BRASIL! BRASIL!
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- Os sentidos do Multiculturalismo
- Brasil ainda vive uma ditadura, a ditadura da mentira
- Charge do Bessinha
- Requião: mídia cumpre papel de oposição
- Vice do PSB: Campos não fará oposição a Dilma
- Feliciano vira astro e não vai querer largar o osso
- O golpe da informação
- Na hora de fazer não gritou
- Globo cala jornalista
- Charge do Bessinha
- Dilma em Salvador: Arena Fonte Nova, Metrô e sucessão
- Estudantes negros têm maior probabilidade de insucesso na escola, dizem pesquisas
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Posted: 01 Apr 2013 05:55 PM PDT
“Durante o auge da doutrina neoliberal na
década de noventa, Francis Fukuyama, teórico oficial da Nova Ordem mundial
recém imposta aos povos, profetizava, com a soberba típica dos poderosos, que a
História tinha acabado.
Eduardo Bomfim, Vermelho
A tradução literal de tamanho disparate era
a falsa conclusão de que haviam desaparecido as contradições antagônicas entre
as classes sociais e de quebra extinguia-se também a existência de uma potência
militar imperialista e o seu papel agressor contra os Países no planeta.
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Mais que uma constatação propositalmente errônea, era a conclamação aos trabalhadores e demais camadas assalariadas e às nações que lutavam por um lugar ao sol, à mais óbvia capitulação da luta social emancipadora e da soberania nacional. |
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Posted: 01 Apr 2013 05:35 PM PDT
Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania
“Comecei a ler jornal aos treze anos.
Era 1973 e minha leitura favorita era o primeiro caderno do Estadão, o de
política – começara a me interessar pelo assunto porque via a família
discuti-lo de uma forma que me intrigava. Mesmo dentro de casa, familiares
conversavam sussurrando. E interrompiam o assunto quando eu aparecia.
Lendo o Estadão, percebia que faltavam
informações. E quando fazia perguntas à família, não conseguia respostas
satisfatórias – jovens da minha idade eram tratados como crianças, àquele
tempo.
Naquele ano, assisti a uma reportagem no
programa Fantástico – que estreara na Globo no mesmo ano – que me faria
entender que aquilo que lia no Estadão não traduzia a verdade do que se passava
no Brasil.
Lembro-me com clareza do título da
reportagem: “Eleição, um show americano”. Mostrava, se bem me lembro, uma
convenção partidária nos Estados Unidos – só não me lembro se era do partido
democrata ou republicano.
Não era ano eleitoral nos Estados Unidos,
mas a matéria era sobre a forma como funcionava a democracia naquele país.”
Artigo Completo, ::AQUI::
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Posted: 01 Apr 2013 05:24 PM PDT
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Posted: 01 Apr 2013 04:09 PM PDT
“Senador Roberto Requião (PMDB-PR) reclama,
em discurso, que a imprensa, especialmente a Folha de S.Paulo,
"condena" as viagens internacionais realizadas pela presidente Dilma
e pelo ex-presidente Lula, mas exalta quando elas são do tucano Fernando
Henrique Cardoso, que, segundo o peemedebista, também tem viagens bancadas por
empresas e ainda fala mal do país em suas palestras; em sua avaliação, a
Folha "perdoa" tudo o que é feito pelo ex-presidente sociólogo, mas
não dá o mesmo tratamento ao presidente torneiro mecânico
Brasil
247 / Agência Senado
O senador Roberto Requião (PMDB-PR)
criticou a mídia do país, em discurso nesta segunda-feira (1º), por condenar as
viagens internacionais realizadas pela presidente Dilma Rousseff e pelo
ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Ele afirmou que os jornais,
principalmente a Folha de S. Paulo, reprovam as viagens do ex-presidente
petista, mas exalta a mesma prática quando adotada pelo ex-presidente tucano
Fernando Henrique Cardoso. A mídia, avaliou, tem cumprido "com
maestria" seu papel de líder e guia da oposição no país.
- Há os escândalos reais, verdadeiros, que
envolvem, por exemplo, os leilões da Agência Nacional do Petróleo, as
concessões sem precedentes às empresas de telefonia, a monumental pizza que foi
a CPI do Cachoeira, que nos impediu de lançar uma réstia de luz sobre o
tenebroso mundo das empreiteiras, a privatização dos portos. Desses escândalos,
desses atentados brutais à soberania brasileira a mídia e seu braço parlamentar
não querem saber. Eles querem saber das viagens do Lula e da viagem da Dilma ao
Vaticano - lamentou.”
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 01 Apr 2013 08:54 AM PDT
“Braço-direito do governador de Pernambuco,
Roberto Amaral não vê candidatura do partido "como de oposição" à
reeleição da presidente em 2014 e afirma que caso haja segundo turno sem
Eduardo, socialistas irão apoiá-la; ex-ministro não confirma que PSB terá um
candidato à Presidência, "mas não abre mão de poder ter" e acredita
que Eduardo Campos e Dilma Rousseff no segundo turno seria "uma coisa
maravilhosa"
Brasil 247 / PE247
Sobre o momento dessa decisão, Amaral diz que "há companheiros que acham que devemos fechar os olhos e ouvidos e decidir tudo em 2014", enquanto "outros acham que setembro deste ano terá mais claridade". Para ele, "a realidade é que decide". Enquanto isso, ele acredita que os cargos que o partido possui no governo federal – os ministérios da Integração Nacional e dos Portos são hoje do PSB – não "amarram" a sigla, nem "a uma eleição futura".
Questionado se o momento da decisão também
seria o momento de entregar os cargos, Amaral responde que "essa hipótese
vai ser discutida lá na frente". "Não recebi nenhum sinal da
presidente de que está incomodada. Se recebermos esse sinal, e ela tem como mandar,
não há problema". Sobre a hipótese de lançar uma candidatura própria e
manter os ministérios, diz que "acha muito difícil". E acrescenta:
"Eu não vejo nossa candidatura como de oposição, mas talvez o partido entenda
como mais correto, se sinta mais à vontade, saindo".
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 01 Apr 2013 08:36 AM PDT
Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho
“Entre uma confusão e outra na sala da
Comissão de Direitos Humanos, o até outro dia obscuro pastor Marco
Feliciano, dono da Igreja Catedral do Aviamento Assembléia de Deus, deputado
federal em primeiro mandato do Partido Social Cristão (PSC), está vivendo seus
momentos de glória.
Depois de passar a semana dando entrevistas
em programas populares de televisão, Feliciano é forte candidato a ser um dos
Judas mais malhados neste Sábado de Aleluia, mas ele não se importa com isso.
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Posted: 01 Apr 2013 08:27 AM PDT
Mauro Santayana, Rede Brasil Atual
“Há 48 anos, quando o Brasil
vislumbrava reformas constitucionais necessárias a seu desenvolvimento, os
Estados Unidos financiaram e orientaram o golpe militar. E interromperam uma
vez mais um projeto nacional proposto em 1930 por Vargas. Os acadêmicos podem
construir teses sofisticadas sobre a superioridade dos países nórdicos para
explicar o desenvolvimento da Europa e dos norte-americanos e as dificuldades
dos demais povos em acompanhá-los, mas a razão é outra. Com superioridade
bélica, desde sempre, impuseram-se como conquistadores do espaço e saqueadores
dos bens alheios, os quais lhes permitiram o grande desenvolvimento científico
e militar nos séculos 19 e 20 e sua supremacia sobre o resto do mundo.
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Pode-se ver a origem do golpe de 1964 mais próxima uma década antes. Em 1953, diante da resistência de Getulio, que quis limitar as remessas de lucros e criou a Petrobras e a Eletrobras para nos dar autonomia energética, a ação “diplomática” dos Estados Unidos cercou o governo. Com o aliciamento de alguns jornalistas e dinheiro vivo distribuído aos grandes barões da imprensa da época, construiu a crise política interna. Entre a lei que criou a Petrobras e a morte de Getulio, em 24 de agosto de 1954, o Brasil viveu período conturbado igual aos três anos entre a renúncia de Jânio e 1964. |
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Posted: 01 Apr 2013 07:50 AM PDT
“Essa frase, ouvida por muitas mulheres na
hora do parto, é uma das tantas caras da violência obstétrica que vitima uma em
cada quatro mulheres brasileiras. Eu fui uma delas
Eu tive meu filho em um esquema conhecido
por profissionais da área da saúde como o limbo do parto: um hospital precário,
porém maquiado para parecer mais atrativo para a classe média, que atende a
muitos convênios baratos, por isso está sempre lotado, não é gratuito, mas o
atendimento lembra o pior do SUS, porém sem os profissionais capacitados dos
melhores hospitais públicos nem a infraestrutura dos hospitais caros
particulares para emergências reais. Durante o pré-natal, fui atendida por
plantonistas sem nome. Também não me lembro do rosto de nenhum deles. O meu
nome variava conforme o número escrito no papel de senha da fila de espera: um
dia eu era 234, outro 525. Até que, durante um desses “atendimentos” a médica
resolveu fazer um descolamento de membrana, através de um exame doloroso de
toque, para acelerar meu parto, porque minha barriga “já estava muito grande”.
Saí do consultório com muita dor e na mesma noite, em casa, minha bolsa rompeu.
Fui para o tal hospital do convênio já em trabalho de parto.
Quando cheguei, me instalaram em uma
cadeira de plástico da recepção e informaram meus acompanhantes que eu deveria
procurar outro hospital porque aquele estava lotado. Lembro que fazia muito
frio e eu estava molhada e gelada, pois minha bolsa continuava a vazar. Fiquei
muito doente por causa disso. Minha mãe ameaçou ligar para o advogado, disse
que processaria o hospital e que eu não sairia de lá em estágio tão avançado do
trabalho de parto. Meu pai quis bater no homem da recepção. Enquanto isso,
minhas contrações aumentavam. Antes de ser finalmente internada, passei por um
exame de toque coletivo, feito por um médico e seus estudantes, para verificar
minha dilatação. “Já dá para ver o cabelo do bebê, quer ver pai?” mostrava o
médico para seus alunos e para o pai do meu filho. Consigo me lembrar de poucas
situações em que fiquei tão constrangida na vida. Cerca de uma hora
depois, me colocaram em uma sala com várias mulheres. Quando uma gritava, a
enfermeira dizia: “pare de gritar, você está incomodando as outras mães, não
faça escândalo”. Se eu posso considerar que tive alguma sorte neste momento,
foi o de terem me esquecido no fim da sala, pois não me colocaram o soro com
ocitocina sintética que acelera o parto e aumenta as contrações, intensificando
muito a dor. Hoje eu sei que se tivessem feito, provavelmente eu teria implorado
por uma cesariana, como a grande maioria das mulheres.”
Artigo Completo, ::AQUI::
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Posted: 01 Apr 2013 07:43 AM PDT
Eliakim
Araujo, Direto da Redação
“Vou usar este espaço hoje, para
solidarizar-me com Luiz Carlos Azenha, um correto e honesto jornalista,
que edita um dos mais respeitados blogs da mídia alternativa brasileira,
o Viomundo.
Azenha, que deixou a Globo em 2006,
“enojado” com a parcialidade da emissora na cobertura da campanha eleitoral
daquele ano, vinha incomodando os poderosos da antiga emissora, porque sabia
demais.
Foi testemunha ocular e auditiva de um sem
número de manobras praticadas no submundo do jornalismo global, cujo feitor era
(e continua sendo) Ali Kamel, o homem encarregado pela família Marinho de
reescrever a história recente do Brasil a partir da ótica do Jardim Botânico,
numa operação destinada a limpar o passado comprometido da emissora com a
ditadura militar.”
Matéria Completa, ::AQUI::
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Posted: 01 Apr 2013 07:38 AM PDT
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Posted: 01 Apr 2013 07:21 AM PDT
Vitor Hugo Soares, Blog do
Vitor Hugo Soares / Terra Magazine
“O Nordeste, nestes dias iniciais do outono
brasileiro, seguirá ainda como ponto de referência nacional nos agitados
movimentos da campanha antecipada para a sucessão presidencial em 2014. Pelo
menos até o dia 5 do próximo mês, quando a presidente Dilma Rousseff desembarca
em nova visita à Bahia.
Desta vez para participar, em Salvador, da
festa política e administrativa de entrega das obras concluídas da Arena Fonte
Nova – um dos palcos monumentais construídos no País para a Copa das
Confederações, este ano, e a Copa do Mundo, no ano das eleições. A inauguração
oficial da “arena” será com um Bahia e Vitoria, o tradicional BA x VI, dois
dias depois (7/4) da visita presidencial. Na Sexta-Feira Santa, os
ingressos começaram a ser disputados a pau na portaria da “arena”, com a
polícia no meio.
O ato público de entrega da moderna “arena”
está sendo preparado pelo governo petista de Jaques Wagner e seus aliados, com
cuidados trabalhados no capricho (incluindo maciços gastos de marketing), para
se transformar em acontecimento de porte no plano da administração, mas,
principalmente, um ato político de repercussão nacional e ecos lá fora.”
Artigo Completo, ::AQUI::
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Posted: 01 Apr 2013 06:15 AM PDT
Mariana Tokarnia, Agência Brasil
“Duas pesquisas da Universidade de São Paulo indicam que alunos negros têm maior possibilidade de fracassar na escola do que os brancos. Para os pesquisadores o menor êxito dos negros é resultado de condições socioeconômicas. Contribuem também fatores culturais. Um deles é o preconceito desenvolvido por professores. Pequena parte deles acredita que os alunos negros terão, naturalmente, desempenho pior do que os brancos. O conjunto de fatores determina que, quando os estudantes chegam ao 6º ano do ensino fundamental, 7% dos alunos brancos tenham mais de dois anos de atraso escolar, e entre os negros, o indicador chega a 14%. Os números são apresentados no artigo Fracasso Escolar e Desigualdade do Ensino Fundamental da pesquisadora Paula Louzano, publicado no relatório De Olho nas Metas de 2012, lançado pelo movimento Todos pela Educação. Mais informações » |
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