31/07/22 - CARTA CAPITAL : Convite

Parceria Comercial
Visualizar como página web
• DEBATE ONLINE E GRATUITO
Terra em Transe

_____________

Caro leitor,

No dia 7 de agosto, domingo às 20 horas (horário de Brasília), Celso Amorim, embaixador, ex-ministro da Defesa e das Relações Exteriores e colunista da CartaCapital, realizará uma aula histórica a convite do Instituto Conhecimento Liberta (ICL). O tema será:

Os Riscos e Oportunidades da
Nova Ordem Mundial


Amorim vai explicar como chegamos ao caos em que vivemos hoje no mundo e o que esperar dos anos e das décadas vindouros.

O evento contará ainda com a participação de Eduardo Moreira, fundador do Instituto Conhecimento Liberta.

A boa-nova é que conseguimos um link especial para você participar deste encontro histórico.

Caso ainda não conheça Celso Amorim, ele já foi apontado como o melhor chanceler do mundo e um dos 10 pensadores globais mais importantes e influentes (revista Foreign Policy).

Amorim foi presidente do Conselho de Segurança da ONU e líder brasileiro nas principais organizações internacionais (ONU, OMS, OEA, OMC, OIT, BRICS, Mercosul, Unasul). Dirigiu a Unitaid, órgão mundial de saúde para o combate da Aids, tuberculose e malária. É autor de cinco livros.

Celso Amorim e Eduardo Moreira
GARANTIR MINHA VAGA GRATUITA >

Para reservar a sua vaga é só CLICAR AQUI e preencher com o seu melhor e-mail. No dia do evento, você receberá o link de acesso no seu e-mail para acompanhar a transmissão.

Grande abraço,
CartaCapital

Convite do Eduardo Moreira
ASSISTA AO CONVITE E GARANTA SUA VAGA >
Instituto Conhecimento Liberta

_____________

Em caso de dúvidas, acesse:

Atendimento.CartaCapital.com.br

Enviado por CartaCapital

Rua da Consolação, 881 - 10º Andar - São Paulo, SP, Brasil

 

31/07/22 - PODER 360 Nº 1 - Notícias e Comentários

FONTEPoder360 <noreply@poder360.com.br>

 

 

[Domingo - 31.jul.2022]

 
 

Eleições

Jingles vão de forró de Lula a sertanejo de Bolsonaro
Os candidatos têm apostado em trends para conquistar o coração do eleitor e apresentam diferentes ritmos populares
Próximo governo terá de ser de transição, diz Kupfer
Em entrevista ao PoderDataCast, jornalista avalia que governo toma decisões com viés eleitoreiro que deverão ser revistas

Congresso

Em 31 anos, só 5% das propostas sobre o sistema tributário avançam
Estudo divulgado pela Fapesp analisa proposições apresentadas na Câmara de 1989 a 2020
Projeto extingue multa a advogado que abandona processo penal
O senador Rodrigo Pacheco diz que o critério atual para aplicação da multa é subjetivo e não garante direito à defesa
Congressistas dizem que vão à Justiça por novo decreto do IPI
Dispositivo assinado pelo governo mantém redução de 35% do IPI para a "maioria dos produtos" na Zona Franca de Manaus
Projeto sobre armas para caçadores aguarda votação no Senado
Falta de acordo e ameaças sofridas por senadores contrários ao projeto adiaram votação na CCJ

Eleições

TSE começa divulgação de dados sobre candidatos em 2022
A página DivulgaCandContas permite a fiscalização dos valores recebidos e gastos durante a campanha
Centro erra a forma de agir, diz Rodrigo Maia sobre eleições
Para ex-presidente da Câmara, “há uma dificuldade de entendimento de como deveria ser construída uma alternativa”

Coronavírus

Brasil registra 132 mortes por covid em 24 horas; clique na imagem para ler a reportagem

Mídia

Ministros indicados por Bolsonaro ao STF crescem no Twitter
Nunes Marques aumentou seus seguidores em 37,6% no 1º semestre do ano; André Mendonça teve alta de 24,7% no período

Economia

Custo de produção de leite aumenta 62% em 2 anos
Laticínios brasileiros compraram 10,5% menos leite dos produtores no 1º trimestre frente ao mesmo período de 2021

Internacional

Comer filé na Argentina sai por até metade do preço do Brasil
Desvalorização da moeda do país vizinho faz com que R$ 1 possa comprar 56,26 pesos argentinos
Sem incluir Taiwan, Pelosi inicia viagem pelo Indo-Pacífico
Segundo gabinete da presidente da Câmara dos EUA, delegação passará por Cingapura, Malásia, Coreia do Sul e Japão
Inflação da Argentina completará 10 anos acima de 2 dígitos
Argentinos menores de 15 anos nunca vivenciaram período econômico com taxa de inflação menor
Confiança em Biden cai em 18 países; média é de 58%
Segundo o Pew Research Center, a taxa do atual presidente é superior a de Trump, mas inferior a registrada em 2021

Conteúdo Patrocinado

Energisa vence Prêmio Abradee com concessionárias de PB e MG
Prêmios foram entregues em cerimônia presencial em Brasília às empresas que se destacaram no setor de distribuição de energia

Opinião

A guerra das pautas
Debate sobre propostas deve ser deixado de lado para discutir se é mais importante "salvar" o país do bolsonarismo ou do petismo

📨 Recebeu este e-mail de alguém? Cadastre-se aqui para ter as notícias mais importantes todos os dias na sua inbox.

acompanhe o Poder360
conheça o Drive

A equipe do Poder360 também produz diariamente 3 edições do Drive Premium, a mais bem informada publicação sobre assuntos do poder e da política. O Drive antecipa fatos, analisa e envia notícias exclusivas para o e-mail do assinante às 6h da manhã, por volta do meio-dia e no início da noite. Ao mesmo tempo, se o leitor desejar, recebe alertas via WhatsApp ou Telegram. É a melhor maneira de acompanhar o que se passa no Executivo, Legislativo, Judiciário, sociedade civil e em todos os setores que influem na vida nacional. O Drive é uma ferramenta única e essencial para quem precisa tomar decisões levando em conta a conjuntura do país e os cenários futuros. É oferecido apenas no formato de assinaturas corporativas pagas (para empresas e para pacotes de e-mails). Se sua empresa tiver interesse, mande uma mensagem e você receberá as instruções sobre como assinar.

expediente

diretor de Redação - Fernando Rodrigues / secretário de Redação - Brunno Kono / editores seniores - Guilherme Waltenberg, Paulo Silva Pinto e Tiago Mali / editores - Carlos Lins, Hanna Yahya, Matheus Alleoni, Matheus Collaço, Sabrina Freire, Victor Labaki e Vinicius Nunes / editores-assistentes - Amanda Garcia, Caroline Aragaki, Gabriella Soares, Lorenzo Santiago, Ighor Nobrega, Rafael Barbosa e Victor Almeida / editores de Qualidade e Melhoria de texto - Fabio Vanzo e Mara Gama / editor de Infografia - Mario Kanno / repórteres - Bernardo Gonzaga, Caio Spechoto, Douglas Rodrigues, Emilly Behnke, Hamilton Ferrari, Lais Carregosa, Lucas Mendes, Mariana Haubert, Mateus Maia, Murilo Fagundes, Nicholas Shores e Tiago Ângelo / redatores - Anna Julia Lopes, Bruna Rossi, Caio Vinícius, Carlos Catelan, Carolina Nogueira, Fernanda Bassi, Gabriel Buss, Gabriel Máximo, Houldine Nascimento, Jéssica Cardoso, João Felipe, Jonathan Karter, Marina Ferraz, Mateus Mello, Natália Veloso, Patrícia Nadir, Valquiria Homero, Victor Schneider e Vitória Queiroz / estagiários de Jornalismo - Aline Marcolino, Amanda Queiroz, Beatriz Duarte, Gabriel Benevides, Júlia Mano, Juliana Pimentel e Luisa Tavares / editora de Projetos Especiais - Zainer Rodrigues da Silva / repórter de Projetos Especiais - Carla Sá e Samanta Nogueira / diretor de Desenvolvimento e Tecnologia - Guilherme Aguiar / desenvolvedores de Tecnologia - Alvino Rodrigues, Dhimylee Almeida, John Kennedy, Luan Melo e Marcelo Santos / estagiário de Desenvolvimento - Samuel Silva / gerente administrativa - Luciana Brandão / assistente Administrativo - Amanda Landim / jovens aprendizes - Carlos Nascimento, Diego Amorim e Gabriely Costa / representantes comerciais - Tatsuo Kuno, Tida Cunha / assistente Comercial - Matheus Ferreira / estagiária do Departamento Comercial - Márya Eduarda / diretora-comercial - Selma Casagrande / diretora - Mariângela Gallucci / diretor-executivo - Mateus Netzel / diretora-executiva adjunta - Anna Rangel

 

O Poder360 é um dos veículos adotantes iniciais no Brasil dos parâmetros
do Projeto Credibilidade, capítulo brasileiro do Trust Project.

31/07/22 - VOZES CHINESAS : Notícias e Comentários

 FONTE:Dongsheng <chinesevoices@dongshengnews.org>

No.54 | 31.07.2022
Pode a nova Parceria para Infraestrutura e Investimento Global de Biden, que conta com US$ 600 bilhões, "substituir" o papel da China na África?
Mǎ Hànzhì (马汉智)
Ma Hanzhi é pesquisador assistente no Departamento de Países em Desenvolvimento do Instituto de Estudos Internacionais da China. Suas principais áreas de pesquisa são questões de desenvolvimento da África e relações sino-africanas.

Contexto:

O lançamento da Parceria para Infraestrutura e Investimento Global (PIIG) na recente cúpula do G7 é outro exemplo do esforço incessante do governo Biden para tentar minar a iniciativa da Nova Rota da Seda (NRS) liderada pela China. Para financiar a PIIG, o Ocidente declarou sua intenção de fornecer US$ 600 bilhões em investimentos em infraestrutura para países em desenvolvimento até 2027. Guancha entrevistou Ma Hanzhi para conhecer sua avaliação sobre os possíveis impactos do PIIG no continente africano.

Pontos-chave:

  • A meta de alocação de US$ 600 bilhões do PIIG é mais confiável do que a iniciativa B3W lançada na cúpula do G7 do ano passado, com um número obviamente inverossímil de US$ 40 trilhões. Do ponto de vista do financiamento, o PIIG inclui os US$ 300 bilhões prometidos pela iniciativa Global Gateway da UE, por meio dos quais US$ 150 bilhões são destinados a investimentos em projetos africanos. Seu foco está em quatro áreas principais: energia limpa, sistemas de saúde, igualdade de gênero e tecnologia da informação e comunicação (TIC). A PIIG também apresenta uma abordagem mais pragmática.
  • Os EUA esperam usar o PIIG como uma base para competir contra a NRS, reformular sua posição em termos de poder brando no campo do desenvolvimento global e abrir caminho para que o capital dos EUA entre no mercado africano, tentando enfraquecer a posição da China no desenvolvimento de projetos de infraestrutura.
  • Washington quer reafirmar sua política externa com "diplomacia orientada por valores", especialmente nos setores prioritários. Sob o lema de "tecnologia de comunicação justa e transparente", os EUA estão tentando excluir as empresas chinesas de TIC do mercado africano, para que os gigantes da tecnologia dos EUA possam estabelecer uma hegemonia digital e obter acesso fácil aos ativos de dados na África. No geral, isso resultará em uma onda de privatização de projetos públicos chave, como demonstrado, nos últimos anos, pela “Iniciativa Eletricidade para a África”.
  • Os principais projetos-piloto de investimento anunciados pelo PIIG estão todos na África, porque o continente tem um potencial muito grande para investimento no mercado de construção de infraestrutura transfronteiriça. Também tem uma população jovem particularmente grande e, em geral, sua economia está crescendo rapidamente. No entanto, os EUA concentram-se em países que já são mais estruturalmente desenvolvidos. Esta escolha deliberada de projetos-piloto levará a um agravamento ainda maior das lacunas no desenvolvimento regional.
  • A estratégia PIIG é uma resposta direta contra a recém-lançada Iniciativa de Desenvolvimento Global (IDG) da China. Em vez de trabalhar com a NRS nas quatro áreas prioritárias, o programa PIIG forçará alguns países a rejeitar propostas de projetos chineses, a menos que estejam dispostos a enfrentar diferentes formas de sanções dos EUA, incluindo a desestabilização do governo.
  • A China deve melhorar seus esforços da NRS de três maneiras: 1) entender e atender às necessidades reais da população local, especialmente por meio de conquistas tangíveis em projetos locais de pequena escala, 2) explorar e aprimorar a sustentabilidade de ferramentas de financiamento para reduzir o peso da dívida de longo prazo dos países africanos, e 3) se possível, tentar trabalhar com algumas empresas europeias e aproveitar seus conhecimentos em uma possível cooperação.
  • Finalmente, a África deve escolher seus próprios parceiros para o desenvolvimento econômico. O Ocidente, liderado pelos EUA, deve desistir de sua mentalidade neocolonial e de Guerra Fria, querendo ditar à África o que deve ou não fazer. Mais investimentos são bem-vindos na África, e todas as partes devem mudar o foco para que esses investimentos possam gerar benefícios reais e ganhos tangíveis em termos de desenvolvimento para o povo africano.
De 2008 até agora: mudanças na China e no mundo
Yáo Zhōngqiū (姚中秋)
Yao Zhongqiu é professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Renmin e professor do Instituto Avançado de Estudos Confucionistas da Universidade de Shandong. Depois de 2008, tornou-se o principal intelectual a ter abandonado a escola neoliberal. Atualmente, trabalha na criação de um marco para a nova escola de pensamento chinesa chamada Política Histórica.

Contexto:

Quatorze anos se passaram entre os Jogos Olímpicos de Verão de Pequim de 2008 e os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim de 2022 e o zeitgeist e a mentalidade nacional da China mudaram drasticamente durante esse período. Do ponto de vista de Yao, as razões fundamentais para isso são três: 1) o sistema capitalista mundial está passando por significativas crises econômicas e políticas; 2) A posição da China no mundo está se tornando central e de liderança; e 3) a percepção do povo chinês sobre seu próprio país, o Ocidente e os EUA em particular, passou por uma reviravolta dramática.

Pontos-chave:

  • Nos últimos dois séculos, o sistema mundial passou por várias mudanças estruturais. A mais recente começou nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008 em Pequim, onde o mundo testemunhou as incríveis conquistas do povo chinês. Na mesma época, eclodiu a maior crise financeira global desde a Grande Depressão, que minou profundamente a confiança no sistema capitalista e em seus valores liberais.
  • Nos primeiros anos após 2008, a cooperação entre China e EUA continuou inabalável. As elites chinesas ainda acreditavam que uma China próspera e em ascensão poderia ser integrada à chamada comunidade internacional. No entanto, em 2014, a relação China-EUA evoluiu gradualmente para uma "rivalidade entre grandes potências". Por temer perder seu papel dominante na velha ordem mundial, o Ocidente mudou sua política de cooperação para a de contenção e passou a combater significativamente a agenda de desenvolvimento da China.
  • O poder econômico da China também é a base para a construção da autoconfiança cultural e política e, desde o 18º Congresso Nacional do PCCh, o país demonstrou firmemente a vontade de continuar no caminho do socialismo. As elites políticas e culturais dos EUA então reverteram sua política e defenderam uma estratégia de dissociação – tanto econômica quanto tecnológica. A China se voltou para uma estratégia de desenvolvimento de circulação dual para continuar seu progresso econômico. Dessa forma, as economias chinesa e estadunidense, de fato, se dissociaram parcialmente.
  • Desenvolver o marxismo dentro de um contexto chinês e reviver o “DNA da cultura chinesa” – especialmente no que diz respeito à nova interpretação política do confucionismo – está emergindo como a principal direção dos esforços intelectuais. Isso demonstra que o círculo acadêmico da China começou a restabelecer sua própria base filosófica para as disciplinas das ciências sociais e a se “libertar” da doutrina neoliberal.
  • Como o maior país produtor industrial e de comércio de commodities do mundo, a China propôs a Nova Rota da Seda, o conceito de Comunidade com Futuro Compartilhado para a Humanidade e a Iniciativa de Desenvolvimento Global. Um novo "sistema para o mundo em desenvolvimento" está tomando forma. Em oposição a esse internacionalismo, os EUA defendem sua agenda America First, baseada no racismo como valor dominante nas políticas domésticas e internacionais. Isso tira dos EUA seu apelo moral universal e sua tutela da ordem internacional.
  • O sistema mundial capitalista unipolar e neoliberal está entrando em colapso. No futuro, veremos o surgimento de dois sistemas: um é o ""sistema para o mundo em desenvolvimento" liderado pela China, tendo a igualdade como valor central e o desenvolvimento como objetivo, fornecendo o suporte tecnológico e industrial necessário ao Sul Global; o outro é o sistema capitalista encolhido e moribundo liderado pelos EUA, lutando para proteger os interesses adquiridos de alguns países desenvolvidos e exercendo seu monopólio tecnológico e industrial.
  • A era pós-epidemia será marcada por uma luta feroz e de longo prazo entre os dois sistemas. Somente através da Grande Luta que quebre o monopólio militar, tecnológico e econômico liderado pelos EUA, poderemos unir mais povos e países e iluminar o caminho a seguir na construção de uma nova forma de civilização humana.

Inscreva-se para receber Vozes Chinesas. O resumo é publicado todos os domingos em inglês, espanhol e português.Baixe o PDF dos artigos completos (traduzidos automaticamente) deste número. As opiniões dos artigos não são necessariamente compartilhadas pelo coletivo editorial Dongsheng.

Siga nossas redes sociais:









04/01/23 - COMUNICAÇÃO

 AMIG@S UMA HERPES ZOSTER  ME ATACOU . ESPERO VOLTAR EM BREVE. FELIZ 2023 ABRAÇOS, ABELHA