quarta-feira, 30 de novembro de 2016

30/11 - O MP E Judiciário Foram Buscar Lã E Saíram Tosquiados

FONTE:http://folhadiferenciada.blogspot.com.br/2016/11/como-o-mp-e-judiciario-foram-buscar-la.html



Embora seja certo que haverá ainda um mar de pressões e possíveis mudanças, algumas observações se pode tirar do episódio onde o Judiciário – e o Ministério Público cada vez mais se adere a ele, porque juiz que só condena é parceiro de quem só acusa, na votação do pacote das chamadas “medidas anticorrupção”. 

A primeira delas é que este processo teve tudo o que não deve ser a criação de lei penal. 

Foi concebido como uma conquista de poder pelos procuradores e juízes. 

Seu “pai” foi uma estrutura subalterna do MP, a Força Tarefa da Lava Jato, diretamente envolvida num caso concreto, não o processo normal de formulação, feito pelos órgãos que a Procuradoria Geral da União tem com esta finalidade e sem vinculação direta com uma ação em curso. 

E foi assim porque, desde o início, a motivação foi muito mais político-marqueteira do que jurídica. 

Não fosse assim, aberrações como a validação de prova obtida de forma ilícita, “teste de integridade” e, depois, pagamento de prêmio em dinheiro a delator jamais seriam colocadas no papel, sequer. 

É uma tradição sempre fazer reformas de lei penal com estudos amplos, participação de juristas externos ao Estado, não com abaixo-assinados e a monstruosidade de colocar uma instituição como o MP como “promotor” propagandístico disso. 

Desde o início, a visão dominante era atropelar o Congresso e sair, triunfantes, como os “salvadores da Pátria”. 

E deu-se, então, o que o provérbio português do “ir buscar lã e sair tosquiado”. 

E ainda podia ter sido pior, se Geddel Vieira Lima não tivesse sido pego com a boca na botija e criado uma situação em que o trêmulo Michel Temer e os “rabos-presos” de Renan Calheiros e Rodrigo Maia, que aparece nos relatórios da Odebrecht, tivessem abortado a “anistia que não existia” ao caixa 2. 

Nem é o caso de se discutir aqui se foi a maneira correta de responsabilizar promotores e juízes por abusos e desmandos nos processos judiciais – até porque alguma responsabilização tem de haver – mas de entender-se que a votação de ontem foi uma reação do Congresso ao avanço da tropa jurídica. 

Como, ao que parece, a reação será a de confronto. O chefe informal da Procuradoria Geral da República e seu porta-voz junto ao Parlamento, Deltan Dallagnol já declarou que foi “aprovada a lei da intimidação contra promotores, juízes e grandes investigações”, pela inclusão de propostas sobre a responsabilidades dos agentes públicos do MP e do Judiciário. 

Algumas, simples formalização de punições por algo que já é proibido pela Lei Orgânica da Magistratura, como a proibição de juiz manifestar-se nos meios de comunicação sobre processo em curso. Determinação que muitos, a começar pelo exemplar Gilmar Mendes, ignoram solenemente. 

Outras, como punir abertura de processos sem base fática e fazer indenizar àqueles que forem atingidos por isso não tem nenhum absurdo porque, em todos os casos, será ainda um julgamento “interno”, porque se dará em processos onde o MP atuará e um juiz decidirá. Mas poderia, sim, ser muito mais bem definida se, em lugar de uma retaliação política como evidentemente foi, tivesse sido estudada e articulada serenamente. 

Ou se o CNJ não fosse, como vem sendo, o terreno da impunidade a estes abusos. 

De qualquer forma, preparem-se para mais crise institucional. 

O Legislativo que ontem cortou as verbas da Saúde e Educação é o mesmo que aparou as asas da República de Curitiba. 

Os caminho da crise não só seguem abertos como se alargaram. 

Porque nossa “sereníssima” Justiça virá de garras e bicos sobre isso.

 Tijolaço

30/11 - O GLOBO - Destaques

Caso não esteja visualizando corretamente esta mensagem, acesse aqui.
 
Destaques do Dia
Quarta-feira, 30 de novembro de 2016
 
Brasil
Força-tarefa da Lava-Jato ameaça renunciar se Congresso aprovar pacote anticorrupção
O procurador da Lava-Jato, Deltan Dallagnol Foto: Geraldo Bubniak
 
 
A ministra do STF, Carmen Lúcia Foto: Gustavo Miranda / Agência O Globo 30/04/2009 Brasil
Cármen Lúcia: texto da Câmara vai contra independência do Judiciário
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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) Foto: Andre Coelho 09/12/2015 / Agência O Globo Brasil
Renan diz que proposta original só seria defensável no fascismo
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O procurador-Geral da República, Rodrigo Janot Foto: Jorge William 24/11/2016 / Agência O Globo Brasil
Janot: 'As dez medidas contra a corrupção não existem mais'
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Eles levaram flores para o estádio em Santa Catarina Foto: Luiz Barp Esportes
Gravação mostra piloto insistindo para pousar: 'Falha elétrica total'
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  Foto: Luiz Ackermann / Agncia O Globo Economia
Sétima queda seguida do PIB põe Brasil na lanterna das economias
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Cinzas de Fidel Castro saem de Havana e circularão pelo país Foto: ADALBERTO ROQUE / AFP Mundo
Após homenagens, cinzas de Fidel deixam Havana
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Mulheres vestidas de burka foram ao parlamento Foto: Reuters Sociedade
Congresso holandês proíbe uso de burka em espaços públicos
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O jornalista Ilimar Franco Foto: Michel Filho / Agência O Globo
Ilimar Franco
Base do governo Temer derrota o Judiciário
 
 
Merval Pereira Foto: Agência O Globo
Merval Pereira
Medidas ferem a democracia
 
 
A jornalista Miriam Leitão Foto: Laura Marques / Agência O Globo
Míriam Leitão
Câmara ameaça o Judiciário por causa da Lava-Jato
 
 
O colunista e blogueiro Ricardo Noblat Foto: André Coelho / Agência O Globo
Ricardo Noblat
Uma madrugada para jamais ser esquecida
 
 
 
 
Abel Braga vai assumir o comando do Fluminense na próxima temporada Foto: Márcio Alves / Agência O Globo Esportes
Abel Braga é o novo técnico do Fluminense
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Tela da Netflix Foto: Divulgação Cultura
Netflix libera download de séries e filmes
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A cerveja belga, conhecida por marcas como a Leffe, tem história de séculos na Europa
Foto: Leonardo Aversa / Agência O Globo Sociedade
ONU: cerveja belga é patrimônio imaterial da humanidade
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A banda americana Linkin Park Foto: Divulgação Música
Linkin Park e Rise Against fazem shows no Brasil em maio
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30/11 - FHC poderá ser o presidente-tampão?

Altamiro Borges


Posted: 30 Nov 2016 06:29 AM PST
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Fora Temer? Sim, ok, fora Temer! Mas sob que condições?

Michel Temer provavelmente vai passar à história como o presidente do empobrecimento, a menos que seja substituído por alguém que se disponha a fazer o serviço sujo.

Que serviço sujo? Ora, piorar drasticamente as condições de trabalho assalariado no país, dificultar e arrochar aposentadorias, reduzir gastos com programas sociais, com Saúde, com Educação, com Saneamento, enfim, o serviço sujo será o Estado mais uma vez tirar do pobre para dar ao rico, como sempre ocorreu na história deste país.

Essa reflexão está sendo feita no momento em que outro presidente se encontra ameaçado de perder o cargo em menos de um ano.

Temer pode ser cassado em alguma ou em todas as ações que os derrotados em segundo turno na eleição presidencial de 2014 impetraram no TSE pedindo a perda do mandato da chapa vencedora ou então por conta de envolvimento em corrupção nos crimes investigados pela Lava Jato ou ainda pelo envolvimento nas estripulias de Geddel Vieira Lima.

Essa instabilidade também de Temer está ajudando a manter a economia rastejante porque ninguém vai querer saber de investir sem saber quem vai estar governando o Brasil no futuro imediato.

O fora Temer já, portanto, é bom que aconteça antes do fim deste ano. Teremos, então, eleições diretas e um presidente legítimo.

Pode ser que a direita ganhe? Pode, ainda está forte, apesar de já ter muita gente revendo sua decisão de apoiar o golpe. Porém, a vantagem de haver eleição presidencial já é que Lula poderia concorrer. E vencer.

Não acredita? Tudo bem, não haverá eleição nenhuma mesmo… Porque não haverá tempo.

Nem com a velocidade antipetista da Justiça seria possível cassar Temer em 2016. E com o alvo não sendo petista é que nada aconteceria mesmo. Desse modo, se o presidente da República for cassado será no ano que vem.

Se Temer for cassado em 2017, ou pelo TSE ou por corrupção (junto com Geddel ou pela Lava Jato), aí haverá eleição indireta, Colégio Eleitoral, como na ditadura militar.

O presidente biônico será escolhido pelo Congresso Nacional e já há um candidato de “consenso” entre os golpistas da mídia, do Legislativo e do Judiciário:

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Acredita não? Então veja o balão de ensaio que o tucanão mandou seu secretário pessoal divulgar na Folha há pouco tempo [aqui]

Seria a “solução”, segundo os acólitos de FHC. Ele governaria pelo resto do mandato de Temer, agora cassado pelo TSE, pelo Congresso ou até pelo STF.

Claro que caberia a ele fazer o serviço sujo, a menos que derrubem Temer só após ele fazer esse serviço.

Seja como for, com o histórico que tem Fernando Henrique Cardoso, é bom que todos tenhamos claro que se ele for indicado presidente biônico da República Federativa do Brasil, no mínimo governará seis anos.

Mas poderia chegar a dez, porque, assim como em 1997 ele comprou a própria reeleição por 200 mil reais cada voto no Congresso, em 2017, vinte anos depois, ele certamente não hesitaria em fazer aprovar mudança na lei que lhe permitisse disputar a eleição de 2018 e, depois, a reeleição em 2022, de modo que, em tese, poderia governar até 2026.

Sim, FHC tem oitenta anos, mas saúde não lhe falta. Anda até de namorada nova, quase cinquenta anos mais nova do que ele. Aposto que governa até 2026 com um pé nas costas.
Posted: 30 Nov 2016 06:22 AM PST
Posted: 30 Nov 2016 06:11 AM PST
Por Pedro Breier, no blog Cafezinho:


Foto: Gisele Arthur

A foto acima é simbólica do que está acontecendo no Brasil.

Do lado de dentro da Câmara, parlamentares desfrutam de um aprazível coquetel.

Do lado de fora, estudantes, trabalhadores e integrantes de movimentos sociais são covardemente atacados pela PM de Brasília.

A PEC 55, aprovada ontem em primeiro turno de votação pelos nossos bem alimentados senadores, vai fazer mais ou menos isso: drenar os recursos do Estado para o pagamento dos juros da dívida pública, alimentando insaciáveis banqueiros, enquanto estudantes e trabalhadores sofrerão na pele os efeitos do congelamento dos investimentos públicos pelos próximos 20 anos, mesmo que a receita do Estado brasileiro aumente.

Caso haja revolta (e vai haver), o Estado oferecerá o serviço premium destinado aos manifestantes de esquerda, um coquetel luxuoso de bombas, gás lacrimogêneo e spray de pimenta.

O ‘aparelhamento do Estado pelo lulopetismo’ foi um mantra repetido à exaustão pela mídia corporativa durante os governos petistas.

O STF era usado como exemplo desse aparelhamento, acreditem. A presença de movimentos sociais em atos no Planalto também.

Mas quando a PM é absurdamente seletiva na escolha dos alvos de seus ataques covardes, o som do silêncio desta mesma mídia sobre o aparelhamento do Estado pela direita é ensurdecedor.

Algo em torno de 50 insanos manifestantes de extrema-direita pedindo intervenção militar conseguiram, sem maiores dificuldades, tomar de assalto a mesa diretora da Câmara, aos gritos de ‘viva Sérgio Moro’:

Ontem, 10 mil pessoas protestando pacificamente contra a PEC 55, do lado de fora do Congresso, foram atacadas brutalmente, sob a velha desculpa de que foi um grupo dos manifestantes que iniciou o quebra-quebra. Alguns parlamentares tentaram parar o massacre, mas ouviram dos policiais que a ordem era atacar.

A diferença entre os dois protestos? Um era da direita, o outro da esquerda.

A PEC 55 apenas transpõe esse aparelhamento do Estado pela direita, uma constante quando tratamos das ações das PMs estaduais, para todas as áreas.

‘Não tem outro jeito’, diziam os nossos apalermados senadores, ontem, durante a votação.

Nossos parlamentares fingem não saber que a PEC 55 é nada mais nada menos que a teoria econômica da direita, a austeridade, enfiada goela abaixo dos próximos 5 presidentes eleitos.

Depois de afundar a Grécia e não dar certo em lugar nenhum da Europa, a austeridade chega ao Brasil como a única solução possível. Não é maravilhoso o consenso que uma mídia concentrada e canalha pode produzir?

A teoria econômica desenvolvimentista, segundo a qual nos momentos de crise o Estado deve aumentar o investimento público para aquecer a economia, defendida por muitos economistas, dentre eles o ganhador do nobel Paul Krugman, simplesmente não existe para o oligopólio midiático.

Consequentemente, não existe também para os senhores de cabelo acaju que, em tese, representam o povo brasileiro.

Ficamos assim, portanto.

Aos deputados e banqueiros, coquetéis e recursos públicos.

Aos estudantes e trabalhadores, nada. Se protestarem, tiro porrada e bomba.

A direita é que sabe como aparelhar o Estado.
Posted: 30 Nov 2016 05:52 AM PST
Da revista Fórum:



O Senado aprovou, em primeira votação, na noite desta terça-feira (29), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55. A medida prevê o congelamento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos. Foram 61 votos favoráveis e 14 contrários. A sessão durou sete horas.

Enquanto senadores discursavam no plenário, manifestantes ocuparam o gramado em frente ao Congresso Nacional e foram duramente reprimidos. A sessão chegou a ser suspensa pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, por alguns minutos devido a protestos da presidente da Confederação das Mulheres no Brasil, Gláucia Morelli. Segundo ela, a PEC busca “entregar o país aos banqueiros” e tirar recursos da saúde e educação.

Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), foi “um dia vergonhoso para o Senado Federal”. Enquanto os senadores governistas tentavam aprovar a PEC, o “povo apanhava”.

“Ainda veremos muitos, que hoje cerram fileiras ao lado de Temer, arrependidos por empurrarem o Brasil de volta ao mapa da fome, ao desemprego recorde. O que está acontecendo aqui é a continuidade do golpe das elites: a PEC expulsa os pobres do orçamento para garantir os lucros dos rentistas. E tudo isso com as galerias fechadas, em uma atitude completamente autoritária, e em meio a uma profunda crise política provocada pelos escândalos de Temer e seus asseclas, envolvidos até o pescoço em denúncias de corrupção”, declarou o senador.

“Bombas, gás lacrimogêneo e spray de pimenta foram utilizados. Helicópteros e cavalaria também foram acionados. Muitas pessoas estão feridas. Lamentável. O que estão fazendo com nossa democracia? Isso não pode continuar!”, afirmou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

De acordo com o texto aprovado, a partir de 2018 e pelos próximos 20 anos, os gastos federais só poderão aumentar de acordo com a inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A votação em segundo turno da PEC está programada para 13 de dezembro.
Posted: 30 Nov 2016 05:43 AM PST
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:




É deprimente que o Brasil esteja vivendo uma escalada de violência política.

Deprimente, mas facilmente explicável.

Hoje, sem motivos, uma tropa de choque avançou sobre milhares de manifestantes que se reuniram em frente ao Congresso, contra a PEC, ex-241 e agora 55, que a máquina mortífera do Governo irá aprovar, esta sem as dificuldades que se enfrentou no caso de anistia ao Caixa 2.

Natural que suas excelências achem esta importante e desprezível o quanto se vai investir em Saúde e Educação, em Assistência e Previdência Social.

Na confusão que se seguiu ao raid do choque, estabeleceu-se a confusão e tem sempre um grupo de imbecis para, na confusão, partir para depredação que só serve à propaganda da direita.

Vivemos um processo – tristemente iniciado em 2013, em que manifestações que sempre foram pacíficas quando lideradas por partidos, sindicatos e associações, passaram a deixar que grupelhos participassem de atos agressivos, iniciando um processo que começou com black bloc e terminou com coxinhas – de desorganização social e política.

O que aconteceu em Brasília vai se espalhar pelos Estados, como já acontece no Rio de Janeiro e ameaça ocorrer em Porto Alegre, porque não apenas estão quebrados pela queda das receitas como, com a corda no pescoço, vão ter de replicar a dose para cavalo do remédio adotado por Temer.

Quando a economia e as políticas sociais não “bombam”, num país carente como o nosso, o Governo joga bomba.

Porque o regime de exclusão, no Brasil, tornou-se insustentável numa sociedade de massas – desorganizadas, mas massas – senão pela força.

E pela ditadura, da qual, infelizmente, cada vez estamos mais perto.

PS. Temer, essa voz das ruas – diferente das que você ouve pela mídia – vira um rugido, viu?
Posted: 29 Nov 2016 05:23 PM PST

30/11 - O Cafezinho DE HOJE

O Cafezinho


Posted: 30 Nov 2016 11:52 AM PST
Enviado ao Cafezinho Acima de qualquer suspeita Alvo de sete acusações no CNJ e punido em um único processo, o desembargador Luiz Zveiter concorre pela segunda vez à presidência do TJ-RJ após mudança de regra do tribunal permitir a reeleição Por Manuela Andreoni, da Agência Pública | 30 […]
O post Alvo de sete acusações no CNJ, Luiz Zveiter concorre pela segunda vez à presidência do TJ-RJ apareceu primeiro em O Cafezinho.
Posted: 30 Nov 2016 11:36 AM PST
Por Cláudio da Costa Oliveira, colunista do Cafezinho Sempre que é questionado sobre como e porque são estabelecidos os preços dos combustíveis no Brasil, Pedro Parente se “enrola” , não esclarece nada. Ele diz que é função de fatores externos, sobre os quais a empresa não tem controle, […]
O post Quem conta uma mentira tem dificuldade de se expressar. É o que acontece quando Pedro Parente fala sobre o preço dos combustíveis no Brasil apareceu primeiro em O Cafezinho.
Posted: 30 Nov 2016 11:27 AM PST
Em estudo realizado em 2005, alunos cubanos obtiveram notas muitos mais altas em provas em comparação com os demais países da América Latina. O que há por trás do método de ensino cubano de ensino? Pesquisa da Stanford University desvenda esse sucesso. Cuba Apresentação from Cafezinho
O post Stanford University: O que o Brasil pode aprender com o sucesso acadêmico de Cuba? apareceu primeiro em O Cafezinho.
Posted: 30 Nov 2016 10:57 AM PST
Estômago de Aço - Clipping analítico da grande imprensa Por Eder Casagrande, analista de mídia do Cafezinho Boa tarde. Apesar da manipulação feita pela grande imprensa, o leitor/telespectador atento será capaz de perceber que a governabilidade dos golpistas nunca foi tão fraca. Em seis meses, lembra as matérias […]
O post Parte da grande imprensa já demonstra insatisfação com Temer apareceu primeiro em O Cafezinho.
Posted: 30 Nov 2016 09:47 AM PST
Para subprocurador-geral da República, Eugênio Aragão, violência da polícia durante protestos contra PEC55 caracteriza descontrole do Governo. No Tijolaço Por que nos tornaram o país da estupidez? Por Eugênio Aragão Já o dizia meu saudoso pai: os ignorantes usam o punho, enquanto os inteligentes usam a cabeça. Em outras […]
O post Brasil, um país de tolos apareceu primeiro em O Cafezinho.

30/11 - Palavra Livre DE HOJE

Palavra Livre - Davis Sena Filho


Posted: 30 Nov 2016 12:18 PM PST
Por Davis Sena Filho — Palavra Livre




A Justiça, cega para um dos dois lados, já não é Justiça. Cumpre que enxergue igual à direita e à esquerda". (Ruy Barbosa)

Os togados do Poder Judiciário, à frente o STF, a PGR e suas subsidiárias, a exemplo da 3ª Vara Federal do Juiz Sérgio Moro e o MPF de Deltan Dallagnol com suas "Dez Medidas Contra a Corrupção", estão revoltados e inconformados porque os deputados, a grande maioria partícipe do golpe de estado contra a presidente legítima e constitucional, Dilma Rousseff, resolveram incluir nas dez medidas dos paladinos da Justiça os itens que incluem tais servidores públicos do Judiciário como cidadãos regidos pela Constituição e pelo Código Penal brasileiros.

Além disso, pois muito salutar ao País e ao seu povo trabalhador cansado de guerra, que os juízes e os procuradores — os que judicializaram a política e criminalizaram as ações do Governo da presidente trabalhista deposta por um golpe cucaracha, a fim de selecionar quem vai ser investigado, julgado e preso, geralmente os políticos e as lideranças do PT — têm de ser obrigatoriamente tratados como seres mortais, porque eles morrem iguais a todos os seres vivos e têm necessidades inadiáveis, como ter fome, dormir e ir ao banheiro, a exemplo de qualquer mortal. 

E digo mais: Os togados da República bananeira e terceiro-mundista, muitos deles com a cabeça despolitizada e partidária de coxinha, como comprovou pelo Facebook o juiz "miameiro" Catta Preta, do Distrito Federal, precisam inclusive de dinheiro para pagar suas contas, fazer compras e sustentar suas famílias. Eles, definitivamente, não são deuses, porque Deus, para quem acredita, está acima de suas reflexões, princípios e valores mundanos. Ponto.

Contudo, ora veja, essa gente de toga não se conforma em ser tratada como qualquer cidadão, ou seja, ser submetida pelas mesmas leis as quais os brasileiros são submetidos. Fulos da vida, juízes e procuradores passam, então, a dar declarações estapafúrdias, as mais evasivas possíveis, como se elas fossem sérias, porque a intenção é garantir o aplauso e o apoio do lumpesinato, em forma de classe média, em busca do aplauso fácil, por intermédio de propaganda e publicidade das mídias conservadoras, que fazem parceria com certos membros do Judiciário, que estão envolvidos com a luta partidária, programática e ideológica. 

Poderia citar inúmeros juízes e procuradores, além de delegados da PF que se arvoraram de donos do País e, com efeito, querem governá-lo no lugar dos eleitos, como os que foram derrubados por um golpe promovido pelas oligarquias brasileiras e pela plutocracia internacional. É perceptível, por exemplo, juízes como Gilmar Mendes, Luiz Fux,  Carmén Lúcia, Dias Toffoli, Rosa Weber, Edson Fachin e Celso de Mello, além de Sérgio Moro e inúmeros juízes de primeira instância por todo o País, que se esmeraram em aprovar decisões liminares para impedir a posse de Lula como chefe da Casa Civil, em uma clara e indiscutível demonstração de que membros da Justiça estão a fazer política, a escolher lado, cor ideológica e a militar partidariamente, o que é, realmente, o fim da picada.


Procuradores da Lava Jato exemplificados em Diogo Castor, Deltan Dallagnol, Carlos Fernando Lima, Roberson Pozzobon, Orlando Martello, Januário Paludo, além do procurador do DF, Ivan Cláudio Marx, dentre outro recentemente afastado para o bem do serviço público, bem como os promotores de São Paulo, Cássio Conserino e Fernando Henrique de Moraes Araújo, que disputam a "glória" e a "primazia" de perseguir Lula para tentar prendê-lo, mesmo sem quaisquer comprovações sobre os supostos crimes cometidos pelo ex-mandatário de esquerda.

O político trabalhista e republicano, que mostrou, sem sombra de dúvida, em seus governos democráticos e receptivo a todos os grupos sociais e categorias profissionais, que é possível mudar para melhor o Brasil se houver vontade política, assim como fazer deste País uma Nação importante e influente em termos mundiais. Todo mundo viu e percebeu isto e foi exatamente isto que desagradou e enfureceu a casa grande e os coxinhas reacionários e de direita. Aí veio o golpe selvagem à moda cucaracha, com a aquiescência e a cumplicidade do Poder Judiciário. Ponto.

Agora o Brasil está sob a ameaça da força-tarefa da Lava Jato, a liderar essa pantomima o procurador Deltan Dallagnol, que não aceita a decisão da Câmara, por intermédio da imprensa golpista, principalmente as Organizações(?) Globo, de incluir os procuradores e os juízes no que é relativo a tais togados responder pelos crimes de responsabilidade e abuso de poder. Dallagnol tergiversa, bem como os procuradores e os juízes também não querem obedecer o que está estabelecido pela Constituição no que concerne ao teto salarial de tão importante categoria, que é realmente importante e precisa existir, mas que também não são dignos de se considerarem acima das leis e da sociedade e dos contribuintes que lhes pagam muito bem.

Dallagnol se comporta como um ditador, como também a maioria dos membros da Lava Jato, da PGR e do STF. São déspotas que "sequestraram" a política brasileira e os resultados das urnas soberanas, conforme apregoa a Constituição. É inacreditável que o Brasil se tornou refém de um Poder que se arrogou como partido político de caráter ditatorial, arbitrário e tenebrosamente intervencionista. Pobre do País cujo destino fique nas mãos de togados. Pobre do País que não tem recursos para se defender e se proteger de agentes, operadores e executores do Direito e das leis. 

A ditadura do Judiciário é a pior, se existe ditadura "melhor". Simplesmente eles não aceitaram que membros do Judiciário sejam punidos, a não ser quando pegos com a mão na botija, a terem como "dura" punição a aposentadoria com todos seus direitos salariais e pecuniários intactos. Trata-se de um deboche, de acinte e de escárnio. Nunca vi nada igual, como tem acontecido no Brasil. Uma barbaridade retumbante! Este País é um vexame!

Enquanto isto, o golpista mão de tesoura e tresloucado fundamentalista do mercado, Pedro Parente, amando de mi-shell temer e José Serra,  vende a Petrobras, arrebenta com a estatal e a esquarteja. Além de vender os ativos de várias subsidiárias da empresa pública, ainda disse que a Petrobras não participará da concorrência pelos lotes do Pré-Sal. Trata-se, indubitavelmente, de uma crime de lesa-pátria contra o País e sua independência no setor de energia. Parente deveria estar preso e a "puxar" uma cadeia de 100 anos, o que seria pouco para o indivíduo perigosíssimo para a Nação brasileira como o é esse sujeito traiçoeiro e divorciado dos interesses do Brasil.

O Brasil se tornou um quintal de terceiro mundo, como nunca foi, a não ser na época de FHC — o Neoliberal Golpista I —, que também está por trás dessas criminosas privatizações. Em um País realmente sério essa gente sem eira e nem beira seria sumariamente fuzilada ou punida com prisão perpétua. Porém, juízes, procuradores e delegados; militares, grande parte dos políticos e empresários, além dos lamentáveis coxinhas de classe média estão quietos, não dão um pior e não movem uma palha. Trata-se de uma Nação de entreguistas, corporativos, individualistas e sem quaisquer noções de brasilidade e nacionalidade. O Brasil é uma Nação onde viceja uma casa grande e parte populosa da sociedade de carácteres colonizados e párias! Esta é a verdade.

Propositalmente e harmoniosamente, Deltan Dallagnol e Carmén Lúcia criticaram a decisão do Congresso de analisar e votar as propostas da Lava Jato, ou seja, independente de ser um Congresso responsável pelo golpe parlamentar, analiso as realidades no sentido de que, constitucionalmente, o Congresso e suas câmaras alta e baixa formam o Poder Legislativo e, evidentemente, que é este poder institucionalizado que legisla. 

Como o Brasil é um País surreal e que não pode, pelo menos por enquanto e neste momento, ser levado a sério, não é de se estranhar que servidores públicos do Judiciário, hiper inflados pelas mídias corporativas, que, por conseguinte, fazem as cabeças de parte da população que desejou nas ruas até mesmo a efetivação de um golpe militar, arrogam-se agora como "donos" do Brasil e, consequentemente, suas vontades, desejos e interesses têm de ser atendidos, doa a quem doer e dane-se a Constituição. 

Para a presidente do STF, Carmém Lúcia, que debochou da presidente deposta, Dilma Rousseff, por causa da palavra presidenta ser escrita e falada com "a" no fim da palavra, e para o procurador do powerpoint mequetrefe, Deltan Dallagnol, incluir no pacote das "Dez medidas" votadas na Câmara, que define punições a juízes e procuradores por abuso de autoridade, é provocação e retaliação. Pura manipulação. É porque eles acham que todo mundo é idiota. Durma-se com um barulho desse. 

Seria trágico se não fosse cômico. Volto a ressaltar: trata-se de um Congresso golpista, reacionário e de direita, que deu um golpe para atender às oligarquias e às corporações econômicas e comerciais privadas, mas que incluiu, com acerto, o abuso de poder por parte de juízes e procuradores nas medidas aprovadas, pois a verdade é que é um ato totalmente necessário para a sociedade brasileira em termos macros, independente se os deputados, por interesses próprios ou por retaliação, tenham aprovado o item que o procurador Dallagnol e a juíza Carmén não queriam que fosse aprovado. Porém foi.

O Supremo Tribunal Federal vai intervir e anular a decisão da Câmara dos Deputados? Vai se sobrepor a outro poder e atender os interesses dos coronéis midiáticos e seus empregados, que já estão desesperados com a batata quente que se transformou o governo já fracassado e ilegítimo de *mi-shell temer? Se vai tomar para si o direito de legislar, então por que os juízes do STF permitiram a efetivação de um golpe de estado travestido de legal e legítimo contra uma mandatária constitucional que não cometeu crime de responsabilidade, como ficou mais do que comprovado? Com a resposta a Carmén Lúcia e seus colegas de tribunal...

Entretanto, ratifica-se que o Judiciário NÃO quer que a caixa preta do Poder da República seja questionado, fiscalizado e, quando um de seus membros cometer crimes, punido com o rigor da lei. Cumpre-se a lei. A lei é para todos, porque todos cidadãos são iguais perante a lei, seja juiz, procurador, delegado ou cidadão brasileiro com seus direitos civis em pleno vigor. Sem justiça não há paz! 


Os membros do Judiciário e seus porta-vozes deveriam saber disso desde sempre. Juízes e procuradores manipulam e distorcem a verdade, com o apoio da imprensa de mercado, porque não querem responder por crime de responsabilidade e abuso de poder. Enquanto isso os togados não ouvem, não enxergam, não falam, porque estão a deixar  os corruptos e golpistas vender o Brasil e acabar com os programas de inclusão social, que edificaram os mais pobres. É isso aí.