O Irã pretende lançar “dentro de poucos dias” um novo satélite de observação científica, chamado Zafar (“Vitória”), informou neste sábado o chefe da agência espacial iraniana.
“A fabricação de Zafar começou há três anos com a participação de 80 cientistas iranianos”, disse Mortéza Bérari, sem especificar a data exata do lançamento.
O aparelho, que pesa 113 kg e é capaz de dar 15 voltas completas por dia na Terra, ficará em órbita a 530 km de altitude e será levado ao espaço pelo foguete Simorgh, disse Bérari, acrescentando que o equipamento foi projetado para funcionar “por mais de 18 meses”.
Sua “principal missão será coletar imagens”, informou o funcionário, que destacou as necessidades do Irã na área, em particular para estudar e prevenir terremotos, “prevenir desastres naturais” e desenvolver sua agricultura.
“Esta é uma nova etapa para o nosso país”, acrescentou Bérari, que lembrou que no passado o Irã conseguiu lançar um satélite em órbita a 250 km da Terra.
Em janeiro de 2019, Teerã anunciou o fracasso na tentativa de lançamento do satélite Payam (“Mensagem”), destinado, segundo a versão oficial, a obter imagens sobre as mudanças climáticas no Irã.
A Agência Espacial Iraniana pretende concluir a construção de “cinco outros satélites” até o final de março de 2021.
A formação original do post de Regina com artistas que a “apoiam”
Regina Duarte vem demonstrando que tem tudo para fazer sucesso no governo Bolsonaro.
É despreparada, desonesta intelectualmente, parva, ambiciosa e adepta das fake news.
O vexame em torno de sua postagem com artistas que a “apoiam” é sinal de que a cultura está nas mãos da pessoa certa para o projeto de destruição em curso.
Sai um sujeito que imitava Goebbels, com um passado recente de drogas e conversão olavista picareta, entra uma ex-atriz de novela com uma última chance de brilhar, especialmente numa farsa.
O que Regina fez com seus colegas é fraude.
Uso indevido de imagem pode levar a processo.
O Artigo 5 Inciso X da Constituição Federal diz que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando direito à indenização pelo dano material ou moral”.
Por uma questão pedagógica e civilizatória, eles deveriam entrar na Justiça. Nem que para perder.
Carolina Ferraz puxou a fila com o áudio desde já antológico desmantelando a rainha da sucata.
Em seguida Regina foi desautorizada por Luiz Fernando Guimarães, Ary Fontoura, Maitê Proença.
Ficaram os mortos e gente que foi para a Record.
Em meio às queixas das pessoas enganadas, Regina se fez de desentendida e postou um hasteamento de bandeira em Brasília.
É bolsonarismo puro: desrespeito, ignorância, pilantragem, tudo embalado na bandeira nacional. Deus acima de tudo, Brasil acima de todos.
Regina Duarte aproveitou-se de atores que lhe desejam sorte para fazer proselitismo canalha.
Seus amigos, gente com quem ela trabalhou foi empulhada dessa forma.
O que ela não será capaz de fazer com os otários na plateia?
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Focada em habitação popular, a bilionária Construtora Tenda S.A. protagonizou na quinta-feira (30/01) a seguinte notícia, sintetizada neste título do Conselho Indigenista Missionário (Cimi): “Construtora avança sobre área tradicional Guarani Mbya na TI Jaraguá e derruba 4 mil árvores“. Os indígenas acordaram com motosserras e fizeram um ritual fúnebre, em homenagem às árvores destruídas, e em protesto contra o início da construção de cinco prédios ao lado de suas aldeias, na zona oeste de São Paulo.
Ele é também o segundo brasileiro mais rico, com um patrimônio de US$ 23,1 bilhões. Lemann tem alternado a liderança desse ranking com o banqueiro Joseph Safra. O antigo tenista afirmou-se como a figura mais influente na AB Inbev, grupo que controla a cervejaria, secundado pelos sócios Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. Mas seu capital se espraia em vários ramos de atividade.Alguns dias antes, no dia 24, a empresa que faz parte do Novo Mercado, a elite da B3, comunicava ao mercado que uma de suas acionistas, a Constellation Investimentos e Participações, aumentava sua participação na empresa para 5,36% do total das ações ordinárias. Um dos sócios da Constellation é o bilionário Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev, listado em novembro pela Forbes como o 42º homem mais rico do mundo.
Embora não seja sócio majoritário da Constellation, o empresário foi o inspirador de seu discípulo Florian Bartunek, criador desse fundo de investimentos. Ele foi gestor de Lemann no banco Garantia. Outro sócio minoritário da Constellation é o Lone Pine Capital, por sua vez um fundo de hedge dos Estados Unidos.
A informação sobre a nova participação da Constellation no total de ações da Tenda consta de uma apresentação institucional da própria construtora, atualizada na segunda-feira (27/01). A empreiteira — desmembrada em 2017 de outra construtora, a Gafisa — tem capital pulverizado, mas costuma destacar os três principais acionistas.
O site da Tenda ainda mantém no ar uma composição anterior, onde a Constellattion não aparecia entre os principais acionistas. Em seu lugar, com 4,74% das ações, estava o Itaú, o maior banco do país, que teve lucro líquido de R$ 25 bilhões em 2018. A participação do Itaú Unibanco S.A. na empreiteira era maior, mas foi reduzida para esse percentual no dia 3 de janeiro. O banco chegou a ter 10% das ações da Tenda.
Constellation aumentou no fim de janeiro, para 5,4%, sua participação na Tenda. (Imagem: Reprodução)
Dois fundos de investimento, o Pátria Investimentos e o Polo Capital, são os acionistas com maior participação na Tenda. Possuem, respectivamente, 10,4% e 9,9% das ações. O percentual do Polo Capital, que comanda o Conselho de Administração da construtora, foi reduzido em janeiro. Essa empresa é comandada por Cláudio Andrade e Marcos Duarte. O Pátria Investimentos, por Olímpio Matarazzo Neto, o Pimpo, dono de uma casa de R$ 20 milhões em Trancoso (BA) que pertencia a Philippe de Nicolay Rothschild.
A Tenda divulgou em janeiro que teve R$ 2 bilhões em vendas líquidas em 2019. A construtora com foco em nove regiões metropolitanas possui 69 obras em andamento, mais da metade do que tinha no ano anterior. Só perde para a MRV e para a Cyrela. A empresa — uma das principais fornecedoras do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal — possui um capital social de R$ 1,1 bilhão. Em 2018, teve um lucro líquido de R$ 200 milhões. Ela tem um dos cem ativos mais negociados da B3.
INDÍGENAS APONTAM INÍCIO ‘SORRATEIRO’ DAS OBRAS
O povo Guarani diz que a ação da construtora foi sorrateira. Em dezembro, segundo os indígenas, funcionários da Tenda disseram que “árvores isoladas” seriam cortadas no dia 8 de fevereiro. Mas a ação foi antecipada. A ativista Ana Flavia Carvalho contou ao Jornal GGN que mais da metade das árvores foram derrubadas: “São remanescentes de Mata Atlântica e o empreendimento justificou sendo árvores isoladas, como se fossem apenas eucaliptos. E não é o caso. É uma área repleta de árvores nativas e animais”.
A prefeitura, porém, aprovou o empreendimento. Em nota oficial, a gestão Mário Covas Neto (PSDB) alega que o perímetro não está em área indígena e que o terreno está localizado em Zona Especial de Interesse Social (Zeis), “por isso deve ser destinado, exclusivamente, à construção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda”. O plano da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente “prevê ao todo a supressão de 528 exemplares arbóreos e a compensação ambiental com o plantio de 549 mudas no local”.Segundo os indigenistas, a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) determina que nenhuma obra a menos de dez quilômetros de distância de uma comunidade indígena pode ser iniciada sem a consulta prévia ao povo originário.
O Conselho Indigenista Missionário explica por que a destruição das matas afeta estruturalmente a etnia:
— Os Guarani Mbya estão completamente abalados e em luto devido à ação ilegal da Tenda, e se manifesta em favor dos espíritos da floresta, agredidos e derrubados junto com as árvores que foram cortadas. O Pico do Jaraguá está sendo devastado em nome de um progresso avassalador e de extermínio. As florestas são entidades e espíritos de fortalecimento dos povos indígenas. Para os Guarani Mbya, derrubar uma árvore é como tombar um parente. Nessa ocasião 4 mil foram executados. Uma cerimônia fúnebre será realizada na área massacrada em nome de um apelo ao Nhanderu, o deus criador Guarani, pela maldade e agressão aos espíritos que protegem o povo da floresta.
Em nota, a Construtora Tenda “reafirma seu respeito à comunidade local e ressalta que todos os procedimentos necessários foram adotados para a legalização do empreendimento, com aprovação dos órgãos competentes”. O discurso é alinhado com o da prefeitura: “A companhia ressalta ainda que, conforme o Plano Diretor do município de São Paulo, a área em questão tem destinação exclusiva para a moradia da população de baixa renda, que é o objetivo da construção. A Tenda reforça que está à disposição das autoridades e da sociedade civil para qualquer esclarecimento”.
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