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06/04/22 - Abraham Weintraub critica Bolsonaro e diz: "Agora é Lula ou continuará piorando"

 

VIROU A CASACA?

Abraham Weintraub critica Bolsonaro e diz: "Agora é Lula ou continuará piorando"

Criticas do ex-ministro da Educação a Bolsonaro estão ligadas à relação do presidente com o centrão

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Áudio de Weintraub criticando Bolsonaro circula nas redes sociais nesta quinta
Áudio de Weintraub criticando Bolsonaro circula nas redes sociais nesta quinta - Evaristo Sá/AFP

O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, fez inúmeras críticas a Jair Bolsonaro (PL) em áudio que circula nas redes sociais nesta quinta-feira (7) e ainda disparou: "Bolsonaro transformou o sonho em pesadelo. Agora é Lula ou continuará piorando". 

Considerado um dos piores nomes que já passou pelo MEC e seguidor fiel das teorias estapafúrdias do falecido Olavo de Carvalho, Weintraub, na gravação, dispara contra o alinhamento de Bolsonaro com o chamado centrão no Congresso Nacional. 

"Historicamente, o segundo mandato de um presidente costuma ser pior do que o primeiro, não é no Brasil, é no mundo inteiro. Um segundo mandato do presidente Bolsonaro, mais fraco do que o atual, vai ser um horror. Então hoje, eu vejo isso, o melhor cenário é ruim, e a gente tem que se preparar para a resistência", declara. 

Ouça

Pré-candidato a governador de São Paulo, Weintraub foi rejeitado por Bolsonaro, que lançou o Tarcísio de Freitas (Republicanos) para concorrer ao cargo. 

Após a repercussão do áudio em que sinaliza achar que Lula é melhor que o atual presidente, o ex-ministro da Educação gravou um vídeo para dizer que apoia Bolsonaro. 

"O centrão está desesperado, está aparecendo um escândalo atrás do outro no MEC, onde colocaram as patas imundas, e aí ficam inventando história para criar cortina de fumaça (...) Aí falam que vou apoiar o Lula. Coisa mais maluca que já vi na minha vida. Não vou apoiar o Lula. Não vazou nada, a conversa tá gravada e disponível. É mentira", declarou. 

Antes, o ex-ministro já havia feito uma postagem para conter os danos de sua declaração. "Loucura! EU JAMAIS APOIARIA O LULA! [...] Eu falo claramente que a melhor alternativa é a reeleição do Bolsonaro. Porém, não será bom! O 2o mandato sempre é mais fraco que o 1o. Além disso, ele estará mais cercado pelo CENTRÃO", escreveu. 

08/04/22 - Senado mira ônibus superfaturados, rede de fake news de militares e Jair Renan depõe

 FONTE:https://www.brasildefato.com.br/2022/04/07/senado-mira-onibus-superfaturados-rede-de-fake-news-de-militares-e-jair-renan-intimado

RONDA POLÍTICA

Senado mira ônibus superfaturados, rede de fake news de militares e Jair Renan depõe

No Senado, Marcelo Ponte negou que o governo tenha recuado após risco de sobrepreço dos veículos ser divulgado na mídia

Brasil de Fato | Cataguases (MG) |
 
Bolsonaro durante entrega de ônibus escolares; Ministério da Educação é alvo de nova denúncia de corrupção - Divulgação/Ministério da Educação

Na contramão dos documentos internos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE), o presidente do órgão, Marcelo Ponte, disse à Comissão de Educação no Senado, durante depoimento nesta quinta-feira (7), que não houve superfaturamento da licitação para compra de ônibus escolares. Segundo ele, todas as recomendações dos órgãos fiscalizadores foram seguidas, garantindo "lisura" aos processos. Ele também tentou negar que o governo recuou e reduziu as cotações dos veículos apenas na véspera do leilão, após o caso ser revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

"Nós seguimos todas as recomendações da CGU e seguimos acatando as determinações de controle, em especial o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU), assegurando desta forma a lisura de todos os nossos processos", disse. "Me reuni diversas vezes com as áreas responsáveis pela licitação e tive também a segurança técnica e legal que o processo percorreu todas as fases previstas na legislação", continuou.

Apesar das declarações, os relatórios internos do FNDE mostram o oposto. O valor inicial sugerido pela área técnica da pasta para a aquisição dos coletivos era de R$ 1,3 bilhão. A equipe do diretor de Ações Educacionais do Fundo, Garigham Amarante apresentou uma estimativa de preços de R$ 2,082 bilhões para o pregão. 

De acordo com a reportagem, após alertas da CGU, os dirigentes mudaram a metodologia de cálculo, mas o cenário pouco se alterou. O valor máximo da licitação passou para R$ 2,045 bilhões e foi liberado por Marcelo Ponte em 18 de março.

Questionado pelos senadores sobre a mudança, Ponte disse que o ajuste para reduzir os valores do pregão havia sido feito antes de o caso vir a público. "A republicação já foi com 1,5 bi também. A republicação já saiu com 1,5 bi", disse. "Salvo engano, 24 ou 25 de março, oito dias antes do pregão que ocorreu na terça".

O processo administrativo do próprio Fundo, no entanto, aponta que a alteração ocorreu apenas na véspera da licitação dos ônibus, em 4 de abril, após a publicação da matéria.

Em live, na noite desta quinta, Bolsonaro comentou o caso: “‘Ah, é fruto do jornalismo investigativo’. Investigativo pipoca nenhuma, rapaz. Bando de sem vergonha, jornalistas. Não investigam nada”, afirmou. 

Facebook derruba contas de militares do Exército brasileiro

O Facebook informou, nesta quinta-feira (5), que identificou e derrubou uma rede de perfis e contas ligadas a dois militares do Exército brasileiro que executava uma operação de desinformação sobre temas relacionadas à Amazônia.

Um relatório produzido pela empresa de inteligência digital Graphika, que fez uma investigação independente a partir dos dados fornecidos pelo Facebook, mostrou que os perfis criados pela dupla criticavam a atuação de organizações não-governamentais e elogiavam a ação do Exército no combate ao desmatamento da região amazônica. 

"Embora as pessoas por trás tentassem esconder suas identidades e coordenação, nossas investigação encontrou vínculos com indivíduos associados ao Exército Brasileiro", diz a Meta, holding que controla o Facebook. Os relatórios também não dizem se a ação da dupla agiu sozinha ou a mando de alguém.

Jair Renan nega fazer parte do governo Bolsonaro

O segundo filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro (PL), Jair Renan, prestou depoimento à Polícia Federal, nesta quinta-feira (7), após ser intimado por suposto tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Após a oitiva, ele disse que não faz parte do governo de seu pai e negou as acusações.

Ao lado do advogado Frederick Wassef, Jair Renan disse estar "revoltado" com as insinuações. "Eu me sinto revoltado com tudo isso que tá acontecendo. Nunca recebi nenhum cargo, nenhum dinheiro, nunca fiz lavagem de dinheiro, e estão tentando me incriminar numa coisa que não fiz", afirmou em entrevista ao SBT.

De acordo com as investigações, Jair Renan teria recebido propina de empresários interessados em negócios no governo. A polícia apontou que o filho "04" de Bolsonaro tem ligações com outros investigados no recebimento de vantagens de empresários, com interesses, vínculos e contratos com a Administração Pública. 

Edição: Rodrigo Durão Coelho

04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA