29/03/22 - Haddad lidera para governador de SP com 27% e é favorito no segundo turno, diz Big Data

FONTE: https://www.brasildefato.com.br/2022/03/29/haddad-lidera-para-governador-de-sp-com-27-e-e-favorito-no-segundo-turno-diz-big-data

ELEIÇÕES 2022

Haddad lidera para governador de SP com 27% e é favorito no segundo turno, diz Big Data

Levantamento mostra que ex-prefeito venceria todos adversários no segundo turno; França e Tarcísio têm 14%

|
 

Ouça o áudio:

01:11
01:46
Download
Fernando Haddad é ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da Educação e ex-presidenciável - Facebook/Reprodução

O ex-prefeito Fernando Haddad (PT) lidera as intenções de voto para governador de São Paulo, com 27%, segundo a pesquisa Real Time Big Data, publicada na segunda-feira (28). O petista é seguido pelo ex-governador Marcio França (PSB) e o ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 14% cada um. Os que pretendem votar nulo ou em branco somam 20% e indecisos, 14%.

Ainda de acordo com o levantamento, na sequência aparecem outros nomes de possíveis candidatos, como o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB), com 6% das intenções de voto, e a deputada federal e presidente do Podemos, Renata Abreu, com 2%. O deputado federal Vinicius Poit (Novo) e o ex-ministro Abraham Weintraub (PMB) têm 1% cada.

:: Fernando Haddad lidera disputa para o governo de SP, diz pesquisa Quaest/Genial ::

Numa simulação sem o candidato do PSB, Fernando Haddad salta para 32% e Tarcísio, para 20%. E em eventual disputa com Marcio França, sem a participação do petista, o candidato vai para 29% das intenções de voto do eleitor paulista para o governo do estado. O levantamento ouviu 1.500 pessoas por telefone entre sexta-feira (25) e domingo (27). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa Big Data também simulou disputas de segundo turno para o cargo e, em todas, Fernando Haddad sai vitorioso. Contra Marcio França, o petista vence por 32% a 30%. Se enfrentar Tarcísio, ganharia de 34% a 26%. Já numa disputa contra Garcia, a vitória seria de 36% a 19%. O pré-candidato bolsonarista do Republicanos também seria derrotado por França: 37% a 22%.

O levantamento ouviu 1.500 pessoas por telefone entre sexta-feira (25) e domingo (27). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Contratada pela Rede Record, a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-09439/2022.

:: Boulos desiste de concorrer ao governo de São Paulo e será candidato a deputado federal ::


Com Haddad e Boulos em Santo André: discursos deram ênfase à 'reconstrução' do Brasil a partir de 2023 / Ricardo Stuckert

 

Primeiro Turno

Cenário 1

Haddad – 27%
França – 14%
Tarcísio – 14%
Garcia – 6%
Renata Abreu – 2%
Poit – 1%
Weintraub – 1%
Ramuth – 1%
Branco/Nulo – 20%
Não sabe/Não respondeu – 14%

Cenário 2

Haddad – 27%
França – 15%
Tarcísio – 15%
Garcia – 7%
Poit – 1%
Branco/Nulo – 20%
Não sabe/Não respondeu – 15%

Cenário 3

Haddad – 32%
Tarcísio – 20%
Garcia – 9%
Poit – 2%
Branco/Nulo – 22%
Não sabe/Não respondeu – 15%

Cenário 4

França – 29%
Tarcísio – 17%
Garcia – 9%
Poit – 2%
Branco/Nulo – 24%
Não sabe/Não respondeu – 19%

Segundo turno

Cenário 1

Haddad – 32%
França – 30%
Branco/Nulo – 22%
Não sabe/Não respondeu – 16%

Cenário 2

Haddad – 34%
Tarcísio – 26%
Branco/Nulo – 23%
Não sabe/Não respondeu – 17%

Cenário 3

Haddad – 36%
Garcia – 19%
Branco/Nulo – 26%
Não sabe/Não respondeu – 19%

Cenário 4

França – 37%
Tarcísio – 22%
Branco/Nulo – 22%
Não sabe/Não respondeu – 19%

Cenário 5

França – 42%
Garcia – 15%
Branco/Nulo – 24%
Não sabe/Não respondeu – 19%

Cenário 6

Tarcísio – 26%
Garcia – 17%
Branco/Nulo – 30%
Não sabe/Não respondeu – 27%

Senado

A Pesquisa Real Time Big Data também mostrou que nas intenções de voto para o Senado se sobressai o apresentador José Luiz Datena (União Brasil), com 32%, seguido pelo ex-governador Marcio França (PSB), com 19%. No cenário com mais nomes de possíveis candidatos, Paulo Skaf (MDB) tem 11%; e a deputada estadual Janaína Paschoal (PRTB), 6%.

A seguir aparecem a médica negacionista Nise Yamaguchi (PTB), com 2%; e os deputados estaduais Heni Ozi Cukier (Podemos) e Ricardo Melão (Novo), com 1%. Os que pretendem votar nulo ou em branco representam 15%.

Cenário 1

Datena – 32%
França – 19%
Skaf – 11%
Janaína – 6%
Nise Yamaguchi – 2%
Cukier – 1%
Melão – 1%
Branco/Nulo – 15%
Não sabe/Não respondeu – 13%

Cenário 2

Datena – 33%
Haddad – 20%
Skaf – 12%
Janaína – 7%
Branco/Nulo – 15%
Não sabe/Não respondeu – 13%

29/03/22 - "Indicado para presidir Petrobras não aceita o discurso de que o petróleo é nosso", diz Lula

 FONTE:https://www.brasildefato.com.br/2022/03/29/indicado-para-presidir-petrobras-nao-aceita-o-discurso-de-que-o-petroleo-e-nosso-diz-lula

SOBERANIA

"Indicado para presidir Petrobras não aceita o discurso de que o petróleo é nosso", diz Lula

No RJ, petista afirmou que campo progressista precisa explicar à população o que está acontecendo com a estatal

Brasil de Fato | Rio de Janeiro (RJ) |
 
lula rio de janeiro
Ex-presidente participou de debate com parlamentares, FUP, Dieese, Ineep, lideranças sindicais e ex-diretores da Petrobras - FUP/Divulgação

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e novamente candidato ao cargo pelo Partido dos Trabalhadores, disse nesta terça-feira (29), durante debate no Rio de Janeiro sobre preços dos combustíveis e o futuro da Petrobras, que Adriano Pires, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para presidir a estatal faz parte de um seleto grupo de pessoas "que não aceitam o discurso de que o petróleo é nosso".

"Em duas notícias que li hoje, vi que ele é lobista e que está muito mais ligado às empresas estrangeiras [de petróleo] do que às nossas. Ele faz parte de um seleto grupo de pessoas que não aceitam o discurso de que o petróleo é nosso", afirmou o ex-presidente, que está cumprindo diversas agendas na capital fluminense.

Leia mais: ‘Mudar para manter igual’: o que esperar do novo presidente da Petrobras

A mesa na qual Lula falou teve a participação de lideranças sindicais da Federação Única dos Petroleiros (FUP), trabalhadores da Petrobras, pesquisadores do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O petista afirmou que é preciso construir "uma nova narrativa" para desmascarar os que defendem a privatização da Petrobras e ampliar o discurso para além do âmbito da estatal e explicar de forma didática à população brasileira "o significado do que está acontecendo com a destruição da Petrobras".

"É preciso pegar o pessoal de terno e gravata, os camelôs, pessoas que não são da Petrobras e mostrarmos o significado do que está acontecendo com a destruição da Petrobras. Você pega editoriais antigos do jornal O Estado de S.Paulo e vai ver que lá já diziam que a gente tinha que comprar petróleo dos Estados Unidos. A elite brasileira não aceita independência e muito menos soberania", criticou Lula.

Leia também: "Se preparem: vamos abrasileirar o preço do combustível", promete Lula apostando em sua eleição

O ex-presidente também lamentou a perseguição política feita contra trabalhadores da Petrobras por conta da Operação Lava Jato.

"Precisamos pegar esse discurso e construir uma narrativa, porque eles contaram todas as mentiras que eles contaram a ponto de os trabalhadores da Petrobras, muitas vezes, não conseguirem entrar em um restaurante porque eram chamados de ladrões. Eles conseguiram construir a ideia de que foi o roubo da Petrobras que permitiu à Petrobras ter prejuízos", disse o pré-candidato do PT.

Também participaram do debate a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, o vereador Lindbbergh Farias (PT), o deputado federal e pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB), o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli e o ex-diretor da estatal Guilherme Estrella.

Fonte: BdF Rio de Janeiro

Edição: Eduardo Miranda

29/03/22 - Ações da Petrobras sobem com novo presidente e notícia sobre privatização

FONTE:https://www.brasildefato.com.br/2022/03/29/acoes-da-petrobras-sobem-com-novo-presidente-e-noticia-sobre-privatizacao 

PREÇOS NÃO VÃO MUDAR

Ações da Petrobras sobem com novo presidente e notícia sobre privatização

Investidores avaliam que novo comando da estatal não mexerá no valor da gasolina e priorizará lucro da companhia

Brasil de Fato | Curitiba (PR) |
 

Ouça o áudio:

00:51
01:59
Download
Mudança na presidência não indica mudança de preços dos combustíveis, na avaliação de investidores - Fernando Frazão/Agência Brasil

As ações da Petrobras negociadas na Bolsa de São Paulo subiram no primeiro pregão após o governo indicar o economista Adriano Pires à presidência da estatal. A alta indica que investidores acreditam que Pires não vai mudar a política de preços de combustível da Petrobras. A companhia elevou seu lucro a um patamar histórico, mas forçou a população a pagar cada vez mais pela gasolina e pelo diesel em postos do país.

Nesta terça-feira (29), as ações preferenciais da Petrobras – aquelas cujo detentor tem preferência para receber participações nos lucros – subiram 2,47%, fechando cotadas a R$ 32,36. Já as ações ordinárias – que dão direito a voto – subiram 1,09%, cotadas a R$ 34,50.

Adriano Pires só deve assumir a presidência da Petrobras após assembleia geral da companhia, marcada para o próximo dia 13. Até lá, segue no comando da empresa o general da reserva Joaquim Silva e Luna, que chegou à Petrobras há menos de um ano.

Leia mais: Bolsonaro demite general e indica novo presidente da Petrobras após disparada da gasolina

A gestão de Silva e Luna na Petrobras passou a ser criticada até pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) após a estatal anunciar um reajuste de quase 19% do preço da gasolina e 25% no preço do diesel em março.

O reajuste – o maior em mais de um ano – aumentou a insatisfação da população com o governo faltando menos de um ano para a eleição.

De acordo com o economista Eric Gil Dantas, do Observatório Social da Petrobras (OSP), Bolsonaro demitiu Silva e Luna como um sinal a eleitores de que ele está preocupado com o preço dos combustíveis.

A reação de investidores à indicação de Adriano Pires ao posto mais alto da estatal aponta que, apesar dessa sinalização, nada de concreto sobre o preço dos combustíveis ocorrerá no curto prazo, preservando, assim, o lucro da Petrobras e os dividendos de seus acionistas.

Leia aqui: Maior reajuste em um ano deve elevar gasolina a R$ 7 em todo o país, aponta observatório

Notícia sobre privatização

Colaborou também com o ânimo de investidores a notícia de que o presidente Bolsonaro teria prometido a Adriano Pires agir pela privatização da Petrobras caso seja reeleito. A promessa foi relatada por Tales Faria, colunista do UOL.

Segundo Faria, Bolsonaro teria dito a Pires antes de indicá-lo à presidência da estatal que a companhia lhe dá “muita dor de cabeça”.

Pires já defendeu a privatização da Petrobras. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) acredita que ele assuma a companhia para vendê-la.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a privatização da Petrobras não está na agenda do governo.

Leia também: O contraste entre preço do combustível e lucro da Petrobras

Presidente demissionário

O general Silva e Luna, ainda como presidente da Petrobras, participou nesta terça de um evento em Brasília e afirmou que a política de preços da estatal segue regras de mercado.

Segundo ele, desde que o Brasil acabou com o monopólio no setor de óleo e gás, há 25 anos, a Petrobras passou a ser obrigada a atuar em concorrência com outras companhias. Ele, aliás, disse que esse comportamento da Petrobras é exigido em lei.

:: Refinaria privatizada aumenta mais os preços de gasolina e diesel ::

Por conta de tudo isso, Silva e Luna disse que a Petrobras não pode fazer política pública, muito menos política partidária. Disse que, na empresa, não há lugar para aventureiros.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA