31/5 - Jaques Wagner: “Governo Bolsonaro está sentindo o veneno que usaram contra a Dilma”

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31 DE MAIO DE 2019, 21H30

Jaques Wagner: “Governo Bolsonaro

 está sentindo o veneno que usaram 

contra a Dilma”

Senador (PT-BA) afirma que governo federal vive situação 
semelhante ao segundo governo Dilma com relação à necessidade
 de aprovação de crédito suplementar para preservar regra de ouro;
 rompimento da regra abriria margem para um processo de impeachment
Jaques Wagner. Foto: Foto: Elza Fiúsa/ Agência Brasil
Em entrevista dada ao portal BNews, o senador e ex-ministro Jaques Wagner afirmou que o governo Bolsonaro está prestes a passar por uma situação complicada de crédito, assim como a vivida por Dilma Rousseff no período que antecedeu o impeachment de 2016.
Se o pedido de crédito suplementar de R$248 bilhões enviado ao Congresso essa semana não for aprovado, o Executivo corre o risco de ficar paralisado e ameaça romper a chamada “regra de ouro”, que impede que o governo emita dívida pública por mecanismos de crédito para cobrir despesas como salários e benefícios sociais, como o Bolsa Família. Na quarta-feira (29), o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, assumiu que a solicitação de crédito “embananou”.
Jaques Wagner, senador da Bahia, comparou a situação com o início do segundo governo Dilma. “Esse é o problema dele. Fizeram aquele barulho todo contra a Dilma até levar o impeachment dela e agora estão vendo que aquilo não era crime nenhum, era necessidade que você tem na hora que o orçamento aperta, você precisa de uma suplementação. Estão, na verdade, sentindo o veneno que eles mesmos usaram contra a Dilma. Eu acho bom para aprender”, afirmou.
O senador criticou a atuação da oposição durante o segundo governo de Dilma e disse que “Deus ensina”: “Quando você é oposição não tem que ficar perturbando e impedindo o governo de governar, você tem que tentar melhorar as coisas. É esse o papel da oposição, e não o que fizeram depois que  a Dilma ganhou em 2014. Era o tempo todo só criando problema, pauta bomba”.
Wagner ainda considerou que o principal problema de Bolsonaro está no próprio governo. “A condução toda da política dele tem sido muito confusa, e não porque a gente [da oposição] esteja fazendo um trabalho para impedir o governo de resolver. É porque entre eles mesmos não se acertam”, declarou.
O rompimento da “regra de ouro” abriria margem para um processo de impeachment.

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31/5 - Beatriz Cerqueira detona prêmio de Zema a Bolsonaro e Moro: Nunca fizeram nada por Minas nem pelos mineiros

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VIOMUNDO 
Diário da Resistência
    

Beatriz Cerqueira detona prêmio de Zema a Bolsonaro e Moro: Nunca fizeram nada por Minas nem pelos mineiros
POLÍTICA

Beatriz Cerqueira detona prêmio de Zema a Bolsonaro e Moro: Nunca fizeram nada por Minas nem pelos mineiros


31/05/2019 - 22h51
por Conceição Lemes
Saiu no Diário Oficial de Minas Gerais desta sexta-feira, 31 de maio: o governador Romeu Zema (Novo), por meio de um decreto, concedeu o título de cidadão honorário ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), ao vice Hamilton Mourão (PRB) e ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.
A proposta de titulação, de autoria do deputado Coronel Sandro (PSL), foi aprovada em reunião da Comissão de Administração Pública da ALMG.
Dos sete integrantes, o único voto contra foi da deputada Beatriz Cerqueira (PT).
Abaixo, os encaminhamentos de Beatriz contra as premiações.
Vale a pena assisti-los. São flagrantes a altivez e coragem da deputada e o misto de constrangimento e ódio.
De lá para cá também só aumentaram os motivos para Beatriz ser contra a tais honrarias:
“O ministro Sergio Moro e o presidente Jair Bolsonaro não fizeram nada de relevante para Minas Gerais para merecerem estes títulos”, 
Nós enfrentamos problemas sérios com o endividamento do Estado e o governo federal nada propõe para ajudar.
Em janeiro, vivemos o crime da Vale, em Brumadinho, e da mesma forma, nada foi feito em nosso socorro!
Ao contrário, nós recebemos denúncias de que benefícios do Bolsa Família de quem mora em Brumadinho estariam sendo suspensos.
Com os cortes no orçamento das universidades e instituto federais, Minas Gerais é o Estado mais afetado, com comprometimento estrutural do atendimento à população já acadêmica, pesquisa e tecnologia. 
Só a proposta de reforma da previdência seria motivo para não receber título em lugar nenhum.

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada
O livro analisa atuação dos meios de comunicação.
A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.
Por Laurindo Lalo Leal Filho

31/5 - Ministério Público dá 10 dias para MEC cancelar nota sobre manifestações pela Educação

FONTE:https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ministerio-publico-da-10-dias-para-mec-cancelar-nota-sobre-manifestacoes-pela-educacao/

                                            

Ministério Público dá 10 dias para MEC cancelar nota sobre manifestações pela Educação

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Publicado em 31 maio, 2019 11:06 pm
Rio de Janeiro no 30 de maio. Foto: UNE
Reportagem de Leandro Prazeres no UOL informa que o MPF (Ministério Público Federal) deu dez dias para que o MEC (Ministério da Educação) cancele a nota oficial divulgada ontem na qual o órgão diz que professores, pais e responsáveis de alunos não poderiam divulgar informações sobre as manifestações que ocorreram em pelo menos 24 estados e no Distrito Federal contra a política educacional do governo do presidente Jair Bolsonaro(PSL). Para o órgão, a nota foi inconstitucional.
De acordo com a publicação, ontem, em meio aos protestos de estudantes em diversos estados, o MEC emitiu uma nota oficial dizendo que pais e responsáveis de alunos não estariam autorizados a divulgar informações ou estimular a participação às manifestações. Hoje, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão do Rio Grande do Sul abriu um inquérito civil público para apurar eventuais irregularidades na medida.
À noite, a Procuradoria Regional e a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, com sede em Brasília, enviaram uma recomendação conjunta ao MEC. Além de pedir o cancelamento da nota, o MPF quer que o MEC se abstenha de cercear a liberdade de manifestação e a “divulgação do pensamento” de professores, servidores, estudantes, pais e responsáveis em unidades de ensino, sejam elas públicas ou privadas, completa o Portal UOL.

31/5 - O Ocidente não vai mudar a China. A China é que vai mudar o Ocidente

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O Ocidente não vai mudar a China. A China é que vai mudar o Ocidente

O que está em jogo é algo astronomicamente maior: o domínio de tecnologia e dos mercados globais

O Ocidente não vai mudar a China. A China é que vai mudar o Ocidente
Em 2011, quando me mudei pra China, fui taxado de louco por familiares e amigos. “O que você vai fazer naquele lugar em que o povo come cachorro e as crianças são escravizadas para trabalhar em fábricas?” Quanta transformação vi e vivi. E esta metamorfose está longe de acabar. Por décadas, empresas americanas e europeias beneficiaram-se da mão de obra barata chinesa e do gigantesco mercado consumidor do país. O Ocidente sempre acreditou que, à medida que se desenvolvesse e se abrisse ao mundo, a China se ocidentalizaria.
A prosperidade seria o combustível para a democratização e a liberdade política. Isso não aconteceu e o Partido Comunista segue cada vez mais forte. Talvez o PC chinês seja o partido que passou por reformas no mundo. Nenhuma delas, porém, no sentido da democratização. No entanto, ao conviver com os chineses ao longo de oito anos, sei que eles nunca se sentiram tão livres. No Brasil, temos o direito de ir às ruas e hostilizar políticos, mas enfrentamos uma série de restrições em outros aspectos da nossa vida quotidiana. A maior delas é o direito de ir e vir, devido à falta de segurança e à baixa qualidade da nossa infraestrutura. Na China, você pode fazer tudo isso – menos falar mal do governo.
O governo tem enorme capacidade para manter a repressão social, mas procura não sufocar o incentivo ao empreendedorismo e à inovação. A economia cresceu tão rápido – e por tanto tempo – que não há na história nada semelhante. O país de hoje seria irreconhecível pelos velhos comunistas dos tempos de Mao. Mais de 800 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza nos últimos 30 anos. O PIB per capita era de US$ 3,5 mil em 2008 e saltou para US$ 12 mil em 2018. A China forma atualmente mais engenheiros e cientistas do que os Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Taiwan juntos.
A compreensão dos grandes desafios globais esbarra na dificuldade do Ocidente em aceitar que exista outro modelo político, social e econômico que gera prosperidade que não é o capitalismo democrático ocidental. Aos olhos de historiadores, o que está acontecendo é bastante comum.
Um dos assuntos mais quentes da atualidade é a tão propalada Guerra Comercial entre os EUA e a China, vai muito além das disputas tarifárias. O que está em jogo é algo astronomicamente maior: o domínio de tecnologia e dos mercados globais. O Ocidente apostou que mudaria a China, mas é a China que está mudando o Ocidente.
O conflito entre Ocidente vs. Oriente será um dos grandes temas das próximas décadas. O ex-embaixador brasileiro em Pequim, Marcos Caramuru, disse “o mundo precisa de pessoas que façam a ponte entre Oriente e Ocidente, do contrário viveremos momentos muito conflituosos.”
O Brasil pode muito bem ser o país que fará essa ponte e lucrará com o processo todo. Para isso, no entanto, precisamos nos livrar do complexo de vira-lata, sermos altivos e nos inserirmos positivamente nesse novo mundo, em vez de continuarmos como os especialistas das oportunidades perdidas.
(*) Edival Jr. fez MBA na Universidade de Pequim e foi executivo 
da multinacional chinesa CRRC (Subsidiária-TMT)

31/5 - VÍDEO - Damares defende aulas de abstinência sexual nas escolas e diz que vai entrar no Tinder

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Essencial do DCM – Damares defende aulas de abstinência sexual nas escolas e diz que vai entrar no Tinder

 
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04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA