa contradição humana, justamente, porque sabe que esse sentimento de confusão parte d'Ele mesmo. Ao mesmo tempo que o Espírito Santo está contra o Espírito Negador, o pecado pode estar a favor do homem, por que, afinal, o que é o pecado, fora dos limites da religião cristã? O Diabo não propõe nada de extraordinário aos seus súditos, somente mais uma manipulação em forma da liberdade tão almejada do pecado. E o homem quer ser livre, por isso, vive se contradizendo o tempo todo. Porque quando não se está sobre domínio de um deus, há a negação de todos os princípios morais; suprime-se toda a diferença entre bom e mau, virtude e vício.
A "contradição humana" aludida no texto remete à contradição da religião cristã em eterno conflito com a essência do homem. Se, para a religião, só Deus existe e atua, agindo verdadeiramente, essa idéia religiosa contradiz o entendimento e o sentido natural que concede às coisas naturais uma certa espontaneidade; o livre-arbítrio humano. Criam-se dois pólos, um positivo que é Deus, e outro negativo que é o mundo. Deus só existe, na verdade, para explicar o sentido da máquina do universo. O homem, que é limitado de entendimento, revolta-se contra esse poder originalmente divino. A religião cristã vê o mundo num sentido prático, de uma origem mecanicista, como algo que foi criado por Deus. Essa máquina controlada divinamente leva o homem a crer alegremente numa força desconhecida despertando, desse modo, a consciência do homem de sua nulidade e dependência de Deus. O homem quer se libertar contra essas verdades presentes, contestando sua origem.
Trata-se de um conto "moralizante" e, em vários pontos, se assemelha a um apólogo. Só que as imagens de que dispõe são elaboradas artisticamente. É notável a influência de Rabelais que, inclusive, é citado numa passagem do texto.
A questão da abordagem do tema religioso sendo explorado parodicamente, remete o conto à Sátira Menipéia e a Rabelais, pois os símbolos tomados por Machado de Assis são mais do que tipos carnavalescos sem importância, porque em determinado momento, há uma crítica, não da religião, mas da própria fé humana. É uma crítica psicológica que dá uma realização artística do olhar do escritor sobre a realidade contemporânea.
Machado de Assis prefere transferir aos homens todo o seu ódio e indiferença, porque com toda essa tirania e hipocrisia não há como acharmos na sua literatura exemplos das virtudes humanas. Tudo se reduz à maldade e ao egoísmo. Dessa forma, o Diabo no conto defendeu que o amor ao próximo era "uma invenção de parasitas" e que este não merecia nada além da indiferença; e em alguns casos, até mesmo o ódio e o desprezo. O que parece é que Machado de Assis encarna o próprio alter ego da figura do Diabo no conto, sendo seu próprio Fausto. Em seus contos, são raros os atos honestos e nobres e, se aparecem, estão sob a máscara do egoísmo, arrastando "as franjas de algodão na capa de veludo."
A visão pessimista do mundo, de acordo com o escritor, que traz os homens à submissão do Diabo depois do "abandono" de Deus porque a vida na Terra nada mais é do que desilusão e fracasso, na concepção machadiana. Em A Igreja do Diabo, pode-se ver a atualização de uma lenda que trata de personagens do imaginário cristão, por outro lado, uma forma velada de se expor um mito. Machado de Assis se utiliza da tomada de um mito religioso para a demonstração do caráter humano.
O que se apresenta aqui é, novamente, a idéia do espelho que acaba por refletir uma imagem inversamente ao objeto original. Deus e o Diabo, no conto, são também muito parecidos: ambos irônicos e perversos, até sob a máscara da bondade, e muito frios ao calcular todos os meios de se controlar e atrair seus fiéis. Ambos são reflexos da personalidade humana e por isso, popularmente, se ouve dizer que há um anjo e um demônio em cada indivíduo. O Diabo sugere, desde a sua origem bíblica, o mito de Ícaro; aquele que obtém do Pai asas para voar, mas cai nas águas profundas do Oceano, por desejar subir mais alto do que deveria ir.
Quando o Diabo chega ao céu, diz a Deus não vir pelo servo Fausto, mas "por todos os Faustos do século e dos séculos" (e esse trecho já se trata de uma paródia do final da liturgia na missa católica), reporta-nos ao Mefistófeles, do escritor alemão Goethe. O evidente da obra alemã está na "simpatia" que Deus demonstra a Mefistófeles e que, aliás, é recíproca. Assim como nem em Fausto, de Goethe, e nem na literatura machadiana, as palavras são empregadas gratuitamente, vemos na primeira, o adjetivo alemão "gern" ("de muito bom grado", "prazerosamente") pronunciada por Deus e pelo Diabo. Da mesma maneira, no conto machadiano, quando Deus se dirige ao Diabo com "olhos cheios de doçura" e este o chama de "mestre", existem provas demonstrativas da mútua admiração que se traduz nessa constante troca de elogios das duas partes.
Paradoxalmente, a existência de uma simpatia inesperada entre Deus e o Espírito Negador traz o 'inesperado' que é recorrente em Machado de Assis, no entanto só para o leitor atento. Assim, veladamente, pode denotar significações ainda mais profundas.
O Mefistófeles machadiano, como espírito que nega, não se põe contra Deus, e sim, contra a Vida, que é ingrata. Aqui, existe muito do pessimismo machadiano. Assim como Mefistófeles pede a Fausto que pare "Verwille doch!", numa metáfora para a perdição da alma do outro, não está negando o Criador, mas a sua criação, a própria Vida.
Em A Igreja do Diabo, o pecado tem seu aspecto positivo. O Diabo expõe o Decálogo num plano inverso. Mostra que a Lei de Deus pode ser falha, dando margem a várias interpretações. Nisso, apresenta que o seu Espírito de Negação é suficiente, que a negação é sublime e singular. Com a "carnavalização" de doutrinas, milagres, moralidades e mistérios divinos, Machado de Assis é que nega tudo. Essas 'blasfêmias' dirigidas a uma divindade, pelo diabo do conto, constituíam um elemento necessário nos cultos cômicos mais antigos, só que essas 'blasfêmias', ao mesmo tempo que degradavam, renovavam; negando e reiterando. É nesse jogo de palavras que Machado de Assis cria esse retrato cômico do mundo, dividido entre a luta do Bem e do Mal. Assim como os vários exemplos de personagens machadianos cindidos entre a eterna dúvida.
A descrição que Machado faz do Diabo atribui-lhe uma imagem majestosa: "magnífico e varonil". Nos próprios gestos, o Diabo tem uma suntuosidade superior à divina, segundo a descrição do autor. O Diabo não apenas conversa com Deus sobre seus planos, mas o desafia. O ódio e a ânsia de vingança aparecem remontando ao episódio bíblico da expulsão de Lúcifer, o anjo de luz, dos céus por Deus. Os recursos de estilo são inúmeros, ornamentando a linguagem de Machado de Assis e criando um espelho de contraste imenso, mas que em determinado momento se turva já não reproduzindo imagens fiéis.
Quando o Diabo chega aos céus, não entra. Inicia seu discurso retórico na entrada e só depois de Deus perguntar-lhe se sabe porque aquele velho ancião foi mandado para os céus, é que o Diabo ironiza dizendo não saber, aproveitando a oportunidade para expor suas idéias. O Diabo se refere ao céu como uma hospedaria de preço alto. Comparando a imagem divina a de um negociador. Por meio de várias ironias, o Diabo acaba transferindo a sua veia sarcástica para o autor. Diante do discurso do Diabo, comparando pessoas de boa índole a mantos de veludo e os bons atos a franjas de seda, o Senhor mostra dissimulação ao murmurar que se tratam de pensamentos de um "velho retórico". Enquanto o Diabo sorri triunfante, Deus parece se submeter "murmurando"; mais um indício de papéis inversos.
Deus tenta demonstrar que o velho ancião, que acabara de chegar ao céu, salvou outras vidas, mesmo sem nenhum público. Não havia nenhum interesse, não tinham "franjas de algodão" no ato. O Diabo repele essa afirmativa com a ironia de que a misantropia pode ser só uma simulação de caridade. As imagens e os símbolos são inúmeros, sendo todos muito importantes dentro da narrativa.
Ao se tratarem de pecados capitais, o Diabo toma exemplos literários a princípio. Justifica a ira de Aquiles, como responsável pela Ilíada, e só cometida por ele, por ser fruto do rapto de sua escrava, Briseida, e pela perda do amigo, Pátroclo. A gula encontra justificativa em Rabelais e seus banquetes - o comer e o beber estão amplamente explorados nesse autor por estarem ligados às festas, à palavra e à verdade alegre. Essas imagens mostram o homem num corpo que interage com o mundo. A imagem dos banquetes simbolizava a devoração dos bens que o homem conseguira por meio de seu suor, como manda a Bíblia; esse triunfo o opõe a Deus. Mesmo o pão e vinho, mencionados anteriormente, representam o mundo vencido pela luta e trabalho do homem. Trata-se de uma imagem idealista sobre a devoração do mundo vencido - há uma certa dose de paganismo nessa metáfora da superação de Deus. A alusão ao vinho é muito significativa, por sua vez, trazendo em oposição à seriedade do azeite, a liberdade: "As vinhas do Diabo" - sempre com muito exagero.
O Diabo também refere-se ao pão e ao vinho para, como Cristo, dar um exemplo de preocupação com o homem. Na religião, o homem ao se referir a Deus, volta-se para suas necessidades básicas de sobrevivência: "O pão nosso de cada dia, dai-nos hoje." O Diabo quer ocupar esse lugar de Pai no conto. A Igreja como "hospedaria barata" mostra o acolhimento dos filhos que não tem como pagar as exigências divinas tão altas.
Quanto à inveja, dá a simples explicação de que seria o estímulo à prosperidade. Uma grande inversão das coisas de todo o tipo. A venalidade foi tão logicamente explicada, que tornou-se "um monumento da lógica", como exemplifica o conto mostrando sua negação como hipocrisia e contradição. Indo dessa forma com todos os preceitos divinos, ao passo que distorce o outro; "não se deve amar ao próximo, a não ser que se tratem de mulheres alheias". Também por meio de um apólogo, que "foi incluído no livro da sabedoria", o Diabo se assemelha a Cristo, que por meio de parábolas ensinava aos homens na Terra: "Usarei comparações quando falar com eles e explicarei coisas desconhecidas desde a Criação do Mundo" (Mateus, 13:34).
É como se o Diabo tivesse percorrendo o mesmo caminho, desde Moisés, com o Decálogo, até o Messias, que "evangelizou" os homens ao fim de salvá-los. O apólogo: "Cem pessoas tomam ações de um banco, para operações comuns; mas cada acionista não cuida senão dos seus dividendos...", pode ser considerado como uma paródia à parábola da ovelha perdida, que prega que se um pastor tiver cem ovelhas e uma se perder, deve-se sair para procurá-la deixando as outras. Entretanto, o homem hoje se preocupa, fundamentalmente, com sua vantagens e lucros, ou seja, nos dividendos que lhe pesarão depois. Pode ser associada também a usura e à mesquinhez, considerados grandes pecados.
O jogo de símbolos no conto é primoroso. Porém, a comicidade se propõe tragicamente quando, depois de seduzidos, os homens voltam a praticar as antigas virtudes e, às escondidas - de acordo com os ensinamentos cristãos, para os homens não praticarem seus deveres religiosos em público - sendo assim recompensados por Deus. Mesmo assim, praticavam as tais boas ações, de vez em quando e sozinhos, fazendo com que seus "mantos de algodão" tenham "franjas de seda"... O Diabo, inconformado com atitudes das mais curiosas e surpreendentes, deparou-se com o grande Mal verdadeiro; a contradição humana. Com o trecho: "... o pasmo não lhe deu tempo para refletir, comparar e concluir do espetáculo presente, alguma coisa análoga ao passado", Machado de Assis chama a atenção do leitor para a comparação da conquista inversa de Cristo na Terra convertendo os homens para salvá-los. O homem é pecador, mas Deus procura salvá-los a qualquer custo, olhando só seus bons atos. Segundo as Escrituras Sagradas, o arrependimento dos pecados garante a salvação.
28/2 - A IGREJA DO DIABO
FONTE:http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/analises_completas/a/a_igreja_do_diabo_conto
28/2 - A "BRONCA" DA OPOSIÇÃO A LULA
Lula diz que oposição tem "bronca" de seu sucesso e se compara a Lincoln
No aniversário da CUT, ex-presidente defendeu organização política dos movimentos sociais

Marina NovaesDireto de São Paulo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar a oposição, ao discursar em um evento em comemoração aos 30 anos da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que ocorreu na manhã desta quarta-feira, em São Paulo. Durante quase 35 minutos de discurso, Lula defendeu maior organização política dos movimentos sindicais e aproveitou para rebater críticas de seus "inimigos" e da imprensa, se comparando ao ex-presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln (1861-1865).
"Esses dias eu estava lendo o livro do Lincoln. Eu fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860. Igualzinho batem em mim. E o coitado não tinha computador, ele ia pro telex ficar esperando (para responder)", disse o ex-presidente, pouco depois de fazer críticas aos "formadores de opinião" da imprensa brasileira - sem citar os nomes dos veículos de comunicação ao qual se referia.
"Nesse País, os formadores de opinião pública eram contra as Diretas Já, só foram para a rua quando tinha 30 mil pessoas na praça da Sé. (...) Essa gente nunca quis que a gente ganhasse as eleições, que a Dilma ganhasse as eleições. E nunca quis que a gente fosse progressista", completou.
Lula também aproveitou para fazer ataques indiretos ao PSDB e defender o governo da presidente Dilma Rousseff, criticado pela cúpula tucana nesta semana. "Nós sabemos o time que nós temos, sabemos o time dos adversários e sabemos o que eles estão querendo fazer conosco. Eu acho que a bronca que eles tinham de mim era o meu sucesso. E a agora, é o sucesso da Dilma. Ou seja, eu acho que eles não admitem que uma mulher, se fosse a mulher deles tudo bem, que veio de onde ela veio, não é pra dar certo, Senão a moda pega, daqui a pouco alguém de vocês vai querer ser presidente da República, não é pra gente de baixo".
Na última segunda-feira, em um evento ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou que o "PT cuspiu no prato que comeu" e se referiu à Dilma como "ingrata".
Movimentos sindicais
Lula também destacou a importância dos movimentos sindicais no Brasil, mas defendeu que a CUT e os sindicatos se organizem de forma política para conquistar suas reivindicações, em especial, o pleito pela redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas.
Lula também destacou a importância dos movimentos sindicais no Brasil, mas defendeu que a CUT e os sindicatos se organizem de forma política para conquistar suas reivindicações, em especial, o pleito pela redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas.
Ao lado do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), que representou Dilma no evento e é o responsável pela interlocução do Planalto com os movimentos sociais, Lula disse ser favorável à marcha que as centrais planejam fazer em Brasília em março.
"Eu sei que vocês reivindicam a pauta da jornada de trabalho de 40 horas semanais. (...) Quando eu era presidente eu disse (para sindicalistas): eu, se fosse vocês, não ia esperar uma medida provisória do governo. Eu iria politizar esse debate, pegar assinaturas nas portas de fábrica e ir para o Congresso", afirmou. "Não faltará disposição do governo em atender, se não toda, parte das tratativas dos trabalhadores. (...) O que a CUT não pode perder é o limite e a compreensão das possibilidades e da conjuntura política", completou.
Por fim, o ex-presidente arrancou risos da plateia ao declarar que os sindicalistas podem esperar mais flexibilidade de Dilma que dele mesmo - a presidente é famosa pela sua postura firme. "Acho que vocês vão ter uma relação ainda melhor com a Dilma que comigo. (...) Mesmo quando a mulher é dura, ela é mais flexível que o homem", concluiu.
28/2 - ATRAÇÃO PERMANENTE
FONTE:http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/lula-visita-obras-do-maracana-exalta-operarios-e-rebate-criticos,bc1bc41e1112d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html
Lula visita obras do Maracanã, exalta operários e rebate críticos

Ao lado do governador do Rio, Sérgio Cabral, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou as obras do estádio do Maracanã na manhã desta quinta-feira. Lula e Cabral chegaram ao Maracanã por volta das 7h15 e o ex-presidente fez questão de cumprimentar os operários que trabalham na reconstrução do palco da final da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.
Após visitar o local, Lula discursou exaltando por quase 7 minutos os operários que trabalham no Maracanã. Primeiro, o ex-presidente comentou a ameaça de greve que aconteceu na semana passada. Na ocasião, os trabalhadores que fazem as obras do estádio chegaram a ficar 24 horas sem trabalhar para tentar pressionar as empresas Andrade Gutierrez e Odebrecht a darem aumento salarial de 15% e outras reivindicações.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entrou no assunto e conseguiu fazer acordo que chegou bem perto do pedido pelos operários. "Eu fiquei sabendo que o governador fez uma reunião com o sindicato e parte do que vocês pediu foi atendido. Nós vivemos em um momento que não é proibido as pessoas pedirem e reivindicarem, é um direito do trabalhador. Nós conquistamos direito de andar de cabeça erguida nesse País, de sentir orgulho pela posição que nós exercemos", disse Lula.
"Nós governantes, empresários, temos que entender que a democracia só será consolidada definitivamente quando os trabalhadores tiverem um padrão de vida decente e digna", completou o ex-presidente. Lula aproveitou o momento para rebater os que criticaram o Brasil ao dizer que o País não teria estádios prontos para a Copa do Mundo de 2014.
"Muitos falaram: 'a Copa do Mundo vai ser um fracasso, o Brasil não está pronto para realizar uma Copa do Mundo. Os estádio não vão ficar prontos'. E vocês estão dando a demonstração. Nunca mais ousem duvidar da capacidade dos trabalhadores da construção civil deste País. Vocês vão fazer os melhores estádios para que a gente tenha a Copa do Mundo".
Muitos falaram: 'a Copa do Mundo vai ser um fracasso, o Brasil não está pronto para realizar uma Copa do Mundo. Os estádio não vão ficar prontos'. E vocês estão dando a demonstração. Nunca mais ousem duvidar da capacidade dos trabalhadores da construção civil deste País
LulaSobre críticas à realização da Copa do Mundo no Brasil
O ex-presidente afirmou que estará presente na reestreia do Maracanã, no dia 2 de junho, em amistoso da Seleção Brasileira contra a Inglaterra. Segundo Lula, todo operário que esteve nas obras do estádio terá direito a um ingresso para assistir ao jogo. "Na estreia do Maracanã cada trabalhador que ajudou a construir estará aqui sentado como se fosse qualquer outro cidadão. Não vão entrar pela porta dos fundos, vão entrar na porta da frente como qualquer outro cidadão", disse.
"Se Deus quiser na estreia do Maracanã estarei aqui, se for convidado pelo governador. Bateremos palmas não só para a Seleção Brasileira, mas para cada um dos trabalhadores". O político petista fez ainda um pedido final antes de encerrar seu discurso. "Aqui no Rio de Janeiro o Maracanã não é um estádio, é uma casa de espetáculo, por isso que tem que ser feito com mais carinho".
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- Lula visita obras do Maracanã, exalta operários e diz que estará na estreia do Maracanã para aplaudir um por um dos trabalhadores Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação
- Ex-presidente chamou o Maracanã de "casa de espetáculos" e pediu para os operários construírem estádio com muito carinho Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação
- Lula chegou no Maracanã ao lado do governador do Rio, Sérgio Cabral, e relembrou a ameaça de greve dos operários na semana passada Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação
- Em visita, Lula rebateu os críticos que disseram que o Brasil não teria capacidade de construir estádios para a Copa do Mundo Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação
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Em visita, Lula rebateu os críticos que disseram que o Brasil não teria capacidade de construir estádios para a Copa do Mundo
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação
27/2 - "1964 - Um golpe contra o Brasil"
FONTE:castorphoto@gmail.com
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27/2 - DEU MERDA...
FONTE:beatrice.lista@elo.com.br
DEU MERDA...
ALTMAN: POR QUE A DIREITA BATE BUMBO
POR YOANI?
Em artigo exclusivo para o 247, Breno
Altman, diretor do Opera Mundi, argumenta que os protestos contra a cubana Yoani
Sánchez foram uma manifestação democrática legítima; ele lembra que, em 2007, a
claque organizada pelo ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, para vaiar o
ex-presidente Lula não gerou a mesma indignação; Altman diz ainda que, embora a
direita tenha planejado a visita de Yoani como uma apoteose midiática, o
episódio acabou demonstrando que a solidariedade em relação à Revolução de 1959
permanece viva na América Latina
27 DE FEVEREIRO DE 2013 ÀS
09:39
Por Breno
Altman
O direito de protestar faz parte da
democracia. Essa garantia inclui apupos, gritos, gestos, cartazes e até o
esculacho. Apenas exclui o exercício da violência direta, monopólio do Estado em
seu papel regulador das relações sociais. Não se pode classificar, como
modalidades aprioristicamente antidemocráticas, por exemplo, piquetes grevistas,
ocupações de terra e bloqueios de estrada. Muito menos o recurso à
vaia.
O sistema democrático, afinal, não
tem como finalidade tornar a política o reino dos eunucos, mas normatizar o
conflito de classes, partidos e grupos a partir de regras válidas para todos e
resguardadas pelas instituições pertinentes.
Protegido por esse princípio, o então
prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, organizou uma claque para vaiar o
presidente Lula na abertura dos Jogos Panamericanos de 2007 e impedi-lo de
discursar. A esquerda aceitou o fato como natural e tratou de mobilizar suas
forças para, na garganta, neutralizar as cornetas
conservadoras.
Na semana passada, quando a blogueira
Yoani Sanchez chegou ao Brasil, diversas entidades e agrupamentos progressistas
resolveram botar a boca no trombone, por considerarem insultante a visita de uma
dissidente incensada e financiada pelos Estados Unidos, no eterno propósito de
combater a revolução cubana.
Esses movimentos tomaram várias
iniciativas para demonstrar que, a seu juízo, Yoani era persona non grata. As
medidas tomadas, em alguns momentos, até passaram do ponto, caindo em
provocações e deslizando para o exagero. Os ativistas eventualmente cometeram
erros políticos, correndo o risco da antipatia do senso comum. Agiram, contudo,
sob amparo da mesma Constituição que avalizou os protestos do
Maracanã.
Inúmeros oráculos da direita reagiram
com fúria descontrolada. Cerraram fileiras e acusaram os manifestantes de
atentarem contra a democracia, sem pudores de expor sua dupla moral. Boa parte
dos que supostamente se horrorizaram com as vaias contra a escriba, vale
lembrar, vibrou com a armação de Maia e se dedica a estimular qualquer ação de
repúdio, verbal ou física, aos petistas acusados no processo do chamado
"mensalão".
Essa indignação pretensamente
democrática dos setores conservadores exala o odor de sua contumaz hipocrisia.
Claro, muitos cidadãos torceram honestamente o nariz, à direita e à esquerda,
pois está sedimentado, em nossa cultura política, que o confronto é uma
aberração da natureza. Mas a vanguarda reacionária está preocupada com qualquer
outra coisa que não os bons modos.
A direita imaginou que o road show de
Yoani Sanchez seria a apoteose midiática de uma nova voz contra o governo
cubano. Acreditou que teria conforto para revalidar seu ponto de vista sobre o
regime fundado em 1959, dando-lhe ares de unanimidade, em um momento no qual as
atenções se concentravam na eleição de Raul Castro para novo mandato
presidencial e no aprofundamento das reformas do sistema
socialista.
Essa aposta, além de subserviência
ideológica aos Estados Unidos, voltava-se também para desgastar um aspecto
importante da política internacional brasileira, qual seja, o apoio à economia
cubana e à integração plena do país no bloco latino-americano. Não é à toa que
os valetes da blogueira foram alguns ases da oposição mais iracunda, aos quais
se somou o inefável senador Eduardo Suplicy.
Qual não foi a surpresa dessa gente,
porém, quando reparou que não haveria pacto de silêncio e a empreitada estava
sendo enfrentada por onde passasse sua heroína. O governo não saiu um milímetro
de seu papel institucional, a favor ou contra a blogueira, mas uma fatia da
esquerda resolveu dizer publicamente o que pensava, em alto e bom
som.
Bastou para os organizadores da
visita reduzirem o número de eventos e Yoani cancelar sua ida para a Argentina,
arremetendo diretamente para a República Checa. Temia-se que, em Buenos Aires, a
recepção fosse ainda mais calorosa e massiva. O próprio Wall Street Journal,
santuário do pensamento conservador, registrou que a presença da dissidente
havia sido um tiro pela culatra e ressuscitado a solidariedade com a revolução
cubana.
A mesma lucidez faltou a seus pares
brasileiros. Como é de praxe, a imprensa tradicional recorreu à pena de
articulistas que, com passado na esquerda, atualmente cumprem expediente como
banda de música da direita. Outrora essa posição foi preenchida pelo talento
político e literário de Carlos Lacerda, até de Paulo Francis. Infelizmente seus
herdeiros têm poucas luzes e pálidos dotes narrativos, déficit que parecem
compensar com um rancor irracional contra seu lado de origem.
E o ódio costuma ser, como se sabe,
parteiro de ideias delirantes. Os manifestantes chegaram a ser comparados com os
camisas-negras de Mussolini e as tropas de choque nazistas, enquanto Yoani
Sanchez foi citada como equivalente cubana do sul-africano Nelson Mandela. São
afirmações reveladoras de que não há limites para o reacionarismo quando as ruas
ousam desafiar seu modo de ver o mundo.
Breno Altman é jornalista e diretor
editorial do site Opera Mundi e da revista Samuel.
27/2 - Os nove ministros do TCU
Os nove ministros do TCU
Enviado por luisnassif, dom, 22/07/2012 - 11:49
Por Diogo
Costa
-Benjamin
Zymler, servidor de carreira do
TCU, indicado por FHC.
-João Augusto
Nardes, ex deputado federal do
PP-RS, indicado pela Câmara do Deputados em 2004, na disputa em que derrotou o
então deputado federal José Pimentel do PT-CE.
-Antônio Valmir Campelo
Bezerra, ex deputado federal e
senador, ligado a Joaquim Roriz, foi indicado pelo Senado em
1997.
-Walton Alencar
Rodrigues, servidor de carreira do
Ministério Público, foi indicado pelo Ministério Público e foi aprovado o seu
ingresso no TCU em 1999.
-Aroldo
Cedraz, deputado federal
históricamente ligado ao ex senador Antonio Carlos Magalhães, foi indicado pela
Câmara dos Deputados, na disputa em que derrotou o deputado federal Paulo
Delgado do PT-MG, no ano de 2006.
-Raimundo
Carreiro, servidor de carreira do
senado, foi indicado por unanimidade pelo Senado no ano de
2007.
-José
Jorge, ex deputado federal e
senador, históricamente ligado ao PDS e ao PFL, foi candidato a vice presidente
de Geraldo Alckimin do PSDB na eleição de 2006, foi indicado pelo senado em
2008.
-José Múcio
Monteiro, ex deputado federal do
PTB, indicado por Lula em 2009.
-Ana
Arraes, deputada federal do PSB-PE,
foi indicada pela Câmara dos Deputados em 2011, após vencer a disputa contra o
deputado federal Aldo Rebelo do PC do B-SP.
A decisão pela legalidade dos contratos de
Marcos Valério foi feita de forma unânime pelos ministros do TCU. O TCU pode ser
chamado de qualquer coisa, menos de um tribunal
"Lulopetista"...
27/2 - BLOG DO PLANALTO de HOJE
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